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31/12/2013

Um melhor 2014....


....porque mais baixo que isto só o c* da cobra.

26/09/2011

Avenida da Liberdade








Chegado por e-mail:

«Algo correu mal com as medidas de Feng Shui aplicadas na Avenida da Liberdade....

(fotografias tiradas a 22 de Setembro de 2011)

Afonso Cortez-Pinto»

02/06/2011

FESTAS da CIDADE ou FESTAS da CERVEJA? Más práticas de publicidade









Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Dr. António Costa
Exmo. Sr. Vereador do Espaço Público
Dr. José Sá Fernandes


Vimos pelo presente apresentar o nosso protesto pelas más práticas de publicidade de alguns dos patrocinadores das Festas de Lisboa de 2011.

Embora conscientes da importância dos patrocinadores na manutenção de um programa cultural neste evento, lamentamos que tanto a EGEAC como a CML não tenham ainda criado novas regras que disciplinem a publicidade, de uma vez por todas.

Todos temos um papel a desempenhar; os munícipes, porque os bairros históricos onde vivem e trabalham são o palco principal das Festas, e a EGEAC enquanto organizadora do evento. Mas é à CML que compete regulamentar a publicidade no espaço público. É pois com grande preocupação que mais uma vez constatamos a existência de publicidade agressiva e excessiva no âmbito das Festas de Lisboa.

A EGEAC, enquanto empresa municipal responsável pelas Festas de Lisboa, deve encontrar contrapartidas de publicidade com menor impacto na cidade histórica.

Este ano vemos novamente experiências muito negativas em arruamentos históricos que foram invadidos por dispositivos de publicidade agressivos, como por exemplo:

- Quiosques de uma marca de cerveja instalados em zonas classificadas como Monumento Nacional (ex: Terreiro do Paço) e bairros históricos (Castelo);

- Quiosques de uma marca de gelados (na forma do próprio logótipo da marca) instalados em zonas classificadas como Monumento Nacional (ex: Terreiro do Paço);

- Autocolantes publicitários de uma marca de cerveja, explorando ícones da identidade cultural de Lisboa e com o logótipo oficial das Festas de Lisboa, aplicados indiscriminadamente nas fachadas de edifícios nos bairros históricos classificados (Alfama, Castelo, Bairro da Bica, Bairro Alto, Madragoa, Graça, Baixa, etc);

Gostariamos também de saber se a EGEAC / CML obtiveram, antecipadamente, os obrigatórios pareceres do organismo do Estado a quem compete a salvaguarda dos bens culturais imóveis, o IGESPAR, para a colocação de publicidade em zonas classificadas da cidade.

Enviamos em anexo algumas imagens para ilustrar aquilo que consideramos ser a degeneração das Festas de Lisboa em "Festas da Cerveja".

Aproveitamos esta oportunidade para contribuir com algumas sugestões de melhoramentos com vista a:

- Resolver o problema do monopólio das marcas de cerveja convidando, por exemplo, marcas de vinho;

- Resolver o problema dos intrusivos quiosques de plástico das marcas de cerveja, gelados e refrigerantes convidando designers para criarem um modelo de "Quiosque Festas de Lisboa" a que todas as marcas se teriam de sujeitar, seguindo a prática de outras cidades da UE;

- Exigir responsabilidade social aos patrocinadores, sensibilizando-os para os problemas ambientais associados à produção dos dispositivos de publicidade (em plástico, descartáveis e cujos desperdícios não são recolhidos pelas marcas que os lançaram no espaço público, de que são um mau exemplo os milhares de autocolantes aplicados nas fachadas dos bairros históricos onde ficam de ano para ano).

Em colaboração com a CML, esperamos que a EGEAC sensibilize os vários parceiros envolvidos na necessidade de qualificar as Festas de Lisboa.

Se houver vontade genuína, a EGEAC e o Pelouro do Espaço Público, conseguem resolver o problema da poluição visual e ambiental que, infelizmente, ainda marcam as Festas de Lisboa deste ano.

Com os melhores cumprimentos,



Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva e Júlio Amorim


CC: AML, IGESPAR, DRCLVT, Media, Unicer, Super Bock, Unilever, Olá




28/09/2010

Cidadãos criticam falta de qualidade das esplanadas

In Diário de Notícias (28/9/2010)
por Lusa

«O movimento de cidadãos 'Fórum Cidadania Lisboa' criticou hoje a desqualificação que diz caracterizar as esplanadas de café e restaurantes da capital, sobretudo as dos bairros históricos.

