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02/02/2021

Parque Canino em respiradouro de aqueduto no Restelo - Pedido à JF Belém

Exmo. Sr. Presidente da JF de Belém
Dr. Fernando Ribeiro Rosa


CC. PCML, AML e media

Serve o presente para solicitarmos a essa Junta de Freguesia que não prossiga com a construção do parque canino da Rua Diogo Afonso/ Rua Tristão Vaz, no Restelo, por forma a não fazer do poço de respiração do aqueduto ali existente (ver fotos), provavelmente de construção contemporânea à do Aqueduto das Águas-Livres e por isso Património da cidade, um "urinol canino", como, inevitavelmente, irá acontecer.

Assim, solicitamos que em vez de fazer dessa construção, provavelmente oitocentista, o que acima referimos, antes dignifique esse respiradouro e o restante aqueduto e, dado saber-se muito pouco sobre o mesmo, contribua para a sua investigação e divulgação, valorizando-o com um projecto de paisagismo compatível com esta estrutura importante da Arquitectura da Água, por exemplo, desde logo iluminando-o de forma adequada.

Nada temos contra parques caninos, apenas consideramos que o local em apreço não é apropriado para um parque canino, até porque existem nas imediações diversos terrenos livres, ajardinados ou não, que podem perfeitamente servir esse propósito.

Pode contar essa Junta de Freguesia com o nosso apoio no sucesso desse projecto, na medida das nossas possibilidades, disponibilizando-nos, desde já, a reunir com V. Exa., caso haja interesse da V/parte, e a indicar investigadores especialistas na matéria, que possam ajudar a levar a bom porto tal projecto.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Beatriz Empis, Pedro de Souza, Ana Alves de Sousa, Virgílio Marques, Inês Beleza Barreiros, Pedro Cassiano Neves, Júlio Amorim, Helena Espvall, Marta Saraiva, Rui Pedro Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, Maria do Rosário Reiche, João Pinto Soares, Pedro Jordão

13/08/2017

Obras (ilegais?) a decorrerem no Centro Comercial do Restelo (MIP) - pedido à DGPC para intervir


Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva


CC.PCML, GVMS, JFBelém e media

Alertamos V. Exa. e os serviços dessa Direcção-Geral para o facto de estar a ser construída uma marquise em estabelecimento comercial que faz parte do Centro Comercial do Restelo classificado Monumento de Interesse Público (Portaria n.º 740-EV/2012, DR, 2.ª série, n.º 252 (suplemento), de 31-12-2012), conforme foto documenta, imediatamente ao lado da pastelaria "Careca".

Considerando que, relativamente, ao Centro Comercial do Restelo, seria de esperar um conjunto de acções pedagógicas a levar a cabo pela CML e pela DGPC junto dos respectivos proprietários no sentido daquele conjunto notável da nossa arquitectura dos anos 40 se libertar de todas as construções espúrias e demais adulterações levadas a cabo durante as últimas décadas (marquises, substituição de elementos originais, abertura de vãos, etc.) perguntamos: como é esta situação possível?

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, Virgílio Marques, Fátima Castanheira, Miguel Jorge, Maria do Rosário Reiche, Bruno Rocha Ferreira, Nuno Caiado, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Bruno Palma, Ana Alves de Sousa, Fernando Jorge

(foto de John Rosas Baker)

08/11/2016

Colocação de estátua de D. Nuno Álvares Pereira/São Nuno de Santa Maria em ZEP da Capela de São Jerónimo (MN) - pedido de esclarecimento à DGPC


Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva


C.C. JF Belém, PCML e Media

Vimos pelo presente solicitar esclarecimento à Direcção-Geral do Património Cultural sobre se existe aprovação desses Serviços à colocação da estátua de D. Nuno Álvares Pereira/São Nuno de Santa Maria no enfiamento da Capela de São Jerónimo, Monumento Nacional, no Restelo.

