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03/01/2019

Já há obras no edifício da Casa dos Vinte e Quatro e na Igreja de São José dos Carpinteiros! FINALMENTE!


Boas notícias, um ano depois da aprovação do projecto de arquitectura, começaram as obras no conjunto histórico da Rua da Fé/Rua de São José, finalmente. Começa bem o ano de 2019, portanto:

«A proposta refere-se a obras de conservação e de alteração com a demolição de um piso que terá sido acrescentado no imóvel onde se localiza a Casa dos Vinte e Quatro. Resumidamente o projecto prevê: - trabalhos de conservação e limpeza de paredes e vãos na fachada da igreja.

- estabilização da estrutura das paredes e fixação dos cabeçotes dos sinos na Torre Sineira.

- trabalhos de recuperação de tectos, pavimentos, vãos interiores e exteriores, bem como, mobiliário e pinturas decorativas no interior da igreja de São José dos Carpinteiros e da Casa dos Vinte e Quatro.

- a reposição da volumetria na Casa dos Vinte e Quatro com demolição do piso acrescentado e nova cobertura.»

Foto da memória descritiva, do arq. Luís Rebelo de Andrade:

08/09/2016

Excelente notícia! Fico mto. mas mto.contente!


In Público (7.9.2016)
Por Inês Boaventura

«Investimento de sete milhões vai converter Estação Sul e Sueste num terminal turístico

O presidente da Câmara de Lisboa fala no “início do fim do processo de renovação” da frente ribeirinha e lamenta os “dez anos” em que o espaço esteve “subtraído à cidade”. A obra inclui o “completar da requalificação do Cais das Colunas”.

O há muito ambicionado projecto da Câmara de Lisboa de converter a Estação Sul e Sueste num “terminal de actividade marítimo-turística” vai finalmente concretizar-se. Segundo o director-geral da Associação de Turismo de Lisboa, Vítor Costa, está em causa um investimento de cerca de sete milhões de euros, que deverá estar concluído “no final do próximo ano”.

“É a peça que faltava no amplo projecto de requalificação da frente ribeirinha entre o Cais do Sodré e Santa Apolónia”, frisou o presidente da Câmara de Lisboa. Para Fernando Medina a cedência do imóvel do Estado à autarquia, que foi formalizada numa cerimónia pública que teve lugar esta quarta-feira, representa “o início do fim do processo de renovação integral de vários quilómetros de frente ribeirinha”.

No seu discurso, o autarca referiu-se à Estação Sul e Sueste, que estava até aqui nas mãos da CP e que se encontrava há muito fechada e sem qualquer utilização, como “uma mancha, uma nódoa, uma ferida”. Há dois anos, também o seu antecessor se tinha referido à obra de Cottinelli Telmo em termos idênticos: “É uma nódoa negra que persiste no Terreiro do Paço. É uma vergonha para a cidade o estado em que o Estado está a manter este imóvel de grande valor arquitectónico”, afirmou António Costa em Novembro de 2014, altura em que fez saber que era sua intenção financiar a criação no local de uma “gare marítimo-turística” com verbas da Taxa Municipal Turísticas.

Esta quarta-feira, o único a falar sobre o investimento que vai ser realizado na requalificação do edifício inaugurado em 1932 foi o director-geral da ATL, a entidade à qual vai ser confiada a gestão do novo “terminal de actividade marítimo-turística”. Segundo adiantou Vítor Costa, está em causa um montante de sete milhões de euros que a associação, “por incumbência da câmara, irá reunir e mobilizar”.

O director-geral da ATL sublinhou que esse valor engloba não só a intervenção no imóvel (de acordo com um projecto de Ana Costa, neta de Cottinelli Telmo), mas também a requalificação do espaço público envolvente (“até ao enfiamento do Torreão Nascente”) e da área entre o rio e a estação. O arquitecto Bruno Soares, autor da polémica proposta que foi concretizada no Terreiro do Paço e daquela que está a ser executada no Cais do Sodré, será o responsável pelo projecto de espaço público.

Segundo explicou Vítor Costa, no interior do edifício, que está classificado desde 2012 como Monumento de Interesse Público, aquilo que se pretende é promover um restauro de acordo com o projecto original, operação que incluirá a remoção de “todos os acrescentos de épocas posteriores”. Os azulejos serão devolvidos às paredes que hoje se encontram despidas e será ainda feita a “consolidação estrutural” da antiga estação fluvial.

O programa de ocupação futura do espaço inclui a instalação no local de dois restaurantes e das bilheteiras das empresas que aí pretendam desenvolver a sua actividade marítimo-turística. Vai também ser criada uma loja de “produtos regionais de Lisboa” e no exterior haverá esplanadas, que como notou Vítor Costa serão objecto de “um projecto de equipamento e mobiliário específico”.

O director-geral da ATL explicou ainda que vão ser mantidos, depois de “recuperados”, os dois pontões já existentes, que poderão ser utilizados por “embarcações de maior porte, como cacilheiros”. Prevista está a construção de um terceiro pontão, dedicado a “embarcações menores”, como “barcos tradicionais ou à vela”.

