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04/08/2020

Existem andaimes para demolição parcial. Esteja atento!


Estão a ser montados andaimes no martirizado conjunto de 3 edifícios da Av. Fontes Pereira de Melo, desde há 20 anos a esta parte, quando tudo começou com as demolições apressadas dos 2 edifícios que lhes estavam contíguos do lado da Martens Ferrão e Andrade Corvo. É aliás um dos exemplos mais gritantes de especulação imobiliária pura e dura (fatalidade dos edifícios de Cândido Sottomayor?).

Hoje, trata-se do seguinte: a CML autorizou a demolição parcial dos edifícios, isto é, das partes que ameaçam derrocada, veja-se, por exemplo, a traseira de um deles que está completamente escaqueirada, embora não haja perigo para ninguém porque atrás é mato.

Ao que se sabe, a demolição completa requerida pelo promotor, foi liminarmente chumbada pela CML, até porque os edifícios estão inscritos na Carta do Património, pelo que as fachadas principais não podem ser deitadas abaixo. Aliás, por isso é que o projecto de Souto Moura não terá ainda avançado, porque aquele só depois de ver tudo em baixo é que estará disponível a accionar o seu génio criativo.

Mas convém estar atento a esta demolição parcial, porque o que não falta por Lisboa é "surpresa" desagradável resultante de imprevistos...

(foto e alerta de Leonardo Chaves)

17/06/2016

E esta canalhice (de noite) foi para quê? O choupo estava de saúde e estava ali há várias décadas.


Mais um acto de paisagismo cad-cam, ou seja, pronto-a-vestir. "Eu adoro choupos" (sic), JSF no debate organizado pela Plataforma em Defesa das Árvores, Cinema São Jorge (21.5.2016).
Fotos: Rosa Casimiro e O Corvo

14/06/2016

Activistas contra corte de árvores por causa das obras de requalificação do Eixo Central


POR O CORVO • 14 JUNHO, 2016
Texto: Samuel Alemão

«O corte de diversas árvores na Avenida Fontes Pereira de Melo, justificado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) como necessário para prosseguir com as obras de requalificação do Eixo Central da cidade, está a provocar a irritação de diversos activistas. O abates feitos em alguns jacarandás e o que está previsto, nos próximos dias, para diversos choupos negros na artéria que liga o Marquês de Pombal ao Saldanha levam mesmo a Plataforma em Defesa das Árvores a falar em violação da lei. Na tarde desta segunda-feira (13 de junho), feriado da cidade, pelo menos dois activistas protestaram na avenida contra o anunciado corte – apesar da autarquia prometer substituir os exemplares a tirar.

A Plataforma – que congrega cidadãos e entidades como o Geota, o Fórum Cidadania LX ou a Associação Lisboa Verde – emitiu ontem um comunicado em que critica a opção pelo abate e questiona a câmara sobre as razões dos cortes efectuados na Avenida Fontes Pereira de Melo. O grupo apela a “que sejam tomadas medidas para a preservação destas árvores, lembrando que a lei vigente só permite o seu abate quando estas estão doentes e representem perigo para pessoas ou bens e nunca no âmbito de uma empreitada de requalificação e à revelia do próprio projecto apresentado aos cidadãos”.

Uma das principais razões de descontentamento da Plataforma em Defesa das Árvores, exposta no documento enviado à CML, é o de que, dizem, referindo-se à requalificação em curso no Eixo Central, “o projecto previa manter as árvores existentes e a versão do mesmo apresentada à opinião pública também não mencionava quaisquer abates”. “Os fotogramas não deixam antever nenhum abate nem substituição drástica que normalmente acompanha a jusante essas operações. Inclusive nas ilustrações aparecem as árvores existentes”, alegam.

