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12/02/2020

Praça de Espanha


(Chegado por e-mail)

«Irrita-me solenemente que só se fale dos maravilhosos jardins da Praça de Espanha e se oculte os mega edifícios que ali vão nascer.

É preciso denunciar no vosso site que vão crescer estes 3 empreendimentos um deles nitidamente vai sufocar as pessoas do bairro da Rua D. Luís de Noronha.

Podem usar estas foto-composições que fiz em anexo retiradas deste site (https://rr.sapo.pt/2019/02/12/actualidade/como-vai-ficar-a-praca-de-espanha-em-2020-veja-aqui/video/196829/).

Lindo não é?

E é necessário fazer as contas ao impacto ambiental de forma real entre a extensão de um jardim (sim senhor muito bem) e novas áreas de construção, zonas impermeabilizadas, pressão de pessoas e carros ...

O que fica ? na equação ?

Obrigado.

MR»

18/03/2019

O NOVO JARDIM DA PRAÇA DE ESPANHA - II FASE - OS TRANSPLANTES


Terminada a fase IDÍLICA do processo do novo jardim da Praça de Espanha, em que nos foram mostradas imagens virtuais do que seria o processo, entrámos agora no realismo com o sofrimento das espécies vegetais aí existentes: FASE DO TRANSPLANTE.

Sobre este assunto lembramos o que se passou com o jardim da Avenida Ribeira das Naus, quando um Jardim consolidado foi substituído por um novo criado a régua e esquadro nos gabinetes dos técnicos do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa. implicando o abate de dezenas de árvores.

Embora neste caso, demonstrando uma certa aprendizagem e humanização, se tenha substituído o abate pelo transplante, não deixa de ser muito grave não ter sido possível encontrar uma alternativa para a manutenção no lugar das 33 espécies sinalizadas, entre as quais os Plátanos que já vieram transplantados do Bairro Azul. Mesmo considerando que o transplante será para um local nas imediações, não sabemos qual a percentagem de sobrevivência.

Ficamos aguardando a terceira fase: FASE DE EXECUÇÃO, perguntando se no fim terá valido a pena.


João Pinto Soares

25/01/2018

Sobre a "nova Praça de Espanha" ...


Acho todas as propostas lindinhas e susceptíveis de implementar haja aforro para tanto, mais passarinho menos passarinho, mais charco menos charco, sendo que a 1, a 3 e a última me parecem as mais escorreitas, embora a última tenha uns passadiços decalcados de Sevilha hehehe. O mal, contudo, está nas premissas, ou seja:

1. Nos índices de construção e os parâmetros urbanísticos pré-definidos pela unidade de projecto (na prática serão erguidos muros envidraçados de vários pisos, seja no terreno onde estava a feira do Martim Moniz, seja em todo o “U” exterior, desde a Santos Dumont-Praça de Espanha-Avenida de Berna, que esmagarão o centrão verde e, claro, a pobre da Embaixada de Espanha – perdeu-se aqui uma oportunidade em unir num contínuo verde a FCG à embaixada, por exemplo)

2. Na operação de permutas de terrenos, no mínimo altamente duvidosa, mas quem calou consentiu e agora o pelicano até patrocina o concurso do Parque Urbano, como se fosse um grande agente da cidade!!

3. O estrangulamento rodoviário, que seria o grande desafio a resolver (quiçá com mini-túneis cirúrgicos…) vai continuar e acentuar-se, com o fim do atravessamento automóvel da praça: no final da Av.Gulbenkian, para quem virar para a Av. AAAguiar ou para a Av. Combatentes; no final da Av. Berna, junto à Praça de Espanha; e, bastante pior, a quem vem da Av. Combatentes para ir para a Av. Gulbenkian, que passará a andar aos “s”, no interior da malha urbana.

Ou seja, este concurso (que devia ter sido devia ter sido internacional…) devia abranger os próprios termos de referência da unidade de projecto, a montante. Assim, é mais uma laracha para entreter o pessoal com uns patinhos e umas plantas.

Vão a Madrid ver a circular e talvez aprendam qualquer coisa sobre como se planeia uma cidade, não sei. Mas é apenas o que eu "axo" e por isso vale pouco. :-)

16/07/2017

Pois é, se ninguém travar o Montepio e a CML a Gôndola vai abaixo ...


© coisas [in]fungíveis

«Praça de Espanha, em Lisboa
Posted on Julho 14, 2017 by coisasinfungveis


[...]

Praça: s. f., lugar público e amplo geralmente rodeado de edifícios e onde desembocam várias ruas; largo; rossio.

