E pronto, vai mesmo abaixo este pombalino da Rua do Meio à Lapa, fica a fachadita para fazer de conta :-)
16/04/2018
21/08/2017
Uma cidade não são só fachadas ...
06/04/2017
A tempestade perfeita
António Sérgio Rosa de Carvalho, in Público (6.4.2017)
«O ensino da Arquitectura em Portugal tem sido dominado por uma geração que nega a importância do restauro.
05/01/2017
Nem já os bairros históricos escapam:
fotos: skyscrapercity
03/12/2016
LISBOA, Capital Europeia da Demolição: Rua Alexandre Herculano 41
09/10/2015
Rua do Salitre 122: Antes & Depois
06/10/2014
República de Fachada: demolição da Calçada do Monte 70
27/03/2013
«COPORGEST ATACK»: Rua Nova da Trindade 6
20/03/2013
Cessação de contrato ameaça futuro de lojas na Rua Augusta
In Público (20/3/2013)
Por João Pedro Pincha
«Os sete comerciantes de um edifício da Rua Augusta, em Lisboa, receberam no final de Janeiro uma carta de cessação de contrato e têm até Agosto para se irem embora, mas não se conformam com as indemnizações propostas pelo senhorio. O prédio vai ser alvo de obras de reconstrução para dar origem a uma loja de dois andares e habitação de luxo.
A lei do arrendamento urbano, aprovada em Agosto do ano passado, prevê “para demolição ou realização de obra de remodelação ou restauro profundos” o pagamento de uma indemnização correspondente a um ano de renda nos contratos cessados.
A Ourivesaria Granada, que desde 1975 faz esquina com a Rua da Vitória, é gerida por Horácio Zagalo, que não esconde o seu descontentamento. “Temos um Governo que, em vez de nos defender, nos asfixia.” Em causa está o valor proposto pelo senhorio para a indemnização relativa ao fim do contrato de arrendamento: 3300 euros. “Não paga os vidros que pusemos nas montras”, diz.
No primeiro andar fica o Cabeleireiro Style, de Anabela Azevedo e Maria Isabel Oliveira. Em 35 anos que já têm na casa, “o investimento do senhorio foi zero, nem um prego aqui pregou”, dizem. Segundo as duas sócias, o investimento no salão — que já existe desde 1942 — foi grande, devido a constantes inundações.
Com 61 e 55 anos, respectivamente, nem Anabela nem Maria Isabel pensam mudar-se para outro sítio e não têm esperanças de encontrar facilmente um novo trabalho. “Nem ao subsídio de desemprego temos direito. Com a nossa idade, já temos dificuldade em arranjar emprego”, diz Anabela.
Na porta ao lado da ourivesaria, já na Rua da Vitória, fica o Oculista Pereira, fundado em 1943 pelo pai de Joaquim Pereira. “Quero é sopas e descanso, mas não com esta indemnização”, que diz andar perto dos 4000 euros. Também ele partilha da opinião que “o senhorio deixou o prédio totalmente degradado”.
Habitação de luxo
O edifício faz gaveto entre a Rua Augusta e a Rua da Vitória e, por estar inserido na Baixa pombalina, não pode sofrer alterações na fachada. O rés-do-chão e o primeiro andar — além da ourivesaria, do oculista e do salão de cabeleireiro — são ainda ocupados por uma sapataria, uma casa de câmbios e uma loja de souvenirs. Os andares superiores estão ao abandono e o telhado tem uma cobertura plástica para prevenir inundações.
A partir de Agosto, se o processo terminar aqui, o prédio — que pertence a uma holding da imobiliária alemã Centrum — entrará em obras para passar a ter uma loja única no rés-do-chão e primeiro andar, de 450m2, e habitação de luxo nos restantes. Os lojistas já contactaram advogados e estão a estudar cenários.»
04/03/2013
Recordar a Rua Rosa Araújo, 32 Parte 1
Chegado por e-mail:
«Relembro a demolição de um edifício situado na Rua Rosa Araújo e que foi relatado no blog Cidadania Lx durante o ano de 2008. O artigo: http://cidadanialx.blogspot.pt/2008/06/em-demolio-rua-rosa-arajo-32.html Continuamos a verificar certos comportamentos rudes no que diz respeito à descaracterização de zonas com edificado de traça antiga. São sempre as mesmas decisões e acções referentes a edifícios semelhantes, decisões que se repetem à décadas! Ainda não aprenderam nada...? Infelizmente já não resta quase nada de uma Lisboa mais nobre na Rua Rosa Araújo! Uma rua que se insere em uma zona que ainda preserva algum carácter e património, característico de zonas históricas.
Demolido em 2008
(Colocar foto 1)
Autor:
http://cidadanialx.blogspot.pt/2008/06/em-demolio-rua-rosa-arajo-32.html
(Colocar Foto2)
Autor:
http://amigosdobotanico.blogspot.pt/2008/10/o-nosso-bairro-rua-rosa-arajo-32.html
Edificado em 2012
(Colocar foto 3)
O nosso património arquitectónico de finais do século XIX, início do século XX a ser tratado desta maneira!
Que miséria!
FF»
O futuro dos que restam..?
Rua Rosa Araújo/Rua Castilho,15
(Foto1)
Rua Mouzinho da Silveira/Rua Rosa Araújo.
(Fotos 2 e 3)
(Cerquia, a mesma empresa que edificou a "amostra" do nº 32 da Rua Rosa Araújo.
Rua Rosa Araújo
(Fotos 4,5)
Os dois edifícios
(Foto 6)»
"Vai tudo" ou ficam só as fachadas...?
03/12/2012
23/07/2012
E lá continua a fantochada da "reabilitação urbana"!
05/05/2011
Um bom exemplo de reabilitação no Porto: Pensão Favorita ou como a Arquitectura corrente de oitocentos ainda é relevante

14/10/2010
"Reabilitação urbana"

Neste momento esta moradia sita no Nº 42 da Av. João Crisóstomo já era. Resta a fachada. Agora será um prédio de 7 andares, acoplado em cima da fachada principal, se bem me lembro. BONITO. Foi aprovado em Outubro de 2009. À moradia cor-de-rosa, imediatamente a seguir, destino igual está traçado. Isto é reabilitação?















