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22/10/2018

Segundo a DGPC esta obra não fere as vistas de e para São Vicente de Fora:


LOL, ó DGPC, então isto (parque de estacionamento por detrás dos bombeiros da Graça) não fere a vista de São Vicente de Fora (MN)? O que fere então?


P.S. A 2ª foto faz desse lugar em cunha um autêntico room with a view para o felizardo popó respectivo :-). E a última foto diz que o muro de sustentação do palácio de S. Vicente teve que levar obras de reforço, imagino que pagas pela EMEL, ou seja ;-)

(fotos de João Monteiro in Facebook)

29/05/2018

Denuncia, obra CML, junto à Sé de Lisboa

Chegado por e-mail:

«Caros Srs. do Fórum da Cidadania Lx,

Gostaria de expor aqui uma situação que eu acho que não beneficia ninguém e que traz bastante prejuízo a turistas, comerciantes e moradores de Alfama.

Em Junho de 2016 foi iniciada uma obra para instalação de um elevador, que ligaria a rua Cruzes da Sé, ao Campo das Cebolas.
A obra teria um prazo previsto de 1 ano e meio, conforme foi amplamente divulgado e informados comerciantes e moradores.

A obra teve o seu inicio em Julho desse mesmo ano. Durante os 5 meses consequentes, efetivamente houve trabalhos e estiveram a efetuar as necessárias escavações. Depois desses 5 meses a obra parou e nunca mais houve qualquer movimento no estaleiro.

Portanto temos que uma obra parada à um ano e meio, sendo este o aspeto da entrada da rua Cruzes da Sé, que confina com um dos monumentos mais visitados em lisboa, a Sé de Lisboa. Contactada a EMEL (suposta empresa que gere a empreitada), informam-nos que não têm previsão para o reinicio da obra e consequentemente para a finalização desta (em anexo resposta aos emails enviados a questionar quando recomeçaria a obra).

Contatei já a Junta de freguesia para conseguir reunir com o Presidente da Junta de Santa Maria Maior e estou a aguardar que me informem de uma data.

Em anexo fotografias da entrada da rua, a qual pelo andar da carruagem deverá ficar assim mais uns 5 anos. Para além do mau aspeto que provoca visualmente existem uma série de outros inconvenientes, tais como:

1. O aparecimento de ratos nesta zona, entram e saem de dentro do estaleiro da obra constantemente.
2. Mendigos que fazem as suas necessidades nesta zona, por conseguirem esconder-se atrás do estaleiro.
3. Com a degradação dos materiais do estaleiro, durante este Inverno, voaram chapas metálicas que se soltaram.

Vergonha este executivo da Câmara de Lisboa.

Com os melhores cumprimentos,

Ana Beirão»

22/05/2018

Construção estacionamento RSB Graça - Impacto em São Vicente de Fora - pedido de esclarecimentos à DGPC e ... protesto ao PCML

Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva


C.C. PCML, AML, JF e media

Em face da obra de construção do 2º piso do parque de estacionamento nos antigos terrenos do Regimento de Sapadores Bombeiros da Graça, nas traseiras do Liceu Gil Vicente e com entrada pela Rua da Verónica, cuja foto em anexo demonstra de forma inequívoca o impacto negativo nas vistas dos imóveis classificados (Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, e Palácio Teles de Menezes);

Considerando o evidente impacto que uma obra desta envergadura também representa em termos estruturais para o Palácio Teles de Menezes e o respectivo muro de sustentação sobre a Rua da Voz do Operário;

E considerando ser 2018 o Ano Europeu do Património Cultural;

Solicitamos a V. Exa. que nos esclareça sobre qual o parecer emitido pela Direcção-Geral do Património Cultural em relação a esta obra de responsabilidade da CML.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Atanásio Carvalho, Jorge Pinto, Alexandra de Carvalho Antunes, Gonçalo Cornélio da Silva, Júlio Amorim, Luís Mascarenhas Gaivão, António Araújo


Foto in Facebook

...

