Mostrar mensagens com a etiqueta bairro de são miguel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bairro de são miguel. Mostrar todas as mensagens

11/04/2018

Olha que bom, a minha Escola Primária Em Vias de Classificação!


(só é pena que o façam depois de ter sido feito o aborto do anexo, mas ok):

«Abertura do procedimento de classificação da Escola Primária do Bairro de São Miguel, atual Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 24, na Rua de Jorge Ferreira de Vasconcelos, na Rua de António Ferreira e na Rua de Alfredo Cortês, Lisboa, freguesia de Alvalade, concelho e distrito de Lisboa»

(fotos do Arquivo Municipal da CML)

12/02/2014

Junta de Alvalade promove apresentações sobre Zonas 30, para não repetir erros do Bairro das Estacas


In Público Online (12.2.2014)
Por Inês Boaventura


«A freguesia vai ter sete Zonas 30 nas quais, através de sobrelevação da via nas entradas e saídas dos bairros e nos locais onde há acidentes, se pretende alcançar uma acalmia do tráfego.

Numa coisa a Câmara de Lisboa e a Junta de Freguesia de Alvalade estão de acordo: não correu bem a criação de uma Zona 30 no Bairro das Estacas, cujas obras deviam ter ficado concluídas no início de Janeiro mas ainda estão em curso. Para garantir que o problema da falta de envolvimento dos moradores não se repete, a junta está a promover sessões de apresentação das restantes intervenções previstas para a freguesia.

Os trabalhos no espaço público do Bairro das Estacas, junto à Avenida de Roma, começaram em Outubro passado, sem que fosse dada qualquer informação à população sobre o seu objectivo ou data de conclusão. Só um mês depois de as obras terem arrancado é que passou a estar disponível no site da câmara uma nota explicando que se tratava de uma “empreitada de ‘moderação da circulação/Zona 30”.[...]

Nas últimas semanas, a junta tem promovido sessões de apresentação sobre as outras seis Zonas 30 que vão nascer em Alvalade. A última sessão acontece esta quarta-feira, às 18h, e refere-se ao Bairro de São Miguel. “Se vamos mexer no território onde as pessoas vivem devemos ouvi-las e debater”, justifica André Caldas, acrescentando que será essa a sua postura ao longo de todo o mandato, sempre que haja “intervenções no espaço público”.»