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27/02/2020
Ainda sobre a casa Veva de Lima
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Degradação do Património,
s.o.s.
07/05/2018
10/07/2017
06/06/2017
As obras no claustro e no Convento da Graça estão quase concluídas!







Mais boas notícias desde a Graça, pela Real Irmandade dos Passos da Graça (fotos). A inauguração será a 1 de Julho. Esta é mais uma das jóias da arquitectura de Lisboa que fica aberta ao público no âmbito do protocolo entre a Câmara de Lisboa, a paróquia e Real Irmandade dos Passos da Graça. Obrigado!!
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01/03/2017
Demolindo Lisboa: Rua Marques da Silva
Rua Marques da Silva - demolição integral de edifício dos finais do séc. XIX promovida pela CML-EMEL na Freguesia de Arroios.
30/12/2016
«Assistimos em Lisboa a uma desapiedada destruição do património»
DEMOLIDO: imóvel pombalino na Rua da Lapa
“A defesa do património urbanístico e arquitectónico e uma orientação estruturante da revisão do PDM transversal a toda a normativa urbanística proposta”; “A demolição de edifícios fica restringida a situações excepcionais caracterizadas de forma objectiva e sujeitas a controlo técnico ou a uma justificação que demonstre que a reabilitação é inviável”
Estas duas frases não são obra de uma mente retrógrada ou de uma diatribe veemente de um actual Velho do Restelo. Foram retiradas do preâmbulo do plano director municipal. Afirma-se no papel o que a prática tantas vezes desmente. Assistimos, actualmente, em Lisboa a uma desapiedada destruição do património, enroupada em argumentos que tentam vender gato por lebre, tentando fazer passar a ideia de uma vaga de reabilitações sem precedente. O que acontece, na verdade, é construção nova, numa estafada e repetida imagem de fachadismo.
A lista é interminável, não sendo este o espaço oportuno para a fazer exaustiva. De qualquer forma, não será de mais afirmar que no Bairro Barata Salgueiro já nada resta dos incontáveis prédios de aparato característicos da Lisboa “entre séculos”, designação que abrange os últimos anos do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Por todo o lado nesse malogrado plano se passa à demolição integral de interiores, ao aumento de cérceas, à trivialização do que foi pensado para ser um bairro de excepção. O mesmo é válido para todo o eixo das Avenidas Novas. Raros são os exemplos de verdadeira reabilitação em que, ao necessário novo uso do preexistente, se associe a preocupação pela salvaguarda do maior número possível de características singulares que fazem dos imóveis desse período testemunhas importantes da evolução da cidade, da sociedade, de diferentes soluções e sensibilidades artísticas.
Tem-se optado pela descaracterização constante desse património, não se propondo a preservação de nenhum pormenor de época, à excepção de fachadas e de alguns azulejos que as cubram. O resultado está à vista e é de lamentar. Prédios de arquitectos de reconhecido mérito — Adães Bermudes, Ventura Terra, Norte Júnior, alguns prémios Valmor — são hoje a sombra de si mesmos. Quarteirões inteiros banalizados num rolo compressor de licenças dadas a eito, projectos muitas vezes de qualidade sofrível e um facilitismo que condenou a cidade, nessas zonas, a um vasto espaço de indigência patrimonial que assombra pela espantosa semelhança com os idos anos 60 e 70 do século passado, período em que a especulação e os ganhos imobiliários foram triste moeda corrente.
Mas não se julgue que é só o património edificado Arte Nova e Art-Déco que está na mira de promotores e que é vítima da eterna apatia com que as coisas do património são vistas em Lisboa. Prédios pombalinos e palácios históricos, conventos devolutos e antigas instalações industriais, importantes marcos da arquitectura do ferro, têm vindo a ser radical e tragicamente transformados. Para que não subsistam dúvidas, basta ir à Rua das Portas de Santo Antão ver o que sobra do antigo Palácio da Anunciada: destruiu-se o jardim, rapararam-se as mansardas pombalinas, todas as dependências foram demolidas, restando apenas o átrio, a escadaria e os salões nobres. Exemplos destes não faltam numa cidade que se quer, e bem, património mundial.
Há, contudo, dois casos que não podem deixar de mobilizar a opinião pública, pela sua dimensão simbólica, pelo que têm de insólito num país de leis e de regras para todos os gostos, pela desfaçatez com que se prolonga o injustificável e se autoriza o que em tempos não fora visto com bons olhos.
