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28/06/2016

Festas de Lisboa ou Festas da Cerveja? EGEAC...?

 Rua das Janelas Verdes/Lg Dr. Jose de Figueiredo
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  Santos-o-Velho
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Cais do Sodre

21/05/2014

Incêndio em armazém na zona de Santos, em Lisboa


In Público (21/05/2014 actualizado às 13:58)

«Um incêndio deflagrou nesta quarta-feira por volta das 11h num armazém na zona de Santos, perto do Cais do Sodré, em Lisboa, segundo fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros. As chamas foram controladas cerca de duas horas depois e estavam em rescaldo ao início da tarde.

O incêndio deflagrou no número 7 da Rua do Instituto Industrial, uma perpendicular à Avenida 24 de Julho. O antigo armazém estava devoluto e servia para guardar materiais de construção, que terão servido de combustível às chamas.

O fogo alastrou ao edifício contiguo, onde funciona um stand de automóveis, que faz esquina com a Avenida 24 de Julho. Segundo apurou a agência Lusa no local, o telhado do stand ruiu, destruindo os carros que estavam no interior. No entanto, em declarações à RTP, o vereador da Segurança da Câmara de Lisboa, Carlos Castro, "houve uma articulação entre o proprietário do stand e o Regimento de Sapadores Bombeiros, para garantir a maior segurança possível", afirmou.

As chamas propagaram-se à cobertura do prédio em frente, do outro lado da rua, onde funciona uma discoteca. Por precaução, cerca de 150 pessoas foram retiradas dos edifícios situados nas imediações. ...»


Foto: Rita Bacelar Azevedo (Facebook)

19/05/2013

PASSEIOS DE LISBOA: LAPA

Rua do Conde & Rua do Prior: é tudo dos pópós, os peões que se lixem. Porque não se indignam mais os peões? É a ditadura dos proprietários de pópós.

30/04/2013

Passeios de Lisboa: Rua da Esperança

Passeio no gaveto da R. da Esperança / Calçada Marquês de Abrantes. Está na altura de pensar num parqueamento, legal, organizado, para este tipo de veículos nesta zona da Madragoa-Lapa.

08/03/2013

11/11/2011

Palácio histórico voltado para o futuro

In Sol (11/11/2011)
Por Fernanda Pedro

«O Palácio dos Condes de Murça, em Santos-o-Velho, vai tomar-se um condomínio residencial de luxo. Os arquitectos Manuel Aires Mateus e Frederico Valssassina são os responsáveis pelo projecto de reabilitação deste palácio do século XVI

Mais um edifício histórico da capital portuguesa vai ser reabilitado. Desta vez é o Palácio dos Condes de Murça, situado na Rua de Santos-o-Velho, junto à Lapa. Um imóvel histórico que remonta ao século XVI e que além de servir de habitação aos Condes de Murça, passou a funcionar como a Escola Industrial de Fonseca Benevides a partir de 1914. No século XXI passará a ser o condomínio Palácio Condes de Murça, composto por 24 apartamentos com tipologias entre T1 e T6. Destes, 19 estarão no edifício do jardim e cinco no interior do palácio.

Os responsáveis por este projecto de reabilitação são os arquitectos Manuel Aires Mateus e Frederico Valsassina. A junção entre o antigo e o moderno, entre o passado e presente, está bem marcada em todo o programa arquitectónico. O arquitecto Manuel Aires Mateus refere mesmo que «uma intervenção, um projecto, deve pôr em evidência os valores encontrados lendo, seleccionando, e sublinhando um legado do tempo e da história. No projecto de recuperação do Palácio Condes de Murça, o contexto é o centro Histórico, nobre, da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo, um lugar de continuidades urbanas densas, pontuadas por edifícios notáveis: palácios, conventos e igrejas. O edifício, monumental, tem a sobriedade da nossa história e o projecto assenta na sua continuidade».


Investimento de 18,5 milhões

A renovação do Palácio dos Condes de Murça, é promovida pela ESRU II e a LISBON URBAN, e envolve várias entidades, como a ESAF, na gestão dos fundos imobiliários e a AFA Consulta, no decorrer do projeto. A fiscalização está a cargo da Kerpro, e a gestão imobiliária com a Artepura. Já a Corpogest, está na coordenação e a Concreto Plano, como gestor empreiteiro. O investimento para esta obra está previsto em cerca de 18,5 milhões de euros.