Com efeito, a referida estátua será inaugurada no dia 6, conforme orgulhosamente descrito na página da Junta de Freguesia de Belém no Facebook (https://www.facebook.com/juntafreguesiabelem/?fref=nf) e a imagem que junto anexamos.

Lembramos que a Capela de São Jerónimo é Monumento Nacional, possui Zona Especial de Protecção (http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70633), e o seu actual enquadramento paisagístico é da autoria do Arq. Gonçalo Ribeiro Telles.

Melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Alexandra de Carvalho Antunes, Júlio Amorim, Fernando Jorge, Maria do Rosário Reiche, Luís Serpa


Foto de André Remígio

...

Resposta da DGPC ("nada a opor"):

01/05/2014

Iluminação Pública

Uma amostra do que está para vir no Bairro do Restelo

16/09/2013

Recordar é viver


Alguém ainda se lembra da moradia da Rua de Alcolena, 28 (http://www.academia.edu/257101/O_N._28_da_Rua_de_Alcolena), e das promessas e aldrabices respectivas? Pois hoje a casa não só foi ampliada por construção de 'irmã' imediatamente ao lado, como a própria moradia feita por António Varela e Almada Negreiros, foi liminarmente demolida por dentro. Foi revendida, claro, e já está habitada. Uma imensa mancha na gestão de António Costa, por sinal, mas como ele próprio disse que não percebia os protestos perante casa tão feia, pintada de preto por dentro, assunto encerrado.


Texto editado

31/12/2012

Mais classificados!



A Casa da Moeda e mais um punhado de outros belos edifícios, acabado de classificar hoje como Monumentos de Interesse Público (http://dre.pt/sug/2s/getpartes.asp?s=dia&p=c&dr=252.2012S02).

Obrigado!

24/04/2012

EMEL em Alcântara, Ajuda, Belém, Restelo e Pedrouços, é preciso!

Resposta da EMEL:


Exmos. Senhores,

Encarrega-me o Sr. Presidente do Conselho de Administração, Dr. António Júlio de Almeida, de começar por lhes referir que a EMEL partilha a preocupação que nos expõem e tem trabalhado com determinação para a resolução de situações como as que nos apresentaram.

Relativamente à dificuldade de estacionamento, é um problema que existe em várias áreas de Lisboa, não sendo uma questão de resolução simples. As inúmeras solicitações que nos são endereçadas reflectem não só a aceitação, por parte da população em geral e de alguns grupos de cidadãos, como pelos seus representantes autárquicos, do sistema de ordenamento do estacionamento que nos compete implementar, mas servem, também, de forte incentivo ao prosseguimento da nossa actividade e do reconhecimento pela qualidade do nosso serviço.

Compreendemos a vossa preocupação em antecipar para quanto antes o momento da integração desta zona ocidental da cidade no sistema de estacionamento de duração limitada.

De facto, a vossa solicitação expressa claramente uma vontade que é, cada vez mais, partilhada pela grande maioria da população, nos mais diversos pontos da cidade de Lisboa.

Mas, neste actual quadro económico, face às imposições da “Troika” / Orçamento de Estado para 2012, conjugadas com a rejeição por parte da Assembleia Municipal do fim do valor da compensação anual a pagar pela EMEL à CML (fee) não nos é possível, pelo menos durante este ano, e uma vez que o Plano de Actividades e Orçamento já está em curso, expandir a actividade da EMEL para estas novas áreas.

Agradecendo desde já a proposta apresentada e a compreensão demonstrada, resta-nos reafirmar o nosso compromisso de trabalhar em prol da melhoria do estacionamento na cidade de Lisboa, sempre em total cooperação com os edis locais e com a população.

Com os melhores cumprimentos,
Ana Paula Lages,
Serviços Centrais |
servicoscentrais@emel.pt

...


Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa,
Exmo. Senhor Vereador da Mobilidade
Eng. Fernando Nunes da Silva

Cc. C.A.EMEL, AML, JFreguesia e Media


Passados que estão quase 20 anos sobre a fundação da EMEL, é um facto que a colocação de parquímetros em 1994 em muitas zonas da cidade, tal como a restrição à circulação e estacionamento automóvel em alguns dos bairros históricos (embora a sua operacionalidade deixe muito a desejar nos últimos anos), e algumas alterações estatutárias na EMEL; contribuíu para uma melhoria significativa da gestão do estacionamento, até então simplesmente inexistente. Contudo, constatamos que ainda há uma Lisboa onde, inexplicavelmente, não há EMEL.

Com efeito, Pedrouços, Restelo, Belém (com excepção do estacionamento na Praça do Império), Ajuda e Alcântara - bairros essencialmente residenciais, mas também com bastante comércio, hotéis e monumentos - estão fora da jurisdição da EMEL. Perguntamos quais as razões para que isso se verifique?

Exemplos de estacionamento abusivo não faltam nesses locais, todos os dias, provocando grave prejuízo, quando não um verdadeiro caos, na circulação automóvel e na circulação dos transportes públicos, designadamente nos eléctricos e nos autocarros; mas também nos próprios peões. Numa palavra, na população. Isso, aliado à existência de buracos, remendos e afins nos pavimentos e nas calçadas de muitos dos arruamentos, torna a situação insustentável e confrangedora, se comparada com a de outras zonas da cidade em que tal já não se verifica, ou, pelo menos, não com a mesma gravidade.

Caso exemplar é o que se verifica na Rua Luís de Camões (Alcântara), onde é comum assistir-se ao bloqueio da passagem dos autocarros por não haver espaço para circularem, tal a profusão de automóveis estacionados em 2ª fila, táxis ocupando indevidamente a rua, cargas e descargas durante todo o dia, veículos ocupando os passeios anarquicamente, etc. Por sinal, este é também um arruamento onde, claramente, se deveria proceder ao reperfilamento de passeios, abertura de estacionamento em espinha, etc.

Vimos, por isso, alertar V. Exas. para a urgência de uma intervenção em Pedrouços, Restelo, Belém, Ajuda e Alcântara, apelando a que sejam iniciados os devidos procedimentos conducentes ao alargamento da actividade da EMEL a estes bairros ... que são tão Lisboa como todos os outros onde se interveio no sentido de minorar os problemas de estacionamento para residentes, etc.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos.


Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, José Soares, António Araújo, Miguel Atanásio Carvalho, João Oliveira Leonardo, António Sérgio Rosa de Carvalho, Pedro Gomes e Pedro Machado

12/09/2011

Belenenses tenta novo projecto imobiliário

Vem hoje no Público, secção Desporto (!) que o Belenenses vai tentar aprovar na CML um projecto para construir health club, residência para idosos, clínica e polo universitário (?!). Envolve o Arq. Massapina e o Vítor Santos (Bibi). Assunto a seguir com atenção...;

Belenenses tenta projecto para a zona do estádio
Por Ana Henriques

Com o estádio do Restelo penhorado desde Maio, a direcção do Belenenses inicia hoje negociações com a Câmara de Lisboa para levar por diante um projecto imobiliário destinado a assegurar a sobrevivência do clube.

Nos 11 hectares situados pouco acima do Mosteiro dos Jerónimos, o Belenenses quer erguer um health club, uma clínica, uma residência para idosos e ainda um pólo universitário. A substituição do velho estádio por um novo equipamento, mais pequeno e moderno, não está prevista para esta primeira fase do projecto, assegura o presidente do clube, António Soares, que se recusa a falar em projecto imobiliário. "O que está em estudo é a requalificação do complexo desportivo através da construção de novos equipamentos", diz. "Não haverá nem habitação nem escritórios", afirmou em conversa com o PÚBLICO.

Há muito que o Belenenses tenta ultrapassar a complicada situação financeira em que se encontra, rentabilizando os terrenos do Restelo. Um projecto de 1999 previa a construção de condomínios habitacionais, comércio e serviços, além de um novo estádio. O facto de o clube se encontrar numa zona nobre e patrimonialmente protegida de Lisboa tem inviabilizado todos estes planos, sucessivamente chumbados pela autarquia.