Numa carta enviada ao presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, quando se assinala o Dia Mundial do Turismo, o movimento realça a "grande proliferação de esplanadas com mobiliário oferecido por marcas de bebidas, principalmente marcas de cerveja".

"O diagnóstico da situação actual das esplanadas da capital é preocupante e em muitos casos inaceitável. Com esplanadas de mobiliário caótico, carregadas de publicidade, com design e materiais desqualificados, dificilmente subimos os padrões de qualidade do Turismo de Lisboa", considera.

O 'Fórum Cidadania Lisboa' defende um melhor regulamento e maior fiscalização nestes casos, em que considera haver um "aproveitamento abusivo da publicidade e marketing".

"Desde o Castelo de São Jorge ao Mosteiro de São Vicente de Fora, passando pela Baixa, Chiado e Belém, vários monumentos emblemáticos da nossa cidade sofrem de poluição visual resultante de esplanadas cujo pretexto principal é publicitar uma marca de cerveja, de refrigerantes ou de gelados", recorda o Fórum.

Para este movimento de cidadãos, Lisboa deve oferecer a quem a visita esplanadas com padrões de qualidade elevados, a par com outras cidades europeias, dando como exemplo as cidades de Atenas e Nafplion, na Grécia, e Munique, na Alemanha, onde é proibido mobiliário com publicidade no centro histórico.»

27/09/2010

Protesto no Dia Munidal do Turismo/Esplanadas de Lisboa

Exmo. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa


No Dia Mundial do Turismo vimos chamar atenção para a desqualificação que ainda caracteriza grande parte das esplanadas de cafés e restaurantes de Lisboa, nomeadamente nos bairros históricos.

As esplanadas são equipamentos de grande importância para o Turismo de qualquer cidade. Podemos avaliar a qualidade da sua oferta turística através do cuidado que os munícipes, e a sua Câmara, põem na implantação e mobiliário das esplanadas.

Infelizmente, e apesar dos regulamentos existentes, são ainda demasiado frequentes as esplanadas sem qualidade e muitas as irregularidades.

Registamos também uma preocupante proliferação de esplanadas com mobiliário oferecido por marcas de bebidas, principalmente marcas de cerveja. Nenhuma zona histórica ou monumento classificado da capital parecem estar a salvo do aproveitamento abusivo da publicidade e do marketing.

Desde o Castelo de São Jorge ao Mosteiro de São Vicente de Fora, passando pela Baixa, Chiado e Belém, vários monumentos emblemáticos da nossa cidade sofrem de poluição visual resultante de esplanadas cujo pretexto principal é publicitar uma marca de cerveja, de refrigerantes ou de gelados.

Enviamos em anexo uma amostra recolhida em diferentes zonas históricas de Lisboa. O que observamos não é cenário digno de nenhuma cidade civilizada.

O diagnóstico da situação actual das esplanadas da capital é preocupante e em muitos casos inaceitável. Com esplanadas de mobiliário caótico, carregadas de publicidade, com design e materiais desqualificados, dificilmente subimos os padrões de qualidade do Turismo de Lisboa.

Assim, solicitamos que, e em colaboração com a Associação Turismo de Lisboa, se estudem soluções para resolver este problema que afecta cada vez mais a nossa cidade.

Ao executivo da CML compete encontrar um melhor regulamento, assim como uma eficaz fiscalização de modo a garantir que Lisboa ofereça aos portugueses, e a quem nos visita, esplanadas com padrões de qualidade elevados, a par com os que observamos noutras cidades da Europa.

Com os melhores cumprimentos,

Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva e Fernando Jorge



CC: Vereador José Sá Fernandes; AML; Vereadores da Oposição; Associação Turismo Lisboa; Media

ANEXO: Levantamento fotográfico de esplanadas em Bairros Históricos de Lisboa (Alfama, Baixa e Chiado) e bons exemplos de esplanadas na Grécia (Atenas e Nafplion), Munique e Nova Iorque.

31/07/2010

BURACOS de LISBOA: Av. de Roma

Recebemos de uma munícipe esta fotografia que vale por mil palavras. Segundo fomos informados, tanto a Junta de Freguesia de S. João de Deus como a Câmara Municipal de Lisboa nada ainda fizeram para tapar este buraco num passeio da Av. de Roma (junto da sede da AML, antigo Cinema Roma).

