Mostrar mensagens com a etiqueta Praça do Chile. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Praça do Chile. Mostrar todas as mensagens

27/01/2017

Está (é) muito bonito, sim senhor, mas precisa de mais recheio ...


In O Corvo (27.1.20178)
Por Samuel Alemão

«Mercado de Arroios reabre remodelado e inaugura a marca “Mercados de Lisboa”

Um investimento municipal de cerca de um milhão de euros, no qual se incluiu a remodelação de todos os sectores de venda, a substituição do pavimento, a pintura do interior, uma nova rede de águas, rampas para pessoas com mobilidade reduzida e novos elevadores. É assim que se apresenta o renovado Mercado de Arroios, situado entre a Praça do Chile e a Alameda Dom Afonso Henriques e cuja apresentação pública se realizará neste sábado (28 de janeiro), a partir das 10h. O momento, assinalado por um programa de animação que procura chamar a atenção da população para aquela área comercial, será aproveitado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) para promover a nova marca “Mercados de Lisboa”, sob a qual pretende tornar mais atraente junto do grande público o conjunto de 25 mercados que tutela – o que segue as orientações definidas no recém-aprovado Plano Municipal dos Mercados de Lisboa 2016-2020. [...]»

23/04/2015

LISBOA ENTRE SÉCULOS: Avenida Morais Soares 157




Depois de anos sem obras, maltratado e sujo, agora aqui está devoluto com janelas abertas a pedir um acidente... É mais um exemplar do periodo Lisboa Entre Séculos em risco de ser demolido.

07/08/2014

Mercado de Arroios: "obras a sério" são o quê, exactamente? Já agora, podiam divulgar o projecto?


Segundo notícia de O Observador (aqui), o Mercado de Arroios vai entrar em "obras a sério" já em Setembro. Ele precisa de obras, claro está, e é bom que o reabilitem. Mas teme-se pelo desvirtuar irreversível de um edifico modernista que é dos melhores do género em Portugal («bastante puro na sua concepção modernista heróica!», segundo especialista) apesar dos maus tratos e incompreensão a que tem sido sujeito. Fala-se em demolições no interior... Depois do que se fez ao belo mercado do Chão do Loureiro, espera-se o pior... Pede-se ao Sr. Vereador Manuel Salgado e à Sra. Presidente da Junta de Arroios que divulguem o projecto em causa, por favor, antes que seja tarde demais ...

06/06/2014

Pedido de Arborização da Rua Morais Soares

Resposta do Vereador Manuel Salgado, ao nosso e-mail de 18 de Fevereiro deste ano:

...


Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa


C.c. Vereador Manuel Salgado, AML e Junta de Freguesia

Como é do conhecimento de V. Exa, o eixo Praça do Chile - Rua Morais Soares - Praça Paiva Couceiro (e adjacentes) é um dos locais mais concorridos de Lisboa, seja no que se refere a comércio e serviços, seja como de movimento automóvel.

Sendo inicialmente atravessado por uma linha de eléctrico e por uma faixa central arborizada, foi-se transformando, ao longo dos anos, num espaço público completamente desqualificado, de prédios envelhecidos e descaracterizados, um paraíso do estacionamento selvagem, uma auto-estrada urbana suja e sem qualquer espaço para peões.

Aliás, deve ser um dos espaços mais visíveis de Lisboa onde a 2.ª fila está institucionalizada, pois além das faixas laterais para estacionamento, é possível deixar um automóvel estacionado, durante dias, em 2.ª fila, mesmo em zona de paragem de transportes públicos, sem que exista qualquer fiscalização.

Uma Avenida com quatro faixas, vê o seu trânsito massivo de automóveis e diversas carreiras de autocarros, comprimido em apenas duas faixas de trânsito.

Por outro lado, o movimento massivo de peões tem de se contentar com um passeio de meio metro que, ainda assim, pode estar ocupado com estacionamento. Ao longo deste eixo e nas ruas laterais não existe uma qualquer zona de estadia ou arborizada (o mesmo se repete ao longo da Avenida Afonso III e laterais).

Ainda que os estabelecimentos comerciais da zona tenham vindo a descaracterizar-se fortemente (um efeito que se tem prolongado ao longo da Avenida Almirante Reis até à Alameda Afonso Henriques), a verdade é que a zona continua a ser um grande pólo de atracção, beneficiando da presença de uma estação de metro.

Constata-se que o projecto de renovação deste eixo sempre esteve inscrito no Orçamento Participativo mas nunca logrou obter o número de votos suficientes. Tal, contudo, não deverá ser impedimento de uma actuação da autarquia. Estamos em crer que uma intervenção no espaço público poderá melhorar significativamente a imagem da zona, tornando-a um pouco mais atractiva.

