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21/01/2019
05/12/2011
Então, como estamos de Palácio Cds. Ribeira Grande?

«A solução ideal para o antigo Palácio dos Condes da Ribeira Grande?», perguntei eu em Abril de 2009. Passados 2 anos e meio, nada. Nem sequer se avançou com as obras previstas e aprovadas pela CML ao abrigo do tal "Plano de Pormenor em modalidade simplificada de projecto urbano para o Centro de Congressos de Lisboa", que mais não fez do que 2 coisas: atriuir direitos adquiridos ao promotor, e proporcionar o preço de venda do conjunto, uma vez que é claro que obra, nem vê-la!

18/04/2009
A solução ideal para o antigo Palácio dos Condes da Ribeira Grande?

Por detrás deste palacete, antigo Liceu Raínha Dona Amélia e hoje prova dos nove do estado de abandono e destruição a que o Estado costuma votar o seu património), vais nascer isto, sob o nome pomposo de Museu-Hotel Palacio Condes Ribeira Grande:




O projecto está incluído no chamado "Plano de Pormenor em modalidade simplificada de projecto urbano para o Centro de Congressos de Lisboa" (o que, a meu ver, é uma aberração, porque, primeiro, a figura de PP em regime simplificado já não existe; segundo, este palacete fica completamente fora da zona afecta à antiga FIL, do lado de dentro da Rua da Junqueira, dando assim a ideia que é um 'PP à medida').
Estranhezas à parte, a verdade é que o estado do palacete é uma lástima completa. Os interiores já foram. E a sua transformação em espaço nobre de um hotel de categoria superior, misto de museu e galeria de exposições da Fundação A.Martins é uma boa solução.
Já o desenho dos corpos novos para o logradouro me parece excessivamente ... excessivos. Porquê tanta construção? E porquê tanta dissonância? Aceito que o que lá esteja hoje (pavilhões anexos e ... ilegais) seja de substituir por corpos novos, para, ao fim e ao cabo, fazer ... quartos, mas podia ser uma coisa com mais bom gosto e, sobretudo, mais comedido, ou não?
Este projecto vai a reunião de CML no próximo dia 15.
...
No resto do PP é de estranhar, ainda, a ausência de lotes significativos entre a AIP e a OML, esses sim no enfiamento da zona do PP (por contraposição à inclusão estapafúrdia do Pal. Cdes. Ribeira Grande); à remoção de parte significativa dos passeios na Rua da Junqueira e defronte à clínica vizinha à AIP para inclusão de mais estacionamento à superfície; e (já é hábito) à inusitada projecção virtual de árvores de grande e belo porte em cima dos parques de estacionamento subterrâneo existentes e a construir.
Fotos: Metrourbe e blogue Suggia
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Aprovada com maioria com 8 votos a favor (6PS e 2LCC) e 7 abstenções (2PPD/PSD, 2CPL, 2 PCP e 1 Indep.)
Texto editado
Etiquetas:
Junqueira,
Palacete Condes Ribeira Grande,
plano de pormenor
16/04/2009
Lisboa: câmara «aprova» dois hotéis para Alcântara
In IOL Portugal Diário
«A Câmara de Lisboa aprovou esta quarta-feira o plano de pormenor do Centro de Congressos, que prevê a criação de dois hotéis, um no Palácio dos Condes da Ribeira e outro junto à antiga FIL, escreve a Lusa.
A proposta foi aprovada com a abstenção do movimento Cidadãos por Lisboa, PSD, PCP e o vereador José Sá Fernandes, e os votos favoráveis do PS e movimento Lisboa com Carmona.
Segundo o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), o plano de pormenor prevê «três grandes intervenções»: a construção de um hotel como complemento ao Centro de Congressos, a instalação de um hotel no palácio dos Condes da Ribeira, antigo liceu, e o arranjo do espaço público.
Hotéis são viáveis?
O vereador independente Carmona Rodrigues lamentou que as queixas e sugestões feitas durante o período de discussão pública não tenham sido anexadas ao processo, não tendo assim os vereadores da oposição conhecimento desses documentos. Na sequência desta intervenção os documentos foram distribuídos a todos os vereadores.
Pedro Feist, do movimento Lisboa com Carmona, questionou a viabilidade económica dos hotéis previstos no plano, sendo que já existe um hotel naquela área.