António Soares admite que é a sobrevivência do clube, cujas dívidas atingem cerca de 20 milhões de euros, que está em causa. Depois de ter deixado de conseguir pagar os juros de um empréstimo de cinco milhões contraído em 2008 junto do Banif, o Belenenses viu, em Maio passado, o banco penhorar-lhe o estádio e respectivo terreno. "Como já chegámos a um acordo de pagamento com o Banif, quando agora terminaram as férias judiciais pedimos ao juiz para levantar a penhora", adianta o dirigente desportivo.

Como já sucedeu no passado com outros projectos, o Belenenses anda à procura de investidores para levar por diante o health club, a clínica, a residência para idosos e ainda o pólo universitário. António Soares não quer avançar nomes, mas o PÚBLICO sabe que um dos potenciais interessados é o empresário da construção civil Vítor Santos, "Bibi", conhecido pelas suas ligações ao Benfica.

Sócio do clube, o arquitecto Vasco Massapina tem estado envolvido nestas negociações, não tanto pelas suas aptidões profissionais mas "para tentar angariar investidores", diz António Soares. O projecto propriamente dito está a cargo de um atelier de arquitectura cujo nome o dirigente não quer, por enquanto, desvendar.

Certo é que a ligação de Massapina ao clube pode revelar-se vantajosa, como admite António Soares: o arquitecto integra o conselho consultivo do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, organismo que terá uma palavra decisiva sobre o projecto, dada a proximidade dos Jerónimos, monumento classificado como património mundial. "Vamos trabalhar com a Câmara de Lisboa para encontrarmos uma solução que possa ajudar o Belenenses", refere o dirigente. "Nos terrenos do clube o plano director municipal apenas permite equipamentos desportivos. Se algum dia a câmara mostrar abertura nesse sentido gostaríamos de demolir este estádio, que é de 1955, para construir um novo. Mas até agora isso não aconteceu", acrescentou.

As dificuldades financeiras obrigaram, há um ano, ao encerramento das piscinas do clube, que não voltaram a reabrir. Uma delas é olímpica. "Como durante anos não se fez a manutenção deste equipamento, a sua degradação era tal que o número de utilizadores não gerava receitas suficientes", explicou António Soares. "Tínhamos um prejuízo mensal de 25 mil euros". O projecto que vai ser apresentado na câmara prevê que no local onde as piscinas se encontram venha a ser construído um dos novos equipamentos destinados a equilibrar as contas do clube, devendo os tanques ser transferidos para outra zona do recinto.

Na temporada de 2009/2010, o Belenenses desceu à II Liga, onde se mantém ainda. Uma pouco honrosa posição para um clube que já conheceu dias de glória e é um dos raros emblemas portugueses a ter-se sagrado campeão nacional, feito que, além dele, apenas Benfica, FC Porto, Sporting e Boavista conseguiram.

08/03/2011

Lisboa do futuro: Os novos monstros do Restelo.

Um dos edifícios constantes do artigo “Lisboa do futuro” é este: Um mega centro de escritórios, e ao que parece também centro comercial, situado numa zona que deveria ser eminentemente residencial e de pequeno comércio. Virado a sul,com a frente toda toda em vidro (vai de certeza ser um exemplo de eficiência energética) afoga por completo as habitações existentes e ocupa um espaço que deveria ser a continuação do jardim.
Com os Jerónimos, a igreja de Caselas,praticamente abandonada , ou a capela de S. Jerónimo a curta distancia eis que aparece mais este edificio de gosto muito discutível.Encravado entre os prédios da EPUL e uma rotunda ocupa mais um dos raros terrenos ainda disponíveis e permeáveis no Restelo.
Mas isto não é o pior. O pior é que praticamente todos os terrenos vagos estão ocupados e cercados pela EPUL. Qualquer zona, ainda permeável, serve para construir deixando esta zona transformada numa selva de betão. Salva-se um pequeno terreno, onde nada cabia e que se juntou ao Parque dos Moinhos, e o próprio Parque dos Moinhos, em bom tempo construído, pois hoje isso seria ,muito provavelmente, impossível de acontecer.

