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16/04/2018

Projecto de musealização do claustro da Sé - Pedido de reunião com cabido


Exmo. Senhor Padre Tito


Considerando os dados vindos a público relativamente ao projecto de musealização dos achados arqueológicos do claustro da Sé de Lisboa, designadamente quanto às implicações de ordem estética e patrimonial no conjunto uno da Sé Patriarcal de Lisboa;

Serve o presente para solicitarmos uma reunião a V. Exa., Senhor Padre Tito, a fim de apresentarmos as nossas preocupações relativamente ao assunto exposto, bem como a outros assuntos referentes a nossa Se Patriarcal.

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos


Miguel de Sepúlveda Velloso, Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Luís Serpa, Jorge Pinto, Gonçalo Cornélio da Silva, Eurico de Barros, Pedro Formozinho Sanchez

17/07/2014

Palácios Barrocos: Lisboa versus Munique

 Antigo Palácio do Patriarca no Campo dos Mártires da Pátria 
  Ferragens furtadas em pleno Campo dos Mártires da Pátria 
MUNIQUE:
 Palácio Holnstein, actual residência oficial do Bispo de Munique

 Os cidadãos são informados dos nomes, datas e autores dos palácios da sua cidade
Na sequência da série de posts do nosso colega Miguel Velloso sobre a triste sorte dos palácios de Lisboa, deixo ficar aqui para comparação o antigo Palácio do Patriarca de Lisboa e o Palácio Holnstein, residência do Bispo de Munique. O nosso Palácio no Campo dos Mártires da Pátria em nada fica a dever ao seu congénere em Munique - antes pelo contrário, é uma obra de grande qualidade, com fachada barroca erudita, integralmente em cantaria, ao contrário do exemplar de Munique em "tijolo e reboco". Mas onde o Palácio Holstein ganha é no brio, estima e orgulho com que é tratado e vivido. Porque o antigo Palácio lisboeta está fechado e abandonado à sua sorte já lá vai pelo menos 1 década. Envolvido em mais um projecto de "hotel de charme", especulativo e de gosto duvidoso, vai sendo roubado, vandalizado e apodrecendo com as águas das chuvas que já entram pelos telhados, trapeiras rotas e vidraças partidas. Lisboa, pérolas a porcos? 

10/07/2014

Património: Movimento quer recuperar igreja de São Cristóvão em Lisboa

Agência Ecclesia
     
O padre Edgar Clara, responsável pela igreja de São Cristóvão em Lisboa, pretende “constituir um movimento”, para recuperar o edifício do século XVII e as suas obras de arte, que vai apresentar hoje às 19h30.

“Constituir um Movimento de Recuperação da Igreja de São Cristóvão. Este é o objetivo da Eucaristia que dará início à divulgação do projeto, que decorrerá na Igreja de São Cristóvão, às 19 horas”, explica o sacerdote numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

Depois da celebração, vai haver uma breve explicação da arte “em São Cristóvão e do projeto que foi apresentado para o Orçamento Participativo”, acrescenta em scristovao.weebly.com.

A Arte na Igreja de São Cristóvão, construída em 1680, tem “44 telas de Bento Coelho da Silveira emolduradas numa rica talha dourada”.

A Igreja de São Cristóvão é uma preciosidade do século XVII e na rede social Facebook já foi criada uma página para quem quiser acompanhar este projeto e participar deste movimento.

O padre Edgar Clara apresenta seis objetivos que são a missão desta iniciativa como “recuperar, travar o estado de degradação em que o edifício e o património que integra se encontram”, “dinamizar a vivência do espaço religioso e cultural” ou “fomentar a criação de parcerias entre as várias associações, coletividades, movimentos, entre outros, da comunidade onde se insere”.

CB/OC

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/nacional/patrimonio-movimento-quer-recuperar-igreja-de-sao-cristovao-em-lisboa/

18/11/2009

Especialista do patriarcado acha que igreja de Troufa Real para o Restelo dá muito nas vistas

In Público (18/11/2009)
Por Ana Henriques

«"Uma igreja dos nossos dias deve ser mais discreta", diz o responsável do patriarcado pelas novas igrejas

A igreja em forma de barco que Troufa Real desenhou para o Alto do Restelo, e cuja construção começou ontem, "dá muito nas vistas", admite o arquitecto que preside ao departamento do patriarcado encarregado de dar parecer sobre os novos templos.

"É um edifício que se impõe. Uma igreja dos nossos dias deve ser mais discreta", observa Diogo Lino Pimentel, director do secretariado das novas igrejas do patriarcado. Mas, segundo o mesmo responsável, já não há nada a fazer, uma vez que a decisão de permitir a sua construção foi há muito tomada pela hierarquia eclesiástica. O edifício tem sido alvo de al-guma contestação, quer por causa da sua forma, quer por causa da paleta de cores prevista para as fachadas e paredes - dourado, vermelho, cor de laranja e verde. O projecto inclui uma torre de cem metros de altura, em forma de minarete.

Diogo Lino Pimentel recorda-se que quando o secretariado das novas igrejas foi chamado a pronunciar-se sobre o projecto, em 2001, emitiu um parecer que abordava a questão por dois prismas: "O da liberdade criativa do arquitecto e, por outro lado, a questão de saber se aquele projecto era aceitável em termos pastorais, da imagem que a igreja quer dar de si própria". Foi em relação a este segundo aspecto que o arquitecto levantou algumas questões. "Mas esta reflexão que propus acabou por nunca ser feita", relata. O tempo foi passando e o projecto acabou por ser aprovado pelo patriarcado, apesar das objecções levantadas.

O assunto também não é pacífico entre os paroquianos do Restelo. "Estou farta de dizer ao prior que não gosto da igreja", diz um deles. Outra paroquiana que se tem empenhado na obra admite que ela "tem umas coisas mais bonitas que outras".

"Mas quem gosta, gosta. Quem não gosta come menos", observa.»