E acrescentam: “Eventuais alterações em curso de empreitada carecem de legitimidade uma vez que podem afastar-se dos pressupostos que estiveram na base da aprovação do projecto. Na nossa opinião estes abates inscrevem-se nesse perigoso distanciamento dos valores do projecto original: manutenção do arvoredo adulto existente e multiplicação das zonas de árvores com plantio novo”. “A diversidade específica em arvoredo de alinhamento deve ser encorajada e promovida”, sustentam ainda.

Após questionar as razões por detrás da decisão de cortar as árvores – lembrando que os “choupos fazem parte do património da cidade e pertencem a todos os lisboetas” -, a Plataforma em Defesa das Árvores questiona a autarquia lisboeta sobre “qual o destino dos restantes exemplares existentes na Av. Fontes Pereira de Melo, nas placas ajardinadas em frente ao hotel Sheraton e ao longo da Avenida da República”, mas também em relação às tipuanas da Praça Duque de Saldanha.

“Finalmente, esta situação leva-nos também a questionar qual a metodologia que irá ser seguida pela CML para todas as zonas arborizadas da 2ª Circular”, frisam os responsáveis do colectivo de cidadãos e associações, lembrando que a Plataforma aplaudiu, desde o início, quer este quer o projecto do Eixo Central.

Ontem, a meio da tarde, O Corvo encontrou dois activistas ligados à Plataforma a realizarem um protesto junto a um dos choupos a abater, em breve, na Avenida Fontes Pereira de Melo. “Querem cortar esta árvore”, lia-se num cartaz por eles envergado, visível para os automobilistas que seguiam na direcção do Saldanha. “Não faz qualquer sentido abaterem estas árvores, com o argumento de que vão fazer uma reabilitação para colocar mais árvores. Tirá-las daqui vai causar instabilidade geológica nestes terrenos”, dizia Emanuel Sousa, 25 anos, técnico de agronomia e autor do cartaz.»

27/03/2015

Muda o promotor e Câmara autoriza o aumento de 7 para 17 pisos

Depois de vários anos a tentar que a Câmara – António Costa e Manuel Salgado - permitissem uma solução que viabilizasse economicamente uma solução de construção, o anterior proprietário dos terrenos, Armando Martins, um conhecido promotor imobiliário, viu-se na contingência de vender os terrenos em Julho de 2012, a uma empresa com ligações ao grupo BES e pasme-se, milagre dos milagres, em cerca de 6 meses, sem que houvesse algo de verdadeiramente novo (ou que já não estivesse em preparação na CML quando Armando Martins inquiriu a CML em Maio/Junho de 2011) que permitisse uma mudança de atitude por parte da CML, esta autoriza um aumento de 10 pisos, no edifício a construir.






Mesmo considerando as desculpas e justificações legais apresentadas pela CML, este é mais um negócio imobiliário na cidade de Lisboa, com contornos pouco claros, sobre o qual vários munícipes e associações se manifestaram contra, (apesar de haver como é natural quem defenda o projecto, apenas porque sim, à boa maneira portuguesa) e que beneficia de forma clara e mais uma vez os mesmos interesses privados em Lisboa.

Não deixa também de ser curioso, que apesar de a CML ter promovido uma sessão de informação e consulta pública, a mesma foi feita quase em segredo, com uma divulgação e promoção (na prática inexistente) que só podia ter como finalidade afastar a participação popular. De uma CML que gasta milhões em propaganda e publicidade o mínimo que se exigia era uma informação à população da cidade, ou pelo menos à da Freguesia onde se localiza e à vizinhas, uma informação no local, que de forma bem visível anunciasse a iniciativa, de forma a que de uma maneira transparente, permitisse uma verdadeira participação popular. Mas mais uma vez a Câmara dirigida por António Costa, optou por uma estratégia de segredo e de falta de informação.

17/12/2014

Fontes Pereira de Melo em discussão: a repetição do erro demolidor

Está aberta à participação pública, até sexta-feira, 19 Dezembro 2014, a discussão do projecto imobiliário previsto para a Av. Fontes Pereira de Melo, 41 (Processo 431/EDI/2014 - Projeto FPM4) no site da Câmara Municipal de Lisboa: http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/licenciamento.

