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15/03/2011

MICRO-PASSEIOS de Lisboa: Rua da Oliveira ao Carmo

Os passeios foram criados para instalar pilaretes ou para os cidadãos circularem em segurança? E as faixas de rodagem neste arruamento foram criadas para uso exclusivo do estacionamento?

Neste arruamento, a mobilidade pedonal e a segurança dos moradores foi abandonada pela CML, como se pode verificar pelas imagens. Quase nada está bem nesta rua do Chiado. Os passeios não respeitam a largura exigida por lei e as faixas de rodagem são usadas descaradamente como parque de estacionamento (todos os carros que se vêm na imagem estão... estacionados!). Parece que só no dia em que uma ambulância ou veículo de bombeiros for impedido de aceder a este local a CML tomará medidas para repor a legalidade. Até lá é a lei do mais forte e do mais irresponsável que manda nesta rua do Chiado.

04/09/2010

LARGO DO CARMO: esplanadas caóticas

Três esplanadas na placa central do Largo do Carmo. A maior parte do mobiliário publicita marcas de bebidas, entrando em conflito com o ambiente urbano histórico (classificado IIP, ruínas do Carmo e Chafariz classificadas MN). Segundo a contagem das peças de mobiliário de esplanada, efectuada por moradores, existem no largo: Frente ao nº 17; 50 cadeiras e 25 mesas Frente ao nº 20; 31 cadeiras e 24 mesas; Junto ao quiosque: 48 cadeiras e 16 mesas. Concluíndo, a placa central está ocupada com cerca de 130 cadeiras e 65 mesas, um número evidentemente excessivo. A CML licenciou todo este mobiliário? E mobiliário publicitando marcas de refrigerantes? Sabemos que não.

Nos dias de bom tempo, todo este mobiliário é espalhado pela placa central, restando pouco espaço para os cidadãos circularem e gozarem em liberdade este espaço público.

Frequentemente as mesas são encostadas aos próprios bancos de jardim. Quando as condições climatéricas não são favoráveis, o mobiliário é resumidamente empilhado e acorrentado a cadeado aos troncos dos jacarandás.

É necessário fiscalização periódica, e regulamentar com urgência o design do mobiliário de modo a garantir que é adequado ao ambiente urbano histórico. Lamentável esta exploração abusiva de um espaço público emblemático da nossa cidade.

05/05/2010

Consolas de iluminação freak na Freguesia do Sacramento ?

Mais um exemplo, dos padrões de remodelção da iluminação pública que a CML usou no passado. Em baixo vemos uma típica consola de iluminação (c.1888) com uma Lanterna Lisbonense (protótipo criado no séc. XVIII). Este modelo está completamente consolidado, faz parte integrante do Ambiente urbano de muitos Bairros Históricos de Lisboa. Alterar irreflectidamente este tipo de mobiliário urbano é uma grande irresponsabilidade - e pode criar aberrações que apenas desqualificam a cidade. Mas de facto nas últimas décadas do séc. XX a CML fez muitas alterações absurdas como a que se vê ainda hoje na Rua da Condessa, Freguesia do Sacramento, Chiado. Para quê mais comentários... as imagens do antes & depois falam por si. Já foi pedido à CML que se estude a reabilitação dos candeeiros das ruas da Condessa, do Duque e da Oliveira ao Carmo - todas vítimas da mesma malfeitoria.

01/05/2010

Rua do Duque: «Excepto Limpeza Urbana»

É uma prática cada vez mais comum: depositar sacos de lixo doméstico logo durante o periodo da manhã nas ruas de Lisboa. Este exemplo é no Chiado, na Freguesia do Sacramento. As ruas da Oliveira ao Carmo, da Condesa, do Duque e o Beco da Ricarda são das mais insalubres do Chiado.
O início da Rua do Duque, junto à Calçada do Carmo, é um dos pontos negros da freguesia em matéria de insalubridade. Mas atenção: não se trata de um problema de falta de recolha ou lavagem por parte da DHURS - muito antes pelo contrário. É simplesmente uma questão de falta de civismo de alguns moradores e comerciantes. Parece que vivem sózinhos, isolados, na cidade.

02/02/2010

Para que servem os passeios na Rua Serpa Pinto?

Rua Serpa Pinto, em frente de um parque de estacionamento público
O crónico estacionamento em cima do passeio da Rua Serpa Pinto - sector entre a Rua Garrett e o Largo Rafael Bordalo Pinheiro - constitui um perigo para a segurança de pessoas e bens. Ao fim-de-semana é a total selvajaria como se vê nas imagens. Para além do canal pedonal não estar livre para uso dos peões, os carros de bombeiros têm muita dificuldade em passar no arruamento. Já por várias vezes se pediu maior fiscalização assim como o estudo de instalação de pilaretes (apenas uma parte do passeio tem pilaretes). Mas os anos passam e o carro continua a ser o "Cidadão Principal" de Lisboa...

23/01/2010

Placa toponímica no Largo do Carmo

Mais um exemplo de placa toponímica parcialmente obstruída por sinalética rodoviária. Faz hoje exactamente um ano que a CML foi alertada para este problema no Largo do Carmo. Lamentavelmente verificamos que, e passado um ano, não se corrigiu a anomalia. Isto envergonha a cidade.

04/12/2009

POSTAL DO CHIADO: Travessa da Trindade

Travessa da Trindade (traseiras do Hotel Borges e da Brasileira)
Um buraco (e que buraco!) na Travessa da Trindade que se encontra por tapar desde Outubro. O serviço LX Alerta foi informado por nós desta anomalia no dia 2 de Novembro.

03/12/2009

LISBOA É...

