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22/10/2018

Segundo a DGPC esta obra não fere as vistas de e para São Vicente de Fora:


LOL, ó DGPC, então isto (parque de estacionamento por detrás dos bombeiros da Graça) não fere a vista de São Vicente de Fora (MN)? O que fere então?


P.S. A 2ª foto faz desse lugar em cunha um autêntico room with a view para o felizardo popó respectivo :-). E a última foto diz que o muro de sustentação do palácio de S. Vicente teve que levar obras de reforço, imagino que pagas pela EMEL, ou seja ;-)

(fotos de João Monteiro in Facebook)

07/04/2013

POSTAL DO CHIADO: Rua das Flores



Propriedade da CML, ocupado pelos Bombeiros. Rua das Flores, Chiado

28/11/2011

Câmara de Lisboa recusa-se a divulgar inquérito interno sobre suspeitas de corrupção nos Sapadores Bombeiros

In Público (28/11/2011)
Ana Henriques

«"Enquanto não forem apuradas responsabilidades, não fornecemos nem mais um parafuso ao regimento"

Oito meses depois de ter anunciado a abertura de um inquérito interno destinado a apurar responsabilidades em vários concursos do Regimento de Sapadores Bombeiros para aquisição de viaturas, a Câmara de Lisboa recusa-se a divulgar a que conclusões chegou.

Prosseguem entretanto os ajustes directos com as empresas suspeitas de favorecimento – todas elas ligadas a um comandante de bombeiros de Valbom e à sua família –, perante a indignação das firmas concorrentes.

Foi em Março que a autarquia anunciou ter participado ao Ministério Público suspeitas de o regimento ter lançado concursos, no valor de 4,1 milhões de euros, à medida de uma empresa. Trata-se da Vianas, cujo nome não foi, no entanto, divulgado pelos responsáveis camarários. Depois de aberto o inquérito, a autarquia entregou mais 47 mil euros à mesma firma por ajuste directo, a que há que somar outros 8600 para aquisição de material à Engibox, empresa que pertence igualmente ao universo Vianas.

"Enquanto não forem apuradas responsabilidades, não fornecemos nem mais um parafuso ao regimento", diz Jorge Cunha, director-geral de outra empresa do ramo, a Eurofiresafe. "Não quero envolver-me em problemas e ter a polícia a bater-me à porta." Outra firma, a Contrafogo, também se mostra muito crítica: "A demora de qualquer entidade pública em divulgar resultados de averiguações apenas vem acrescentar suspeitas e manchar o nome das entidades em causa e das pessoas que nela trabalham, muitas vezes sem razão para tal."

Já o director financeiro da Extincêndios, Hugo Martins, encara "com muita apreensão" o silêncio da câmara, "até porque continuam a ser efectuados ajustes directos à mesma empresa, ou empresas associadas".

Além de ter aberto o inquérito interno, a autarquia anunciou há oito meses ter participado as suas suspeitas ao Ministério Público. É com este facto que o vereador com o pelouro dos bombeiros, Manuel Brito, justifica todo o secretismo à volta do caso: "É um assunto sobre o qual não posso prestar declarações, por estar sob inquérito disciplinar e investigação judicial."

O comandante do regimento, Joaquim Leitão, que foi nomeado pelo presidente da câmara, António Costa, e é casado com uma militante socialista, tem-se também recusado desde o início do processo a falar sobre o assunto. Ignora-se se o inquérito lhe assaca alguma responsabilidade. Todos os elementos dos bombeiros que participaram na elaboração dos concursos em causa se mantêm em funções. »

15/07/2011

Compra de material para bombeiros. Sapadores de Lisboa fizeram ajuste directo a empresa sob investigação

In Público Online
Por Ana Henriques

«A Câmara de Lisboa efectuou este mês mais um ajuste directo para aquisição de material de combate a incêndios a uma empresa que suspeita ter sido favorecida, pela própria autarquia, noutros concursos.


Foi em Março que o executivo liderado por António Costa (PS) anunciou ter participado ao Departamento de Investigação e Acção Penal suspeitas de irregularidades em diversos concursos que havia lançado para a compra de viaturas para o Regimento de Sapadores Bombeiros. Ao todo estavam em causa concursos para 15 viaturas, num total de 4,1 milhões de euros. Depois de contactada por empresas do sector que se haviam sentido prejudicadas, a autarquia avançou a possibilidade de os cadernos de encargos terem sido feitos à medida de um dos concorrentes. Isso mesmo referia uma proposta do executivo, que anulou a compra dos veículos.

