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25/02/2021

Vitral partido na fachada Arte Nova da antiga Padaria Inglesa - alerta à CML

Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina


CC. AML

Chamamos a atenção de V. Exa., e da Câmara Municipal de Lisboa, para o facto de se encontrar partido, desde há dias, um dos vitrais da fachada em ferro da antiga Padaria Inglesa, localizada no edifício do Largo de São Julião, nº 8-9, conforme foto que remetemos (autor: Sousa Pereira).

Trata-se, recordamos, de uma loja que é propriedade da CML desde 1915, está inscrita na Carta Municipal do Património anexa ao PDM (item nº 20.24) e a sua fachada Arte Nova é o que resta das obras de remodelação ocorridas em 1993 e que modificaram por completo o interior da loja. Os lindíssimos vitrais (ver foto de Helena Aguiar, de 2020) são o elemento central da fachada e urge consertá-los.

Na expectativa, e colocando-nos ao dispor da CML para a identificação de especialistas que assegurem um restauro fidedigno do vitral partido, apresentamos os melhores cumprimentos.


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Beatriz Empis, Alexandra de Carvalho Antunes, Ana Alves de Sousa, Rui Pedro Barbosa, Virgílio Marques, Carlos Boavida, Júlio Amorim, António Araújo, Helena Espvall, Teresa Silva Carvalho, Maria do Rosário Reiche, Maria João Pinto, Ana Celeste Glória, Pedro Cassiano Neves, Jorge Pinto, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Oliveira Leonardo, Irene Santos, Rui Pedro Martins, Gustavo da Cunha, Bruno Palma

01/03/2017

Acessibilidades na Baixa Pombalina – Lisboa, 2017


Chegado por e-mail:


«Caros Amigos,

Venho partilhar mais esta maravilha do desrespeito pela pessoa deficiente. Na Rua da Prata, em pleno coração da cidade de Lisboa, que se quer moderna e integradora, na esquina com a Rua de S. Julião, estão a ocorrer, em cada um dos passeios, obras em imóveis, levadas a cabo, penso eu, por privados. O cuidado foi tanto ou tão pouco que eu, que me desloco exclusivamente por cadeira de rodas motorizada, não consigo transitar naquela rua.

Nas primeiras vezes, procurei atravessar a rua para o outro passeio, sem êxito, e, com sorte, as obras até são em frente a uma esquadra de polícia e um dos seus elementos dessa força foi suficientemente simpático para afastar o trânsito enquanto circulava pelo meio da rua. Mais tarde, como bom Português, resignei-me à inelutabilidade destas situações e à impossibilidade de alterar este estado de coisas e acabei por encontrar circuitos paralelos por outras ruas, mesmo quando o meu destino é a própria rua da Prata!

Mas, desculpem o desabafo, porque tem de ser assim? Porque não nos resta senão a inamovibilidade destes egoísmos de privados e a ausência de Poder Público, cuja preocupação primeira deveria a de regular estes abusos?

Também os Poderes Públicos dão, nesta matéria e nesta mesma zona, péssima imagem e falta de sensibilidade às especificidades e necessidades de todos. Com as obras da Câmara, assisto impávido à colocação (temporária?) de paragens de autocarros da Carris em locais sem passeios que me obrigam descer em rampas a pique, devido à ausência de lancil de apoio, e ir procurar paragens em locais que já não sejam objeto de obras, para poder subir para dentro dos autocarros.

Sem cuidados mínimos nestas áreas, não há política de promoção de mobilidade que valha, por muito que constem de preâmbulos de leis e decretos-lei ou em programas de ação!

O Munícipe de Lisboa,

João Miguel Simões»

03/01/2017

Baixa a tourist trap: Rua da Vitória 79-81-83



O piso térreo deste imóvel na Baixa está totalmente ocupado com as já bem conhecidas lojas de souvenirs. Até há poucos meses estava ocupada com 2 sapatarias.

26/10/2016

Marca de autor? Esqueceram-se dela? Retirem isso JÁ, por favor!


O que é aquele aborto à direita na obra da CML para a futura escola primária na Boa-Hora? Não sabem fazer nada sem estragar? Isto teve parecer favorável da DGPC? Da digníssima "comissão técnica de acompanhamento"?


Fotos: Nuno Paiva

10/10/2016

SEMPRE IMUNDA: Praça da Figueira

























É mais fácil organizar feiras sistemáticas ao fim de semana nesta praça do que organizar a limpeza eficaz desta praça...

08/07/2016

Turistificação de Lisboa: AL e Hotéis na Baixa & Chiado






Cada vez mais alojamento para turistas (Hotéis, AL, hostels) mas cada vez menos investimento em alojamento para quem trabalha em Lisboa. Cada vez mais escolhas de meios de transporte para quem nos visita, mas cada vez menos transportes publicos para quem trabalha em Lisboa. Onde iremos habitar? E a nossa mobilidade? Que centro da capital vamos ter daqui a 10 anos? Uma zona de entretenimento para visitantes com pequenas bolsas de "indigenas" para servir a cada vez mais poderosa indústria do turismo?