Segundo informação da loja mesmo em frente, várias pessoas têm caído naquele local. Perante a inércia das instituições - a quem pagamos os nossos impostos para precisamente tratarem destes problemas com prontidão - as funcionárias da referida loja decidiram "tapar" / "sinalizar" o buraco com fitacola!

A quem compete a manutenção dos passeios na freguesia de S. João de Deus? A CML ou a Junta de Freguesia? Esperamos que não se gaste mais tempo em birras e se tape este buraco já!

04/07/2010

Reabilitação de ruas afectadas por obras do metro concluída até 2011

Em declarações à Lusa, Fernando Nunes da Silva explicou que a intervenção, já “acordada com as quatro juntas de freguesia” abrangidas, vai demorar sete meses a ser executada e inclui um investimento municipal de 130 000 euros para a alteração do sistema de semáforos, para a qual será lançado um concurso público.

A autarquia vai pagar também a reabilitação de um troço na Avenida Duque D’Ávila onde o Metropolitano de Lisboa não interveio, entre a Rua Alves Redol e a Alameda Afonso Henriques.

À transportadora cabe suportar a repavimentação o troço até ao Arco do Cego, o alargamento dos passeios da Duque D’Ávila e a criação das via para bicicletas.

Com estas obras, a avenida Duque D’Ávila vai passar a ter sentido único e servirá para ligar a Avenida António Augusto de Aguiar e a Alameda.

No sentido contrário, a ligação será feita pela Avenida Miguel Bombarda.

Por sua vez, a Avenida João Crisóstomo ficará com dois sentidos para servir o transporte coletivo e o trânsito local.

“O projeto está definido, estamos agora a preparar o lançamento da obra com o Metro, porque há vários desvios. Já se acertou com a Carris [serviço de autocarros] o desvio das carreiras afetadas”, explicou Nunes da Silva.

Questionado sobre as queixas de munícipes, comerciantes e juntas sobre os atrasos na requalificação das vias afetadas pelas obras de construção das estações Saldanha II e São Sebastião II, o vereador lembrou que o executivo mudou no final de 2009 e admitiu que houve “posições diferentes” no mandato anterior, mas sublinhou que o Metropolitano de Lisboa recebeu instruções para diminuir os custos.

Por isso, foram feitas algumas alterações a um primeiro projeto, como a mudança de materiais mais baratos para o pavimento das vias.

O autarca explicou que, a nível de estacionamento, a Duque D’Ávila perde 40 lugares, mas o primeiro quarteirão que lhe é transversal vai ganhar 140, pelo que o “saldo final” é de um aumento em 135 lugares.

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou na terça feira, com os votos favoráveis de toda a oposição e os votos contra do PS e dos independentes eleitos na lista do partido, uma moção que repudia os atrasos e exige que se reponha a circulação na Duque D’Ávila “até que os projetos definitivos sejam aprovados”.

In Destak (2/7/10)

-40+140=135? Mas mais conta menos conta, mais 135 lugares à superfície em pleno centro?

30/04/2010

O "Cidadão Principal" no Largo do Picadeiro?

Pergunta: O que é que já terá sido feito?

Resposta: O banco vítima de atropelamento já foi retirado...

Quem é o "Cidadão Principal" neste largo do Chiado?

Largo do Picadeiro, Freguesia dos Mártires em Lisboa. Proibida a circulação de peões?

04/12/2009

POSTAL DO CHIADO: Travessa da Trindade

Travessa da Trindade (traseiras do Hotel Borges e da Brasileira)
Um buraco (e que buraco!) na Travessa da Trindade que se encontra por tapar desde Outubro. O serviço LX Alerta foi informado por nós desta anomalia no dia 2 de Novembro.

15/10/2009

Protesto pelo aluguer abusivo da cobertura do Castelo de São Jorge por parte da EGEAC à Superbock









Exmo. Sr. Presidente da CML
Dr. António Costa


Manifestamos o nosso espanto e apresentamos o nosso protesto junto de V.Exa. pela EGEAC, ter alugado a cobertura do antigo Paço da Alcáçova de D. Manuel I, no Castelo de São Jorge, para a criação de um «Superbock Lounge»!

Será que existe algum Monumento Nacional que esteja a salvo dos abusos e maus tratos?

As imagens falam por si!

Na expectativa que esta escandalosa usurpação de um bem público seja corrigida quanto antes, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Virgílio Marques