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14/07/2014

Palhaçada monumental, mais uma vez, PISAL?


De rir, não tanto a "réplica" do painel publicitário do prédio da Bola Cheia da Visconde Valmor/5 Out., que passará despercebido ao olhar mais distraído, mas de LOL, os remendos colocados no painel genuíno que restava. Duplo LOL para os pretensos perfis das janelas com "vidros coloridos".


Foto do original agora replicado (autoria: MJ):

02/05/2014

Ora aqui está uma reposição justa...


Mas que, claro, deixa uma pergunta sem resposta: como foi possível autorizar o acoplado sendo o palacete classificado já então? Pois. Anúncio n.º 103/2014. D.R. n.º 84, Série II de 2014-05-02 Presidência do Conselho de Ministros - Direção-Geral do Património Cultural.Abertura do procedimento de desclassificação do «Edifício na Avenida 5 de Outubro, esquina com a Avenida do Duque de Ávila», em Lisboa, freguesia das Avenidas Novas, concelho e distrito de Lisboa: http://dre.pt/pdf2sdip/2014/05/084000000/1156911569.pdf

07/10/2013

Este painel foi destruído. Como é que isto é possível?!


Sexta-feira passada, foi notícia revoltante, via Oficina do Castelo (de Mestre Querubim Lapa, em foto abaixo)) e S.O.S. Azulejo, a destruição (será que foi mesmo partido? será que foi desmontado porque a fachada ao nível do R/c está em obras (não se sabe muito bem do quê...?) deste magnífico painel de azulejos publicitários na fachada da pastelaria Bola Cheia, na esquina da Av. Cinco de Outubro com a Av. Visconde Valmor. Este painel (foto: Miguel Jorge), juntamente com o seu painel irmão do outro lado da porta formam um raríssimo painel Arte Nova, único em Lisboa.

Posto isto, pergunta-se:

1. Este painel está inscrito no Inventário Municipal do Património, pelo que a obra deverá ser ilegal e um crime de lesa-património à cidade. Se assim é, de que está à espera a CML para mandar fechar a pastelaria (ou o dono do prédio) e puni-la exemplarmente?
2. A CML tem em vigor o Programa PISAL desde há mais de 2 anos. Que foi feito de concreto em termos de sensibilização junto do proprietário da pastelaria (ou do prédio)?
3. Este painel foi referenciado em proposta aprovada pela CML (http://www.cidadaosporlisboa.org/index.htm?no=59100000961,053) em matéria de Azulejos Publicitários. Que fez a CML desde então para executar o que aprovou em reunião de CML?
4. Durante os últimos anos, que fez a Junta de Freguesia em prol da manutenção deste painel, um dos raríssimos objectos patrimoniais de relevo de facto no limite geográfico da Junta de Freguesia respectiva?
5. Embora não seja competência efectiva de uma associação de moradores, a verdade é que a Associação de Moradores das Avenidas Novas deveria ter intervindo preventivamente.
6. C0MO É POSSÍVEL QUE ALGUÉM CONSIDERE QUE ESTES PAINÉIS SÃO UMA MENOS VALIA DE UM ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO E NÃO UMA MAIS VALIA DO MESMO, QUE DEVIA SER ESTIMADA E PROMOVIDA?!

Chegados aqui, que dizer? M****.

14/04/2013

LISBOA: FEIA, PORCA E MÁ



Calçada do Carmo
Da Baixa ao Chiado, passando pelas Avenidas Novas, Lisboa está vandalizada, suja, porca, feia.

09/04/2013

PUBLI-Cidade: Av. 5 de Outubro 21



Mais um colégio exemplar... Com estes exemplos de más práticas em publicidade não é de admirar que a nossa cidade esteja sempre com um ar dessarumado, desleixado e reles. A CML sabe destes casos mas nada parece fazer...

08/02/2013

SE VIR AZULEJOS SEMELHANTES A ESTES, CONTACTE O SOS AZULEJO!


«A partir de um alerta que nos chegou aqui no facebook de alguém que de noite viu remover azulejos na Av.5 de Outubro nº 15, aqui vão imagens das lacunas, bastante elucidativas relativamente ao desenho que os azulejos retirados terão e que portanto poderão levar ao seu reconhecimento em qualquer feira ou estabelecimento comercial. VER IMAGENS COM + PORMENORES em www.sosazulejo.com»

06/02/2013

Descubra as diferenças:

Na Avenida Cinco de Outubro.

Fotos: Horacio Novais (FCGulbenkian) e Panoramio.