Exma. Senhor Presidente da CML
Dr. Fernando Medina


C.C. AML, JF e media

Reconhecendo o problema que existe em termos de estacionamento automóvel na zona da Graça, não podemos deixar de protestar junto de V. Exa., pelo facto da CML ser a promotora da construção do parque de estacionamento nos antigos terrenos do Regimento de Sapadores Bombeiros da Graça (traseiras do Liceu Gil Vicente e com entrada pela Rua da Verónica), cuja construção não só põe em causa a estabilidade estrutural do Palácio Teles de Menezes e o muro de sustentação para a Rua da Voz do Operário, como, o 2º piso do referido parque terá um forte impacto negativo nas vistas dos imóveis classificados (Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, e Palácio Teles de Menezes), quer da rua quer dos próprios.

Parece-nos que, em Ano Europeu do Património Cultural, é esta uma forma completamente errada da CML se associar à efeméride.

Fazemos votos para que a solução encontrada para o 2º piso ainda possa ser objecto de correcção, a bem da cidade.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Gonçalo Cornélio da Silva, Júlio Amorim, Beatriz Empis, António Araújo, André Santos, Eurico de Barros, Alexandra da Carvalho Antunes, Pedro Janarra, Jozhe Fonseca, Luís Mascarenhas Gaivão, Fernando Silva Grade, Jorge Pinto, Bruno Palma, Maria Ramalho, Fátima Castanheira

19/05/2017

Perdão, a EMEL e a CML querem abater estas árvores magníficas para alargarem as faixas de rodagem? No século XXI?


Chegado por e-mail: «Bom dia

Tomei conhecimento que pretendem abater 3 enormes arvores na Av. Ceuta/Rua Joao de oliveira miguens

Nao sabia a quem recorrer para tentar evitar este massacre...

em anexo seguem fotos das mesmas. (imagens de fevereiro...) neste momento as arvores estão cheias de folhagem.

A propósito do novo parque de estacionamento, que a EMEL esta a construir adjacente, o projecto prevê alem da construção do parque de estacionamento, o reperfilamento da Rua de Oliveira Miguéns, com o aumento de mais uma faixa de rodagem no sentido sul. Como tal, implica o abate das magnificas arvores existentes.

paulo palma»

01/03/2017

Demolindo Lisboa: Rua Marques da Silva

Rua Marques da Silva - demolição integral de edifício dos finais do séc. XIX promovida pela CML-EMEL na Freguesia de Arroios.

02/12/2016

Empreitada de requalificação dos logradouros da Av. EUA (Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa) / Aplauso e SOS à JF Alvalade


​Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade
Dr. André Caldas


​C.c. PCML, AML, APAP, EMEL e media​

​No seguimento da recente colocação de estaleiro e afixação do cartaz em anexo nas portas de vários edifícios da Avenida dos Estados Unidos da América, anunciando o início iminente de obras de requalificação nos logradouros comuns aos edifícios daquela avenida, do nº 10 ao ​48; que resultam do projecto original dos arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa e executado pela CML (http://arquivomunicipal2.cm-lisboa.pt/xarqdigitalizacaocontent/Documento.aspx?DocumentoID=1113608&AplicacaoID=1) no desbravar dos quarteirões do Plano de Alvalade, projecto aliás inserido no conjunto merecedor do Prémio Municipal de Arquitectura (1956);

Somos a felicitar essa Junta de Freguesia por, finalmente, dar início à recuperação daqueles baldios ​- ​causa que se revela urgente desde há pelo menos 10 anos a esta parte​ e que é comum ao conjunto de logradouros do mesmo lado da avenida, acima da Av. Rio de Janeiro, e que ​tem levado este Fórum a emitir sucessivos alertas e ​a ​enviar vários pedidos de esclarecimento, até hoje sem resposta.

