Por Samuel Alemão
27/01/2017
Está (é) muito bonito, sim senhor, mas precisa de mais recheio ...
Por Samuel Alemão
23/04/2015
LISBOA ENTRE SÉCULOS: Avenida Morais Soares 157
Depois de anos sem obras, maltratado e sujo, agora aqui está devoluto com janelas abertas a pedir um acidente... É mais um exemplar do periodo Lisboa Entre Séculos em risco de ser demolido.
07/08/2014
Mercado de Arroios: "obras a sério" são o quê, exactamente? Já agora, podiam divulgar o projecto?
Segundo notícia de O Observador (aqui), o Mercado de Arroios vai entrar em "obras a sério" já em Setembro. Ele precisa de obras, claro está, e é bom que o reabilitem. Mas teme-se pelo desvirtuar irreversível de um edifico modernista que é dos melhores do género em Portugal («bastante puro na sua concepção modernista heróica!», segundo especialista) apesar dos maus tratos e incompreensão a que tem sido sujeito. Fala-se em demolições no interior... Depois do que se fez ao belo mercado do Chão do Loureiro, espera-se o pior... Pede-se ao Sr. Vereador Manuel Salgado e à Sra. Presidente da Junta de Arroios que divulguem o projecto em causa, por favor, antes que seja tarde demais ...
06/06/2014
Pedido de Arborização da Rua Morais Soares
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Dr. António Costa
C.c. Vereador Manuel Salgado, AML e Junta de Freguesia
Como é do conhecimento de V. Exa, o eixo Praça do Chile - Rua Morais Soares - Praça Paiva Couceiro (e adjacentes) é um dos locais mais concorridos de Lisboa, seja no que se refere a comércio e serviços, seja como de movimento automóvel.
Sendo inicialmente atravessado por uma linha de eléctrico e por uma faixa central arborizada, foi-se transformando, ao longo dos anos, num espaço público completamente desqualificado, de prédios envelhecidos e descaracterizados, um paraíso do estacionamento selvagem, uma auto-estrada urbana suja e sem qualquer espaço para peões.
Aliás, deve ser um dos espaços mais visíveis de Lisboa onde a 2.ª fila está institucionalizada, pois além das faixas laterais para estacionamento, é possível deixar um automóvel estacionado, durante dias, em 2.ª fila, mesmo em zona de paragem de transportes públicos, sem que exista qualquer fiscalização.
Uma Avenida com quatro faixas, vê o seu trânsito massivo de automóveis e diversas carreiras de autocarros, comprimido em apenas duas faixas de trânsito.
Por outro lado, o movimento massivo de peões tem de se contentar com um passeio de meio metro que, ainda assim, pode estar ocupado com estacionamento. Ao longo deste eixo e nas ruas laterais não existe uma qualquer zona de estadia ou arborizada (o mesmo se repete ao longo da Avenida Afonso III e laterais).
Ainda que os estabelecimentos comerciais da zona tenham vindo a descaracterizar-se fortemente (um efeito que se tem prolongado ao longo da Avenida Almirante Reis até à Alameda Afonso Henriques), a verdade é que a zona continua a ser um grande pólo de atracção, beneficiando da presença de uma estação de metro.
Constata-se que o projecto de renovação deste eixo sempre esteve inscrito no Orçamento Participativo mas nunca logrou obter o número de votos suficientes. Tal, contudo, não deverá ser impedimento de uma actuação da autarquia. Estamos em crer que uma intervenção no espaço público poderá melhorar significativamente a imagem da zona, tornando-a um pouco mais atractiva.
A eliminação de estacionamento selvagem, libertaria espaço para os peões e possibilitaria a plantação de árvores que, devido ao tamanho da rua, não necessitariam de ser de grande porte. Ou, em alternativa, a eliminação de estacionamento selvagem permitirá a construção de uma faixa central arborizada que, mesmo que tivesse a mesma dimensão daquela que existe na Av. Almirante Reis, já seria um grande melhoramento (vide imagens em anexo).