Praça (de Espanha): espaço urbano desarticulado e desconexo para a qual o Município elabora sucessivos planos que não conclui, mas vai parcialmente executando, ao mesmo tempo que o aproveita para resolver necessidades circunstanciais.

Um acaso da vida que proporcionou o encontro com a proprietária do Restaurante La Gondola, levou-me a querer saber um pouco mais sobre esse edifício no final da Avenida de Berna, cuja demolição é o destino provável, e, por extensão, sobre a Praça de Espanha.

O restaurante fica no atual número 64 da avenida que já foi Rua Martinho Guimarães[1], e passou a Rua de Berne, logo em novembro de 1910 em homenagem a uma das três cidades europeias que à data eram capitais de uma república (Berna, Paris e, desde 5 de outubro desse ano, Lisboa)[2].

O projeto do edifício será de 1928 e o seu autor o construtor Júlio Salustiano (?) Rodrigues[3]. Em 1929, na sequência do parecer do Conselho de Arte e Arquitetura da Câmara Municipal de Lisboa, o desenho da fachada principal foi alterado e substituído por este:

© Arquivo Municipal de Lisboa, Obra n.º 33604, processo n.º 9523/SEC/PG/1928, fl. 14 [...]»

24/05/2016

Praça de Espanha vai ter parque urbano e menos espaço para o automóvel


In Público Online (25.5.2016)
Por INÊS BOAVENTURA

«A Câmara de Lisboa discute esta quarta-feira o futuro do espaço. Está prevista uma “alteração substancial” do sistema viário e o surgimento de um edifício, com uma altura máxima de 145 metros, no sítio do antigo mercado

A criação de “um parque urbano de escala citadina” é uma das apostas da Câmara de Lisboa para a Praça de Espanha, área cujo futuro vai ser discutido esta quarta-feira. A proposta do município prevê que no espaço do antigo mercado nasça um edifício com uma altura máxima de 145 metros e que no lado oposto da Avenida dos Combatentes surjam várias construções, incluindo uma esquadra da PSP e um lar e centro de dia. A delimitação da chamada Unidade de Execução da Praça de Espanha e os seus Termos de Referência vão ser apreciados na reunião camarária desta quarta-feira.

Na proposta, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, sublinha que aquilo que se pretende é “adoptar uma solução integradora que consiga materializar a conciliação entre a requalificação do espaço público, a circulação viária e ainda a concretização imediata dos direitos de edificabilidade anteriormente assumidos com a Lusitânia e o Montepio” para o terreno onde estão actualmente localizados o restaurante La Gôndola e uma esquadra da PSP. Hoje, diz-se nos Termos de Referência desta Unidade de Execução, a Praça de Espanha “apresenta-se como uma estrutura urbana desarticulada e desconexa”, marcada por uma “desumanização” do espaço central e por uma “valoração e priorização do uso automóvel”. “A Praça de Espanha há muito que reclama uma solução integradora que consiga materializar a conciliação entre o espaço público e a circulação viária”, acrescenta-se no documento, no qual se elencam os objectivos a alcançar. A “afirmação de uma nova polaridade urbana”, a “reformulação da rede viária através da libertação e descongestionamento do espaço público a favor do peão” e a “criação de um amplo parque urbano, seguro e confortável” são alguns deles.

No documento, ao qual o PÚBLICO teve acesso, explicita-se que a zona de intervenção em causa tem uma área de 10,45 hectares, divididos pelas freguesias das Avenidas Novas, Campolide e São Domingos de Benfica. Para “espaços verdes e de utilização colectiva” está prevista a afectação de “aproximadamente 35.200 m2 de terreno, o que corresponde a uma área muito superior à que resulta da aplicação do parâmetro de dimensionamento fixado no PDM [Plano Director Municipal].