A eliminação de estacionamento selvagem, libertaria espaço para os peões e possibilitaria a plantação de árvores que, devido ao tamanho da rua, não necessitariam de ser de grande porte. Ou, em alternativa, a eliminação de estacionamento selvagem permitirá a construção de uma faixa central arborizada que, mesmo que tivesse a mesma dimensão daquela que existe na Av. Almirante Reis, já seria um grande melhoramento (vide imagens em anexo).

A arborização das ruas laterais e transversais permitiria eliminar o estacionamento selvagem e melhorar a qualidade de vida dos residentes.

Em segundo, a criação de faixas bus ao longo da avenida, com a adequada fiscalização, permitiria eliminar o estacionamento em segunda fila já institucionalizado, melhorando a fluidez do transporte individual e colectivo.

Olhando para outros exemplos, como a Av. Columbano Bordalo Pinheiro, entendemos que um nível menor de investimento se poderá produzir uma alteração gigantesca da qualidade de vida e atractividade de uma zona esquecida de Lisboa.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Pedro Malheiros Fonseca, Jorge Lima, Nuno Caiado, Jorge Pinto, Beatriz Empis, Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, Inês Barreiros, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Mineiro, Carlos Leite de Sousa, Gonçalo Maggessi, Júlio Amorim, Virgílio Marques, José Filipe Toga Soares

12/09/2011

Junto à Praça do Chile: Retiradas 19 pessoas de prédio em Lisboa que ameaçava ruir


In Público (11/9/2011)
Por Inês Boaventura

«Dezanove pessoas foram hoje retiradas de um prédio na Rua Morais Soares, em Lisboa, depois de se ter concluído que o imóvel estava em risco de ruir.

O número 157 da Rua Morais Soares "já estava referenciado nos serviços da Câmara de Lisboa e da Protecção Civil pelo seu mau estado de conservação", segundo explicou ao PÚBLICO a directora da Protecção Civil de Lisboa. Emília Castela acrescentou que o privado proprietário do imóvel já tinha sido intimado para a realização de obras, que não chegaram a concretizar-se.

Esta manhã, na sequência de uma denúncia de uma das moradoras do prédio de cinco pisos, verificou-se que "houve um agravamento do mau estado de conservação da caixa das escadas e da clarabóia", como adiantou Emília Castela. Face a isso, a Protecção Civil concluiu que seria "mais prudente" proceder à evacuação do imóvel, nas imediações da Praça do Chile.

Fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa precisou que o alerta para esta situação foi dado às 9h38, tendo os trabalhos sido dados como concluídos às 14h58, depois de técnicos camarários terem concluído que o prédio ameaçava ruir. Como o PÚBLICO constatou no local, o edifício na esquina com a Rua Francisco Sanches encontra-se agora rodeado de barreiras metálicas. A porta do prédio está fechada a cadeado e as três lojas existentes-- duas de roupa e um cabeleireiro -- estão encerradas.

Os serviços da Câmara de Lisboa realizarão amanhã uma nova vistoria para detectar, como explicou a directora da Protecção civil Municipal, se é necessário proceder "ao despejo total de pessoas e bens".

Hoje as 19 pessoas que tiveram de abandonar as suas casas tiveram apenas oportunidade para retirar do local bens como documentos, medicação e alguns produtos de higiene. Segundo Emília Castela os desalojados têm idades variadas, incluindo-se entre eles crianças e idosos. Alguns foram para casas de familiares, outros alojados pela Santa Casa da Misericórdia ou em pensões. »

09/09/2011

pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública?


Att. CML

pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública (Av. Alm. Reis? X Pç Chile), qual publicidade disfarçada e gratuita?
este sinal de trânsito (P com seta) existe no código da estrada?
este sinal está mal colcocado e tapa parcialmente o seguinte
este sinal provoca poluição visual
pelo mesmo particular foi colocada outra sinalização
quererá a CML intervir ou deixa ficar tudo como está?

o gradeamento está em mau estado
cumprimentos
NC

14/07/2011

Mais outro à vida


Rua Alves Torgo, 39-51

Depois da Informação Prévia aprovada em 2009, com vista à construção de um imóvel de 5 pisos no local desta antiga e emblemática construção ao Chile, prepara-se a implementação do que foi aprovado então, com base no argumento da moda da cércea. Tem graça ser a Soc. Voz do Operário a ser o seu promotor de semelhente coisa. E pronto, lá vai mais um antigo.

