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19/09/2019

Construção nova atrás do Campo das Cebolas - protesto e pedido de esclarecimentos a CML e DGPC


Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr Fernando Medina
Exma. Senhora Directora-Geral do Património Cultural
Arq. Paula Silva

C.c. AML, JF, Vereador Urbanismo e media

Serve o presente para protestarmos junto de V. Exas. pela aprovação do projecto de arquitectura que resultou na construção recentemente concluída de um edifício no gaveto da Rua Afonso de Albuquerque, imediatamente por detrás do Campo das Cebolas e em pleno "casco histórico", de que juntamos fotos.

Duvidamos que tal construção se apresente como legal à luz do disposto no Plano de Urbanização do Núcleo Histórico de Alfama e Colina do Castelo [artigo 9-ponto 2, artigo 10-ponto 1 b), artigo 14-ponto 3], pelo que é inaceitável que os Serviços que V. Exas. dirigem se tenham permitido propor a aprovação de tal construção, completamente dissonante e provocatória dada a zona em que se insere.

Mais solicitamos que nos esclareçam quanto à oportunidade de este projecto de arquitectura ter sido superiormente aprovado por V. Exas. e não, como devia, ter sido devolvido à procedência para correcções em conformidade com a regulamentação em vigor e com o que a zona histórica em causa exige.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, António Araújo, Inês Beleza Barreiros, Maria Teresa Goulão, Pedro Jordão, Luís Mascarenhas Gaivão, Helena Espvall, Pedro Machado, Pedro de Souza, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Miguel Atanásio Carvalho, Fátima Castanheira, Beatriz Empis, Maria do Rosário Reiche

Lisboa, 19 de Setembro de 2019

23/02/2017

Apelo à CML - É preciso mais estacionamento para residentes

Exmo. Sr. Presidente da CML
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Sr. Vereador
Arq. Manuel Salgado

Cc. AML, EMEL, JF e media

Tendo em conta que numerosos bairros​​ lisboetas ​se encontram já muito além do ponto de saturação no que respeita ao rácio n​º dísticos de estacionamento ​atribuídos vs. ​nº de ​​​lugares disponíveis, serve o presente para propormos à Câmara Municipal de Lisboa​ que inicie quanto antes os procedimentos necessários:​

1. ​Ao refor​ço da fiscalização por parte ​da EMEL e ​da ​Polícia Municipal​.​

2. ​À adopção pela EMEL e pela Polícia Municipal ​d​a aplicação https://towit.io (ou de uma aplicação própria semelhante, com geo-referenciação, fotografia e matrícula) como forma de aumentar a eficácia ​no controlo das situações​ ​mais graves ​de estacionamento ​reconhecidamente ​ilegal​.

3. ​Ao aumento considerável das zonas de estacionamento reservado a moradores já existentes, umas, e a criar de raiz, outras, nomeadamente nos bairros e nos arruamentos claramente deficitários em termos de lugares de estacionamento, por força da presença de grandes-superfícies ou serviços com elevado número de funcionários e utentes que continuam a utilizar o automóvel individual em vez dos transportes públicos e a partilha de automóvel.

São exemplos evidentes deste mal-estar, locais como, por exemplo:

* ​Praça do ​Princípe Real (​sugere-se a criação de estacionamento reservado a moradores, em volta da praça)
* Praça das Flores (idem​ e arruamentos limítrofes num raio de 100m​);
* Praça João do Rio​ (em redor da mesma)​;
* Praça Afrânio Peixoto​ (idem)​;
* Impasses (logradouros) do Areeiro; * Bairro do Arco do Cego​ (todo o bairro)​;
* em volta do Jardim Constantino; ​
* em volta do Jardim da Parada;
* em volta da Praça Paiva Couceiro;
* em volta da Praça do Alto de São João;
* nos passeios poente da Av. Ressano Garcia​, R​. Fialho de Al​m​eida e R​.​ Ramalho Ortigão​;
* nas transversais ​da R. Rodrigo da Fonseca (​Bairro do Liceu ​Maria Amália​);
* em redor do ​J​ardim das Amoreiras;
* em toda a extensão da ​Rua do Século;
* ​​Largo ​da ​Academia ​das ​Ciências​;
* Travessa da Pimenteira (Junqueira);
* Transversais ("T") da Rua Maria Amália Vaz de Carvalho;
* Calçada dos Mestres e Rua D. Carlos de Mascarenhas;
* Rua Silva e Albuquerque (troço paralelo ao estádio 1º de Maio);
* Rua e Travessa do Corpo Santo;
* Av. António José de Almeida (troço defronte à Casa da Moeda e impasses da Av. Defensores de Chaves e Rua D. Filipa de Vilhena)