...um táxi estacionado numa passadeira, e passeio, na Calçada do Carmo.

10/11/2009

«VENDE-SE CASA & VENDE-SE AUTARCA»

Curiosa as semelhanças entre dispositivos de publicidade do imobiliário e da propaganda política. O cartaz de propaganda só hoje foi retirado da fachada deste prédio de habitação na Rua da Oliveira ao Carmo. Por sua vez, a casa continua por vender. Que sentidos se podem ver nisto?

08/11/2009

LISBOA: 1 mês depois das eleições



Propaganda no Largo do Carmo, 1 MÊS após o último acto eleitoral.

Tudo isto ocorre num local onde é proibido afixar publicidade ou propaganda. O Chafariz do Carmo, assim como o Convento e Igreja do Carmo estão classificados "Monumento Nacional" desde 1910 e 1907 respectivamente. Esta zona urbana está ainda classificada como "Imóvel de Interesse Público" desde 1978.

17/07/2009

LISBOA É...

...um largo no coração do centro histórico de Lisboa transformado em parque de estacionamento ilegal. É o Largo Rafael Bordalo Pinheiro à hora do almoço (mas à noite ainda é pior, particularmente ao fim de semana). Para quando a devolução deste largo no Chiado à cidade? Apenas uma das viaturas na imagem está em circulação - qual delas é? E reparem bem no sinal vertical a proibir o estacionamento, reduzido a patético emblema da impunidade que reina no espaço público da capital!

22/06/2009

PUBLI-CIDADE: Largo Trindade Coelho, quiosque

Este é um exemplo mais acabado quando comparado com o seu colega no Largo do Carmo. Um trabalho quase perfeito! Melhor, só mesmo colando publicidade na calçada em volta do quiosque. Veremos se após as obras de remodelação deste largo os dois quiosques recuperam a sua dignidade.

PUBLI-CIDADE: Largo do Carmo, quiosque

Ainda cabem mais uns autocolantes. E já agora, porque não substituir este quiosque antigo por um daqueles novos com a forma do logotipo da Olá?

24/04/2009

POSTAIS DO CHIADO: «Chiado after work»



As telas Chiado After Work, cruamente amarradas às consolas de iluminação pública, são demasiado intrusivas no espaço público. Em nome da ordem urbana e do respeito pelo património, é preciso pensar em soluções com menor impacto negativo. Estas telas são um mau exemplo para a cidade. Vamos deixar estes candeeiros neste estado caótico? A CML deve intervir. A Associação de Valorização do Chiado tem de se esforçar mais se quer de facto ser um «bairro modelo» de Lisboa. A iniciativa é correcta, o problema é a forma como foi publicitada. É mesmo necessário (terá até algum retorno significativo?) amarrar estas telas aos candeeiros dos arruamentos do Chiado? Isto faz lembrar os autistas cartazes de propaganda política que estão a invadir as zonas históricas da capital.

23/01/2009

LISBOA É...


...uma placa toponímica no Largo do Carmo parcialmente obstruída pela sinalização rodoviária.

Trata-se de mais uma lamentável prova de como em Lisboa ainda se priveligia a mobilidade rodoviária em detrimento da pedonal. As "sacro-santas" necessidades dos automobilistas estão acima de quase tudo e todos (basta ver a furiosa reacção do ACP à proposta de devolver parte da Baixa / Praça do Comércio aos peões).

A falta de visibilidade desta placa toponímica, devido a sinalização de trânsito, não é caso único na nossa cidade. Na hora de escolher o que é mais importante, Lisboa raramente hesita: os carrinhos de transporte individual.

25/08/2008

20 anos depois do Incêndio do Chiado: Elevador de Santa Justa - Largo do Carmo




Exactamente 20 depois do INCÊNDIO DO CHIADO é assim que está a ligação pedonal entre o Largo do Carmo e o terraço panorâmico do Elevador de Santa Justa. Um verdadeiro cenário de desleixo, desmazelo, lixo e degradação. Tudo rematado com o já habitual estacionamento selvagem. Seria impossível, se não fosse Lisboa.

No dia do 20º aniversário, a reconstrução da zona sinistrada ainda não está terminada. Para além da zona envolvente às ruínas do Carmo, devemos também recordar outro caso, igualmente chocante.

O edifício "Palmeiras" na Rua do Crucifixo, propriedade da CML, ainda não foi reabilitado/reconstruído. Como nunca mais se decidem com o uso a dar - cada cabeça que entrou na CML desde 1988 tem uma ideia diferente para o imóvel - 20 anos depois ainda lá está a ruína chamuscada (com um restaurante a funcionar no R/C!).

Veremos se o recente protocolo entre a CML e a GNR vai de facto permitir a concretização da ligação pedonal entre o Chiado e o Largo do Carmo. Já nos foi prometido que dentro de um ano e meio poderemos "usufruir de uma das mais deslumbrantes vistas sobre a colina do Castelo a partir de uma área de lazer, com jardim e esplanadas". A Câmara Municipal de Lisboa propõe construir nas traseiras do Quartel do Carmo jardins, os já apelidados "Terraços do Carmo". Todo este civilizado percurso pedonal que ligará as principais ruas do Chiado ao Largo do Carmo vai ser projectado pelo arquitecto Siza Viera. O custo total da obra está estimado em 2 milhões e meio de euros, verbas candidatadas ao Instituto do Turismo.

Mas no entretanto, teremos de aguentar, no mínimo, mais 1 ano e meio deste cenário. Se dúvidas houvessem sobre a importância que a cidade dá à circulação pedonal e ao centro histórico, este seria um bom local para voltar a cair na realidade.