Conferência-26 de Abril-9:30-Anfiteatro Ventura Terra (MAC)-Entrada Livre

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30/11/2012

GOA no Padrão dos Descobrimentos


O exemplo de Munique: VIKTUALIENMARKT






Mais imagens de uma história de sucesso, o VIKTUALIENMARKT bem no centro da cidade de Munique - literalmente, esta é a "Praça da Figueira" de Munique, pois mesmo ao lado há outra praça, mais formal e erudita, com uma função e identidade mais semelhante à do nosso Rossio.

POSTAL DO CALHARIZ: monumento aos direitos dos peões de Lisboa


«The Voice of Cultural Heritage in Europe / La Voix du patrimoine culturel en Europe»

EUROPA NOSTRA BRUSSELS ALERT November 2012

SIGN we are more letter NOW

On the occasion of the extraordinary EU Summit which will take place on 22-23 November regarding the next EU budget (2014-2020), our colleagues at "we are more – act for culture in Europe" have prepared a template letter addressed to EU Heads of State and Governments urging them to ensure due support for culture, including heritage, in the next EU budget. We appeal to you to sign this letter and also to disseminate this call for action throughout your own network.

Back in 2011, Europa Nostra - followed by members of the European Heritage Alliance 3.3 -, endorsed this Europe-wide advocacy campaign that calls for an increased support by the EU to culture, heritage and the arts in the next EU budget. We have also invited you to sign the "we are more" manifesto. Many of you responded positively to our call and we wish to thank you for your support. So far, the “we are more!” manifesto has been signed by 27.221 supporters from all over Europe.

We are now urging you to support today this newest online campaign launched via the website www.wearemore.eu. Please read and sign the statement online. Your message will be transmitted to the Head(s) of State or Government of your own country and also copied to the European Parliament Committee on Culture and Education, the European Parliament Budget Committee, the Secretary General of the European Commission, Mrs Catherine Day, and last but not laest, to the President of the Council of the EU, Mr Herman van Rompuy.

Act now, sign the online letter and make your voice heard. Please also forward this e-mail to your friends and colleagues. Together, we can make a difference!

www.wearemore.eu
www.europanostra.org

Novos aluimentos na Rua de Santa Marta

Os buracos continuama a surgir no eixo Rua de Santa Marta/Rua de S. José. Eis o mais recente, nascido junto do nº 38 da Rua de Santa Marta. Com a continuação da política de incentivo à impermeabilização de logradouros - mais as bombagens de águas em diversas caves (autorizadas pela CML no vale da Avenida da Liberdade!) - não é de admirar estes sucessivos aluimentos. A cidade vai pagar caro pelas decisões irresponsáveis da CML nas últimas décadas. Foto: Ana Alves de Sousa.

Parabéns a esta rua....


..sem marquises !

Um estudo sobre Urbanismo Comercial


Disponível AQUI.