Face à informação agora divulgada pela Junta de Freguesia de Alvalade, relevam alguns pontos que se nos afiguram poder vir a desvirtuar o projecto original de Ribeiro Telles e Jacobetty Rosa, o que certamente não será intenção de V. Exa., numa altura em que ​todos temos por seguro o reconhecimento público da obra de ambos no panorama do nosso urbanismo​-​paisagismo.

Assim, apelamos à Junta de Freguesia de Alvalade para que, na sua qualidade de dono da obra, assegure desde já, a manutenção naqueles logradouros ​(e nos logradouros acima da Av. Rio de Janeiro) ​do que lá existe e existia do projecto original, a saber:

·​ ​A manutenção dos 2 parques infantis existentes (na realidade eram 1 parque infantil e 1 juvenil), com o desenho e os equipamentos então concebidos (o foguetão, o escorrega, etc.) e os que ainda existem (pedras da macaca, etc.) e a sua manutenção nos mesmos locais, e não a sua deslocação como é agora proposto;
· Os hexágonos de betão desenhados pelo Ribeiro Telles para garantirem a infiltração das águas;
· As várias centenas de arbustos (foram arrasados na última intervenção da CML, vai para 6 anos);
· A manutenção dos muretes em pedra e dos caminhos do projecto original;
· A existência de várias ​árvores ​monumentais (choupos, tipuana, ​bela-sombra, ​etc.)​, essencialmente​ ​nos logradouros entre a Av. Rio de Janeiro e a Av. Roma, ​que importa preservar a todo o custo;
· Finalmente, a necessidade de preservar, recuperando-as, obviamente, as colunas de iluminação de marmorite, da Cavan, que resistem desde o projecto original.

Solicitamos ainda a melhor atenção de V. Exa. para o seguinte:

​​·​ ​​O plátano transplantado do Areeiro já morreu, por falta de rega;
​​·​ A​s nogueiras transplantadas da Av. Rio de Janeiro Estão em vias de morrer, também por falta de rega;
·​​ ​O “recinto de mesas” agora proposto é perfeitamente possível no lote calcetado vago imediatamente ao lado do local agora proposto, o que resultaria numa muito mais adequada estética de conjunto;
​​· O péssimo estado da generalidade dos “relvados”, pelo que se aconselha que lavrem a terra e corrijam a acidez e a argila​;
​· A necessidade de se ponderar a​ ​remoção ​abrupta d​​​​o estacionamento ​automóvel existente nos impasses, ​uma vez que isso poderá acarretar sérios problemas ​junto aos prédios vizinhos, e ​não se vislumbra como será possível fazer desaparecer todos os automóveis ali estacionados, muitos deles pertencendo a moradores que se vêem sem alternativas para estacionar. Assim, sugere-se a criação de algumas bolsas de estacionamento reservadas aos moradores nesses impasses (eventualmente dedicados aos moradores com filhos ou dificuldades de locomoção), com solução paisagística adequada. Repare-se que as ruas limítrofes (Raul Brandão, Epifânio Dias, Francisco Lourenço da Fonseca), por não disporem de estacionamento pago e fiscalização da EMEL, que deveria ser alargado, já têm durante o dia (mas também à noite) dezenas de automóveis estacionados ilegalmente em cima de passeios, esquinas ou em segunda fila, situação que só se poderá agravar se o presente projecto for avante sem correcções. .

​ Contem V. Exa. e essa Junta sempre connosco para o bem do Bairro e da qualidade de vida dos seus moradores, no respeito integral da obra urbanística e paisagística que Alvalade tão bem ainda representa no nosso quotidiano.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Ralha, Fernando Jorge, Inês Beleza Barreiros, Martim Galamba, Jorge Pinto, Rui Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Filipe Guerreiro, João Leonardo, José Amador, Nuno Caiado, Fátima Castanheira e Maria Ramalho

08/07/2016

Mas está tudo maluco? A EMEL num terreno destes? É uma barbaridade!