26/10/2010

Bairro de casas económicas do Restelo.




Na foto de baixo, como era, nas de cima no que se tornou.Apenas um exemplo.

No bairro das casas económicas do Restelo parece que as obras já são licenciadas segundo o PDM que aí vem.
Com todas estas pemissões claro que o preço das casas sofreu um boom incrível.
Existe já um movimento de cidadãos e um abaixo-assinado em papel para assinar pela defesa do bairro.

13/08/2010

Este candeeiro está a ser colocado na Av. do Restelo para substituir um que foi "vítima" de um acidente rodoviário. Creio que não é perceptível pois a qualidade da imagem deixa um pouco a desejar mas esta torre de iluminação é feita de metal tal como todas os que prestam serviço nas várias autoestradas espalhadas pelo país fora. Acontece que o candeeiro acidentado, tal como todos os que povoam o resto do bairro, era de betão. A torre era um modelo muito usado em Lisboa à data da execução do P.U. da Encosta da Ajuda e consequentemente da edificação do Bairro do Restelo, sendo que a luminária, tal como todas as outras no bairro, já não era a original.
Este novo candeeiro, portanto, não se enquadra de forma nenhuma na identidade estética do bairro e surge como um elemento anormal e espúrio nesta área urbana consolidada.

Nota: Foi enviado um pedido de informação sobre este assunto à CML

07/08/2010

ETNOLOGIA? NACIONAL? MUSEU?


Não, não houve nenhum engano com as imagens. Estas duas fotografias são mesmo do nosso Museu Nacional de Etnologia, na Av. Ilha da Madeira, em Lisboa. É do conhecimento público o insuficiente financiamento da Cultura em Portugal - mas o que vemos nas imagens vai mais além das políticas actuais da cultura. Estão assim "equipadas" as instalações sanitárias do Museu Nacional de Etnologia de Portugal. Caixas de cartão a servir de papeleiras, e outros objectos com idênticos padrões de qualidade. É assim um museu nacional da capital portuguesa. Alguém se lembra quantos milhões vai custar esse capricho do governo chamado «Novo Museu dos Coches»? E assim está Portugal em Agosto de 2010.

Mas que ninguém deixe de visitar o Museu Nacional de Etnologia por causa das suas instalações sanitárias! http://www.mnetnologia-ipmuseus.pt/Museu.html

21/07/2010

PUBLI-CIDADE: Rua Rui Pereira

Rua Rui Pereira, frente ao Museu Nacional de Etnologia no acesso à Capela de S. Jerónimo (MN). Inacreditável? Não, é apenas mais um exemplo de Lisboa enquanto "Publi-Cidade".

12/02/2010

SRU Lisboa Ocidental prevê investir mais de 6ME em reabilitação este ano

A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Lisboa Ocidental prevê investir este ano mais de 6,4 milhões de euros na sua área de intervenção, a maior parte dos quais no espaço público e na recuperação de edifícios devolutos.

De acordo com o Plano de Actividades para 2010, que será analisado esta sexta-feira pela Câmara Municipal de Lisboa, mais de 2,8 milhões deverão ser investidos na reabilitação do espaço público e mais de dois milhões na recuperação de 10 edifícios devolutos, em ruínas ou em muito mau estado de conservação.

O plano de investimentos prevê 746 mil euros para a reabilitação de edifícios ocupados (a adquirir e/ou expropriar) e 517 mil na recuperação de 12 edifícios municipais.

Até 2013 a ‘Lisboa Ocidental SRU’ deverá investir mais de 21 milhões de euros em reabilitação urbana.