Publicamos aqui a opinião de Miguel Lopes Oliveira, contributo já enviado para a CML.

Exmo Sr. Presidente
da Câmara Municipal de Lisboa,

Relativamente ao projeto 431/EDI/2014, gostaria, ainda que louvando o plano relativamente ao designado “Praça” e “Bosque”, de manifestar o meu total desagrado relativamente às demolições propostas:

1) Porque implica:
- Redução dos elementos históricos da Avenida Fontes Pereira de Melo, que os próprios autores do projeto nos alertam que “a habitação romântica (…) tornou-se praticamente inexistente” (Cf. Torre da Cidade, Memória Descritiva, pg. 6).
Na verdade, já só sobram outros 2 palacetes nesta avenida: Sotto Mayor e a Sede do Metropolitano-Palacete José Moreira Marques.

- A repetição do erro demolidor na zona das Avenidas Novas, alvo de várias críticas. Recorde-se o exemplo do abate do vizinho Hotel Aviz, que foi considerado o hotel mais sumptuoso do mundo pela revista Life, algo que o atual Sheraton não consegue.

- A repetição do erro descontextualista
Como por exemplo entre o palacete da sede do Metropolitano de Lisboa e os respetivos edifícios contíguos da Avenida Fontes Pereira de Melo.

2) Os edifícios existentes têm elementos arquitetónicos de interesse, ao contrário do que é referido na Memória Descrita:

- A fachada do palacete de gaveto e os restantes edifícios têm uma linguagem arquitetónica contextualizada com a Casa Museu Anastácio-Gonçalves e Maternidade Alfredo da Costa, que são elementos a preservar por força das zonas de proteção de imóveis e hospitais, respetivamente.

- O palacete de gaveto tem dois pátios, um interior e outro exterior, que se relacionam mediante um arco de características singulares, único na zona das Avenidas Novas.

- Atente-se para a forma como a Memória Descrita se refere ao espaço: “conjunto idílico e ajardinado com casas apalaçadas”(Cf. Torre da Cidade, Memória Descritiva, pg 4). É importante a preservação das fachadas para se mantenha vivo o conceito acima mencionado, reinterpretando-o com os elementos propostos designados por “Praça” e “Bosque”.

3) A Torre proposta:
- Cria uma fortíssima disparidade volumétrica e de linguagem arquitetónica com os dois outros edifícios contíguos dentro do mesmo quarteirão---Casa Museu e o edifício Maracanã.

- Prevê que a empena do edifício Maracanã fique como parede cega, forçando à descontextualização deste edifício, separado da Torre por um espaço de pouca utilidade.

- Reduz a incidência de luz sobre a Avenida Fontes Pereira de Melo, cuja largura não é suficiente para comportar esta concentração de grandes volumetrias. Atente-se numa imagem presente no documento em análise (fig.2).

- Na sequência do ponto anterior, a proposta estará claramente a afetar o conceito de Lisboa como cidade da Luz e do Mar.

Alguns dos pormenores arquitetónicos com proposta para desaparecer da Avenida Fontes Pereira de Melo. 
A primeira foto mostra o palacete em causa e o seu antigo vizinho palacete Silva Graça, depois hotel Aviz. Serve para alertar para que não se repitam os mesmos erros.

4) Ainda a notar mais 2 aspetos:

- Lisboa aposta nas indústrias do lazer, nomeadamente turismo e cinema. Aliás, o conceito acima referido da cidade da Luz e do Mar provem da Associação de Turismo de Lisboa. As fachadas hoje existentes, quando recuperadas, no conjunto com os restantes elementos (Casa Museu e Maternidade Alfredo da Costa), serão muito mais valorizadas por estas áreas económicas, do que a torre proposta.
Recorde-se que existe uma linha de autocarros turísticos (hop on- hop off) que atravessa a Avenida Fontes Pereira de Melo. A zona das Avenidas Novas deve aumentar o interesse turístico da cidade e não o oposto.