Fotos: Carlos Farinha, in pág. Jardim do Caracol da Penha


In O Corvo (8.7.2016)
Por Samuel Alemão

«Jardim público em vez de estacionamento pede-se na Penha de França e em Arroios

Um novo espaço verde de acesso público no lugar do planeado parque de estacionamento com 86 lugares, a construir num terreno de 8000 metros quadrados de propriedade municipal. Esta é a proposta pela qual se bate um conjunto de cidadãos das freguesias da Penha de França e de Arroios, entre as quais se divide a encosta denominada de Caracol da Penha, onde começaram, há poucos dias, a ser feitos os preparativos para instalar um parqueamento a explorar pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL). Trata-se de uma parcela semi-abandonada no meio de tecido urbano, mas de uma grande riqueza vegetal.

Em vez do estacionamento – que contará ainda com um parque infantil, uma creche, um quiosque e miradouro com esplanada -, o grupo de moradores propõe um jardim com um campo de jogos multiusos, hortas, miradouro, quiosque com esplanada e um bosque. Alegam que o terreno “possui mais de 25 árvores de espécies variadas (incluindo lódãos, zambujeiros, pinheiros, cactos), das quais 11 são de fruto (ameixeiras, amendoeiras, figueiras, abacateiros, nespereiras, bananeiras, oliveiras) e três são árvores de grande porte (pinheiro, eucalipto)”. Alegam ainda que existe um “considerável espaço de horta e de arbustos/bosque”.

“Por estas características, este espaço constitui já um grande pulmão verde desta zona de Lisboa”, consideram esses moradores. Por isso, decidiram mobilizar-se através do Movimento Pelo Jardim do Caracol da Penha e apresentaram uma proposta ao Orçamento Participativo de Lisboa 2016 para a criação de um novo jardim público naquele lugar. E resolveram convidar a restante população a conhecer o seu projecto, durante a tarde (16h-20h) deste sábado (9 de julho).

A apresentação terá lugar no Espaço Roundabout.LX, centro de arte experimental situado na Rua Cidade de Cardiff, 54B, ao cima das escadarias da Rua Cidade de Liverpool. O programa prevê a apresentação pública do movimento, a discussão do mesmo e a partilha de propostas, a apresentação do sítio do movimento, o lançamento de uma petição, exposições de fotografia, vídeo e som e ainda música “por vários artistas do bairro e amigos”.

16/06/2015

PASSEIOS DE LISBOA: Largo dos Loios



















Freguesia de Santa Maria Maior, zona gerida pela EMEL

05/02/2015

Câmara garante que projecto para o Mercado do Rato "não está fechado"


In I online (4.2.2015)

«“Necessitamos de um parque de estacionamento naquele local [Rato], mas o projecto não está fechado, está a ser estudado pela EMEL”

O plano do Mercado do Rato ainda está a ser estudado, disse hoje o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, afirmando que o projecto de converter o espaço num parque de estacionamento “não está fechado”.

“Necessitamos de um parque de estacionamento naquele local [Rato], mas o projecto não está fechado, está a ser estudado pela EMEL”, afirmou hoje o vereador, durante uma reunião de câmara descentralizada, dedicada às freguesias de Santo António, Misericórdia e Santa Maria Maior.

O vereador adiantou que “o posto de limpeza urbana ali existente fica no mesmo local” e que “o edifício antigo é para reabilitar e irá ser sede da Junta de Freguesia de Santo António”.

O espaço, situado na Rua Alexandre Herculano, perpendicular à Avenida da Liberdade, deverá ser transformado num parque de estacionamento, construído e explorado pela Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), segundo a proposta aprovada em dezembro em reunião camarária.

Manuel Salgado referiu que dos seis dos comerciantes do Mercado do Rato, “dois pretendem manter-se” no mesmo local, “os outros estão interessados em receber indemnização”.