Árvore de Natal no Terreiro do Paço custa ao município 230 mil euros


Árvore de Natal no Terreiro do Paço custa ao município 230 mil euros

Por Ana Henriques e Marisa Soares in Público
 A autarquia e a empresa municipal que gere os equipamentos culturais da capital têm versões contraditórias sobre quem paga a factura da árvore "interactiva", que vai ser inaugurada amanhã à tarde
Afinal, o investimento da Câmara de Lisboa nos festejos natalícios não se fica pelos 250 mil euros atribuídos à União de Associações de Comércio e Serviços (UACS) para iluminar as ruas da capital, conforme foi anunciado. Sem o conhecimento dos vereadores da oposição, a autarquia contratou bens e serviços, sem concurso público e através de uma empresa municipal, no valor de 229.637 euros para a execução da árvore de Natal que é inaugurada amanhã no Terreiro do Paço - o que faz disparar os gastos totais com a quadra festiva para cerca de 479 mil euros. Os contornos da despesa, porém, não são claros.
As explicações sobre o assunto, pedidas pelo PÚBLICO à Câmara de Lisboa e à empresa que gere os equipamentos culturais da cidade, a Egeac, foram escassas e contraditórias. Se por um lado a autarquia diz que a responsabilidade do projecto é da Egeac, entidade que procedeu a nove ajustes directos com empresas privadas relacionados com a árvore, por outro a empresa municipal devolve a bola à câmara.
Segundo o seu presidente, Miguel Honrado, a Egeac "não tem a ver directamente com o projecto", no qual desempenha um papel "puramente administrativo" que consiste na adjudicação dos contratos. "A árvore está inserida nas comemorações natalícias da câmara", afirma. Questionado sobre quem paga a factura, refere que as verbas vêm do "orçamento municipal", sem adiantar pormenores. Já para o assessor de imprensa do vereador Sá Fernandes, "a Egeac é a responsável pela árvore" e esta não integra a lista das iniciativas patrocinadas por privados. Uma pista de gelo no Parque Eduardo VII e um parque infantil no Rossio serão algumas das iniciativas que Sá Fernandes, responsável pelos festejos, garante não irem custar um tostão ao erário municipal.
O dinheiro gasto pela autarquia com a época festiva foi anteontem discutido na reunião de câmara, mas nem Sá Fernandes nem qualquer outro responsável aludiram aos gastos suplementares com a árvore. Pelo contrário: questionado pelo vereador comunista Ruben de Carvalho sobre se os 250 mil euros entregues à UACS chegavam para pagar tantas iniciativas e respectivos seguros, Sá Fernandes respondeu que os privados iriam financiar tudo, através de parcerias com o município.
"Se a Egeac tem patrocínios e com isso suporta os custos, está tudo certo, mas se espera que a câmara faça uma transferência para pagar a árvore, não está", observa o vereador do CDS-PP António Carlos Monteiro. Já o social-democrata Vítor Gonçalves diz-se surpreendido, mas refere que o vereador Sá Fernandes lhe garantiu que a árvore está inserida "nas comemorações do fim do ano", a cargo da Egeac.
O preço total da árvore, descrita como sendo "interactiva", é a soma do valor dos nove ajustes directos, feitos durante Novembro. A maior parcela, 74 mil euros, vai para a conceptualização do projecto, a cargo da empresa Robotarium, do artista plástico Leonel Moura. Para não abrir concurso público, a Egeac socorreu-se da excepção legal relacionada com a exclusividade dos serviços prestados pelo artista.
A este montante somam-se 59.500 euros pagos pelo aluguer de equipamento de projecção de vídeo, luz e som. A montagem da estrutura tubular fica em 47.372 euros, aos quais se somam 4226 euros para a montagem e desmontagem da iluminação, e 7500 para o revestimento da estrutura em madeira. A produção dos vídeos que serão projectados na árvore custa 7000 euros, a impressão de uma tela 10.430 euros, a produção de telas e vinis 8450 e a "obtenção de um sistema de aplicação para a projecção de vídeo" 9785 euros. Como nenhum destes contratos excede os 75 mil euros, foi também aqui dispensado o concurso.

Mais de dois milhões gastos em seis meses Egeac fez 118 ajustes directos desde Junho



Mais de dois milhões gastos em seis meses
Egeac fez 118 ajustes directos desde Junho
Totalizam mais de dois milhões de euros os 118 ajustes directos efectuados nos últimos seis meses pela empresa municipal que gere os equipamentos culturais da cidade, a Egeac. Uma das firmas contratadas para fazer a árvore de Natal, a Megarim, à qual vão ser pagos 4226 euros pela montagem e desmontagem da iluminação, está numa situação financeira complicada: fechou as últimas contas com capitais próprios negativos e foi declarada pelo tribunal a insolvência da empresa que a controla, cujos corpos gerentes incluem gestores da Megarim. Quanto à Robotarium de Leonel Moura, já em 2009 a câmara de Lisboa lhe tinha entregue 74 mil euros igualmente por ajuste directo, para pagar 45 oliveiras plantadas em estruturas de fibra e com rodas. O "jardim portátil", como lhe chamaram, começou por estar no Terreiro do Paço e foi transferido mais tarde para o Cais do Sodré. Há muito que as rodas encravaram, tornando a mobilidade das oliveiras praticamente impossível. A.H. e M.S. in Público

29/11/2012

Mais um logradouro impermeabilizado em Lisboa: Rua Diogo do Couto 8




Em tempos o FCLX e o SOS Lisboa fizeram alertas sobre o início de obras neste curioso imóvel na freguesia de Santa Engrácia: http://lisboasos.blogspot.com/2011/09/alerta-cidadaos.html

