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09/02/2018

Afinal em que ficamos?


A DGPC autorizou o projecto da foto de cima (via Nuno Paiva) ou autorizou os azulejos da foto de baixo?

28/09/2017

Lá vem mais um hotel ...


Prédio-quarteirãodo Largo de São Paulo na calha ... pombalino, ainda com mansardas de Mardel, e onde aliás todos os inquilinos, gelataria Davvero incluída, têm, ao que parece, ordem de despejo... (fotos em www.essentia.pt/projetos/sao-paulo/35/)

12/04/2017

Tabacaria Mónaco - pedido à CML para intimar Banco de Portugal a fazer obras de recuperação do tecto

Exmo. Senhor
Vereador Manuel Salgado


C.c. PCML, Banco de Portugal, AML e media

Como é do conhecimento de V. Exa., a Tabacaria Mónaco, uma das lojas mais antigas, mais belas e mais históricas de Lisboa, encontra-se Em Vias de Classificação como Monumento de Interesse Público (conforme projecto de decisão publicado em D.R., anúncio n.º 242/2016), para além de estar inserida no conjunto classificado da Baixa Pombalina, no Inventário Municipal e no programa “Lojas com História”;

E que a tal justíssimo reconhecimento público não serão estranhas as lindíssimas pinturas do tecto da Mónaco, da autoria de António Ramalho, que, contudo, se têm vindo a esbater e a desaparecer, mesmo, ao longo de vários anos, por força das inacreditáveis infiltrações provenientes do piso de cima, ocupado por uma cantina do Banco de Portugal! (foto de Arqueolojista).

Nesse sentido, solicitamos a V. Exa. que dê instruções aos serviços que tutela para intimarem o Banco de Portugal, proprietário do edifício, a proceder às obras necessárias no 1º andar do nº 21 da Praça Dom Pedro IV, de modo a que se evitem mais infiltrações no tecto da Mónaco, e para que custeie as indispensáveis obras de restauro cuidado do tecto, de modo a que a loja recupere toda a sua magnificência e que todos nos possamos orgulhar de que ajudámos a recuperar um património único da cidade.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, António Araújo, Carlos Leite de Sousa, Beatriz Empis, Inês Beleza Barreiros, Jorge Pinto, Jorge Santos Silva, Júlio Amorim, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Oliveira Leonardo, Gonçalo Cornélio da Silva, Fátima Castanheira, Ana Alves de Sousa, José Maria Amador, Fernando Jorge e Irene Santos

26/10/2016

Marca de autor? Esqueceram-se dela? Retirem isso JÁ, por favor!


O que é aquele aborto à direita na obra da CML para a futura escola primária na Boa-Hora? Não sabem fazer nada sem estragar? Isto teve parecer favorável da DGPC? Da digníssima "comissão técnica de acompanhamento"?


Fotos: Nuno Paiva

25/02/2016

PETIÇÃO: Vamos Salvar o Ateneu - para entregar na Assembleia da República


«O Ateneu Comercial de Lisboa foi fundado por um grupo de empregados do comércio, em 10 de Junho de 1880, que lhe imprimiram um carácter eminentemente cultural, com a fim de ali organizar uma biblioteca, a fundação de aulas diurnas de instrução primária para os filhos dos sócios e crianças pobres, aulas noturnas de gramáticas portuguesa, francesa e inglesa e de escrituração comercial para os sócios, realização de conferências científicas. A estes somaram-se atividades desportivas com aulas de ginástica, natação, dança, basquetebol, yoga e outras juntando o conceito de mente são em corpo são.

Para além da importância óbvia dos fins que estiveram na génese desta Instituição, cujos primeiros beneficiados eram os seus próprios associados, entenderam estes alargar os seus nobres desígnios à sociedade em que se inseriam.

Pela própria natureza da sua fundação, uma associação de carácter profissional, o pendor dos seus associados era claramente republicano, o que não impediu que o trabalho desenvolvido pelo Ateneu fosse reconhecido pela família real, reconhecimento que se manteve após a implantação da República em 1910, sendo Bernardino Machado, um dos três primeiros Presidentes da República Portuguesa, sócio de mérito do Ateneu.

Muitos mais nomes incontornáveis da nossa história enquanto Portugueses se vieram a juntar a esta nobre causa e a ela inúmeros anónimos que se revelaram de uma importância fulcral para a consolidação do Ateneu e do papel que assumiu junto de uma comunidade residente maioritariamente precária na satisfação das necessidades que não encontra ainda hoje par. Na memória ainda residem os atletas que o Ateneu criou, filhos da comunidade local, subtraídos a um destino de desgraça, agraciados com trofeus olímpicos e medalhas de mérito desportivo.

O Ateneu é uma Instituição de Utilidade Pública, por Decreto de 23 de Junho de 1926, mas sobretudo por direito próprio!