​ Aproveitamos esta oportunidade para reclamar da CML a "pedonalização" da Rua Júlio Andrade e do Largo da Anunciada, medida que a nosso ver se justifica há muito e que uma vez realizada muito contribuirá para a valorização daquelas duas zonas nobres da cidade;

E para sugerir à CML que ponha termo ao licenciamento de garagens no R/C das habitações na zona histórica da cidade, designadamente em espaços que eram destinados ao comércio e, pior, que não tinham qualquer espaço aberto nas fachadas, como foram os casos recentes ocorridos na Estrela.


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Rui Martins, Inês Beleza Barreiros, Miguel de Sepúlveda Velloso, José João Leiria, Ricardo Mendes Ferreira, Luís Mascarenhas Galvão, Fátima Mascarenhas, Pedro Janarra, Jorge D. Lopes, Nuno Franco, Gonçalo Cornélio da Silva, Júlio Amorim

06/10/2016

A "reabilitação urbana à la Damaia" agora mesmo em frente da Sé


Antes

Agora

A "reabilitação urbana à la Damaia" vs. Planos de urbanização dos bairros histórico vs. anda por aí uma tal de candidatura à Unesco (LOL).

17/05/2016

O Turista: o "cidadão principal" de Lisboa?



Em vez das vozes dos nossos vizinhos (cada vez mais a desaparecer dos nossos bairros historicos) ouvimos o barulho das rodinhas destas bagagens. Recentemente um jovem morador em Alfama comentava comigo: "Deixei de ter vizinhos! Apenas resto eu no predio todos as restantes casas estão a ser alugadas a turistas. E em frente tenho um hostel, e ao lado outro em construção. Estão a matar o bairro." Parece portanto que se decidiu (quem?) que os visitantes passam a ser o "cidadão principal" da cidade. Abram todos alas para deixar entrar o Exmo. Turista e mais os seus dollars & euros! A agonia da turistificação do centro histórico de Lisboa... o Turista, o "cidadão principal" da cidade?

27/10/2015

E as trotinetes? ...«Triciclos e outros veículos turísticos proibidos de entrar no Bairro Alto, Alfama e Castelo»


In Público (27.10.2015)
Por Inês Boaventura

«O impedimento de circular no interior de alguns bairros históricos de Lisboa vai aplicar-se a “veículos ligeiros, motociclos, quadriciclos, triciclos ou ciclomotores que exerçam actividade de animação turística”

A circulação de “veículos afectos à animação turística”, entre os quais os triciclos motorizados, vai ser proibida no interior do Bairro Alto, de Alfama e do Castelo. Além disso, a Câmara de Lisboa vai criar na cidade 110 “locais de paragem” para estes veículos.

Na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa que se realizou esta terça-feira, o presidente da câmara fez saber que iria assinar nesse mesmo dia um despacho relativo “aos tuk tuk e a outras viaturas de animação turística” e que ainda “esta semana” faria chegar aos órgãos autárquicos uma proposta de regulamento sobre a sua actividade. O objectivo de ambos os documentos, afirmou Fernando Medina, é “resolver” aqueles que em seu entender são “os principais pontos de conflito” entre os operadores e os residentes em Lisboa: “o ruído e a poluição”.

No referido despacho, ao qual o PÚBLICO teve acesso, o autarca socialista dá um prazo de 15 dias, contados a partir da data da sua publicação, para que os serviços municipais procedam à colocação “de sinalética de proibição de acesso e consequente circulação” dos veículos afectos à actividade de animação turística. Onde? “Em áreas que causem mais perturbações nas freguesias da Estrela, Misericórdia, Santo António, Santa Maria Maior e São Vicente”, diz o autarca.