- Estão disponíveis outros terrenos próximos deste local (Ex: O terreno devoluto da Rua Casal Santa Luzia), onde é possível a construção em altura para aumento da área de serviços terciários e consolidação do “skyline” de Picoas, sem colidir com a preservação de conjuntos históricos (“idílico”, segundo a memória descritiva) e restantes problemas relacionados com a excessiva concentração de grandes volumetrias, nomeadamente as sombras.


CONCLUSÃO
Assim, defendo outra solução arquitetónica, que mantendo as fachadas existentes e o propósito de uso para espaço terciário de comércio e serviços, permita:
- Preservar a história da cidade e da sua arquitetura muito interessante.
- Criar contextualismo e transições suaves de volumetria com os outros elementos arquitetónicos do mesmo quarteirão, em vez de acentuar as diferenças.
- Promover a humanização do espaço, da projeção da luz e do interesse económico turístico e fotográfico da cidade.



A cércea proposta irá induzir uma concentração excessiva de elementos sombrios sobre a avenida. 
   
Existem terrenos livres para a construção em altura, evitando demolição de arquitetura histórica de interesse e problemas com a concentração excessiva de grandes volumetrias.



Sem outro assunto de momento,
agradeço a toda a sua atenção à minha exposição

Miguel Lopes Oliveira

Mais info: notícia do Público:
Torre de escritórios com 17 andares projectada para a Av. Fontes Pereira de Melo


05/12/2014

Saldanha e Picoas vão ganhar espaço para peões e bicicletas e ter mais árvores


In O Corvo (5.12.2014)
Por Samuel Alemão


«Por agora, é uma área tomada quase por completo pelo automóvel. Mas o cenário deverá mudar a médio prazo, promete a Câmara Municipal de Lisboa (CML). A área compreendida entre as praças Duque de Saldanha e Picoas deverá ser submetida a uma grande reformulação, tendente a favorecer uma maior fruição do espaço público, a qual passará pela criação de maiores área de circulação para peões e bicicletas, bem como pelo aumento da cobertura arbórea. O actual cenário é muito mau, reconhecem os técnicos da autarquia.

A ideia foi avançada, ao início da noite desta quinta-feira (4 de Dezembro), durante a sessão de participação pública destinada a recolher sugestões para a intervenção a realizar nas zonas do Saldanha e Picoas, no âmbito do Programa Uma Praça em Cada Bairro, realizada no Mercado 31 de Janeiro. O programa, que prevê a construção, até 2017, de três dezenas de “pontos de encontro da comunidade local”, de novos locais de “microcentralidade” espalhados pela cidade, está na fase de auscultação da população relativa à primeira dezena de intervenções. Com base nas sugestões, será feita uma apresentação do que se prevê fazer nesses locais, no final de Janeiro de 2015. [...] Para tentar resolver isso, a câmara “já tem várias ideias para implementar na zona”, disse Pedro Dinis, arquitecto da CML que coordena o projecto Uma Praça em Cada Bairro. “Pretendemos levar a cabo a arborização da Fontes Pereira de Melo, tanto nas laterais, como através da reposição de um separador central. Além disso, gostaríamos de poder alargar os passeios e, mantendo o espaço destinado à circulação dos transportes públicos, criar uma ciclovia”, explicou o técnico da autarquia, que relembrou ser este “um dos eixos centrais da cidade”. Daí a necessidade de construir um canal dedicado para as bicicletas.

Já sobre a Praça Duque de Saldanha, Pedro Dinis reconheceu a complexidade da intervenção a realizar, por ser uma área de grande circulação automóvel. Na verdade, essa é actual grande função da praça, o que a torna num local muito pouco aprazível para os peões. “São várias as soluções possíveis. Temos uma equipa a tratar de as estudar, fazendo simulações do impacto localizado a nível do tráfego”, explicou o arquitecto, adiantando que a solução a adoptar terá sempre em conta a necessidade de aumentar a área de circulação pedonal e as zonas de atravessamento.