O primeiro, a demolição integral da moradia pombalina da Rua da Lapa, exemplar único na capital, excelente fecho da Rua de São João da Mata. A DGPC (Direcção-Geral do Património Cultural, DGPC) em 2012 já se tinha pronunciado a favor da manutenção dessa notável casa. Sublinhe-se que a moradia está numa área de confluência de várias zonas de protecção — Museu de Arte Antiga, Chafariz da Esperança, Convento das Trinas do Mocambo, Basílica da Estrela. Era parte integrante e emblemática do Bairro da Lapa. Este, caso avance a candidatura de Lisboa a património mundial, será considerado zona-tampão de um outro bairro integrante do bem a classificar, o Bairro da Madragoa.
A própria Lapa é definida pela CML como sendo um bairro de traçado histórico, ou seja, não são só as ruas que o desenham, mas também o edificado que nelas existe que lhe confere essa qualidade de lugar ímpar, com uma invulgar concentração de património, palácios, recolhimentos, conventos, casas populares, dando a este bairro uma marca inconfundível no conjunto dos bairros de Lisboa. Outra leitura tiveram os serviços que, fazendo tábua rasa das boas práticas em matéria de salvaguarda e valorização patrimonial por si próprios defendidas, optaram por dar o dito por não dito e, aquilo que há uns anos era só para ser alterado, passou a ser agora campo de demolição onde nascerá um projecto de autor em tudo alheio à tipologia e enquadramento existentes.
Às perguntas mais do que justificadas, a DGPC reage com respostas de amanuense encartado. À sugestão de um mapeamento patrimonial exaustivo dos bairros da Lapa e Estrela que pudesse servir de recomendação à acção da CML, a DGPC responde com artimanhas do código de direito administrativo para dizer que não é da sua área de competências, ficando o povo sem saber o que a augusta entidade pretende dizer. É do conhecimento geral que a DGPC voluntariamente levanta processos de classificação de imóveis, que estabelece protocolos de colaboração com várias entidades e diferentes jurisdições, criando e mobilizando, dessa forma, vontades e decisões. Por que motivo não acha conveniente fazê-lo nesta área da cidade, é matéria de difícil compreensão. Razão têm os moradores da Lapa por temerem que seja este o princípio da irreversível descaracterização de um dos bairros mais carismáticos de Lisboa.
O segundo caso, paradigmático do torpor em que se arrastam as chefias da DGCP e CML, é o do Palácio Almada-Carvalhais, dos antigos provedores da Casa da Índia. É esta uma notável residência aristocrática lisboeta, anterior ao terramoto de 1755, com torre senhorial de cantaria, galeria abobadada e azulejada e um magnífico pátio renascentista, único em Lisboa. Pelo seu carácter excepcional foi declarado Monumento Nacional em 1919 e nunca, nas várias revisões da lista de bens classificados, foi destronado. Estando abrangido pelo mais elevado nível de classificação, poderíamos partir do razoável princípio de que estaria a salvo da ruína. Nada mais longe da verdade.
Há décadas que a especulação imobiliária se abateu sobre esta casa nobre da Rua da Boavista, encostada a Santos. A sua posse tem passado de fundo imobiliário para fundo imobiliário, detidos, na totalidade ou em parte, por grandes instituições bancárias que, ávidas do seu retorno, não se sentem obrigadas a cumprir as disposições mais elementares da Lei de Bases do Património, a qual, entre outros pormenores descartáveis, estipula que ao detentor do bem cabe a manutenção dos valores que levaram à sua classificação. Como se sabe e vê, o estado deste Monumento Nacional é de pré-ruína absoluta, as janelas estão escancaradas, partidas, portas arrombadas, o pátio vandalizado, infiltrações por todo o lado, tectos apodrecidos. Basta um temporal mais forte, um começo de incêndio e, do palácio que resistiu ao terramoto de 1755, nada restará.
Perde-se a conta de toda a correspondência trocada com CML e DGPC sobre a urgente acção para salvar in extremis este marco de Lisboa, para que a tutela obrigue o detentor do bem a agir, para que os fundos que o comercializam não se sintam acima da lei. Quer do lado dos paços do concelho, quer da Ajuda, nada se move, para além da redacção de uns lembretes, tratando com punhos de renda o que deveria ser desmascarado sem cerimónias.