«Este projecto é misto, uma vez que se trata, por um lado, de uma requalificação de um antigo palácio e, por outro, do reaproveitamento do espaço do jardim e das construções obsoletas que lá estavam. Houve uma grande preocupação em manter a traça do antigo Palácio dos Condes de Murça, que tem pormenores únicos, mas ao mesmo tempo dar-lhe uma vivência contemporânea e dotá-lo de todo o conforto, num projecto de topo», refere Francisco Sottomayor, director de promoção da CB Richard Ellis, uma das empresas responsáveis pela comercialização.

Neste processo de transformação da funcionalidade, o responsável revela que foi necessário dotar o edifício de estacionamento, de todas as instalações técnicas de grande qualidade e de repensar as funções dos vários espaços. Diogo Jardim, responsável da Artepura - empresa que gere e promove investimentos imobiliários na área da reabilitação urbana residencial de qualidade, em Portugal e no Estrangeiro - explica as maiores dificuldades sentidas. «O mais difícil foi, sem dúvida, o equilíbrio alcançado entre a reabilitação de um antigo palácio e da moderna construção realizada no jardim. Os arquitectos conseguiram recuperar um palácio mantendo toda a herança histórica que o mesmo transporta, ao mesmo tempo que criavam no seu jardim um 'muro habitado'. Se o antigo edifício nos criou a dificuldade de o adaptar aos tempos actuais, conferindo-lhe a qualidade e a modernidade que hoje são exigidas, a nova construção teve o desafio de o complementar com uma arquitectura moderna, um projecto carregado de história». Diogo Jardim realça ainda a abertura e a colaboração das duas entidades, IGESPAR e Câmara Municipal de Lisboa.

De acordo com Francisco Sottomayor, não se trata apenas de reparar o edifício, mas sim de o alterar na medida do necessário para que este seja dotado das funcionalidades, níveis de conforto e de eficiência dos edifícios construídos actualmente de raiz para uma mesma função.


Luxo vende melhor

Já Frederico Mendoça, director do departamento residencial da Abacus Savills, outra das consultoras responsável pela comercialização do empreendimento, salienta o facto de que este projecto, sendo um produto de luxo, tem mais viabilidade comercial. «Ê um mercado que, apesar de tudo, está menos exposto aos climas económicos desfavoráveis, pelo que quando as oportunidades são identificadas, trata-se essencialmente de uma decisão ao nível do foro pessoal e não tanto do financeiro. Pensamos que neste caso em concreto, temos o essencial, que é um produto único, por isso consideramos que o mercado irá responder positivamente», conclui. »

21/06/2010

Rua das Janelas Verdes: faixas de rodagem no passeio?

No início da Rua das Janelas Verdes é habitual observar este cenário: mais faixas de rodagem no passeio do que no canal destinado aos veículos automóveis.

A falta de uma dúzia de pilaretes, ou melhor, a falta de civismo de alguns automobilistas está na origem desta ocupação abusiva do canal pedonal.

Este é um arruamento muito frequentado por turistas uma vez que aqui se localiza o mais importante museu nacional do nosso país: Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA). Mas este não é o único ponto negro da Rua das Janelas Verdes: ao chegar à entrada principal do MNAA, o visitante tem enfrentar uma verdadeira barragem de carros estacionados em praticamente todo o espaço público destinado aos peões.

Se a Polícia Municipal / CML parecem tardar em reagir, pelo menos há munícipes que se manifestam e lutam contra a secundarização sistemática dos peões em Lisboa.

Para quando a correcção deste problema na Rua das Janelas Verdes? É isso que vamos perguntar novamente à CML.

16/09/2009

SINAIS DA MADRAGOA

Se estes equipamentos obsoletos estivessem nas faixas de rodagem já teriam sido removidos para não prejudicar os automóveis. Mas como no passeio circula esse cidadão de segunda classe chamado «peão», teremos de ter paciência. A CML já foi alertada, aguardamos intervenção.