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27/01/2017

Está (é) muito bonito, sim senhor, mas precisa de mais recheio ...


In O Corvo (27.1.20178)
Por Samuel Alemão

«Mercado de Arroios reabre remodelado e inaugura a marca “Mercados de Lisboa”

Um investimento municipal de cerca de um milhão de euros, no qual se incluiu a remodelação de todos os sectores de venda, a substituição do pavimento, a pintura do interior, uma nova rede de águas, rampas para pessoas com mobilidade reduzida e novos elevadores. É assim que se apresenta o renovado Mercado de Arroios, situado entre a Praça do Chile e a Alameda Dom Afonso Henriques e cuja apresentação pública se realizará neste sábado (28 de janeiro), a partir das 10h. O momento, assinalado por um programa de animação que procura chamar a atenção da população para aquela área comercial, será aproveitado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) para promover a nova marca “Mercados de Lisboa”, sob a qual pretende tornar mais atraente junto do grande público o conjunto de 25 mercados que tutela – o que segue as orientações definidas no recém-aprovado Plano Municipal dos Mercados de Lisboa 2016-2020. [...]»

29/11/2016

POSTAIS da RUA DOS ANJOS: lixo




Diariamente, é este o cenário de muitas ruas de Lisboa: contentores na via pública TODO o DIA. Acabam por funcionar como uma espécie de "sinalética" informal, isto é, «ponham aqui lixo». Ao final do dia vemos todo o tipo de sacos e lixos depositados em volta destes contentores dos prédios. Também é cada vez mais frequente observarmos contentores partidos, sem tampa. Lisboa está um nojo. Merecemos ruas limpas.

11/11/2016

Rua da Escola do Exército: candeeiros históricos vão desaparecer após 1 século






Este arruamento da Freguesia de Arroios vai ficar mais pobre com o argumento demagógico da melhoria da iluminação.
A História da nossa cidade, das diferentes freguesias e arruamentos, também se lê nos equipamentos de iluminação pública. Ao longo dos anos a cidade soube - umas vezes melhor de que outras - reciclar, adaptar, actualizar os candeeiros à medida dos progressos técnicos.
Neste caso concreto as colunas de iluminação pública da Rua da Escola do Exército - uma rua do final do séc. XIX / início do séc. XX - serão em breve retiradas.
Estes candeeiros, em uso em Lisboa desde 1888 e apesar de fazerem parte do ambiente urbano da rua desde os finais do séc. XIX, vão ser apagados da memória colectiva.
As colunas originais estavam bem integradas na escala do arruamento, enriqueciam a experiência de quem circulava na rua. Contavam uma história. Agora, teremos novos candeeiros num novo-riquismo dispensável e de justificação questionável.
Porque se decidiu destruir assim um elemento importante na caracterização desta rua?
Os candeeiros estavam tecnicamente obsoletos? Porque não se actualizaram, tal como se faz noutros lugares da cidade? Os candeeiros não eram suficientes? Porque não se aumentou o seu número?
O facto é que a Rua da Escola do Exército vai ficar mais pobre enquanto ambiente urbano lisboeta.
Tudo graças, talvez, à dificuldade que a Divisão de Iluminação Pública/CML tem revelado em aceitar que a iluminação pública de uma cidade histórica não é só uma questão técnica. E que há outras áreas do saber que devem ser convocadas a participar numa intervenção desta natureza.
Para além de que nós, os cidadãos, os contribuintes, não teremos o direito a participar nas decisões que envolvem a alteração radical do nosso espaço público? Este projecto é mais um infeliz exemplo da má gestão do bem público na nossa cidade.

28/08/2016

Orçamento Participativo de Arroios: participe!















Até dia 30 de Agosto de 2016, qualquer cidadão nacional pode votar em 3 projectos a concurso no Orçamento Participativo de Arroios. Este ano há 3 projectos de criação de pequenos espaços verdes/plantação de árvores. Participe aqui:  http://www.participarroios2016.pt/projectos_votacao.php

08/07/2016

Mas está tudo maluco? A EMEL num terreno destes? É uma barbaridade!


Fotos: Carlos Farinha, in pág. Jardim do Caracol da Penha


In O Corvo (8.7.2016)
Por Samuel Alemão

«Jardim público em vez de estacionamento pede-se na Penha de França e em Arroios

Um novo espaço verde de acesso público no lugar do planeado parque de estacionamento com 86 lugares, a construir num terreno de 8000 metros quadrados de propriedade municipal. Esta é a proposta pela qual se bate um conjunto de cidadãos das freguesias da Penha de França e de Arroios, entre as quais se divide a encosta denominada de Caracol da Penha, onde começaram, há poucos dias, a ser feitos os preparativos para instalar um parqueamento a explorar pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL). Trata-se de uma parcela semi-abandonada no meio de tecido urbano, mas de uma grande riqueza vegetal.