As adversidades conduziram o Ateneu à situação de insolvente e as suas instalações são brilhos nos olhos da especulação imobiliária e outros interesses incompatíveis com os propósitos com que foi imaginado e mantido.

O Ateneu deverá persistir fiel aos seus objetivos: proporcionar à comunidade onde se insere a prática de atividades de natureza cultural, recreativa, desportiva e de educação física.

Hoje, é o Ateneu que precisa da comunidade e da cidade que tem vindo a servir em mais de 130 anos de história! A cidade somos cada um de nós e cada um dos nomes abaixo é uma voz que se levanta para subtrair a um destino fútil aquele que retirou tantos homens e mulheres do fado trágico a que a vida os tinha votado!

Não queremos mais um armazém de roupas de luxo ou um novo hotel. Queremos um Ateneu vivo, capaz de se auto financiar, aberto à sua comunidade e à satisfação das necessidades desta. Quiseram os seus fundadores destinar os fins do Ateneu à comunidade que o acolhe e é a essa comunidade que queremos dar o direito de dizer o que quer dele fazer!

Eu, abaixo assinado quero que o Ateneu mantenha e recupere todas as atividades culturais, recreativas e desportivas que dedicou à comunidade onde se insere e aos mais desfavorecidos recuperando os fins a que foi destinado pelos seus fundadores,»

ASSINAR Petição

19/02/2016

Ah, mas temos "instrumentos de gestão" à maneira: PDM, Plano de Pormenor e "Salvaguarda" da Baixa, Baixa Conjunto de Interesse Público e, cereja no bolo, PISAL! Ora bem! Bah!


«Uma recuperação de um edifício na Praça do Município ...que bom pensei...Tapumes altíssimos desconfiei logo; mas depois li o cartaz "Obra a obra Lisboa melhora"...Eis quando vi caídos para o lado de fora do tapume....azulejos pombalinos escavacados ...tudo feito na maior discrição. Gato escondido com o rabo de fora.» por Miguel Jorge, in Facebook.

25/01/2016

Lá vem mais zinco e pvc para a Baixa...


Lá vem mais zinco e pvc para a Baixa: http://www.portadafrente.com/s…/product/bela-da-rainha-32069 ... claro que o que lá estava era quase zero... mas, que diabo, podia ser menos plastificado, não? Unesco? LOL. (fonte: Martim Galamba)

20/05/2015

Protesto por licenciamento das alterações em loja da Rua dos Fanqueiros nº 136

Resposta da DGPC ao nosso protesto de dia 11.7.2014! :-)

...


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


Cc. PCML, AML, DGPC, Media

Vimos pelo presente apresentar o nosso protesto a V.Exa. pela continuada falta de atenção com que os serviços de Urbanismo da CML vão tratando do licenciamento urbanístico em matéria comercial na Baixa, i.e., no licenciamento de obras de alterações em espaços comerciais no conjunto classificado de Interesse Público, que é a Baixa Pombalina, e sobre a qual se encontra em vigor um Plano de Pormenor e de Salvaguarda.

Junto enviamos fotos de um caso recentíssimo em que a falta de critérios no licenciamento de alterações nas caixilharias resultou no que as fotos documentam.

Trata-se de um imóvel de génese pombalina, que ficou agora desqualificados com caixilharias e ferragens (puxadores em aluminio!) inadequadas a imóveis classificados como o presente. Mas trata-se de um caso paradigmático do que se está a passar em 90% da Baixa.

Com os melhores cumprimentos


Lisboa, 11 de Julho de 2014


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Miguel de Sepúlveda Velloso, Cristiana Rodrigues, Luís Marques da Silva, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Beatriz Empis, Rui Martins, Alexandre Marques da Cruz, Maria Ramalho, Gonçalo Cornélio da Silva, Jorge Pinto e Nuno Caiado

06/05/2015

TURISMO: Rua Augusta siege

















Este fim de semana passado também foi um "preview" do dilúvio do turismo massificado que Lisboa parece atrair tão fácilmente. Turismo Sustentável? Turismo de Qualidade? Capacidade de Carga de um Bairro Histórico & Monumento Nacional? Ainda não fazem parte do vocabulário de muitos dos nossos governantes e políticos. Quando a Baixa ficar reduzida a uma enorme ratoeira para Turismo de baixa qualidade, e as perdas começarem a ser óbvias e negativas para o perfil da cidade no seu todo, aí sim, talvez apareçam políticos oportunistas que se vão apresentar como messias e salvadores do "património, da tradição e da alma da baixa". Mas para já, venha mais 1 milhão de turistas para encher os novos hotéis e depois logo se vê os efeitos que tem na cidade histórica.



Encontro GECORPA sobre a Baixa Pombalina defende candidatura a Património da Humanidade



Eis as conclusões do evento organizado pelo GECORPA
(fonte: http://www.gecorpa.pt/noticia.aspx?id=11&area=Noticias&idn=349):