Sobre o já mencionado parque urbano, diz-se que haverá uma “amplicação da área central” da Praça de Espanha com vista à sua criação e que o projecto paisagístico a concretizar “será objecto de concurso público”. A intenção da câmara é que o novo parque seja “devidamente integrado na cidade” e tenha “expressão relevante para a fixação de actividades de recreio e lazer”, apresentando-se “estruturado por percursos pedonais de continuidade com a malha urbana envolvente e bem servido de transportes públicos”. Outra das operações previstas para esta Unidade de Execução é a criação de “um parque de estacionamento público sob a Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, na proximidade do Instituto Português de Oncologia”. Em relação à circulação automóvel, prevê-se uma “alteração substancial da estrutura do sistema de circulação existente” e que se considera ser hoje “excessivamente ocupado por vias”. A este nível, as modificações propostas são estas: prolongar a Av. Columbano Bordalo Pinheiro, promovendo a ligação à Av. Santos Dumont, ligar a Av. Dos Combatentes à Av. António Augusto de Aguiar (no sentido noroeste-sudeste), ligar a Av. De Berna à Av. Calouste Gulbenkian (no sentido nascente-poente) e suprimir o atravessamento da Praça de Espanha através da Av. dos Combatentes. Quanto às operações urbanísticas previstas para as diferentes parcelas desta Unidade de Execução, o município detalha que no terreno em que antes funciona um mercado (desactivado em Setembro de 2015) “prevê-se a realização de uma obra de construção nova”. A altura máxima desse “novo edifício”, diz-se, “não deverá ultrapassar a cota máxima de 145 m [metros]”. Quanto à parcela do outro lado da Av. dos Combatentes, que tal como a anterior é propriedade municipal, aquilo que se propõe é “um modelo compacto de ocupação do território com a localização de funções urbanas de maior centralidade”. [...]»

08/09/2015

F-I-N-A-L-M-E-N-T-E! O pior é que irão construir em altura, quase pela certa... lá vai sombra imensa sobre o IPO e uma parede de betão no topo da Praça de Espanha, vai uma aposta? ;-)


In Público 7.9.2015
Por Inês Boaventura

«Mercado da Praça de Espanha, em Lisboa, chega ao fim

O pagamento de indemnizações aos 69 feirantes vai ser discutido quarta-feira pela Câmara de Lisboa.

O mercado da Praça de Espanha, em Lisboa, cujo fim vinha sendo anunciado há vários anos, vai ser desactivado até ao final do mês. A intenção da câmara é converter “um espaço urbano desarticulado e desconexo” numa “praça pública de qualidade”.

Esta quarta-feira, a Câmara de Lisboa vai discutir o pagamento de um total de cerca de 820 mil euros aos 69 comerciantes que exerciam actividade no mercado, a título compensatório. De acordo com a proposta assinada pelo presidente do município, foram fixados três prazos para os diferentes negociantes desocuparem o espaço, o último dos quais termina a 30 de Setembro.

Na proposta, Fernando Medina nota que a Praça de Espanha se apresenta hoje como “um espaço urbano desarticulado e desconexo, com um sistema viário sobredimensionado que impede a fruição do espaço público”. Aquilo que se pretende agora, acrescenta, é reconverter o espaço, através da “criação de uma praça pública de qualidade perfeitamente integrada na malha urbana, com vocação relevante para a fixação de actividades de lazer, estruturada por percursos pedonais de continuidade com a envolvente e bem servida por transportes colectivos”. [...]»

20/12/2012

Lisboa quer fazer da Praça de Espanha um 'jardim de utilização intensa'

Por LUSA/SOL On line (19/12/2012)

«A Câmara de Lisboa aprovou hoje uma proposta para fazer da Praça de Espanha um "jardim de utilização intensa", retirando o terminal de autocarros, a feira e a rua que atravessa a praça.

A Câmara de Lisboa aprovou hoje, com o voto contra do PCP e a abstenção do PSD e do CDS-PP, o envio para discussão pública do projecto, cujo objectivo é "tornar utilizável a área central da Praça de Espanha e fazer dela um jardim de utilização intensa", disse o vice-presidente da câmara, Manuel Salgado.

O vereador do Planeamento e Política de Solos disse que "é possível, retirando os comerciantes e o terminal de transportes, fazer uma rotunda triangular e ganhar quatro hectares de terreno e fazer um jardim".

"É um ganho substancial de espaço verde público nesta zona", considerou.

À agência Lusa, o vice-presidente acrescentou que o terminal de autocarros será desviado para Sete Rios e que a feira será desviada para o Bairro das Amendoeiras.

Manuel Salgado disse que o valor da intervenção ronda os 11 milhões de euros, que "serão suportados pelo banco Montepio e a companhia de seguros Lusitânia", que se querem fixar em terrenos municipais da Praça de Espanha, pelo "acerto de terrenos e compensações".

O autarca socialista indicou que em Janeiro será lançado um concurso público de ideias de arquitectura e paisagismo para "encontrar a melhor solução" para a zona, para que, em Maio "exista uma proposta de solução" definida.

O vereador do CDS-PP, António Carlos Monteiro, relembrou que esta é uma proposta semelhante a uma apresentada pela candidatura 'Lisboa Com Sentido', uma coligação que juntou o PSD, CDS-PP, PPM e MPT nas últimas eleições autárquicas, questionando quais os fundamentos para a autarquia alterar o limite de edificabilidade estabelecido no Plano Director Municipal (PDM).