Segundo se percebe a partir de três mapas que foram fornecidos ao PÚBLICO, nos quais se assinala quais são as “vias de trânsito autorizado a veículos afectos à actividade de animação turística”, passará a ser proibida a sua circulação no interior de alguns bairros históricos de Lisboa. São eles o Bairro Alto, Alfama e o Castelo.

A intenção da câmara é que “veículos ligeiros, motociclos, quadriciclos, triciclos ou ciclomotores que exerçam actividades de animação turística” passem a circular nas vias limítrofes a esses bairros e não no seu interior. Junto aos pontos de acesso às zonas nas quais vai ser interdito o trânsito dos referidos veículos, bem como nalguns dos principais pontos turísticos da cidade, vão ser instaladas “bolsas de estacionamento”. [...]»

...

A ver se é desta...

06/12/2014

BAIXA: cada vez menos bairro, cada vez mais resort urbano

 Mais 1 hotel na Baixa, na R. dos Correeiros. Lisboa a «mudar» mas para melhor ou pior?
Retirar, excluir, expropriar prédios a favor de turistas é «regenerar a urbe» ou matar a urbe?

28/02/2014

Candidatura dos bairros históricos de Lisboa a Património Mundial da UNESCO congrega apoios

"É uma hipótese interessante", reconhece o vereador Manuel Salgado, salvaguardando que não será possível concretizá-la antes de 2017. A ideia é incluir a Baixa Pombalina, mas também Bairro Alto, Bica, Alfama, Castelo e Mouraria.

Por Inês Boaventura, Público de 28 Fev 2014


A Câmara de Lisboa admite não avançar com a candidatura da Baixa a Património Mundial da UNESCO, como estava previsto no programa eleitoral de António Costa, e concentrar os seus esforços numa candidatura mais abrangente, de todos os bairros históricos da cidade. A ideia tem vindo a ganhar forma na Assembleia Municipal.
“Acho que é uma hipótese interessante, que vale a pena estudar”, afirmou ao PÚBLICO o vereador do Urbanismo e da Reabilitação Urbana. Ainda assim, Manuel Salgado lembrou que “pelo menos até ao final de 2017” não será possível Portugal formalizar qualquer candidatura junto da UNESCO, dado que o país integra o Comité do Património Mundial, responsável pela aplicação, gestão e utilização dos fundos nesta área.
O autarca explica que a hipótese que está agora a ser considerada é bastante diferente da de uma candidatura da Baixa Pombalina a Património Mundial, que tinha sido lançada pelo município em 2004 mas que acabou por ser suspensa. “Aí era preciso uma grande unidade e coerência no objecto”, frisou o autarca, acrescentando que esse projecto não avançou porque “a UNESCO considerou que faltavam os instrumentos de gestão, concretamente o plano de salvaguarda”, entretanto concretizado.
Segundo Manuel Salgado, aquilo que se pondera neste momento é uma candidatura dos bairros históricos da cidade, incluindo a Baixa, como “paisagem urbana histórica”. “Esta ideia é muito mais lata, aceita situações diversificadas”, afirmou.
Na Assembleia Municipal de Lisboa o rosto desta ideia tem sido o social-democrata Victor Gonçalves, que propôs que fossem duas das comissões desse órgão (a de Ordenamento do Território, Urbanismo e Reabilitação Urbana, Habitação e Desenvolvimento Local e a de Cultura, Educação, Juventude e Desporto) a apresentar à Câmara de Lisboa uma proposta com vista a uma candidatura à classificação dos bairros históricos, incluindo Bairro Alto e Bica, Alfama e Colina do Castelo, Mouraria e Baixa Pombalina. Na quarta-feira o assunto foi discutido numa reunião da primeira dessas comissões, e segundo vários dos deputados presentes foi bem acolhido por todas as forças políticas.
“É um trabalho moroso, que vai demorar no mínimo dois anos a desenvolver”, admite Victor Gonçalves, defendendo que este processo deve ser desenvolvido em conjunto com as juntas de freguesia abrangidas. O ex-vereador da Câmara de Lisboa sublinha que os bairros em causa constituem um território que “na sua diversidade é singular”, e no qual “está a mais autêntica representação da cidade de Lisboa”.  
“Aderimos desde o início a essa possibilidade”, diz por sua vez o socialista Ricardo Saldanha. “É importante para a cidade que este património seja reconhecido mundialmente, para que Lisboa seja mais uma vez projectada para o mundo”, considerou o deputado municipal do PS, lembrando que daí poderão advir “dividendos” ao nível do turismo e em última instância para a “qualidade de vida” das populações.  
Recentemente, num dos debates temáticos sobre a Colina de Santana promovidos pela Assembleia Municipal, representantes do ICOMOS Portugal (Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios) defenderam que os projectos que estão a ser pensados para essa zona de Lisboa “podem colocar em causa uma valorização da cidade em termos internacionais que deveria culminar na sua inclusão na lista do Património Mundial no conceito das Paisagens Urbanas Históricas”.
“Do nosso ponto de vista, essa inclusão era muito interessante para Lisboa”, disse ao PÚBLICO a presidente do ICOMOS Portugal. Ana Paula Amendoeira explicou que o conceito de paisagens urbanas históricas (no original urban historic landscapes) está definido num documento que a UNESCO aprovou em 2011, e assenta fundamentalmente na consideração das cidades históricas “como um todo”.
A ideia, diz a historiadora, é que “não se tratem os bairros históricos das cidades como coisas pontuais, desgarradas do contexto urbano e histórico”. E também, acrescenta Ana Paula Amendoeira, que se olhe para o património “como estruturante para o futuro das cidades e não como uma coisa passadista, que impede o seu desenvolvimento”.