A arborização das ruas laterais e transversais permitiria eliminar o estacionamento selvagem e melhorar a qualidade de vida dos residentes.
Em segundo, a criação de faixas bus ao longo da avenida, com a adequada fiscalização, permitiria eliminar o estacionamento em segunda fila já institucionalizado, melhorando a fluidez do transporte individual e colectivo.
Olhando para outros exemplos, como a Av. Columbano Bordalo Pinheiro, entendemos que um nível menor de investimento se poderá produzir uma alteração gigantesca da qualidade de vida e atractividade de uma zona esquecida de Lisboa.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Pedro Malheiros Fonseca, Jorge Lima, Nuno Caiado, Jorge Pinto, Beatriz Empis, Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, Inês Barreiros, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Mineiro, Carlos Leite de Sousa, Gonçalo Maggessi, Júlio Amorim, Virgílio Marques, José Filipe Toga Soares
12/09/2011
Junto à Praça do Chile: Retiradas 19 pessoas de prédio em Lisboa que ameaçava ruir

In Público (11/9/2011)
Por Inês Boaventura
«Dezanove pessoas foram hoje retiradas de um prédio na Rua Morais Soares, em Lisboa, depois de se ter concluído que o imóvel estava em risco de ruir.
O número 157 da Rua Morais Soares "já estava referenciado nos serviços da Câmara de Lisboa e da Protecção Civil pelo seu mau estado de conservação", segundo explicou ao PÚBLICO a directora da Protecção Civil de Lisboa. Emília Castela acrescentou que o privado proprietário do imóvel já tinha sido intimado para a realização de obras, que não chegaram a concretizar-se.
Esta manhã, na sequência de uma denúncia de uma das moradoras do prédio de cinco pisos, verificou-se que "houve um agravamento do mau estado de conservação da caixa das escadas e da clarabóia", como adiantou Emília Castela. Face a isso, a Protecção Civil concluiu que seria "mais prudente" proceder à evacuação do imóvel, nas imediações da Praça do Chile.
Fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa precisou que o alerta para esta situação foi dado às 9h38, tendo os trabalhos sido dados como concluídos às 14h58, depois de técnicos camarários terem concluído que o prédio ameaçava ruir. Como o PÚBLICO constatou no local, o edifício na esquina com a Rua Francisco Sanches encontra-se agora rodeado de barreiras metálicas. A porta do prédio está fechada a cadeado e as três lojas existentes-- duas de roupa e um cabeleireiro -- estão encerradas.
Os serviços da Câmara de Lisboa realizarão amanhã uma nova vistoria para detectar, como explicou a directora da Protecção civil Municipal, se é necessário proceder "ao despejo total de pessoas e bens".
Hoje as 19 pessoas que tiveram de abandonar as suas casas tiveram apenas oportunidade para retirar do local bens como documentos, medicação e alguns produtos de higiene. Segundo Emília Castela os desalojados têm idades variadas, incluindo-se entre eles crianças e idosos. Alguns foram para casas de familiares, outros alojados pela Santa Casa da Misericórdia ou em pensões. »
09/09/2011
pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública?

Att. CML
pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública (Av. Alm. Reis? X Pç Chile), qual publicidade disfarçada e gratuita?
este sinal de trânsito (P com seta) existe no código da estrada?
este sinal está mal colcocado e tapa parcialmente o seguinte
este sinal provoca poluição visual
pelo mesmo particular foi colocada outra sinalização
quererá a CML intervir ou deixa ficar tudo como está?
o gradeamento está em mau estado
cumprimentos
NC
14/07/2011
Mais outro à vida

Depois da Informação Prévia aprovada em 2009, com vista à construção de um imóvel de 5 pisos no local desta antiga e emblemática construção ao Chile, prepara-se a implementação do que foi aprovado então, com base no argumento da moda da cércea. Tem graça ser a Soc. Voz do Operário a ser o seu promotor de semelhente coisa. E pronto, lá vai mais um antigo.