As obras entretanto terminaram e a Araucária aparenta estar bem. Eram muitas as nossas preocupações com o futuro desta bela árvore. Afinal, é a única árvore no arruamento! Na nossa opinião a grande nota negativa neste projecto: o logradouro foi praticamente todo impermeabilizado e não parece que vá existir qualquer tipo de cobertura vegetal para além da Araucária que ficou do antigo jardim! Vejam as imagens do local onde antigamente houve um jardim... Enfim, é este o modelo de logradouro que a nossa cidade está a adoptar em todo o lado. Logradouro a logradouro, quintal a quintal, a cidade vai reduzindo a sua área de solos permeáveis co consequências graves para todos. Em Lisboa, apesar de ser a capital, ainda não se dá valor aos espaços verdes - um quintal ou jardim é quase sempre visto como área para explorar imobiliariamente, construindo! No entanto, um jardim neste logradouro da R. Diogo do Couto não iria valorizar o imóvel e os seus apartamentos?

Atrair novos habitantes

Uma "guerra" invisível está a ser travada actualmente entre várias zonas do globo apenas com o propósito de atrair pessoas com grande fortunas. Pessoas originárias essencialmente de França, de Inglaterra e dos EUA, que estão a deixar os seus paises face ao aumento dos impostos. Só no Reino Unido, entre 2009 e 2011, o número de contribuintes com rendimento anual superior a 1 milhão de Libras decaiu de 16000 para 6000. Neste capitulo, Holanda, Bélgica, Singapura e Suiça estão a liderar esta "guerra" acolhendo de bom grado esta enorme massa monetária que cada indivíduo transporta. Mesmo dentro da Suiça, os vários Cantões disputam de forma aguerrida a presença de milionários estrangeiros e suiços. Muito discutida foi a recente transferência do domicilio fiscal do suiço mais rico - Ernesto Bertarelli - do cantão de Vaud para o cantão de Berna. A importância de atrair estes novos habitantes deve-se ao impacto que a presença dos mesmos tem na economia local. São pessoas que gastam normalmente valores muito elevados no seu dia a dia, com impacto directo e comprovado nas empresas da zona. Restaurantes, lojas de roupa, supermercados, lojas gourmet, entre outros beneficiam deste influxo monetário que de outra forma não existiria. A pergunta que faço é : Está a cidade de Lisboa a fazer alguma coisa para atrair novos habitantes ?

O que se faz para não pagar parquímetro!

Chegado por e-mail«:

«Cidadanialx,

O que se faz para não pagar parquímetro! Sim, o edifício que se vê ao centro é a sede da Emel e sim, o que está à esquerda é estacionamento vago.

Para quando a colocação de pilaretes nesta rua de Entrecampos para evitar esta situação digna de um pais do terceiro mundo??

Filipe Teixeira»

"Low Cost, High Value Ideias"

Chegado por e-mail:

«Muitas vezes bastam "obras" pequenas e baratas para aumentar a qualidade de vida dos lisboetas e melhorar a imagem da cidade.

Um bom exemplo seria a arborização da Rua Joaquim António de Aguiar tal como existiu algures no século XX, projecto fundamental depois das obras do Túnel do Marquês terem criado um indesejável "deserto de asfalto"... http://i50.tinypic.com/wbuous.jpg

Quanto custará esta "obra"? E qual seria o impacto visual positivo desde a "renovada" rotunda do Marquês do Pombal, um dos pontos turísticos de referência da capital?

Cumprimentos,

Miguel Oliveira»

LAVRA, BICA, GLÓRIA: monumentos nacionais que envergonha​m Lisboa

Exmos. Senhores

No seguimento de vários alertas sobre este mesmo assunto, vimos pelo presente reforçar esta nossa preocupação, que julgamos ser de todos os lisboetas:

Neste momento TODOS os elevadores MN estão vandalizados! Custa acreditar que a cidade não consiga resolver este grave problema que é apresentar estes 3 monumentos nacionais - dos mais conhecidos e visitados da cidade - nestas condições vergonhosas que as imagens bem retratam!