16/08/2010

Lisboa: Graffiti cobrem palácios abandonados

in Correio da Manhã
14 Agosto 2010


Visconde do Rio Seco dificilmente pensaria no século XIX ter graffiti em vez de azulejos na fachada de sua casa. Dois séculos depois, o azul dos painéis deu lugar a inscrições, que dão um sinal de abandono ao palácio da camara de Lisboa.
Este é um dos muitos exemplos de edifícios em Lisboa que, apesar de constarem do Inventário do Património Municipal, estão marcados com graffiti, degradados ou abandonados há anos.
Muitos são propriedade municipal, como é o caso do Palácio Visconde do Rio Seco, na rua da Atalaia, que a autarquia já quis vender para que fosse transformado em hotel de charme, mas cujo destino ficará traçado com a futura instalação de uma esquadra da PSP.
Quando a Lusa visitou o local, alguns funcionários da Câmara de Lisboa retiravam do interior azulejos que ali haviam sido guardados.
O abandono chegou também à Quinta Nossa Senhora da Paz, no Lumiar, que a autarquia pretende ceder parcialmente (em direito de superfície) à Área Metropolitana de Lisboa, que ficará com a obrigação de reabilitar os edifícios abrangidos pela área a ceder.
Os privados não tiveram melhor sorte. Um exemplo quase chocante é o antigo convento onde chegou a estar instalado o Hospital de Arroios, na Praça do Chile.
Há seis anos ainda houve uma tentativa de o transformar em condomínio de habitação, demolindo quase integralmente o hospital, um projecto analisado na sequência da sindicância aos serviços do Urbanismo da autarquia e que, por violar o Plano Director Municipal (PDM), acabou por não avançar.

06/08/2010

Hospital de Arroios é embaraço sem solução

In Jornal de Notícias (6/8/2010)
Telma Roque

«Há mais de 15 anos ao abandono, o antigo Hospital de Arroios, em Lisboa, é um incómodo cada vez maior para os moradores da zona. É todo um quarteirão situado junto à Praça do Chile que mais não serve senão para grafitar e consumir droga. "É triste", dizem.

A imponente carcaça embaraça a zona de Arroios e a cidade. Não têm faltado projectos imobiliários, mas encalham muito antes de saírem do papel. O último, que previa a construção de um condomínio de luxo, esbarrou no Plano Director Municipal de Lisboa, que não permitia a construção dos dois últimos pisos pretendidos pela empresa promotora, nem a demolição quase integral daquele complexo.

Sem um rumo traçado, é o tempo que comanda, imprimindo as suas marcas no que resta do Hospital de Arroios, outrora Hospital Rainha D. Amélia. As paredes caem aos pedaços, os grafitos multiplicam-se e a vegetação vai crescendo e engolindo o betão.

Por enquanto, o único projecto existente passa pelo aproveitamento do espaço exterior para a criação de uma bolsa de estacionamento provisória com mais de uma centena de lugares. Uma mão cheia de nada para um complexo que integra um convento e uma igreja setecentista de elevado valor arquitectónico, mas cujos azulejos, por exemplo, foram já há muito pilhados.

«É triste este cenário, além de causar muita insegurança, devido ao entra e sai de toxicodependentes e sem-abrigo. Há pouco mais de um mês, a polícia tirou de lá um homem morto. Uma miséria?, sublinha Joaquim Ferreira, que mora em Arroios há 40 anos. ?Bem que podiam fazer um jardim?, sugere. Como ele, também Maria de Lurdes, outra moradora, ainda se lembra do velho Hospital em funcionamento. ?E tanta falta que faz?, desabafa a mulher.
“Houve uma altura em que havia seguranças. Depois, deixou de ser vigiado e foi o descalabro. Os portões estão fechados mas eu vejo gente a saltar lá para dentro todos os dias”, assegura, por sua vez, Abílio Lourenço, que trabalha na Praça do Chile.

Ainda esta semana, o partido «Os Verdes» entregou um requerimento na Assembleia Municipal a pedir esclarecimentos sobre o parque de estacionamento temporário e o destino a dar ao património do hospital, nomeadamente a igreja, pátio e convento.

O antigo Hospital de Arroios nasceu em 1892 a partir do Convento de Nossa Senhora da Nazaré, um colégio de jesuítas fundado em 1705. Acolhia doentes com peste, cólera, varíola, lepra e tuberculose. Em 1898, e já como Hospital Rainha D. Amélia, passou a unidade especializada no tratamento e prevenção da tuberculose. Ganhou o nome de Hospital de Arroios em 1911.»

...