Idênticas medidas deverão ser aplicadas um pouco mais abaixo, na zona de Picoas, em toda aquela área compreendida entre o Fórum Picoas, o Saldanha Residence, o Hotel Sheraton e o Centro Comercial Imaviz. Uma área muito confusa e que conhecerá uma mudança radical, caso se concretize o projecto de construção da torre de 17 andares conhecida como Torres da Cidade ou FPM14. Se a obra avançar mesmo, isso obrigará a uma operação de requalificação do espaço público em redor do empreendimento. Prevista está também a eliminação de um dos sentidos de circulação automóvel na Rua Viriato e a sua conversão em área pedonal.»

01/12/2014

E pronto, aqui está o que vai ser construído em frente à Maternidade Alfredo da Costa:


Hoje há uma sessão de apresentação, às 18h, A discussão pública decorrerá até 5 Dez., conforme anunciado no site da CML:

«PROCESSO 431/EDI/2014 -PROJETO FPM41

No âmbito do Processo 431/EDI/2014 deu entrada na CML um Pedido de Informação Prévia para a Av. Fontes Pereira de Melo nº 41 – Projeto “FPM41”. No sentido de auscultar a população sobre o projeto, a CML promove um período de participação pública ».

...

Verdade seja dita que este projecto é significativamente melhor do que os anteriores disparates Compave, com heliporto, etc. E é verdade que aquele gaveto há muito que está condenado, aliás, foi sendo subtil e cirurgicamente despojado de tudo quanto tinha, paulatinamente, vereação após vereação, com complacência de várias delas, aliás, desde há coisa de 20 anos. O último resistente (o do prédio de azulejos castanhos) já tinha despejado, houve fogos espontâneos nos edifícios do lado da FPMelo, desmantelamento de cantarias, ferragens, telhas, etc. Neste momento, trata-se de um foco "infecto-contagioso". Verdade seja dita, ainda, que em relação a construção em altura naquele local, já não choca. Por último, Verdade seja dita que o aqui interessa neste momento é garantir que a Casa-Museu Anastácio Gonçalves (CMAG) não seja afectada minimamente na sua estrutura, pois é o último reduto de uma outra Lisboa que ainda se encontra por este praça, excepção feita à MAC, claro. Isso, parece-me estar garantido, mas as imagens virtuais são isso mesmo, virtuais. Mais, a CMAG, parece ganhar um espaço verde e algum desafogo em seu redor, o que é bom. Podia ser melhor? Sim. Podia ser pior? Ai podia, podia...

25/06/2014


No seguimento da passagem dos 135 anos sobre o nascimento do Arq. Manuel Joaquim Norte Júnior e no rescaldo da nossa conferência «Lisboa Entre Séculos - A Arquitectura Ameaçada dos Séculos XIX-XX» (ver info em https://sites.google.com/site/cidadanialxdocs/urbanismo-finais-sec-xix-xx), iremos realizar uma visita guiada (gratuita*) pelos Palacetes premiados de Norte Júnior, no próximo dia 28 de Junho, com início marcado para as 10h.

Percurso: Clube Militar Naval (interior) - Saldanha, nº 12 - Casa-Museu Anastácio Gonçalves (* 1 Euro) - Sede Metropolitano (interior)

A visita será guiada pela Dra. Inês Matoso e pela Arq. Sofia Fernandes Pires.

Ponto de encontro: Av.Duque d'Ávila / saída de Metro da Av. Def.Chaves.

MARQUE NA SUA AGENDA, APAREÇA E DIVULGUE, S.F.F.

