Neste arruamento, a mobilidade pedonal e a segurança dos moradores foi abandonada pela CML, como se pode verificar pelas imagens. Quase nada está bem nesta rua do Chiado. Os passeios não respeitam a largura exigida por lei e as faixas de rodagem são usadas descaradamente como parque de estacionamento (todos os carros que se vêm na imagem estão... estacionados!). Parece que só no dia em que uma ambulância ou veículo de bombeiros for impedido de aceder a este local a CML tomará medidas para repor a legalidade. Até lá é a lei do mais forte e do mais irresponsável que manda nesta rua do Chiado.
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15/03/2011
MICRO-PASSEIOS de Lisboa: Rua da Oliveira ao Carmo
09/12/2010
20/10/2010
04/09/2010
LARGO DO CARMO: esplanadas caóticas
Nos dias de bom tempo, todo este mobiliário é espalhado pela placa central, restando pouco espaço para os cidadãos circularem e gozarem em liberdade este espaço público.
Frequentemente as mesas são encostadas aos próprios bancos de jardim. Quando as condições climatéricas não são favoráveis, o mobiliário é resumidamente empilhado e acorrentado a cadeado aos troncos dos jacarandás.
É necessário fiscalização periódica, e regulamentar com urgência o design do mobiliário de modo a garantir que é adequado ao ambiente urbano histórico. Lamentável esta exploração abusiva de um espaço público emblemático da nossa cidade.
05/05/2010
Consolas de iluminação freak na Freguesia do Sacramento ?
Mais um exemplo, dos padrões de remodelção da iluminação pública que a CML usou no passado. Em baixo vemos uma típica consola de iluminação (c.1888) com uma Lanterna Lisbonense (protótipo criado no séc. XVIII). Este modelo está completamente consolidado, faz parte integrante do Ambiente urbano de muitos Bairros Históricos de Lisboa. Alterar irreflectidamente este tipo de mobiliário urbano é uma grande irresponsabilidade - e pode criar aberrações que apenas desqualificam a cidade. Mas de facto nas últimas décadas do séc. XX a CML fez muitas alterações absurdas como a que se vê ainda hoje na Rua da Condessa, Freguesia do Sacramento, Chiado. Para quê mais comentários... as imagens do antes & depois falam por si. Já foi pedido à CML que se estude a reabilitação dos candeeiros das ruas da Condessa, do Duque e da Oliveira ao Carmo - todas vítimas da mesma malfeitoria.
01/05/2010
Rua do Duque: «Excepto Limpeza Urbana»
O início da Rua do Duque, junto à Calçada do Carmo, é um dos pontos negros da freguesia em matéria de insalubridade. Mas atenção: não se trata de um problema de falta de recolha ou lavagem por parte da DHURS - muito antes pelo contrário. É simplesmente uma questão de falta de civismo de alguns moradores e comerciantes. Parece que vivem sózinhos, isolados, na cidade.
08/04/2010
17/03/2010
02/02/2010
Para que servem os passeios na Rua Serpa Pinto?
23/01/2010
04/12/2009
03/12/2009
10/11/2009
08/11/2009
LISBOA: 1 mês depois das eleições
Tudo isto ocorre num local onde é proibido afixar publicidade ou propaganda. O Chafariz do Carmo, assim como o Convento e Igreja do Carmo estão classificados "Monumento Nacional" desde 1910 e 1907 respectivamente. Esta zona urbana está ainda classificada como "Imóvel de Interesse Público" desde 1978.
17/07/2009
LISBOA É...
22/06/2009
24/04/2009
POSTAIS DO CHIADO: «Chiado after work»
23/01/2009
LISBOA É...
Trata-se de mais uma lamentável prova de como em Lisboa ainda se priveligia a mobilidade rodoviária em detrimento da pedonal. As "sacro-santas" necessidades dos automobilistas estão acima de quase tudo e todos (basta ver a furiosa reacção do ACP à proposta de devolver parte da Baixa / Praça do Comércio aos peões).
A falta de visibilidade desta placa toponímica, devido a sinalização de trânsito, não é caso único na nossa cidade. Na hora de escolher o que é mais importante, Lisboa raramente hesita: os carrinhos de transporte individual.
25/08/2008
20 anos depois do Incêndio do Chiado: Elevador de Santa Justa - Largo do Carmo
No dia do 20º aniversário, a reconstrução da zona sinistrada ainda não está terminada. Para além da zona envolvente às ruínas do Carmo, devemos também recordar outro caso, igualmente chocante.
O edifício "Palmeiras" na Rua do Crucifixo, propriedade da CML, ainda não foi reabilitado/reconstruído. Como nunca mais se decidem com o uso a dar - cada cabeça que entrou na CML desde 1988 tem uma ideia diferente para o imóvel - 20 anos depois ainda lá está a ruína chamuscada (com um restaurante a funcionar no R/C!).
Veremos se o recente protocolo entre a CML e a GNR vai de facto permitir a concretização da ligação pedonal entre o Chiado e o Largo do Carmo. Já nos foi prometido que dentro de um ano e meio poderemos "usufruir de uma das mais deslumbrantes vistas sobre a colina do Castelo a partir de uma área de lazer, com jardim e esplanadas". A Câmara Municipal de Lisboa propõe construir nas traseiras do Quartel do Carmo jardins, os já apelidados "Terraços do Carmo". Todo este civilizado percurso pedonal que ligará as principais ruas do Chiado ao Largo do Carmo vai ser projectado pelo arquitecto Siza Viera. O custo total da obra está estimado em 2 milhões e meio de euros, verbas candidatadas ao Instituto do Turismo.
Mas no entretanto, teremos de aguentar, no mínimo, mais 1 ano e meio deste cenário. Se dúvidas houvessem sobre a importância que a cidade dá à circulação pedonal e ao centro histórico, este seria um bom local para voltar a cair na realidade.
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