“A localização das duas unidades de restauração existentes no mercado está em aberto”, disse, acrescentando que, “em princípio, o tipo de programa que existe no Mercado de Campo de Ourique e no Mercado da Ribeira não existirá no Rato”, no entanto “não está fechada essa hipótese”.

“Estamos a estudar”, admitiu.[...]»

...

Ah, óptimo, o edifício antigo é para reabilitar, ufa.

18/12/2014

Antigo Mercado do Rato em Lisboa vai dar lugar a estacionamento


«A Câmara de Lisboa aprovou nesta quarta-feira a cedência do terreno onde funcionava o Mercado do Rato para construção de um parque de estacionamento pela Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), um projecto contestado pela junta de freguesia.

A proposta, levada à reunião da câmara pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, implica a cedência gratuita de um direito de superfície municipal, avaliado em 1.083.600 euros, e foi aprovada com votos contra do PSD e do CDS-PP e votos favoráveis do PCP, do PS e do movimento Cidadãos por Lisboa (eleitos nas listas socialistas).

A decisão é contestada pelo presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Vasco Morgado: "Assumiríamos a requalificação total do Mercado do Rato, que seria mais virado para a família". O autarca explicou que seria criada, por exemplo, "uma zona infantil onde as pessoas poderiam colocar os miúdos, enquanto assistiriam a espetáculos e a exposições".

Segundo o autarca, o mercado, desactivado no início de 2013, iria funcionar também para "lançar novos artistas e microempresas", estas últimas através da criação de lojas pop-up (temporárias). Além disso, existiria uma zona de restauração e o principal foco seria a venda de legumes e fruta fresca, assinalou.

De acordo com a proposta, a que a Lusa teve acesso, o parque terá "310 lugares de estacionamento - antevendo 100 lugares destinados a assinaturas de 24 horas e nocturnas, essencialmente para residentes, comerciantes locais e público".[...].»

...

Nada a opor, pelos simples factos:

1. PUALZE aprovado implicava isto, portanto, votar a favor do PUALZE e agora contra é engraçado.
2. O Mercado do Rato era uma miséria desde há pelo menos 20 anos e resumia-se, grosso modo, já nesse tempo, a 2-3 estaminés de peixe grelhado e febras na brasa, sendo as bancas da praça impróprias para o século XX, quanto mais para o XXI, e com o Pingo Doce aberto ali perto duvido que alguém de bom senso ali fosse de novo.
3. O terreno baldio junto ao mercado, do lado Norte, alcatroado vai para 25 anos, é um "filet mignon" (como agora se diz) óbvio.
3. A nível patrimonial, espero que seja mantido e recuperado o edifício camarário rosado, ao longo da entrada do lado direito, que é das primeiras décadas do século XX e que merece respeito.
Quanto ao mais, que venha o estacionamento, feito com imaginação e bom senso, de modo a impermeabilizar o mínimo e ter o menor impacte visual possível!

12/11/2014

Parque EMEL na Rua Gomes Freire

Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa,
Exmo. Senhor Administrador da EMEL
Eng. Tiago Farias


Cc. AML, JF, Media

Como é do conhecimento de V. Exas., neste grande parque à superfície, em propriedade municipal e gerido pela EMEL, todo o piso é impermeável e não existe qualquer arborização de forma a atenuar o impacto paisagístico e ambiental negativo que este parque tem naquela zona urbana.

Serve o presente para sugerirmos à CML e à EMEL para que promovam a alteração do pavimento existente para outro permeável e a respectiva arborização do espaço.

Cremos que com essa pequena obra, de investimento reduzido, haverá grandes efeitos positivos para o bairro e para a cidade, contribuindo para o decréscimo das inundações na zona baixa de Lisboa, pela consequentes maior retenção das águas pluviais naquela ponto da cidade de cota mais elevada.

Com os melhores cumprimentos

Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, Paulo Ferrero, José Filipe Soares, Nuno Castro Paiva, Inês Beleza Barreiros, Jorge Pinto, Maria Ramalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado e João Pinto Soares