06/09/2013

Fontes Pereira de Melo


Chegado por e-mail:


«Já não chega os passeios serem minimos, tendo em conta a quantidade de peôes que circulam, e que contrasta com as 11 faixas para automoveis, ainda estão diariamante ocupados pelos meninos dos hoteis (isto apesar de haver um parque de estacionamento do hotel nas traseiras)

https://www.dropbox.com/s/uwspwyvbq23j531/fpm.PNG

https://www.dropbox.com/s/4a069eu41tlng69/2013-09-06%2010.30.53.jpg

https://www.dropbox.com/s/fpvego4waszjj3f/2013-09-06%2010.31.52.jpg

https://www.dropbox.com/s/uk8a02l58qqgfq3/2013-09-06%2010.32.28.jpg


Pedro Nóbrega da Costa»

26/11/2012

Av Fontes Pereira de Melo - Estacionamento

Chegado por e-mail:

«Envio em anexo o cenário habitual na Avenida Fontes Pereira de Melo frente ao hotel Sana: o passeio totalmente ocupado por carros.

Cumprimentos,

João Miranda»

20/04/2012

Praça Picoas - Passeio





Chegado por e-mail:

«Venho reportar uma situação, que provavelmente até já conhecem, que se passa na Avenida Fontes Pereira de Melo, na praça do Imaviz, uma zona com todo o tipo de transportes, elevado tráfego de peões, e alguns parques de estacionamento subterraneos

Como se pode ver nas fotos abaixo, esta zona possui 12 faixas destinadas ao automovel, possuindo um pequeno passeio do lado esquerdo, e um passeio melhor no lado direito.

No entanto, por incrivel que pareça, em frente às escadas do Imaviz (ou seja, exactamente por onde as pessoas entram), o passeio desaparece, para dar lugar a uma fila de estacionamento em espinha, acabando completamente com qualquer passeio que exista ali na zona.

Como é possivel numa das principais avenidas da cidade nao possivel andar pelo passeio? Já nao falo do facto de ser um passeio pequeno, apesar de haverem 12 faixas de carros (alem de separadores centrais...), mas sim do facto de nao existir mesmo qualquer passeio, sendo obrigatório andar pela estrada.

Ainda mais ridiculo por ser exactamente a entrada e escadas para as arcadas do Imaviz.

Se para qualquer pessoa isso já é perigoso, resta imaginar como é para pessoas mais idosas e de mobilidade reduzida.

Pedro N.Costa»

27/05/2011

Proibição estúpida #2


A proibição de virar à direita a quem quer descer a Av. Fontes Pereira de Melo, para quem vem da R. Tomás Ribeiro, por muito boas intenções que tenha para com os peões da passadeira aí colocada, revela-se estúpida. Não só abre o apetite à infracção descarada como contribui para o imenso estrangulamento dos cruzamentos com as Ruas Viriato e Andrade Corvo...

04/05/2011

Av. Fontes pereira de Melo

Chegado por e-mail:


«Meus senhores,

Na Av. Fontes pereira de Melo (onde eu passo todos os dias) não consigo parar de mirar os velhos prédio ao lado do Palácio Sotto Mayor, os quais eu questiono-me acerca do seu futuro (muito provavelmente demoliçao total ou fachadismo), por isso apelo ao fórum cidadania lx para informar todos os leitores do fórum e sensibilizá-los; tão belos exemplos arquitectónicos numa (outrora) prestigiada avenida merecem protecção e intervenção do estado; o tempo escasseia; as obras já começaram e os próprios homens-das-obras afirmam que os prédios vão abaixo;

É necessário levantar petições, informar e sensibilizar a população e dar mais um tão precisado carolo de ordem nestes magnatas presunçosos;

Apelo à influência do fórum

Do Manel

p.s.- (eu não consigo contudo, perceber porque é que os entaipes e andaimes foram retirados)»

11/10/2010

Artistas transformam prédios devolutos em telas gigantes

In Diário de Notícias (11/10/2010)
por LUÍS FONTES

«Há prédios devolutos em Lisboa que estão a ganhar novas cores. Um grupo de seis artistas envolvidos no projecto Crono estão autorizados pela Câmara de Lisboa a puxar pela imaginação e a deixar a sua marca impressa nas paredes de enormes edifícios devolutos. Mesmo que, para tal, seja necessário recorrer a elevadores dada a dimensão dos prédios.