Um ponto que foi levantado também pelo vereador do PCP presente na sessão, Carlos Moura, que questionou ainda a autarquia pela utilização de uma unidade de execução e não de um plano de pormenor nesta matéria.

Os vereadores mostraram-se preocupados também com a situação futura dos comerciantes da Praça de Espanha...»


...

Bom, parece que o túnel deu lugar a um triângulo... por mim, retirava-se já aquela feira imunda, e plantavam-se árvores. No lote vago pelo Teatro Aberto, plantavam-se mais árvores. O terminal de autocarros em Sete-Rios? Bom, aquilo já é a nova "câmara de gás" de Lx, pelo que acho que devem ficar no mesmo sítio, o problema, aliás, é o tipo de autocarros que estacionam (sucata, basicamente) na Praça de Espanha, e as paragens dos mesmos, num suposto "terminal de passageiros", digno de sucata, também; mas como já se percebeu que esses terrenos do tal de terminal são para construção em altura e "remate" urbanístico, por isso é que aparecem os 11 milhões, é isso?

13/07/2011

Passes vitalícios para a rede de eléctricos...

... estão a ser oferecidos na cidade espanhola de Múrcia em troca do automóvel pessoal.
Radicalismo ou medida visionária?



http://www.mejorentranvia.com

09/03/2009

Apresentação de espaço para nova esquadra na Praça de Espanha


In Site da CML:

«O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, apresentou hoje, dia 6 de Março, uma moradia propriedade municipal que pretende ceder ao Ministério da Administração Interna para instalação de uma nova esquadra da PSP na Praça de Espanha (Av. Santos Dumont, 75).

Acompanhado numa visita ao local pelos presidentes das juntas de freguesia de Nossa Senhora de Fátima e São Sebastião da Pedreira, Maria Idalina Flora e Nelson Antunes, o autarca confessou “estar preocupado com a ausência de um plano de policiamento de proximidade, que tem levado ao encerramento de diversas esquadras na cidade, na maioria dos casos por falta de obras de conservação e ausência de condições para o exercício das funções de segurança”, como sucedeu recentemente com duas esquadras localizadas na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Em declarações à imprensa, António Costa revelou a existência de “más relações do município com o Estado na área da segurança nos últimos tempos”, dando como exemplo o atraso na abertura de uma esquadra na Rua da Palma, “que se arrasta há anos”, e outra na Alta de Lisboa em espaços cedidos pela Câmara, para além de um terreno cedido para as futuras instalações do Comando Metropolitano de Lisboa, que “também não acolheu disponibilidade do Estado”.

Depois de se manifestar preocupado com as questões de segurança na cidade, o autarca justificou a necessidade de intervenção do município com a “falta de respostas” e com a “ausência de uma visão global e estratégica para resolver os problemas por parte do Estado”. António Costa disse estar “disponível para colaborar” com a tutela e confirmou que vai marcar uma reunião com a Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo, que considera ser “um canal de diálogo sério e credível com o Estado”. “Vamos exigir a instalação efectiva de uma esquadra nesta casa municipal e é necessário que o Estado altere a postura que tem tido com a Câmara de Lisboa em matéria de segurança”, defendeu.

Para além de afirmar que um plano de policiamento de proximidade é “fundamental para resolver os problemas de insegurança na cidade”, o autarca considerou que “não é preciso existir uma esquadra em cada esquina mas é necessário haver mais polícias nas ruas”.»

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Acrescento eu que tudo se resume a um negócio de moradias, senão veja-se:

Mesmo ao lado, mandou Santana Lopes abaixo uma outra moradia propriedade da CML, que se encontrava ocupada ilegalmente. Manda a verdade que nunca aquela casa devia ter sido demolida, já que fazia par com esta outra. Agora, seriam as duas utilíssimas para a esquadra. Mas há mais vivendas envolvidas nesta coisa:


A polícia foi despejada da vivenda nº 44 da martirizada Avenida João Crisóstomo (foto imediatamente acima) e, ou muito me engano, ou lá vem emparcelamento pela certa com a vivenda imediatamente a seguir (foto abaixo).


Pago para ver se o proprietário de ambas as vivendas da João Crisóstomo não é já só um. E que ali vai nascer um imenso edifício?!

Ah, é verdade, a casa que foi demolida deu lugar a um amplo descampado, paredes-meias com o terreno liberto do barracão do Teatro Aberto, que ali está a 'respirar' (citando Santana Lopes) desde há 5 anos. Já se está mesmo a ver onde vai parar a respiração, não está?