Em vez do estacionamento – que contará ainda com um parque infantil, uma creche, um quiosque e miradouro com esplanada -, o grupo de moradores propõe um jardim com um campo de jogos multiusos, hortas, miradouro, quiosque com esplanada e um bosque. Alegam que o terreno “possui mais de 25 árvores de espécies variadas (incluindo lódãos, zambujeiros, pinheiros, cactos), das quais 11 são de fruto (ameixeiras, amendoeiras, figueiras, abacateiros, nespereiras, bananeiras, oliveiras) e três são árvores de grande porte (pinheiro, eucalipto)”. Alegam ainda que existe um “considerável espaço de horta e de arbustos/bosque”.

“Por estas características, este espaço constitui já um grande pulmão verde desta zona de Lisboa”, consideram esses moradores. Por isso, decidiram mobilizar-se através do Movimento Pelo Jardim do Caracol da Penha e apresentaram uma proposta ao Orçamento Participativo de Lisboa 2016 para a criação de um novo jardim público naquele lugar. E resolveram convidar a restante população a conhecer o seu projecto, durante a tarde (16h-20h) deste sábado (9 de julho).

A apresentação terá lugar no Espaço Roundabout.LX, centro de arte experimental situado na Rua Cidade de Cardiff, 54B, ao cima das escadarias da Rua Cidade de Liverpool. O programa prevê a apresentação pública do movimento, a discussão do mesmo e a partilha de propostas, a apresentação do sítio do movimento, o lançamento de uma petição, exposições de fotografia, vídeo e som e ainda música “por vários artistas do bairro e amigos”.

09/06/2016

Pedido de esclarecimentos sobre demora na obra de reconstrução do lago do Largo de D. Estefânia


​Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.c. PCML, AML, JF Arrroios, Media

Desde há mais de 2 meses que o lago do Largo D. Estefânia se encontra com o muro de protecção conforme a foto documenta, em resultado de um aparatoso desastre de viação.

Solicitamos a V. Exa. que nos informe quando é que os serviços da Câmara Municipal de Lisboa vão poder recuperar o mesmo.

Numa cidade como Lisboa, onde se tornou uma raridade termos um lago ou uma fonte operacional e limpa, como era o caso da presente, só podemos lamentar o que agora também este lago com a escultura barroca de Machado de Castro.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, ​Fernando Jorge, Júlio Amorim, Irina Gomes, Jorge Santos Silva, António Branco Almeida, Beatriz Empis, António Araújo, Jorge Pinto, Maria Ramalho e Nuno Vasco Franco

Foto: LMS

Finalmente uma boa notícia sobre esse deserto de cotos e amontoado de sucata


In Corvo (9.6.2016)
Texto: Fernanda Ribeiro

«Obras de reabilitação do Largo do Leão deverão começar no terceiro trimestre

Tem sido muito maltratado, ao longo dos últimos anos. Desde ser ocupado por estacionamento selvagem até parecer agora um deserto rodeado por dezenas de pilaretes. Em 2014, surgiu a promessa de que o Largo do Leão, em Arroios, seria reabilitado, até ao final do actual mandato camarário (Setembro de 2017), no âmbito do programa Uma Praça em Cada Bairro, integrando um conjunto de três dezenas de praças lisboetas consideradas “prioritárias”.

A apresentação pública do projecto deixou satisfeitos os moradores, que há muito sonham ver aquele espaço público enfim ordenado. Tal regeneração urbana deverá começar em breve, diz a Câmara Municipal de Lisboa, que aponta o início dos trabalhos para o terceiro trimestre deste ano. A Junta de Freguesia de Arroios, contudo, esperava que os mesmos se iniciassem este mês.

Por agora, o espaço público continua mal tratado e sem uso, apesar de já terem sido cortadas pela base grande parte das árvores que nele existiam. O estado lastimável em que se encontra o Largo do Leão e a Rua Visconde de Santarém, que nele desemboca, contrasta, aliás, com o que se está a passar nas imediações. Obras de vulto têm vindo a ser realizadas nas ruas próximas, melhorando o espaço público das mesmas, como sucede na Avenida Duque de Ávila. [...]»

05/01/2016

Demolindo Lisboa: Rua Maria Andrade 62






Aqui existiu um prédio simples, mas característico do periodo Lisboa-Entre-Séculos (XIX/XX), onde funcionava outro pólo da Pensão Castromira (do mesmo proprietário do prédio da Av. Almirante Reis 35 que está actualmente a ser demolido). No final de 2015 foi integralmente demolido como fica bem demonstrado pelas imagens de Dezembro passado. No seu lugar vai surgir uma construção nova com cércea idêntica mas 2 caves - vulgo "Reabilitação" em Lisboa. Tudo aprovado e benzido pelo Pelouro da CML. Será que também aqui o velho logradouro com quintal vai ser 100% impermeabilizado como vai sendo hábito? No painel do "Aviso" podemos ler «Alvará para obras de construção com demolição» - palavras para quê?!