16/08/2010
06/08/2010
Hospital de Arroios é embaraço sem solução
Telma Roque
«Há mais de 15 anos ao abandono, o antigo Hospital de Arroios, em Lisboa, é um incómodo cada vez maior para os moradores da zona. É todo um quarteirão situado junto à Praça do Chile que mais não serve senão para grafitar e consumir droga. "É triste", dizem.
A imponente carcaça embaraça a zona de Arroios e a cidade. Não têm faltado projectos imobiliários, mas encalham muito antes de saírem do papel. O último, que previa a construção de um condomínio de luxo, esbarrou no Plano Director Municipal de Lisboa, que não permitia a construção dos dois últimos pisos pretendidos pela empresa promotora, nem a demolição quase integral daquele complexo.
Sem um rumo traçado, é o tempo que comanda, imprimindo as suas marcas no que resta do Hospital de Arroios, outrora Hospital Rainha D. Amélia. As paredes caem aos pedaços, os grafitos multiplicam-se e a vegetação vai crescendo e engolindo o betão.
Por enquanto, o único projecto existente passa pelo aproveitamento do espaço exterior para a criação de uma bolsa de estacionamento provisória com mais de uma centena de lugares. Uma mão cheia de nada para um complexo que integra um convento e uma igreja setecentista de elevado valor arquitectónico, mas cujos azulejos, por exemplo, foram já há muito pilhados.
«É triste este cenário, além de causar muita insegurança, devido ao entra e sai de toxicodependentes e sem-abrigo. Há pouco mais de um mês, a polícia tirou de lá um homem morto. Uma miséria?, sublinha Joaquim Ferreira, que mora em Arroios há 40 anos. ?Bem que podiam fazer um jardim?, sugere. Como ele, também Maria de Lurdes, outra moradora, ainda se lembra do velho Hospital em funcionamento. ?E tanta falta que faz?, desabafa a mulher.
“Houve uma altura em que havia seguranças. Depois, deixou de ser vigiado e foi o descalabro. Os portões estão fechados mas eu vejo gente a saltar lá para dentro todos os dias”, assegura, por sua vez, Abílio Lourenço, que trabalha na Praça do Chile.
Ainda esta semana, o partido «Os Verdes» entregou um requerimento na Assembleia Municipal a pedir esclarecimentos sobre o parque de estacionamento temporário e o destino a dar ao património do hospital, nomeadamente a igreja, pátio e convento.
O antigo Hospital de Arroios nasceu em 1892 a partir do Convento de Nossa Senhora da Nazaré, um colégio de jesuítas fundado em 1705. Acolhia doentes com peste, cólera, varíola, lepra e tuberculose. Em 1898, e já como Hospital Rainha D. Amélia, passou a unidade especializada no tratamento e prevenção da tuberculose. Ganhou o nome de Hospital de Arroios em 1911.»
...
Triste sina a deste antigo Convento/ Hospital. Este processo não é tão simples como aparenta e muita da culpa dele estar como está deve-se à CML ao longo desses anos. Logo quando deixou de ser hospital devia ter feito valer os interesses da cidade ao Estado. Depois foi sendo permissiva a uma série de trapalhadas e trafulhices. Este caso devia ter sido passado a pente fino pela célebre e inócua sindicância, mas não foi. Agora, cada qual assobia para o lado, na esperança de que aquilo desabe tudo. Triste sina a do património de Lisboa.
17/09/2009
praça do chile
que selvajaria!
deveria haver regras de modo a que os cartazes (que utilidade terão hoje?) dos candidatos não fossem implantados do modo aberrante que a foto mostra
até porque a seguir ninguém vai reparara os buracos, não é verdade?
NC
20/08/2008
Antigo Hospital de Arroios em degradação e sem solução à vista a curto prazo
in Público 20.08.2008, por Ana Nunes