Na proposta de plano que apresenta à Câmara de Lisboa, a ‘Lisboa Ocidental SRU’ recorda que o atraso verificado na celebração dos contratos-programa em 2009, sobretudo o assinado com o Instituto de Habitação e o Banco Europeu de Investimento, adiaram o início dos projetos de reabilitação urbana a financiar com estes acordos.

Na área consolidada que tem a seu cargo, a SRU prevê reabilitar em 2010 cerca de 30 por cento do espaço público das diferentes unidades de intervenção, ficando a restante área para reabilitar em 2011 (50 por cento) e 2012 (20 por cento).

O plano de actividades prevê a assinatura de um contrato-programa com a Câmara de Lisboa que fixa uma comparticipação pública de 661 mil euros.

De acordo com o documento, o passivo da SRU, que viu o ano passado autorizada a contratação de dois empréstimos bancários, deverá ultrapassar este ano os 6,4 milhões de euros, valor que quase triplica segundo as previsões para 2011, que apontam para 15,5 milhões de euros.

A ‘Lisboa Ocidental SRU’ foi criada em 2004 e a sua zona de intervenção ocupa uma área de 81 hectares nas freguesias de Santa Maria de Belém, Ajuda e Alcântara, com um total de 1300 edifícios e 5990 frações.

De acordo com dados da SRU, no final do ano passado tinham sido reabilitados 63 edifícios, estavam em obra outros 14 e em curso processos de licenciamento relativos a 29 prédios.

A ‘Lisboa Ocidental SRU’ é a única sociedade de reabilitação urbana de capital exclusivamente municipal a funcionar em Lisboa, depois de a autarquia ter decidido extinguir as da zona Oriental e da Baixa Chiado.

In Construir.pt

19/11/2009

Padre quer acabar com as missas num barracão

In Correio da Manhã (19/11/2009)



«Igreja polémica

O padre da paróquia de S. Francisco Xavier, em Lisboa, aguarda com entusiasmo a construção da nova igreja no prazo previsto de um ano. "É fundamental ter uma igreja", sublinha António Colimão ao CM, recordando que "desde 1990 as missas são realizadas num barracão, na rua Diogo Afonso", no Restelo.


O padre diz ter dificuldade em compreender porque surgiram vozes críticas após o início das obras, há dois dias. "O projecto conta com mais de dez anos e levou os cerca de dez mil fiéis da paróquia a reunirem três milhões de euros em peditórios sem haver contestação", disse.

Pelo abuso das cores, a obra levou o movimento cívico Fórum Cidadania a colocar em causa a necessidade da nova construção. O próprio director do secretariado das novas igrejas do Patriarcado, Diogo Lino Pimentel, sublinhou que "uma igreja dos nossos dias deve ser mais discreta". O mesmo responsável chegou à conclusão de que agora não há nada a fazer para impedir a construção: o Patriarcado tomou a decisão de construir a igreja há já alguns anos.

A igreja é um projecto oferecido pelo arquitecto Troufa Real sem qualquer traço de discrição. O corpo central do templo é uma caravela dourada encostada a um paredão vermelho. A obra conta também com uma torre panorâmica de cem metros. A igreja será erguida num lote cedido pela Câmara Municipal de Lisboa com cerca de 3300 m2 no Alto do Restelo (delimitado, a nascente, pela avenida Ilha da Madeira).

A obra de Troufa Real baseia-se na vida do Apóstolo do Oriente, S. Francisco Xavier, da Índia ao Japão, e na aventura portuguesa dos Descobrimentos, com uma elevada carga simbólica. A igreja em forma de caravela dourada homenageia, assim, o papel evangelizador português na Ásia. Numa segunda fase será erguida a torre que lembra um minarete.

APONTAMENTOS

MEIO SÉCULO

A paróquia foi criada há meio século e autonomizada de Santa Maria de Belém em 1990. A devoção a São Francisco Xavier resulta da ligação do Restelo aos Descobrimentos. Pela colina circulavam pessoas e bens que partiam para o Oriente.