Estes dois exemplos são a tradução na prática da miopia cultural que percorre os corredores do poder, mais inclinados em retirar dividendos de acções de curto prazo em detrimento de medidas de ordenamento que valorizem a cidade e não a desfigurem irreparavelmente. Vive-se em Lisboa, em grande medida, não a sacralização do património, como foi dito por ocasião dos 20 anos do Porto — Património da Humanidade, mas antes a sacralização do vale-tudo.
Uma outra e maior ambição ou interesse face à extraordinária identidade de uma cidade como Lisboa deveria ser a missão urgente de quem governa e também de cidadãos mais atentos, única forma de resgatar a cidade da indiferença e da indiferenciação em que se vai perdendo. Na proporção do ganho que constitui para alguns, esse, sim, crescente, pressionante e rápido.
Artigo de opinião de Miguel de Sepúlveda Velloso in Público 21 de Dezembro de 2016
DEMOLIDO: palácio classificado IIP na Rua de O Século
05/12/2016
03/12/2016
LISBOA, Capital Europeia da Demolição: Rua Alexandre Herculano 41
O inspector-geral da ACT deixou uma coisa clara: “As instabilidades em processos construtivos e demolições não podem existir.”
“É extremamente preocupante que no meio da cidade de Lisboa, a capital de um país da União Europeia, morram duas pessoas a trabalhar. Acho que isso nos devia envergonhar a todos”, afirmou. Pimenta Braz considera um “índice horrível” que estas duas pessoas tenham “desaparecido a trabalhar”.
Da parte do Fórum Cidadania Lx acrescentaríamos que enquanto a CML - Pelouro do Urbanismo - e Ministério da Cultura - DGPC - continuarem a alimentar este método nefasto e obsoleto de "reabilitação" que consiste em destruir o que é possível de reabilitar, vamos assistir a mais acidentes terríveis deste tipo. Este prédio de qualidade estava em razoável estado de conservação e era perfeitamente possível de reabilitar. Mas para que "fundos financeiros" ligados ao mercado da habitação de "Luxo" possam cumprir com as expectativas de lucro máximo, a CML permite a destruição de interiores que dão carácter e acrescentam valor à nossa capital. Este tipo de obras - que mais não são que "Construção Nova" aproveitando uma ou duas fachadas - são extremamente caras e perigosas como se vê. Não esquecer que apenas alguns meses atrás, e do outro lado da Avenida da Liberdade, morreu um operário numa outra obra de demolição de interiores na Av. Duque de Loulé.
Para quando uma alteração do actual paradigma de reabilitação em Lisboa?
«Derrocada de prédio em Lisboa faz duas vítimas mortais»
Ainda não foram apuradas as causas da derrocada. Trânsito continua cortado na rua Rodrigo da Fonseca.
Duas pessoas morreram, esta segunda-feira, na derrocada de um prédio na rua Alexandre Herculano, em Lisboa. As vítimas, dois trabalhadores de uma empresa de construção civil de Braga, ficaram soterradas na sequência do desabamento de uma das paredes do edifício que se encontrava em obras. A segunda vítima mortal foi identificada pelas 18h, pelas equipas no local. A primeira vítima foi confirmada ao início da tarde.
Os dois homens, de nacionalidade portuguesa, trabalhavam na obra de reabilitação do número 41 na esquina da rua Alexandre Herculano com a Rodrigo da Fonseca. Os Sapadores Bombeiros de Lisboa foram chamados ao local por volta do meio-dia. Pedro Patrício, comandante da corporação, em declarações no local, informou que um dos corpos "já foi retirado e o outro está prestes a ser retirado". "O perigo é iminente, estamos a trabalhar em estruturas que cederam e podem ceder a qualquer momento. Vamos trabalhar devagar, não podemos fazer oscilações", referiu.
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães. Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe.
“As instabilidades não podem existir”
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) está no local, desde o início da tarde, a acompanhar a situação. Pedro Pimenta Braz, inspector-geral da autoridade, disse que a “instabilidade construtiva e das paredes que estavam em demolição é muito grande”, razão pela qual “é muito complicado”, neste momento, apurar as causas do acidente. O responsável dos bombeiros confirmou, pelas 18h, que ainda não estão reunidas as condições para que a ACT entre no edifício. Sem possibilidade de adiantar as causas da ocorrência, o inspector-geral da ACT deixou uma coisa clara: “As instabilidades em processos construtivos e demolições não podem existir.”
“É extremamente preocupante que no meio da cidade de Lisboa, a capital de um país da União Europeia, morram duas pessoas a trabalhar. Acho que isso nos devia envergonhar a todos”, afirmou. Pimenta Braz considera um “índice horrível” que estas duas pessoas tenham “desaparecido a trabalhar”.