Com os melhores cumprimentos

Fernando Jorge, António Branco Almeida, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Virgílio Marques e Nuno Caiado
CC. Media

António Costa extingue EPUL após quatro décadas de existência.



"A sucessivos executivos camarários a empresa trouxe vantagens de um género completamente diferente: como durante muito tempo as dívidas das empresas municipais não contavam para o endividamento das autarquias, a EPUL foi variadas vezes incumbida de levar a cabo projectos com forte cunho político, como a reabilitação do Parque Mayer, que não se enquadravam no seu objecto social." 

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António Costa extingue EPUL após quatro décadas de existência
Por Ana Henriques in Público

"A função para a qual a empresa foi criada está esgotada", justificou o presidente da Câmara de Lisboa, que mencionou ainda a situação do mercado imobiliário. Trabalhadores passarão para a autarquia


O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, foi ontem de manhã à Empresa Pública de Urbanização de Lisboa anunciar a extinção desta empresa municipal.
Na origem da decisão, que ainda há-de ser votada numa próxima reunião de câmara, estão questões financeiras. Apesar de todas as promessas do executivo municipal socialista de que a EPUL se iria passar a dedicar à reabilitação de edifícios antigos em larga escala - uma vez que a finalidade inicial para que tinha sido criada, a urbanização da cidade, se esgotou -, isso nunca chegou a suceder. Por isso, o abrandamento de actividade da empresa nos últimos anos levou-a quase à paralização. Por outro lado, como o PÚBLICO noticiou ontem vencem no próximo dia 20 de Dezembro empréstimos no valor de 46 milhões de euros que a EPUL contraiu e não tem agora forma de pagar. E os bancos Dexia e Nederlandse, aos quais a empresa pediu o dinheiro em 2004, não aceitam renegociá-los.
"Tornou-se imperativo resolver, até 20 de Dezembro, os compromissos assumidos com os bancos, por forma a resgatar financeiramente uma situação cujas consequências podem vir a ultrapassar a EPUL e a própria Câmara", alertou há duas semanas o presidente da empresa, o general Luís Sequeira, numa carta enviada a António Costa.
Segundo informou ontem o presidente da autarquia, a centena e meia de trabalhadores da EPUL será integrada na câmara, tal como a totalidade do património da empresa, que inclui um valioso acervo de terrenos. "A conjuntura que vive o mercado imobiliário exige que tomemos decisões que não devem ser adiadas", referiu António Costa, salientando que tanto os direitos dos credores como os dos clientes, incluindo os dos compradores de fogos por terminar, serão respeitados. A empresa está a concluir um empreendimento de habitação para jovens no Martim Moniz.
"A função para a qual a empresa foi criada há 40 anos está esgotada", justificou-se o presidente da câmara. Foi precisamente a venda de casas para jovens, a estrear e a preços abaixo dos do mercado, o sector em que a EPUL mais deu cartas, pese embora os atrasos de todos os empreendimentos deste género.
A sucessivos executivos camarários a empresa trouxe vantagens de um género completamente diferente: como durante muito tempo as dívidas das empresas municipais não contavam para o endividamento das autarquias, a EPUL foi variadas vezes incumbida de levar a cabo projectos com forte cunho político, como a reabilitação do Parque Mayer, que não se enquadravam no seu objecto social.
Neste momento a empresa reclama da Câmara de Lisboa créditos de mais de 20 milhões de euros por conta do desenvolvimento de vários projectos que não correspondiam ao seu objecto social.
Quando, a câmara caiu em 2007, no mandato do social-democrata Carmona Rodrigues, foram, em primeiro lugar, escândalos ligados à EPUL e investigados pelas autoridades que levaram ao abandono do cargo pelo então presidente.
António Costa chegou a anunciar a fusão da empresa de urbanização com outras empresas municipais, a dos bairros sociais e a sociedade de reabilitação urbana da zona ocidental da cidade. Mas mudou de ideias quando foi publicada a nova lei do sector empresarial local. Recentemente avisou a maioria dos vereadores dos diferentes partidos representados na câmara da sua intenção de fechar a EPUL.
O PÚBLICO tentou, sem sucesso, falar com general Luís Sequeira nos últimos dois dias. Os trabalhadores da empresa estiveram ontem reunidos durante toda a tarde depois do anúncio de extinção.

