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19/01/2017

Reabilitação ou comercialização de 30 monumentos nacionais?


Artigo de Maria Ramalho (Presidente do ICOMOS Portugal), in Público (19.1.2017)

Versão online em https://www.publico.pt/2017/01/19/culturaipsilon/noticia/reabilitacao-ou-comercializacao-de-30-monumentos-nacionais-1758755

10/01/2016

ROMA: Fontana di Trevi (1732-1762)...




















Irá o Turismo destruir as mais belas e interessantes cidades do mundo?
http://www.bbc.com/news/world-europe-34714200

01/12/2014

PUBLI-Cidade: Monumento ao Duque da Terceira

 Em LISBOA CAPITAL é assim que se faz restauro.
 LISBOA: Cais do Sodré / Rua do Alecrim

...e é assim em «ROMA CAPITALE» quando faz restauro de monumentos!

23/06/2014

Postal da Avenida Afonso Costa: fonte/monumento





Monumento/Fonte (de gosto e implantação muito duvidosa) na Av. Afonso Costa (ao Areeiro). Abandonada, sem água, com metais furtados e a servir de lixeira. Mais uma história típica de Lisboa: vandalismo e a incapacidade crónica de fazer manutenção do espaço público.

02/04/2014

Janelas de alumínio na Academia das Ciências...


Será que a DGPC aprovou alguma alteração das caixilharias de madeira dos vãos do edifício da Academia das Ciências sito na Rua da Academia das Ciências em Lisboa? Conforme as fotografias revelam, as caixilharias de madeira foram retiradas e susbtituídas por novas em alumínio. 
Num imóvel classificado como este é preocupante assistir a alterações desta natureza que apear de bem intencionadas revelam pouca consideração pelos materiais originais e comprometem a autenticidade e valor histórico do bem cultural classificado. 

17/04/2013

ELEVADOR DA BICA, MONUMENTO NACIONAL "DEPOIS DA CATÁSTROFE"

Amanhã, Dia International dos Monumentos e Sítios, o Elevador da Bica estará assim... tal como os Elevadores da Glória, Lavra, todos classificados «MN»... Lisboa, Feia, Porca e Má.














17/12/2012

Monumento a Luiz de Camões vandalizado


(foto: IG)

Resposta da CML:

Ex. mos Senhores


Em resposta ao vosso email, que mereceu a nossa melhor atenção, vimos por este meio informar que:

· O resultado dos mais recentes ataques de vandalismo cometidos contra a peça de estatuária “Camões” na Praça Luis de Camões, tem-se traduzindo na realização de inscrições, “tag’s” com caneta de feltro e tinta de spray em torno do plinto em pedra da escultura. A Divisão de Salvaguarda de Património Cultural da Camara Municipal de Lisboa, tem levado a cabo sucessivas intervenções especializadas, de limpeza da base da peça, remoção de grafitis e aplicação de camada de proteção da pedra. Tem-se procurado realizar estes trabalhos durante o fim de semana no sentido de dar a esta ação um caracter pedagógico e preventivo uma vez que estes atos são realizados com frequência entre sexta e sábado. Na semana passada a estátua foi uma vez mais a limpa, tal como se poderá ainda verificar. Lamentavelmente receamos ter de repetir a operação brevemente.

· Tem sido uma escultura, alvo constante deste tipo de vandalismo, atestado pelas sucessivas campanhas de limpeza em curto espaço de tempo, sendo estas também um fator patrocinador de erosão acelerada nos suportes artísticos da peça. Embora não sejam intervenções com um custo elevado são constantes, numa média aproximada duma vez por mês, o que poderá pesar consideravelmente nos orçamentos anuais no que diz respeito á conservação e manutenção das peças de Arte Pública, sacrificando infelizmente outras intervenções igualmente necessárias e urgentes. No entanto consideramos imprescindível manter o mesmo ritmo constante de limpeza, para salvaguarda do nossos património.

No que diz respeito ás restantes peças de estatuária mencionadas, a situação é rigorosamente idêntica.

Agradecendo mais uma vez o interesse na defesa e proteção do património da cidade, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Maria Ana Silva Dias
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
Chefe de Divisão – Divisão de Salvaguarda do Património Cultural»

...

Exmo Director do DMC-DPC,
Exmo. Arq. Jorge Ramos de Carvalho

Este é o estado lamentável do monumento a Camões, ao Chiado, e encontra-se assim desde Junho. Igual estado de coisas em vários outros monumentos como seja nos dedicados a Ramalho Ortigão (Santos), o "Adamastor" (Sta. Catarina), e aos existentes em S.Pedro de Alcântara e Campo de Santa Clara, por ex.