Portugal tem actualmente 15 bens inscritos na Lista do Património Mundial da UNESCO. Entre eles estão o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, em Lisboa, o Convento de Cristo, em Tomar, os centros históricos de Évora, Porto e Guimarães, a paisagem cultural de Sintra e a Floresta Laurissilva da Madeira.  

18/12/2013

E pronto, lá vão enfiar com 3-4 pisos em cima do antigo Palácio dos Cds. de Coculim:


In Publituris e Vida Imobiliária (16.12.2013)

«O Grupo Hotusa vai iniciar a construção de um hotel de cinco estrelas da marca Eurostars em Lisboa, em Janeiro de 2014. Trata-se de um projecto para o Campo das Cebolas (Cais de Santarém), anunciado em 2008. Ainda no primeiro trimestre, o grupo vai dar início a um outro projecto, mas de quatro estrelas, em Cascais. Ambos têm previsão de abertura em Setembro de 2015.

De acordo com Luís Cruz, director executivo da Hotusa em Portugal, os dois projectos totalizam um investimento de 35 milhões de euros (22 milhões para o hotel em Lisboa e 13 milhões para o de Cascais). No caso da unidade no Cais de Santarém, esta terá 89 quartos e resulta da recuperação de antigo edifício, já o hotel de Cascais será construído de raiz, num terreno junto ao restaurante Entraguas e terá a marca Exe Hotels.»

...

E pronto, o que esteve para ser em 2008 e não foi até hoje - http://cidadanialx.blogspot.pt/2008/06/et-voil-de-novo-cantando-e-rindo-de.html - já começou a ser. Há batalhas mais importantes do que esta, convenhamos, e como os moradores, também, parece que gostam do 'paquete' que vão construir em cima do antigo palácio e fábrica junto ao Campo das Cebolas, olhem, paciência, sempre se ganharam telhados em telha em vez dos terraços do primeiro projecto, hehe :-(

15/09/2013

Rua do Barão, 2 a 4: DEMOLIÇÃO INTEGRAL APROVADA

Já está aprovada pela CML a demolição integral deste imóvel e a edificação de uma construção nova com o dobro dos pisos. De 3 pisos passa para 7; o piso térreo passa a estar ocupado com 2 enormes portas de garagem de acesso às caves de estacionamento! Em vez de lojas, vida de bairro, teremos mais popós a habitar os preciosos pisos térreos dos bairros históricos; é um erro típico de cidades com políticas obsoletas de "reabilitação" com consequências gravíssimas a médio/longo prazo. Porque não pode este imóvel ser reabilitado / adaptado / alterado a uma nova função? Porquê esta destruição bruta? Estamos a suburbanizar os bairros tradicionais, as comunidades.
Aqui temos o novo PDM e o novo Plano de Urbanização de Alfama. Demolir imóveis na íntegra deixou de ser tabu nos bairros históricos como é este exemplo na fronteira entre a Sé e Alfama; interromper frentes urbanas consolidadas com construção nova é o novo modelo desta cidade avessa aos padrões internacionais de reabilitação & restauro.