Árvore de Natal por ajuste directo Mais de cem mil euros para "árvore interactiva".



Por outras palavras …. PUBLICIDADE no Espaço Público …?

"O vereador José Sá Fernandes anunciou a montagem de uma "pista de gelo solidária" no Parque Eduardo VII, o surgimento de "gigantes da Idade do Gelo" em Belém, a montagem de um parque infantil no Rossio e de várias feiras de Natal cidade fora. Segundo o autarca, estas iniciativas não vão, no entanto, custar dinheiro à câmara, uma vez que o município estabeleceu parcerias com entidades privadas, que pagarão estes festejos."
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Árvore de Natal por ajuste directo
Mais de cem mil euros para "árvore interactiva"

A árvore de Natal "interactiva" que a câmara está a montar no Terreiro do Paço não está incluída no pacote de gastos anunciado pela autarquia para as iluminações natalícias (250 mil euros). O portal da contratação pública dá conta de dois ajustes directos, um para a montagem de uma estrutura tubular no valor de 47 mil euros e outro de aluguer de equipamento de projecção de vídeo, luz e som no valor de 59.500 euros, feitos pela empresa municipal dos equipamentos culturais, a Egeac. Mas as despesas com a época não ficam por aqui. O vereador José Sá Fernandes anunciou a montagem de uma "pista de gelo solidária" no Parque Eduardo VII, o surgimento de "gigantes da Idade do Gelo" em Belém, a montagem de um parque infantil no Rossio e de várias feiras de Natal cidade fora. Segundo o autarca, estas iniciativas não vão, no entanto, custar dinheiro à câmara, uma vez que o município estabeleceu parcerias com entidades privadas, que pagarão estes festejos. M.S./A.H.
In Público.

28/11/2012

POSTAIS DA BAIXA: Rua de Santa Justa/Rua da Prata



Ao cuidado do Senhor Vereador do Urbanismo, Arquitecto Manuel Salgado. Para quando o prometido "URBANISMO COMERCIAL" para o centro histórico da nossa cidade Sr. Vereador?

António Costa anuncia extinção da EPUL

In Público Online (28/11/2012)
Por Ana Henriques


«O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, anunciou na manhã desta quarta-feira aos trabalhadores da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) a extinção desta empresa municipal. O pessoal da EPUL, bem como o seu património, será integrado no município.[...]»

...

F-I-N-A-L-M-E-N-T-E! A seguir, GEBALIS, pelo menos estas duas, S.F.F.!

Publicidad​e em imóvel na Praça de Camões, 40-42 ao Chiado

Resposta da Unidade de Coordenação Territorial (CML):


...

Exmos. Senhores (DRC-LVT)

Solicita-se informação a esses Serviços sobre a eventual autorização, ou não, da DRC-LVT para a colocação do telão publicitário abaixo referido, em pleno Largo Camões, em imóvel classificado e em ZEP de vários monumentos.

Acresce que neste momento a publicidade é à ADIDAS mas já em Junho passado ali estava o telão, nessa altura fazendo publicidade à SUMOL...

Uma vez que o edifíco não está em obras, será que mais uma vez, a DRC-LVT/IGESPAR não emitiu parecer a tempo e horas e a CML, imediatamente a seguir a esse prazo ter terminado, autorizou a colocação deste telão de modo, supomos, a assegurar as taxas respectivas?

Com os melhores cumprimentos

Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, Júlio Amorim e Virgílio Marques

S.O.S. comércio local do Bairro Azul

«Várias dezenas de comerciant​es e moradores do Bairro Azul chamam a atenção da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para a situação do Comércio Local.


Tendo em conta que o Bairro Azul é um Bairro de Lisboa com Classificação Camarária – Conjunto de Interesse Municipal; é um “Bairro 30” da cidade, onde se privilegia o peão; o Bairro, como um todo, oferece percursos de rua planos e cómodos; do ponto de vista comercial o Bairro oferece-se como uma alternativa lisboeta aos armazéns El Corte Inglés.