Até quando é que a CML vai continua "inerte"?

Melhores cumprimentos

Fernando Jorge, Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho

03/12/2012

Comentários ao projecto espaço público SRU LxOcidental/Construções XIX p/Largo da Memória (Ajuda/Belém)

Resposta da Sra. Presidente da SRU Lx Ocidental:

«Exmos. Senhores,

Em resposta ao vosso e-mail e ao comentário colocado no vosso blog, que muito nos surpreendeu, vimos esclarecer o seguinte:

1. Não foram iniciadas quaisquer obras de requalificação do espaço público em redor da Igreja da Memória.

2. Os projetos que visam a reabilitação da área envolvente à Igreja da Memória, estão a ser elaborados pelo Arq. Gonçalo Byrne, acompanhados pela CML, IGESPAR e Lisboa Ocidental, não se encontrando ainda concluídos.

Aproveitamos para agradecer a devida retificação do referido comentário.

Ficando ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, com os melhores cumprimentos,

Teresa do Passo

Presidente Conselho de Administração»

...

Exmos. Senhores


No seguimento do início das obras de requalificação do espaço público em redor da Igreja da Memória, Monumento Nacional, verificamos ser urgente, e ainda possível, corrigir/prevenir uma série de pormenores que, a nosso ver, a não serem previstos limitarão a eficácia desta intervenção (e têm-na limitado de um modo geral, por todo o bairro da Ajuda); representando assim uma "oportunidade perdida" para que se promova uma requalificação que tenha por fim, não a "esterilização" fácil do espaço público, mas a sua humanização por via da sustentabilidade ambiental e do apreço pelo legado histórico-patrimonial.

Seguem alguns comentários a este respeito, a saber:

1. Pavimentos
De um modo geral os melhoramentos que têm vindo a ser produzidos durante a empreitada geral, tem-no sido ao nível dos passeios e das faixas de rodagem, havendo a preocupação em manter os revestimentos tradicionais de Lisboa (calçada). No entanto, ficamos desiludidos com a pouca ambição do projecto do espaço público pois ainda é dada, claramente, muita importância à circulação automóvel e ao estacionamento à superfície. Com efeito, os passeios poderiam ser, em muitos casos, mais largos mas para isso seria preciso ter reduzido as faixas para estacionamento, ainda para mais sabendo-se do projecto em fase de implementação de um silo automóvel a montante da Igreja da Memória... Fica uma pequena nota positiva para a defesa ténue dos canais pedonais, por via da instalação de pilaretes nos passeios – contudo, o projecto poderia e deveria ter sido mais ambicioso em matéria de mobilidade suave.

2. Árvores de alinhamento
É uma imensa desilusão constatar-se que não se pensou em plantar árvores de alinhamento. Se por um lado a largura diminuta de alguns dos arruamentos não permite a presença de árvores, outras há, como a Travessa da Memória, onde se deviam ter aberto caldeiras para árvores. Também o Bairro dos Sargentos é disto exemplo. Ou seja, em termos urbanísticos, esta área da Ajuda é bastante desconexa e de arquitectura sem grande coesão estilística, por isso as árvores iriam melhorar muito não só o conforto ambiental das ruas como também lhe dariam escala, ajudando a harmonizar as frentes urbanas. Para se ter uma ideia dos "milagres" que as árvores de alinhamento podem fazer, basta ver, mesmo ao lado, a Calçada do Galvão com alinhamentos de lódãos em ambos os passeios...

3. Iluminação pública
Lamentavelmente, parece-nos que se está a promover o abate sistemático de colunas de iluminação do séc. XIX e em sua substituição se estão a colocar novas colunas de desenho demasiado corrente. Será que agora aquela colunas vão desaparecer na sua totalidade da envolvente à Igreja da Memória? A ser assim, será um erro grosseiro. Considerando que dentro desta área urbana há várias Zonas Especiais de Protecção de monumentos nacionais (Igreja da Memória, Jardim Botânico Tropical, Palácio e Jardim Botânico da Ajuda) seria aconselhável tentar manter-se ao máximo o mobiliário urbano oitocentista que ainda resta. No caso da Memória será um desrespeito por aquele MN.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Fernando Jorge, Luís Marques da Silva, Bernardo Ferreira de Carvalho, João Oliveira Leonardo, Pedro Fonseca

CC. CML, AML, JF Ajuda, DGPC