03/01/2011

Proibição estúpida #1:


A proibição de virar à esquerda no cruzamento da Av. Forças Armadas / Av. Cinco de Outubro, além de não ter lógica absolutamente nenhuma, implica que todos quantos queiram entrar na Av. 5 Out. tenham que o fazer ao cimo da Av. Forças Armadas, nos semáforos do cruzamento do Hospital de Santa Maria para depois engarrafar os semáforos cá em baixo, junto ao viaduto do comboio/Entrecampos/Av. 5 Out. ... o engraçado é ver-se as inversões de marcha perigosas que se vão fazendo naquele outro mesmo semáforo da Av. Forças Armadas/Hospital ...

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Argumentam alguns comentadores que, primeiro, é provisório, segundo, é por causa da grua. Se é provisório, então deviam ter posto sinal de proibido virar, sim, mas com placa indicando o carácter provisório e não mudarem os semáforos, até, como fizeram. Se é por causa da grua, então deviam ter aproveitado o redondel no meio da placa central da avenida, defronte ao hotel, e permitir, embora com apenas 1 faixa para cada sentido e apenas por 50 metros, se tanto, a circulação nos dois sentidos até ao cruzamento com a Rua da Cruz Vermelha, a partir da qual tudo voltaria a normalidade.


Texto editado

27/11/2010

Promotores da obra vizinha do prédio que ruiu negam falhas

A empresa dona da obra contígua ao prédio que ruiu na quarta-feira, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa, nega os motivos apresentados pela câmara para o embargo dos trabalhos. Os responsáveis da Construções IAMT foram notificados ontem pela autarquia para suspender as obras de escavação das fundações por alegadas irregularidades, mas garantem que "o projecto foi aprovado pela Câmara de Lisboa e foi cumprido na íntegra".

Na notificação de embargo, a que o PÚBLICO teve acesso, os técnicos municipais que fizeram a vistoria ao empreendimento concluem que estavam a ser feitas "obras de escavação sem a necessária comunicação prévia", o que determinava a ilegalidade dos trabalhos em curso, com vista à reconstrução do edifício 275, do qual só tinha sido mantida a fachada.

No entanto, a administração da Solátia, empresa responsável pela empreitada, e o promotor afirmam que o projecto de demolição e contenção periférica, que inclui a escavação, foi aprovado pela câmara. Nestes casos, garantem, a lei permite o início dos trabalhos antes da emissão dalicença, bastando a "notificação do deferimento do respectivo pedido" de licenciamento, que dizem possuir.

Antes de notificar a IAMT para o embargo, a câmara enviou, anteontem, uma notificação de desembargo parcial da obra, "com a finalidade exclusiva de realizar os trabalhos urgentes" de remoção dos escombros, para a reposição da normalidade na Av. 5 de Outubro, cortada ao trânsito desde segunda-feira. Assim, o desembargo, com data de 25 de Novembro, chegou aos promotores antes da nota de embargo, datada de 26. O PÚBLICO questionou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, sobre a situação, mas não obteve resposta.

A Solátia pediu um parecer técnico a um especialista em geotecnia e estruturas, José Matos e Silva, segundo o qual a empresa "estava a seguir os procedimentos de execução correctos". O especialista conclui que a derrocada do 275 e da fachada do prédio em construção, que deveria ser preservada, se deve ao facto de ambos estarem "fundados muito superficialmente e em terrenos brandos", que sofreram uma "descompressão" com as escavações. Matos e Silva considera que "a pior solução a adoptar, do ponto de vista técnico e da segurança, será o embargo da obra".
In Público

23/11/2010

Prédio evacuado no centro de Lisboa está a "mexer"


In Jornal de Notícias (23/11/2010)
Telma Roque e Catarina Cruz


«A protecção Civil já fez uma vistoria ao prédio, de seis andares, que ameaça ruir no centro de Lisboa e concluiu que o imóvel "está a mexer", o que impedirá para já o regresso das duas famílias que deixaram as habitações, por precaução.

Após uma avaliação técnica por parte dos serviços camarários, a chefe da Divisão de Planeamento e Operações, Emília Castela, adiantou que as duas famílias que habitam no edifício, junto à antiga feira popular, já retiraram alguns bens de primeira necessidade e estão proibidas de voltar ao local. Também o restaurante do piso térreo ficará encerrado.

"Verificou-se que o prédio estava a mexer. Só face a uma estabilização é que poderão voltar. O prédio deu indícios de que havia movimentos, por barulhos e por fendas", informou a responsável.

Sublinhando que não é possível prever de forma fiável se existe um risco iminente de derrocada, Emília Castela explicou que por vezes os prédios estabilizam sem receber obras.

Por enquanto, os serviços municipais vão monitorizar a situação, em articulação com a empresa responsável pela obra do prédio contíguo.

"Se se verificar que houve estabilização, os moradores poderão voltar, mas não é uma questão de dias, de uma semana ou de um mês. Não sei se poderão voltar, mas pelo menos num curto espaço de tempo não voltarão de certeza", referiu.