Tendo finalmente em conta que na periferia do Bairro (Av. José Malhoa, Rua Duque d´ Ávila, etc. ) existem inúmeros hotéis onde se alojam diariamente milhares de turistas, várias dezenas de comerciantes e moradores solicitaram entre outras medidas de apoio ao comércio local, que sejam colocadas iluminações de Natal nas ruas/árvores do Bairro – Rua Fialho de Almeida, Av. Ressano Garcia, Rua Ramalho Ortigão, Rua Júlio Dantas e nos troços da Rua Marquês de Fronteira e da Av. A.A.de Aguiar que pertencem ao Bairro Azul.

Será a primeira vez que, COMO UM TODO, o Bairro é iluminado, o que poderá ser aproveitado para a promoção e divulgação TURÍSTICAS deste Bairro Art Déco/Modernista, Património da Cidade, traduzindo-se num impulso importante ao comércio do Bairro.

Melhores Cumprimentos
Pela Comissão de Moradores

Ana Alves de Sousa
Edgard Piló»

EPUL "vive situação dramática", diz vereador do PSD na Câmara de Lisboa.



EPUL "vive situação dramática", diz vereador do PSD na Câmara de Lisboa
Por Ana Henriques in Público
A Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) vive "uma situação dramática", alerta o vereador do PSD da Câmara de Lisboa Victor Gonçalves.
Uma carta enviada há duas semanas pelo presidente da empresa, Luís Sequeira, à Câmara de Lisboa dá conta da necessidade de serem injectados 46 milhões de euros na EPUL durante as próximas três semanas, altura em que vencem empréstimos bancários contraídos em 2004. "Tornou-se imperativo resolver, até 20 de Dezembro, os compromissos assumidos com os bancos Dexia e Nederlandse, por forma a resgatar financeiramente uma situação cujas consequências podem vir a ultrapassar a EPUL e a própria Câmara de Lisboa", escreve o general que António Costa pôs à fr...ente da empresa municipal, sem entrar em detalhes. "Gostava de saber que consequências são essas", diz o vereador social-democrata, que fará perguntas sobre o assunto ao executivo socialista na reunião de câmara de hoje. Criticando "falta de clarificação da missão da EPUL", Victor Gonçalves declara que a extinção da empresa "pode ser uma solução".
"Existem grandes receios na EPUL quanto ao futuro dos seus 120 trabalhadores", acrescenta o autarca. Para ultrapassar o problema, o general Luís Sequeira propôs a António Costa que a Câmara de Lisboa pague à EPUL o que lhe deve. Como isso não chega para saldar a dívida, quer ainda que o município compre parte dos terrenos da empresa, nomeadamente os da quinta José Pinto, em Campolide, e algumas parcelas no Vale de Santo António.

27/11/2012

GOA no Padrão dos Descobrimentos


POSTAL DE ALFAMA: Rua das Escolas Gerais 124

 Em Novembro de 2010
...e hoje, em Novembro de 2012 após vários alertas à CML em 2010 e 2011. Como será em Novembro de 2013?

Viver 24h por dia com o Atelier-Mu​seu Júlio Pomar

Chegado por e-mail:


«Apenas para salientar que me parece absolutamente surpreendente que um projecto GOP, com a assinatura de Álvaro Siza, apresente debilidades técnicas como aquelas que são perceptíveis na obra do Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.

Em concreto, como é possível que, quase 10 anos depois do início das obras, e a poucos dias da inauguração oficial, tal projecto continue a perturbar a vida de quem aqui mora, desta vez já não pelo barulho ensurdecedor das escavações que foram feitas num espaço outrora pertença da ribeira do vale, inclusive ao fim-de-semana, mas porque se assumiu indispensável manter um ar-condicionado/ desumificador/ turbina? em funcionamento 24h por dia, sem acutelar o cumprimento das determinações legais em matéria de ruído, num claro desrespeito pelas pessoas e pela sua qualidade de vida.

Mais surpreendente ainda é que a PSP declare nada poder fazer para garantir que se respeite a legislação em vigor, dado que se trata de uma obra camarária.

Karina Carvalho»

Aplauso pela iniciativa do Mercado mensal na Praça da Figueira

Exmo. Sr. Presidente da CML
Dr. António Costa,
Exmo. Sr. Vereador do Espaço Público
Dr. José Sá Fernandes

Cc. AML, ATL, Media

Somos a enviar os nossos parabéns à CML pelo recém-criado "Mercado" mensal na placa central da Praça da Figueira.