EVANGELIZADOR

S. Francisco Xavier nasceu em 1506, em Navarra (Espanha), e morreu em 1552, em Sanchoão (China). A Igreja Católica Romana considera que tenha convertido mais pessoas ao Cristianismo do que qualquer outro missionário desde São Paulo.

SEIS BLOCOS

O templo será construído em seis blocos: 1.º (em construção) é a igreja; 2.º a torre e baptistério; 3.º serviços de apoio ao culto e casa do pároco; 4.º salas de formação religiosa; 5.º auditório e salas de audiências; 6.º salas de acção social»

18/11/2009

Especialista do patriarcado acha que igreja de Troufa Real para o Restelo dá muito nas vistas

In Público (18/11/2009)
Por Ana Henriques

«"Uma igreja dos nossos dias deve ser mais discreta", diz o responsável do patriarcado pelas novas igrejas

A igreja em forma de barco que Troufa Real desenhou para o Alto do Restelo, e cuja construção começou ontem, "dá muito nas vistas", admite o arquitecto que preside ao departamento do patriarcado encarregado de dar parecer sobre os novos templos.

"É um edifício que se impõe. Uma igreja dos nossos dias deve ser mais discreta", observa Diogo Lino Pimentel, director do secretariado das novas igrejas do patriarcado. Mas, segundo o mesmo responsável, já não há nada a fazer, uma vez que a decisão de permitir a sua construção foi há muito tomada pela hierarquia eclesiástica. O edifício tem sido alvo de al-guma contestação, quer por causa da sua forma, quer por causa da paleta de cores prevista para as fachadas e paredes - dourado, vermelho, cor de laranja e verde. O projecto inclui uma torre de cem metros de altura, em forma de minarete.

Diogo Lino Pimentel recorda-se que quando o secretariado das novas igrejas foi chamado a pronunciar-se sobre o projecto, em 2001, emitiu um parecer que abordava a questão por dois prismas: "O da liberdade criativa do arquitecto e, por outro lado, a questão de saber se aquele projecto era aceitável em termos pastorais, da imagem que a igreja quer dar de si própria". Foi em relação a este segundo aspecto que o arquitecto levantou algumas questões. "Mas esta reflexão que propus acabou por nunca ser feita", relata. O tempo foi passando e o projecto acabou por ser aprovado pelo patriarcado, apesar das objecções levantadas.

O assunto também não é pacífico entre os paroquianos do Restelo. "Estou farta de dizer ao prior que não gosto da igreja", diz um deles. Outra paroquiana que se tem empenhado na obra admite que ela "tem umas coisas mais bonitas que outras".

"Mas quem gosta, gosta. Quem não gosta come menos", observa.»

11/11/2009

E pronto, já está. já está montada no Restelo a inevitabilidade em todos os bairros lisboetas:



A fotografia já tem uns dias, agora já está completo com a publicidade da ordem

Quanto ao seu antecessor já tem o destino traçado


Para contar a história das anteriores tentativas falhadas ficam os remendos no chão


27/10/2009

Terceira Localização

Não há duas sem três:

Há já um ano alertei aqui para a intenção de instalar um quiosque Cemusa no meio deste jardim no Bairro do Restelo. E como não há duas sem três está já é a terceira vez que é construída esta base. O quiosque ainda não foi construído e já está a desfeiar este pequeno jardim de meados do sex. XX na medida em que tratando-se da terceira localização o jardim já conta com igual numero de marcas de cimento, buracos e remendos no pavimento que sempre ficam após o fim da obra, e com um banco a menos.
Tratando-se de um jardim inserido num bairro que se mantém relativamente bem conservado, é inaceitável que tenha sido autorizada a colocação de uma estrutura destas, perfeitamente genérica e completamente dissonante!

20/10/2009

Dolce Vita Belenenses




Via SCC


Por enquanto aparentemente não passa de uma maqueta, mas não deixa de valer a pena estar atento