Triste sina a deste antigo Convento/ Hospital. Este processo não é tão simples como aparenta e muita da culpa dele estar como está deve-se à CML ao longo desses anos. Logo quando deixou de ser hospital devia ter feito valer os interesses da cidade ao Estado. Depois foi sendo permissiva a uma série de trapalhadas e trafulhices. Este caso devia ter sido passado a pente fino pela célebre e inócua sindicância, mas não foi. Agora, cada qual assobia para o lado, na esperança de que aquilo desabe tudo. Triste sina a do património de Lisboa.

17/09/2009

praça do chile


que selvajaria!
deveria haver regras de modo a que os cartazes (que utilidade terão hoje?) dos candidatos não fossem implantados do modo aberrante que a foto mostra
até porque a seguir ninguém vai reparara os buracos, não é verdade?


NC

20/08/2008

Antigo Hospital de Arroios em degradação e sem solução à vista a curto prazo

in Público 20.08.2008, por Ana Nunes
Reajustamentos ao projecto de reconversão arrastam-se desde 2004, mas há receios de que parte do importante património arquitectónico possa ser destruído

«Aquele que foi em tempos o Hospital de Arroios, situado na central Praça do Chile, em Lisboa, encontra-se ao abandono. O cenário de degradação é visível nas janelas partidas e abertas, no metal corroído e nos bocados de parede que já saltaram. Pombos e toxicodependentes são os actuais ocupantes daquele edifício histórico. O espaço aguarda uma "recuperação parcial do antigo convento", prevendo-se ainda "um espaço de habitações, zonas comercial e verde, para uma praça que bem precisa", adiantou ao PÚBLICO Miguel Correia, arquitecto responsável pelo projecto. O arquitecto relatou que o projecto foi feito em 2004, tendo sido pedido um "reajustamento por parte da Câmara de Lisboa e do actual Igespar", que segundo Miguel Correia foi "elaborado na época". Passados quatro anos, ao que tudo indica o projecto estará actualmente em fase de "apreciação" pela autarquia. Contactado pelo PÚBLICO, o vereador José Sá Fernandes afirmou que "sempre esteve e continua a estar contra a demolição de elementos arquitectónicos" que considera serem "fundamentais no edifício". Parte do claustro e da capela do convento onde funcionou o antigo hospital são elementos que o vereador considera que "devem ser mantidos e nunca deverão ser demolidos".

Nos muros que ladeiam o edifício, com uma área total de 6402 metros quadrados que abrange a Praça do Chile, a Avenida Almirante Reis e a Rua Quirino da Fonseca, pode ver-se um misto da sujidade de pombos com graffiti que desagradam à vista de quem passa. Aos cartazes que se amontoam na parede já saiu a cor e as ervas crescem no interior. Nuno Matos é residente no local há 20 anos e, tal como muitos outros, afirma desconhecer qual será o futuro daquele espaço. "Há muitos anos que se fala que irá haver uma intervenção, mas ao certo nada sabemos", disse o morador, que expressou o desejo de "ver este espaço diferente, reaproveitado, mas mantendo toda a estrutura do convento e do hospital que já aqui estiveram". Marta Dias, comerciante na zona, acrescentou ainda que "a zona se está a deteriorar" com a presença dos toxicodependentes e sem-abrigo no local, razão pela qual a Praça do Chile "já não é um local seguro". Actualmente, a igreja existente no local está ao serviço da comunidade ucraniana do Rito Bizantino.

Confrontado com a situação, o presidente da Junta de Freguesia de São Jorge de Arroios, João Taveira (PSD), afirma que nunca nada foi comunicado à junta sobre o espaço. "É lamentável que não haja uma decisão e que este como muitos outros edifícios na freguesia estejam abandonados e a degradar-se", referiu.
O Convento de Arroios foi construído em 1705, com financiamento de D. Catarina de Bragança, e funcionou até 1755 como colégio de formação de jesuítas. Em 1756, o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas e o edifício foi ocupado por freiras franciscanas. O Estado tomou conta do imóvel em 1890, passando o espaço a ser o Hospital de Arroios. No início de 2004, o espaço foi adquirido por uma imobiliária do grupo Fibeira, controlada pelo empresário Armando Martins, que apresentou na câmara um projecto de construção nova - para um "condomínio com habitação e comércio" -, reprovado por não salvaguardar os valores patrimoniais. Em Novembro de 2004 o projecto era aprovado e previa a construção de 150 apartamentos e 17 lojas, em nove blocos de seis a oito pisos, e só a igreja e os claustros se mantinham. Em Fevereiro de 2005, a demolição foi aprovada, mas em 2008 o futuro é incerto.»
Foto: Portal da Igreja do Convento de Arroios em 1948, fotografia de Eduardo Portugal