De facto são iniciativas como esta que melhoram a qualidade de vida da nossa cidade, tanto para os portugueses como para os cidadãos que nos visitam.

Desde que a belíssima estrutura oitocentista do mercado foi destruída em 1949, a Praça da Figueira perdeu a sua vocação, faltando-lhe desde essa data uma orientação. Vazia, despida de árvores e de uma função concreta, tem estado sistematicamente suja, degradada e vandalizada - numa palavra: esquecida. E quando se lembram dela, demasiadas vezes é "ocupada" de forma desqualificada.

Esta histórica praça de Lisboa não pode ser um mero nó rodoviário, ou reduzida a simples "tecto" de um silo para estacionamento automóvel.

Com este mercado de produtos nacionais está a cidade a recuperar a antiga vocação da praça, apontando assim para um futuro diferente.

E é pois com satisfação que constatarmos o sucesso da iniciativa, a avaliar pela afluência de visitantes.

O Fórum Cidadania Lx gostaria de ver este projecto dar mais um passo e assim (à semelhança do que existe noutras cidades europeia) solicitamos à CML que instale na Praça da Figueira um mercado permanente, feito de estruturas/ pavilhões/ tendas com bom gosto, quiçá uma reconstrução do antigo mercado... É preciso ambicionar mais e melhor para a Baixa e que não fiquemos por este patamar ainda de "improviso" e "abarracado".

Enviamos em anexo imagens de uma história de sucesso, o VIKTUALIENMARKT bem no centro da cidade de Munique - e não é por acaso que Munique é considerada uma das cidades do mundo com melhor qualidade de vida.

Porque Lisboa, mais precisamente o seu centro histórico-turístico, não dispõe ainda de um atraente mercado diário ao ar livre, onde o visitante possa conhecer, de maneira informal, a qualidade dos produtos nacionais. Acreditamos que a Praça da Figueira seja o local ideal para se desenvolver um projecto estratégico como este. Todo o centro histórico iria beneficiar com uma ocupação qualificada desta natureza. Ficam o aplauso e o incentivo.

Melhores cumprimentos,

Fernando Jorge, Paulo Ferrero, Nuno Franco, Paulo Lopes, Pedro Gomes, Rossella Ballabio, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, Carlos Matos, Carlos Leite de Sousa, Pedro Fonseca, João Oliveira Leonardo, João Pedro Barreto, Pedro Formozinho Sanchez, Nuno Caiado e Jorge Pinto

Feliz Natal ? ... por António Sérgio Rosa de Carvalho.


Depois do desastre e abuso ... da boa vontade e expectativas dos Lisboetas, do desperdício financeiro, dos "contorcionismos simbólicos" e consequente total incapacidade de comunicação ... pelos "Sinais de trânsito no Marquês de Pombal e chapéus-de-chuva na Praça do Chile resultante das sete instalações concebidas por arquitectos e designers para assinalar a quadra"…. agora, perto das eleições, e em plena crise económica com um Comércio em desespero ... parece que o bom senso prevaleceu ? Vamos ver ...
António Sérgio Rosa de Carvalho


Câmara gasta mais 100 mil euros em iluminações de Natal

A Câmara de Lisboa quer gastar 250.000 euros em iluminações de Natal, um valor superior em 100.000 ao investido no ano passado para dinamizar o comércio local. No Natal passado, a autarquia trocou as iluminações tradicionais por obras de arte que assinalaram a quadra em várias zonas da cidade, gastando 150.000 euros, menos 700.000 do que gastara em luzes em 2010.
Este ano, a câmara vai pagar à União de Associações de Comércio e Serviços (UACS) 250.000 euros para que ilumine as artérias da Baixa e outras ruas da cidade ainda a definir até ao Dia dos Reis (6 de Janeiro), de acordo com protocolo a celebrar entre as partes. No documento, citado pela Lusa e que tem discussão marcada para a reunião de executivo de quarta-feira, os vereadores do Espaço Público e da Economia, José Sá Fernandes e Graça Fonseca, respectivamente, consideram "essencial promover mecanismos que contribuam para o acréscimo de movimento nas ruas e nas lojas".
Os autarcas justificam que as iluminações são "um motivo de atracção e apelo às compras, bem como um factor de animação" de Lisboa e que a quadra "é aquela em que muitos comerciantes esperam compensar prejuízos de meses anteriores".
A câmara recorda ainda que as luzes de Natal "têm sido um dos pontos altos de fomento do comércio" na cidade, assumindo um relevo acrescido no período particularmente difícil que o sector atravessa no país. Além de ficar responsável pelas iluminações, a UACS fica obrigada a criar um seguro de responsabilidade civil para cobrir eventuais acidentes.
in Público Local