Também contemplada nesta intervenção, que Vítor Costa acredita que poderá estar concluída “no final do próximo ano”, estão o “completar da requalificação do Cais das Colunas”, com o “retirar” do aterro hoje existente e com a “reconstrução do muro das namoradeiras”. A ATL pretende também “aumentar o espaço verde” e apostar em “percursos pedonais e cicláveis” que promovam a ligação do Terreiro do Paço ao Campo das Cebolas e ao novo terminal de cruzeiros de Santa Apolónia.

Para o presidente da Câmara de Lisboa, a transformação da Estação Sul e Sueste num “terminal de actividade marítimo-turística” é um investimento com “uma importância estratégica”. “Vai nascer aqui uma nova polaridade para o rio”, sintetizou Fernando Medina, notando que do novo equipamento poderão partir embarcações que percorram a frente ribeirinha até Belém e ao Parque das Nações, bem como embarcações que unam as duas margens do Tejo. [...]»

02/07/2015

Pavilhão Carlos Lopes poderá acolher espaço museológico dedicado ao atleta


In Público (1.7.2015)
Por Inês Boaventura

«A Câmara de Lisboa aprovou a celebração com a Associação de Turismo de Lisboa de um protocolo que "disciplina a recuperação e utilização" do imóvel no Parque Eduardo VII.

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL), à qual a Câmara de Lisboa deliberou ceder o Pavilhão Carlos Lopes por um período de 50 anos, fica obrigada a manter a designação do imóvel, comprometendo-se ainda a “dialogar” com o atleta português para encontrar uma forma de lhe prestar no espaço a “justa homenagem pelos seus feitos e carreira”.

Esse tributo, diz-se no protocolo que vai ser celebrado entre o município e a ATL, poderá “incluir a exposição de objectos e peças, fotografias, exibição de filmes e informação aos utilizadores, em condições a definir”. A minuta desse protocolo, “que disciplina a recuperação e utilização futura do Pavilhão Carlos Lopes em regime de direito de superfície, para eventos de natureza diversa”, foi aprovada esta quarta-feira em reunião camarária, com o voto contra do PCP.

“Mudar de opinião muitas vezes é uma prova de inteligência. Ainda bem que o presidente da câmara mudou de opinião”, reage o vereador do CDS, que na semana passada tinha defendido que a requalificação do imóvel no Parque Eduardo VII incluísse a criação de um espaço museológico que albergasse o espólio de Carlos Lopes. Como essa ideia não foi na altura acolhida pelo executivo camarário, João Gonçalves Pereira anunciou que iria apresentar, em conjunto com o vereador social-democrata Fernando Seara, uma proposta nesse sentido.

Com o protocolo agora discutido, o executivo presidido por Fernando Medina acabou por se antecipar a essa iniciativa. “O presidente não quis escrever que é um espaço museológico mas a descrição que faz é de um espaço museológico”, diz o vereador do CDS, acrescentando que vê como “positiva” esta “mudança de opinião de uma semana para a outra”.

“Era de elementar justiça que este espaço fosse encontrado”, frisa o autarca, criticando que o espólio do atleta esteja hoje “enfiado na garagem em casa dele, em Torres Vedras”. Algo que, considera João Gonçalves Pereira, “só pode envergonhar qualquer português”.

No protocolo que vai ser celebrado com a ATL diz-se ainda que a câmara poderá realizar no Pavilhão Carlos Lopes “até 15 eventos por ano”, “sem custos de aluguer ou outros”. Caso esse limite seja ultrapassado, o município beneficiará de “um desconto de 25% sobre os preços de tabela no aluguer”.

“Estamos a pôr um remendo em pano velho”, avalia o vereador Carlos Moura, do PCP, considerando que aquilo que é proposto “não é satisfatório”. “A câmara tinha os meios, o projecto e os dinheiros do Casino de Lisboa”, nota o autarca, que continua a defender que o município devia assumir a requalificação e a gestão do imóvel histórico e não entregá-las a terceiros.

Quanto à possibilidade de no imóvel nascer um espaço museológico dedicado a Carlos Lopes, Carlos Moura manifesta algumas dúvidas. “Corremos o risco de de hoje para amanhã termos o espólio exposto num centro de congressos. Não é a coisa mais indicada."

Venda da antiga Feira Popular aprovada

Também aprovada nesta reunião de câmara foi a proposta relativa à realização de uma hasta pública para a alienação dos terrenos da antiga Feira Popular, por um valor base de 135,7 milhões de euros. Na votação do documento, que esteve em discussão na reunião da passada semana mas só agora foi votado, PSD, PCP e CDS abstiveram-se.»

16/02/2015

Parabéns à CML pela reabertura das piscinas dos Olivais!


A CML está de parabéns pela reabertura da piscina dos Olivais. Um senão e um meio-senão: 1. Falta pôr as pranchas nos trampolins (que eram 4), pois há quem não tenha medo de saltar para a água, apesar de tudo, no Verão, claro.
2. O redondel podia ter ficado sem ser marquisado...
3. O espaço em redor não pode virar estacionamento de moradores e afins, que é um corropio de carros. Que se passe a cobrar o carrinho a não sócios!

De resto, parabéns!!! A António Costa e a Manuel Brito, essencialmente, que acreditou nesta solução. :-)