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26/10/2015

LISBOA versus MUNIQUE

Em Lisboa, Av. de Roma: publicidade e grafiti
Em Munique... árvore!

12/12/2014

Solução simples para as Esplanadas de Lisboa?


Na sequência do post do Miguel Carvalho, aqui se mostra outro exemplo semelhante, desta vez na cidade de Munique. Marcações pintadas no pavimento dos limites licenciados para esplanada. Em havendo vontade política, tudo se resolve de forma simples e até barata. O que tem faltado em Lisboa é muito simplesmente vontade de mudar o paradigma teimosamente e abusivamente instalado.

17/07/2014

Palácios Barrocos: Lisboa versus Munique

 Antigo Palácio do Patriarca no Campo dos Mártires da Pátria 
  Ferragens furtadas em pleno Campo dos Mártires da Pátria 
MUNIQUE:
 Palácio Holnstein, actual residência oficial do Bispo de Munique

 Os cidadãos são informados dos nomes, datas e autores dos palácios da sua cidade
Na sequência da série de posts do nosso colega Miguel Velloso sobre a triste sorte dos palácios de Lisboa, deixo ficar aqui para comparação o antigo Palácio do Patriarca de Lisboa e o Palácio Holnstein, residência do Bispo de Munique. O nosso Palácio no Campo dos Mártires da Pátria em nada fica a dever ao seu congénere em Munique - antes pelo contrário, é uma obra de grande qualidade, com fachada barroca erudita, integralmente em cantaria, ao contrário do exemplar de Munique em "tijolo e reboco". Mas onde o Palácio Holstein ganha é no brio, estima e orgulho com que é tratado e vivido. Porque o antigo Palácio lisboeta está fechado e abandonado à sua sorte já lá vai pelo menos 1 década. Envolvido em mais um projecto de "hotel de charme", especulativo e de gosto duvidoso, vai sendo roubado, vandalizado e apodrecendo com as águas das chuvas que já entram pelos telhados, trapeiras rotas e vidraças partidas. Lisboa, pérolas a porcos? 

05/09/2013

O Exemplo de Munique: Bicicletas na Cidade


Em muitas cidades da Alemanha, incluindo Munique que é sede de famosas marcas de automóveis, a entrada e interior dos quarteirões residenciais tem apenas lugares/parqueamento para bicicletas. Ao entrarmos, vemos jardins, árvores, arbustos, flores, relvados, bancos e mesas: são espaços para TODOS e não apenas para a minoria que tem carro. Em Lisboa andamos a seguir cegamente, com a bênção da CML e seu PDM, o modelo da destruição/impermeabilização do interior dos quarteirões da cidade para abrir violentas caves e até edifícios para estacionamento! Ainda recentemente a CML executou obras, chamadas de "ordenamento" do interior dos quarteirões na zona do Areeiro - mas na verdade, e em vez de dar o sinal claro de que o futuro daqueles espaços é serem Jardins e não Parques de Estacionamento, a CML acabou por institucionalizar a modelo de "Parque de Estacionamento" com árvores e arbustos como moldura. É a diferença entre uma cidade civilizada e de vanguarda e outra ainda obstinadamente presa ao passado do «não é possível a vida sem o meu pópó".

30/11/2012

O exemplo de Munique: VIKTUALIENMARKT






Mais imagens de uma história de sucesso, o VIKTUALIENMARKT bem no centro da cidade de Munique - literalmente, esta é a "Praça da Figueira" de Munique, pois mesmo ao lado há outra praça, mais formal e erudita, com uma função e identidade mais semelhante à do nosso Rossio.

28/09/2011

O exemplo de Munique: Gartnerplatz‏

Descubra as diferenças entre esta praça em Munique e uma equivalente em Lisboa, como por exemplo a Praça da Estrela ou o Campo das Cebolas. Enfim, não é por acaso que Munique é considerada uma das cidades do mundo com maior qualidade de vida. E Lisboa? Vivemos ainda obcecados com o estacionamento das nossas viaturas de transporte particular.

27/09/2011

O exemplo de Munique: Praça Wittelsbacher

Descubra as diferenças entre esta praça em Munique e uma equivalente em Lisboa, como por exemplo a Praça da Figueira ou a Praça do Comércio.

27/09/2010

Dia Mundial do Turismo: Munique I

Dia Mundial do Turismo. Esplanadas no centro de Munique. Não é de admirar que Munique seja reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta Terra. Publi-Cidade em Munique? Não! E não é tanto uma questão de regulamentos e fiscalização. É mais uma questão de civilização.

19/08/2010

"Promover o uso dos transportes públicos"

In DN 13-8-2010

4 perguntas a... Pedro Gomes, investigador do Departamento do Ambiente da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Quais as zonas com mais altos níveis de poluição do ar? A situação mais grave é na área de Lisboa, logo seguida do Porto, porque são as zonas mais populosas e que têm mais tráfego automóvel. Depois surgem Braga e Coimbra, mas nada que se compare com Lisboa e Porto.

Que medidas se deve tomar para reduzir esses níveis? Deve-se tomar todas as medidas para promover o uso do transporte colectivo em detrimento do individual. Por exemplo, nos principais acessos a Lisboa e Porto, uma das vias de rodagem deve ficar reservada para transportes colectivos, veículos eléctricos e viaturas com dois ou mais ocupantes, levando as pessoas a usar o transporte público ou a partilhar o carro próprio com outros. Desta forma, reduz-se o número de veículos em circulação. Também se deve criar mais faixas bus para dar prioridade aos transportes públicos e melhorar a sua atractividade.

E nas áreas mais sensíveis? Nas zonas mais críticas, deve-se interditar o acesso a veículos que ultrapassem os limites de emissões poluentes, que normalmente são os mais antigos.

Que medidas de longo prazo? É preciso aproximar as pessoas dos seus locais de trabalho e dar-lhes transportes públicos para não terem de usar o transporte individual. As novas urbanizações devem ser construídas perto de uma rede de transporte pesado, como o comboio.

Foto: eléctrico de nova geração no centro de Munique

19/06/2010

MUNIQUE: nº 1 em qualidade de vida

Aí está a lista MONOCLE das 25 cidades do mundo com melhor qualidade de vida - este ano Munique volta ao 1º lugar e Lisboa mantém a última posição...


25 most liveable cities:

As you run your mouse over the Monocle list of top 25 cities, have you wondered why your hometown didn't make the cut? Each year we send researchers to urban centres that we've heard good things about, or that have been included in previous surveys, but in the end, do they really merit being named as one of the top 25 places to live in the world?

Sometimes it's crime that lets a place down. This year we headed to Chicago, for example, but when you see its murder rate - in 2009, 453 people were killed out of a population of 2.85 million (Tokyo with 13 million people had 179 murders) - it's hard to make it a winner.

Other times cities may be safe but lack other key ingredients. Take Düsseldorf where there were just two murders but which is missing the softer aspects that make a city work. Even a few more places open on a Sunday just to buy groceries would help.

We also put Hong Kong to the test. Here's a city we like so much we are opening a bureau there, but on our metrics test it misses out. Traffic congestion, air quality, housing and conservation all need attention.

In the end the cities that make the cut are not just OK, but places that are benchmarks for urban renaissance and rigorous reinvention in everything from environmental policy to transport.

Fotos: descubra as diferenças entre Munique e a nossa Lisboa