O prédio que aparenta risco de derrocada, na rua 5 de Outubro, em Lisboa, já estava referenciado. Na semana passada, foi visitado, duas vezes, pelos Sapadores de Lisboa.

Hoje, já depois das famílias terem deixado o edifício, evacuado devido ao "agravamento do mau estado de conservação" do imóvel, a Protecção Civil chegou ao local para uma vistoria, marcada para as 16 horas.

Segundo o JN apurou no local, as famílias saíram do edifício por precaução, aconselhadas, pela Protecção Civil, a deixar as habitações, por razões de segurança. Só mais tarde voltaram para retirar alguns bens de primeira necessidade.

No local, era possível ver as más condições do edifício: ocasionalmente, cai um azulejo da fachada ou um pedaço de vidro das janelas.

Entre os moradores, dividem-se as culpas do mau estado do edifício. Uns viram-se para o senhorio, a empresa "Alves Ribeiro", acusando-o de "não fazer obras de conservação". Outros voltam-se para o vizinho do lado e atribuem responsabilidades à empresa de construção que está a fazer uma escavação no terreno contíguo, local em que ruiu um prédio há alguns meses.

Segundo o director municipal de Protecção Civil, Vítor Vieira, a evacuação foi justificada pelo aparecimento de algumas fendas do prédio, que tem várias fracções devolutas.

Pela primeira análise que já foi feita, "a situação parece não ser tão grave" quanto se pensou inicialmente.

Vítor Vieira adiantou que o proprietário já esteve no local, perto da antiga feira popular.

Por prevenção, também o trânsito está condicionado no perímetro envolvente.»

...

Está na cara que a demolição do vizinho do lado provocou enorme instabilidade a este prédio, aliás processo igual ao que decorre na Rua de São Bento.

29/11/2009

Por este o tempo não passa



No cruzamento da Avenida 5 de Outubro com a Rua Júlio Dinis

16/09/2009

A/C: Novo Executivo da CML


Avenida da República, Nº 1


Avenida da República, Nº 10


Avenida da República, Nº 8


Avenida da República, Nº 46


Avenida da República, Nº 55


Avenida Elias Garcia, Nº 69


Av. Elias Garcia, Nº 121


Avenida da República, Nº 89


Avenida da República, Nº 71-73


Avenida da República, Nº 37


Avenida da República, Nº 40


Avenida da República, Nº 19


Avenida da República, Nº 95


Avenida da República, Nº 97


Avenida Cinco de Outubro, Nº 279-281


Estes são alguns dos resistentes da Avenida da República e transversais. Com nova vereação há-de vir novo assédio construtivo-demolidor. Não vai haver nada para ninguém, ou vai?

07/05/2009

Congratulamo-nos c/ indeferimento de proj.demolição e ampliação Av.5 Out. 279-281






Exmo. Senhor Presidente de Câmara,
Dr. António Costa
Exmo. Senhor Vereador do Urbanismo,
Arq. Manuel Salgado


Vimos por este meio expressar junto de V.Exas. o nosso contentamento pelo indeferimento do mais recente pedido de demolição total de interiores e ampliação (Proc. nº 86/EDI/2009) submetido à CML para o edifício sito na Avenida Cinco de Outubro, Nº 279 a 281 (fotos em anexo); edifício de 1920, rematado por cúpula espantosa (exemplar único em Lisboa) e incluído na Carta Municipal do Património anexa ao PDM.

Congratulamo-nos com esse indeferimento do projecto da Construções I.A.M.T., Lda., que, a ser aprovado, levaria à destruição do único edifício de carácter ainda existente no troço Norte da Avenida Cinco de Outubro, um curiosíssimo exemplar com vários saguões e pisos recuados, uma cúpula belíssima, uma fachada elegante e um amplo logradour.

Mas chamamos a atenção de V.Exas. para o seguinte:

A CML
procedeu correctamente, e em defesa deste edifício, mas ao justificar o seu indeferimento em incumprimentos do RGEU (composição dos fogos) e PDM (estacionamento) corre o risco de ver surgir novo pedido, desta vez de acordo com a legislação.

Achamos, por isso, que é tempo da Câmara Municipal de Lisboa:

1. Invocar razões de ordem estética, histórica e de valor arquitectónico para o indeferimento de projectos semelhantes que comprometam edifícios similares. Bastará para isso que a CML faça valer, e actualize convenientemente, o Inventário Municipal, e as classificações de Imóvel de Interesse Concelhio e Imóvel de Interesse Público, ou em "Vias de".

2. Demonstre claramente ao promotor que, para edifícios abrangidos por esse estatuto, há apenas uma possíbilidade: reabilitá-los. Por via "amigável" (co-financiamento, protocolos, isenção de taxas, etc.) ou pela "força" (posse administrativa, obras coercivas).

Lisboa agradece.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Fernando Jorge, João Chambers, Júlio Amorim e Virgílio Marques