Na altura, o nome da empresa não foi divulgado, mas o PÚBLICO apurou que se tratava da Vianas, firma que pertence ao comandante dos Bombeiros Voluntários de Valbom (Gondomar) e tem fornecido muito material aos Sapadores de Lisboa, com frequência por ajuste directo. Dos dez contratos celebrados, em 2010, entre o município de Lisboa e a Vianas, num valor global superior a 360 mil euros, oito (correspondentes a 292 mil euros) invocam a excepção legal que permite dispensar o concurso sempre que "por motivos técnicos, artísticos ou relacionados com a protecção de direitos exclusivos, a prestação objecto do contrato só possa ser confiada a uma entidade determinada". Foi, por exemplo, o caso da aquisição de 500 lanternas individuais para os bombeiros, e também do fornecimento de 20 calças e 20 casacos de protecção.

O mais recente ajuste directo à Vianas relaciona-se com a compra de máscaras de protecção no valor de 32 mil euros, não tendo sido invocado este preceito legal. "É um processo antigo, com muitos meses", diz o vereador responsável pelo Regimento de Sapadores Bombeiros, Manuel Brito. Porém, no portal dos contratos públicos surge como data de celebração do contrato 4 de Julho. "Não posso tomar medidas cautelares [contra qualquer empresa], uma vez que o inquérito lançado pela câmara sobre o assunto não terminou e não há ninguém acusado", prossegue o autarca, acrescentando que desconhecia esta nova adjudicação, uma vez que os bombeiros têm autonomia para a fazer. A comissão de inquérito está a trabalhar há quatro meses. Em Janeiro, a câmara comprou a outra empresa ligada ao mesmo proprietário da Vianas duas tendas com cozinha e sanitário, no valor de 275 mil euros, igualmente sem concurso, procedimento que também já tem seguido com uma terceira firma da mesma família de Gondomar.

Contactado pelo PÚBLICO, o comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros não quis prestar esclarecimentos.»

27/06/2011

PJ detém incendiário na mata do Monsanto

In Correio Manhã online (27/6/2011)


«A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta segunda-feira a detenção de um homem de 39 anos suspeito de ter ateado um fogo no Parque Florestal do Monsanto, pondo em perigo toda a mata junta à cidade de Lisboa.

De acordo com a Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, o homem, operário da construção civil, solteiro, ateou o incêndio "por uma razão fútil" e socorreu-se para o efeito de um isqueiro e papéis.

O incêndio consumiu apenas "uma pequena área" graças à denúncia de um cidadão e da rápida intervenção do Regimento de Sapadores Bombeiros sediado no Parque do Monsanto, mas pôs em risco toda a mancha florestal devido às condições meteorológicas e à densidade dos combustíveis fósseis existentes no local.

A investigação contou com a colaboração de elementos do Corpos da Polícia Florestal/Polícia Municipal da Câmara de Lisboa, também sediada no Monsanto.

O detido vai agora ser ouvido em primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coacção.

LUSA»

14/01/2011

Bombeiros do Beato em quartel decrépito

In Jornal de Notícias (14/1/2011)
Telma Roque

«Nem as pinceladas, remendos com pladur ou a habilidade de alguns bombeiros para a electricidade ou carpintaria conseguem mascarar a realidade: o quartel dos Bombeiros do Beato não tem ponta por onde se pegue. Quando chove são eles que precisam de ajuda.

Ainda recentemente, quando a capital foi atingida por grandes chuvadas, os homens escalados para pernoitar no quartel, para ficarem de prevenção, foram também eles vítimas da intempérie.

A água entrou e molhou os colchões e cobertores de quem estava a dormir no chão. E dormiam no chão, porque não há, naquelas instalações, outro local para pernoitar. As camaratas são exíguas, tal como tudo o resto nas antigas cavalariças do Palácio do Conde de Lafões, onde estão sedeados desde 1932, altura da fundação.

"Naquele tempo, as cavalariças até poderiam ter algum luxo, mas agora seguramente que não. Isto é indigno para animais, quanto mais para pessoas", queixa-se Isolino Amarante, presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários do Beato e Olivais.

Isolino Amarante assumiu a direcção em Outubro de 2009 e encontrar um novo quartel transformou-se num "cavalo de batalha", até porque, diz, nos últimos dois anos, estiveram sempre acima das seis mil saídas e apoiaram o combate aos incêndios do Verão.

Recorda que, no ano passado, a Câmara de Lisboa aprovou, por unanimidade uma proposta dos vereadores do movimento "Lisboa com Carmona", a qual reconhecia que o quartel não tinha quaisquer condições e propunha que as instalações fossem transferidas para um edifício situado junto ao Palácio da Mitra, que já acolheu um posto municipal de bombeiros.»

...

Homessa! Esse quartel está assim há pelo menos 10 anos, ou não? Muda-se de Junta mas é tudo igual, afinal.