26/11/2012

Igreja de Nossa Senhora de Fátima

In Restos de Colecção 21-11-2012
Post do blog Restos de Colecção, com diversas fotos da época da inauguração

Lisboa, um caos de cabos nas fachadas






Av Fontes Pereira de Melo - Estacionamento

Chegado por e-mail:

«Envio em anexo o cenário habitual na Avenida Fontes Pereira de Melo frente ao hotel Sana: o passeio totalmente ocupado por carros.

Cumprimentos,

João Miranda»

Esplanadas

Chegado por e-mail:

«Sendo um leitor tento do Forum Cidadania, partilho de grande parte das Vª preocupações, quanto à desorganização das esplanadas da Freguesia do Sacramento, tendo já elaborado uma carta para a Câmara e para os Bombeiros e protecção civil.

No Vosso artigo não refere a esplanada existente ao fundo da Rua do Duque, num espaço reservado a um ponto de retorno da rua (visto a rua não ter saída). Se houver um incêndio nessa rua os bombeiros não tem espaço para retornar com as viaturas (ver foto Esplanada Duque).

É ainda mais grave, pois o proprietário da mesma é familiar de um Policia Municipal, sendo sempre avisado da realização de fiscalizações.

Também acho horrível os enfeites luminosos colocados em cima da zona da esplanadas, como se fosse um arraial de Santo António, permanecendo no local todo o ano.

Depois rebentam os fios e as lâmpadas, criando uma zona de muito perigo público Chamo também à atenção o Largo do Carmo, pois quando há muitos turistas, as esplanadas invadem todo o espaço reservado (deveria ser) aos moradores desta freguesia, imnpedindo-os de usufruir do único ponto de lazer e convívio da freguesia do Sacramento.

Sem mais, agradeço a Vª preocupação em prol de uma cidade de todos e para todos e não só para alguns, que não sabem respeitar os direitos do próximo.

Jorge Silva»

O Património entregue ao discurso arbitrário e interpretativo de mentes obcecadas pela assinatura "criadora", redutora e pessoal ... por António Sérgio Rosa de Carvalho.


 Não é a primeira vez que me refiro à Igreja de São Julião ... nem aos  graves efeitos e consequências da intervenção de Gonçalo Byrne em "equipe" com a aprovação de Manuel Salgado e António Costa ...
já o fiz em - A "marca fétiche" pessoal e a orgulhosa e arbitrária assinatura do Arquitecto Criador no Património de todos nós http://cidadanialx.blogspot.nl/2012/10/a-marca-fetiche-pessoal-e-orgulhosa-e.html
Agora deixo-vos com as imagens do seu impacto na envolvente da Baixa durante a noite ... onde a abstração e a redução das originalmente  janelas de guilhotina, reina e domina.
Janelas agora reduzidas e transformadas em aberturas cavernosas de luz gritante que se impõem no tecido urbano que se pretende candidatar a Património Mundial.
 (Iluminação triunfante e utilizada como pré-anúncio de "Obra" para o periodo Eleitoral que se avizinha, enquanto os Bairros históricos apodrecem)
Claro que tudo isto é possível porque o Património, na ausência da existência de verdadeiros Arquitectos e Ensino Académico de Restauro, é entregue através de "networks" profissionais que dominam o exercício da Arquitectura e o mundo Docente Académico ... a Arquitectos "Criadores", que interpretam, modificam, alteram e "assinam" impunemente e a seu bel-prazer ...
Basta olharmos para outro exemplo típico de Byrne no Museu de Machado de Castro ... para ficarmos informados ... as imagens dispensam comentários ...
E onde estão os Historiadores de Arte perante a gravidade de tais intervenções ?
Pois, o País é pequeno e o Mundo Académico também ...  







Museu Machado de Castro. Coimbra