27/06/2013

PSD TORNA MAIS DIFÍCEIS DEMOLIÇÕES EM ZONAS HISTÓRICAS


In O Corvo (27/6/2013)

A Câmara Municipal de Lisboa eliminou, quarta-feira, da versão final das alterações aos planos de urbanização dos bairros históricos da cidade, uma cláusula que permitia a demolição de um edifício desde que este fosse considerado “de manutenção inconveniente por motivo de ruina parcial”.

A alteração foi defendida pela vereadora do PSD, Mafalda Magalhães de Barros, que se declarou “muito contente por ter sido eliminada uma alínea que permitia demolições em série”.

A composição da estrutura consultiva anexa ao PDM – a ser ouvida em casos envolvendo demolições, entre outros –, até agora formada exclusivamente por funcionários camarários, poderá mudar, passando a integrar personalidades autónomas de reconhecido mérito.

Esta mudança, também proposta pelo PSD, foi aceite pelo executivo camarário na reunião de dia 27, onde foram aprovadas – com votos contra do PCP e abstenção do CDS/PP – as alterações dos planos de urbanização dos núcleos históricos do Alto do Lumiar, Alfama e Colina do Castelo, Bairro Alto e Bica, Madragoa e Mouraria.

Aprovados também foram os anexos com que o PSD – através do vereador Vitor Gonçalves – pretendeu “beneficiar” a proposta de criação do Centro de Artes da Fundação EDP na zona ribeirinha, junto ao Museu da Electricidade: a recuperação de um pontão de atracagem para embarcações de pequeno e médio porte, permitindo realizar percursos no rio a partir do terminal de Santa Apolónia ou do Terreiro do Paço, a criação de um novo espaço de apoio à prática de actividades náuticas no Tejo, a realização de iniciativas em escolas do concelho de Lisboa para atrair jovens para a prática da vela e a realização de um evento anual de vela no rio Tejo.

A proposta de criação do Centro de Artes da Fundação EDP, perto do Centro Cultural de Belém, foi, tal como O Corvo noticiou, alvo de alguma contestação na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), acentuada pelo facto de o presidente da EDP, António Mexia, ter enviado àquele organismo uma carta que foi considerada uma forma de pressão para fazer avançar o projecto.

A proposta de criação do Centro de Artes da Fundação EDP, subscrita pelo vereador Manuel Salgado, deverá agora ser reenviada para ratificação à AML.

Texto:Isabel Braga Foto: Francisco Neves»

04/04/2013

Por que não 'Reabilita primeiro, paga depois'?


O edifício forrado a azulejos, à esquerda, em plenas Escadinhas de Santo Estêvão é propriedade da CML. Está devoluto. Dá para um pátio intimista magnífico, está paredes meias com a Igreja de Santo Estêvão e com o mais belo 'w.c.' de Lisboa (o chafariz coberto a azulejo...). Tem uma vista magnífica sobre o rio. Por que não consta ele da lista de imóveis camarários postos à venda no âmbito do 'reabilita primeiro, paga depois'?

Foto: Pedro

17/11/2012

JANELAS DE LISBOA

Caixilharias em vãos de imóveis antigos, classificados ou não? Em Lisboa fazemos assim. O património que se lixe!

16/06/2012

A FESTA DE LISBOA: publicidade desrespeitadora




E mais uma vez, a EGEAC - Festas de Lisboa autorizou estes inapropriados quiosques encostados à muralha Árabe do Castelo de Lisboa. Rua do Chão da Feira, Zona de Protecção do Castelo de S. Jorge (MN). E mais uma vez, também se colaram autocolantes de publicidade a uma marca de cerveja um pouco por todos os bairros históricos da cidade. 