17/05/2010

Socorro em reestruturação para ganhar mais eficácia

In Jornal de Notícias (16/5/2010)
Telma Roque


«Os Sapadores estão a preparar uma "revolução" na área do socorro e prevenção na capital. Novos veículos, uma Linha Azul para emergências e um centro de comunicações que vai juntar todas as forças da cidade na mesma sala estão entre as alterações previstas.

Daqui a pouco mais de um mês, o Centro de Comunicações e Gestão de Meios Operacionais do Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) de Lisboa, que funciona do quartel da 3ª Companhia, junto ao Centro Colombo, juntará, na mesma sala, todas as forças envolvidas no socorro e segurança da capital para "agilizar" as respostas a pedidos de socorro.

RSB, Polícia Municipal, Polícia Florestal e Protecção Civil Municipal passam a receber, ao mesmo tempo, os alertas, permitindo uma resposta mais rápida e adequada a cada situação, como revela ao JN o coronel Joaquim Leitão, comandante dos Sapadores Bombeiros.

Em fase de afinação está também uma nova plataforma informática e uma Linha Azul (808 215 215) para emergências, que já está em funcionamento, mas que o Regimento ainda não difundiu.

A aquisição de novas viaturas é outra das faces da reestruturação em curso na área do socorro. O comandante avança que o RSB vai ter três novos veículos especiais para as zonas históricas e 11 pequenos jipes, designados por VETA (Veículo Especial Táctico).

Dois dos jipes (ver imagem ao lado) já se encontram no quartel da Avenida D. Carlos I. Joaquim Leitão não poupa elogios aos novos carros. "São pequenos e versáteis, permitindo responder às necessidades de grande parte do trabalho operacional", explica, acrescentando que podem acudir a pequenos focos de incêndio, abertura de portas e limpeza de pavimentos, com uma guarnição de apenas dois homens.

Segundo a reforma em curso, cada um dos jipes será distribuído pelos futuros postos de socorro avançados (PSA), em substituição dos actuais quartéis, depois de construído o centro de comando de Monsanto.

O coronel Joaquim Leitão explica que a ideia é criar, em Monsanto, no terreno do antigo "restaurante panorâmico" um novo quartel com a função de Centro Estratégico de Prevenção e Socorro. Na serra, local mais seguro em caso de sismo, ficará sedeado o comando do RSB, uma componente operacional, meios de reserva, Protecção Civil e a sala de operações e comunicações. Ao todo, juntará um efectivo diário de cerca de 200 pessoas.

Os actuais quartéis serão encerrados e subsituídos por PSA, apenas de natureza operacional, de dimensões mais reduzidas e distribuídos pela cidade para "manter a proximidade e a capacidade operacional" justifica Joaquim Leitão.

O projecto de construção do quartel de Monsanto foi reformulado recentemente, reduzindo os custos para os 17 milhões de euros e sem derrube de árvores.»

...

Esta lenga lenga do "restaurante panorâmico" insiste, insiste até à exaustão, e já vem longa. Concentrem-nos todos lá em cima, estropeiem o que resta de Monsanto com o alargamento de estradas que permitam o atravessamento de carros de bombeiros e, depois, quando vier um cataclisma a sério (cruze canhoto) e ficarem lá isolados em cima, peçam socorro.

25/02/2010

Bombeiros voluntários da Ajuda em risco de extinção

O vereador do CDS-PP na Câmara de Lisboa, António Carlos Monteiro, afirmou hoje que os bombeiros voluntários da Ajuda correm risco de extinção, mas o vereador da Protecção Civil, Manuel de Brito, deu conta da “situação irregular” da instituição.
“A Câmara não pode apoiar financeiramente uma associação que está em situação irregular”, afirmou Manuel de Brito (PS), durante a reunião pública do executivo municipal.
Segundo o vereador, a instituição vive uma “situação muito delicada”, encontra-se em “irregularidade associativa” e, recentemente, “desapareceu material de fogo”.
O assunto vai ser tratado numa reunião com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, acrescentou.
“Os voluntários em Lisboa, aliás, não estão bem. Normalmente, não acorrem às chamadas para reforço”, afirmou.
O vereador do CDS-PP, António Carlos Monteiro, tinha colocado a questão da situação dos bombeiros voluntários da Ajuda, sem ignorar que, “do ponto de vista diretivo, há anomalias” na instituição e que existe inclusivamente “um computador selado à ordem da Polícia Judiciária”.
O eleito democrata cristão descreveu uma “situação financeira complicadíssima”, em que “o único rendimento são as quotizações dos sócios”.
“Corremos o risco de os bombeiros voluntários da Ajuda se extinguirem”, afirmou.

in Lusa