A vereadora social-democrata Margarida Saavedra apontou os «acessos complicados» às unidades hoteleiras e questionou a classificação da zona como «histórica habitacional», quando «não há uma única habitação no sentido tradicional do termo».
Margarida Saavedra criticou a ocupação do logradouro do palácio dos Condes da Ribeira, bem como a lotação da futura unidade, que terá 90 quartos, apesar de classificada de hotel de charme, um género hoteleiro que se caracteriza por ter poucos quartos.
«Sobreequipamento em termos hoteleiros»
A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta também considerou discutível a instalação de um hotel no edifício.
Helena Roseta lamentou que os dois quarteirões por detrás da antiga Standard Eléctrica, onde funciona uma clínica e um lar, não tenham sido abrangidos pelo plano.
O vereador comunista Ruben de Carvalho condenou o «sobreequipamento em termos hoteleiros» da zona e a escassez de espaços verdes.
Ruben de Carvalho manifestou também «preocupação» quanto à falta de espaço no acesso à plataforma ribeirinha para pessoas com deficiência.
O vereador do Urbanismo recordou que os termos de referência deste plano foram aprovados em 2004 e argumentou relativamente à classificação da zona, que a área histórica habitacional é a «mais exigente, nomeadamente, em termos de percentagem de solo permeável».
«A Câmara de Lisboa aprovou esta quarta-feira o plano de pormenor do Centro de Congressos, que prevê a criação de dois hotéis, um no Palácio dos Condes da Ribeira e outro junto à antiga FIL, escreve a Lusa.
A proposta foi aprovada com a abstenção do movimento Cidadãos por Lisboa, PSD, PCP e o vereador José Sá Fernandes, e os votos favoráveis do PS e movimento Lisboa com Carmona.
Segundo o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), o plano de pormenor prevê «três grandes intervenções»: a construção de um hotel como complemento ao Centro de Congressos, a instalação de um hotel no palácio dos Condes da Ribeira, antigo liceu, e o arranjo do espaço público.
Hotéis são viáveis?
O vereador independente Carmona Rodrigues lamentou que as queixas e sugestões feitas durante o período de discussão pública não tenham sido anexadas ao processo, não tendo assim os vereadores da oposição conhecimento desses documentos. Na sequência desta intervenção os documentos foram distribuídos a todos os vereadores.
Pedro Feist, do movimento Lisboa com Carmona, questionou a viabilidade económica dos hotéis previstos no plano, sendo que já existe um hotel naquela área.
A vereadora social-democrata Margarida Saavedra apontou os «acessos complicados» às unidades hoteleiras e questionou a classificação da zona como «histórica habitacional», quando «não há uma única habitação no sentido tradicional do termo».
Margarida Saavedra criticou a ocupação do logradouro do palácio dos Condes da Ribeira, bem como a lotação da futura unidade, que terá 90 quartos, apesar de classificada de hotel de charme, um género hoteleiro que se caracteriza por ter poucos quartos.
«Sobreequipamento em termos hoteleiros»
A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta também considerou discutível a instalação de um hotel no edifício.
Helena Roseta lamentou que os dois quarteirões por detrás da antiga Standard Eléctrica, onde funciona uma clínica e um lar, não tenham sido abrangidos pelo plano.
O vereador comunista Ruben de Carvalho condenou o «sobreequipamento em termos hoteleiros» da zona e a escassez de espaços verdes.
Ruben de Carvalho manifestou também «preocupação» quanto à falta de espaço no acesso à plataforma ribeirinha para pessoas com deficiência.
O vereador do Urbanismo recordou que os termos de referência deste plano foram aprovados em 2004 e argumentou relativamente à classificação da zona, que a área histórica habitacional é a «mais exigente, nomeadamente, em termos de percentagem de solo permeável».
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