"A intervenção é sempre em locais esteticamente deprimidos. Transformamos o impacto negativo em algo de estimulante e criativo", explica ao DN Pedro Soares Neves, arquitecto, designer urbano e um dos mentores em Portugal do projecto.

Durante a semana passada, um italiano, dois ingleses, uma colombiana e dois portugueses passaram os dias a pintar as enormes paredes de três prédios na Avenida Fontes Pereira de Melo e Avenida da Liberdade. Segundo a organização, vão continuar a espalhar tinta e ideias até quarta-feira.

O projecto Crono surgiu de uma proposta do artista plástico Alexandre Farto, curador do festival italiano FAME. Pedro Neves e Angelo Milano acompanharam a proposta e reuniram-se com a Câmara Municipal de Lisboa. "Houve abertura para esta ideia e avançamos", conta o Pedro Neves.

O projecto terminará na Primavera com uma exposição final em fotografias e vídeos dos trabalhos dos artistas»

...

Lá vem mais palhaçada.

31/08/2010

POSTAIS DE LISBOA: Avenida Fontes Pereira de Melo


Como Lisboa utiliza os seus edifícios abandonados. Dois exemplos, bem diversos, numa das avenidas mais centrais da capital.

28/08/2010

Descubra as diferenças: Abidjan e Lisboa

PUBLI-CIDADE: Abidjan, capital da Costa do Marfim versus Lisboa capital de Portugal. Descubra as diferenças. Será que o Pelouro do Ambiente e Espaço Urbano consegue ver as diferenças? Iremos perguntar.

26/05/2010

Projecto Crono: Graffiti em Lisboa em pleno dia e com apoio camarário


In Público (26/5/2010)


«As gruas movem-se para trás e para a frente. É preciso alguma distância para ver o todo. Depois, voltam a aproximar-se. Pintam mais um pouco. E o trabalho vai ganhando forma nas paredes de quatro andares de um edifício devoluto ao correr da Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. A surpresa: fazem-no em plena luz do dia - e com autorização e apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

São três fachadas para três assinaturas de artistas urbanos: os irmãos brasileiros Os Gémeos, o italiano Blu e o espanhol Sam3. Crono - o projecto - surgiu pelas mãos da associação artística Azáfama Citadina Associação e vai dar mais cor a algumas paredes da capital. Esta é a primeira das quatro intervenções que, durante 12 meses, surgirão dos baldes e das latas de tinta. Uma para cada estação do ano.

A ideia é que artistas estrangeiros convidados façamgraffiti em colaboração com portugueses. Hoje, pintam um muro em Campo de Ourique. Cláudia Sobral»

...

Graffiti à parte, o que é preocupante é o estado a que chegou este quarteirão, esventrado no tempo da gestão de Eduarda Napoleão, demolidos 2 prédios na íntegra e os 3 miolos dos prédios objecto agora da "graffitagem". Foram demolidos todos eles para que ali nascesse um empreendimento com a assinatura de Taveira, que graças a intervenção "divina" não chegou a ver a luz do dia. Entretanto até foram objecto de sindicância sem que nada tivesse sido apurado. E assim se mantiveram as fachadas, com andaimes promovendo um hipócrito slogan, aludindo a pretensas estatísticas de obras reabilitadas pela CML. Mantiveram-se até há meses. Agora sairam os telões e apareceram os graffiti.

Bom, entretanto, entrou na CML um novo projecto de ampliação do promotor, o Banco Comercial Português, refª 560/EDI/2010. Agora é esperar para ver do que se trata.