Pelas 16h, decorriam os trabalhos de “remoção dos elementos que colocam em perigo as nossas equipas de resgate”, explicou o comandante. “São trabalhos demorados”, avançou, que estão a ser realizados pelos bombeiros em conjunto com outras empresas. O grande entrave à acção das equipas de busca cinotécnicas é a instabilidade do edifício.
O comandante informou que ruiram três pisos do interior do edifício, a ser reabilitado pelo Grupo Casais, empresa de construção sediada em Braga. "As lages interiores caíram para dentro daquilo a que chamamos o saguão", explicou Pedro Patrício, avançando que se desconhece, para já, a razão da derrocada. O PÚBLICO contactou o Grupo Casais que remeteu as declarações para o final desta segunda-feira.
Durante a tarde, as equipas no local procuraram o segundo trabalhador, cuja "possível zona de localização" tinha sido identificada por cães.
Embora o comandante dos Sapadores Bombeiros não adiante a identidade das vítimas, a SIC avançou que se tratam de dois homens com cerca de 50 anos, de Fafe. PÚBLICO, 28 Novembro 2016
15/11/2016
11/11/2016
Rua da Escola do Exército: Mais um desaparecimento de Colunas de iluminação históricas
Rua da Escola do Exército c.1900 (Alberto Carlos Lima, Arquivo CML)
Os candeeiros hoje, passados mais de 100 anos ainda lá estão e apenas as luminárias foram alteradas (talvez nos meados do séc. XX). Estas peças são de origem francesa e criadas no séc. XIX.
E estes são os novos candeeiros já instalados pela DIP-CML, orgulhosamente sós na sua altura de 6 metros, cheios de vaidade LED, e autistas na sua relação com este arruamento do séc. XIX da Freguesia de Arroios. Todos os candeeiros originais serão retirados, sem apelo nem agravo, em nome da eficiência energética, único critério que a CML parece considerar como importante na remodelação da iluminação pública neste tipo de bairros. E como é já habitual, os munícipes não foram informados desta alteração radical do seu espaço público. Quando regressaram das suas férias de verão foi isto que encontraram na sua rua. Ponto final.
09/11/2016
WONDERS da «reabilitação» Lisboeta: Rua do Arco da Graça (ao Martim Moniz)
Aqui vemos uma prática, cada vez mais corrente em Lisboa, que vai contra qualquer princípio mais elementar em reabilitação urbana: pintar as cantarias, as pedras. Desde pelo menos o século XIX que o Pelouro de Urbanismo / Obras da CML proibia a pintura das cantarias... mas assistimos agora, no séc. XXI, ao ressurgimento desta prática que apenas revela os baixos padrões em que se encontra a «reabilitação» na capital de Portugal. Em vez de trabalho cuidadoso e informado vemos a proliferação deste tipo de "obras" que as imagens retratam. Reabilitação? Regredimos várias décadas graças às escolhas políticas do Pelouro do Urbanismo da CML.
08/11/2016
«RENOVAR» DEMOLINDO LISBOA? Mais um caso de falsa reabilitação na Rua das Janelas Verdes
Se alguma dúvida ainda havia sobre a politica contra o património da cidade que a CML tem promovido, nestes últimos anos não paramos de observar mais provas do equivoco total em que se encontra a nossa cidade em matéria de reabilitação. Mas a verdade é que somos todos responsáveis pelo estado das coisas porque afinal ainda vivemos em democracia e já não em ditadura. Porque estamos a permitir que isto aconteça na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade?
25/10/2016
Mais uma Souvenir shop... na entrada do futuro elevador municipal da Rua do Carmo!
Para quando a inauguração deste novo elevador público municipal?
Mas já abriu a nova loja de souvenirs, mais uma ratoeira para turistas...
Onde são fabricadas estas tralhas que são o retrato perfeito do Turismo lisboeta?
...e no espaço ao lado, também municipal, outra loja de souvenirs!
17/10/2016
CML & CERVEJA: ligações perigosas
A propósito desta notícia é bom lembrar a crítica que este FCLX tem feito há vários anos à CML por se associar a tantos eventos públicos que recebem como patrocinador principal uma marca de cerveja. Basta pensar no altamente criticável acordo entre a EGEAC e uma bem conhecida marca de cerveja para finan ciar as Festas de Lisboa.
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