A Festa de Lisboa 2012: autocolantes de publicidade em Igrejas, árvores, azulejos




...colados nas árvores (Largo do Contador-Mor), nas fachadas das igrejas de Santiago e de Santa Luzia, em cima de azulejos... Freguesias de Santiago e da Sé. Porque é qie em 2012 ainda não se conseguiu controlar este problema EGEAC-Festas de Lisboa?

14/05/2012

Alteração aos Planos de Urbanização das áreas Históricas: sessões de esclarecimento


Sessões de esclarecimento
Alteração aos Planos de Urbanização das áreas Históricas – 14, 17, 22 e 24 de Maio

Com o objetivo de fomentar a participação pública nos instrumentos de planeamento e gestão territorial, a Câmara Municipal de Lisboa tem vindo a organizar sessões públicas de apresentação e debate, sempre que possível, inseridos em locais nas áreas de intervenção dos planos.
 


Assim, no âmbito da participação pública das propostas de alteração dos Planos de Urbanização das 4 áreas Históricas, vão decorrer as seguintes sessões públicas:

14 de Maio – 18h  no Museu do Fado – PU do Núcleo Histórico de Alfama e Colina do Castelo
17 de Maio – 18h no Teatro Taborda – PU do Núcleo Histórico da Mouraria
22 de Maio – 18h na Escola Secundária Passos Manuel – PU do Núcleo do Bairro Alto e Bica
24 de Maio – 18h na Antiga Igreja do Convento das Bernardas – PU do Núcleo Histórico da  Madragoa

Apela-se à participação de todos os interessados, nomeadamente da população da área:
Até ao dia 28 de Maio – PU do Núcleo Histórico da Mouraria e PU do Núcleo do Bairro Alto e Bica
Até ao dia 31 de Maio – PU do Núcleo Histórico da Madragoa e PU do Núcleo Histórico de Alfama e Colina do Castelo
Os elementos da Proposta de Plano encontram-se, para consulta e receção de sugestões, no Edifício da Câmara Municipal (Campo Grande, 25, 1ºF – Centro de Documentação), no CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa (Picoas Plaza, Rua Viriato, nº 13E, Núcleo 6, 1º) e nas instalações das Juntas de Freguesia respetivas.

Mais informações em: http://ulisses.cm-lisboa.pt/ - Planeamento Urbano

02/04/2012

The Historic Urban Landscape. Managing Heritage in an Urban Century

"The Historic Urban Landscape. Managing Heritage in an Urban Century".

Este nova publicação da UNESCO trata da questão muito contemporânea da reabilitação urbana e apresenta as recentemente adoptadas recomendações da UNESCO para a Paisagem Urbana Histórica. Um livro que o Arquitecto Manuel Salgado deveria ter na sua mesa de cabeceira:


Foto: Bairro da Estefânia, (Rua Rebelo da Silva) um dos Bairros Históricos que tem sofrido de sucessivas demolições aprovadas pela CML. No Bairro de Campo de Ourique o Vereador Manuel Salgado chegou ao cúmulo de aprovar a demolição integral de imóveis com fachadas de qaulidade, integralmente revestidas de azulejo da Fábrica Viúva Lamego. Destruir o património arquitectónico da nossa cidade é destruir recursos económicos vitais pois ajudariam a tornar Lisboa numa cidade mais competitiva no contexto das grandes cidades históricas do continente europeu.

23/06/2011

FESTAS DE LISBOA: 55 TONELADAS de LIXO!

Imagens de Alfama. Das 55 toneladas de lixo produzidas em pouco mais de 3 noites, quanto corresponderá a estes autocolantes de publicidade das marcas de cerveja? É uma grande irresponsabilidade destas marcas produzirem, e lançarem no espaço público, esta quantidade de dispositivos de publicidade. O custo para o ambiente natural (a pegada ecológica só da produção é enorme) e para o ambiente histórico dos bairros antigos de Lisboa é indiscutível. Mas apesar disso, a EGEAC mantém, ano após ano, uma marca de cerveja com publicidade agressiva como «patrocinador principal» das Festas de Lisboa. Porquê EGEAC? Porquê Dr. António Costa? Lisboa merece mais respeito. Lisboa não é um campo de batalha para a publicidade!