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21/03/2019

No próximo Orçamento Participativo, Vote no projecto 121


Projecto 121 em votação no Orçamento Participativo de Lisboa em

Corredor verde Marvila - Beato

Votação online em op.lisboaparticipa.pt ou por SMS (grátis) para o nº 4310, com o texto: 121
https://op.lisboaparticipa.pt/op/projetos/5c868ccf21a8780009df1285?fbclid=IwAR3lDH6R9KaZI-cdfCXVTSCX01D9JqSjp0Odkkb6Y5Uo372GxB9VZnB4p3g

Obrigado a Bruno Palma e a Jozhe Fonseca!

(proposta a partir da nossa proposta enviada ao PCML em Dezembro: http://cidadanialx.blogspot.com/2018/11/antiga-escola-de-afonso-domingues-e.html)

...

Ou VOTE nas nossas outras propostas,

Projeto 72 - Sinalética Lisboa Património

e

Projeto 113 - Mais área pedonal no Largo do Monte/Miradouro de Nª. Senhora do Monte

.

25/11/2013

Placa que dá que contar


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,

Junto, envio, em anexo foto de placa sinalizadora que demonstra como se fazem as coisas nesta cidade.

Junto às Amoreiras.

Cumprimentos,

Mário Vilar»

25/04/2013

PLANETA EMEL: Rua de Santiago

O slogan da EMEL afirma «Prioridade às Pessoas». Passeio na Rua de Santiago, uma das entradas da zona «Castelo» gerida pela empresa municiapl... Palavras para quê? Já foi pedido à CML que retire este painel instalado no meio de um canal pedonal. 

30/11/2011

Morador de São Sebastião da Pedreira






Chegado por e-mail:


«Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

ASSUNTO: S. SEBASTIÃO DA PEDREIRA


No seguimento de vários contactos que tenho dirigido à CML no sentido de resolver diversos problemas que afectam a zona onde vivo e melhorar a qualidade de vida, venho de novo pedir a sua melhor atenção para esta zona.

Envio em anexo imagens que ajudam a perceber o sentido das observações que apresento.

O parque de estacionamento em forma de meio círculo, gratuito para não moradores da zona, exclusivo dos funcionários do Ministério do Exército, situado nas traseiras do Quartel General na Rua Marquês de Fronteira continua em funcionamento apesar das recentes alterações à utilização do Quartel. Este parque privado devia ser suprimido.

Com efeito um parque de estacionamento na via pública para um ou dois carros oficiais do Ministério do Exército seria aceitável apesar dos lugares de estacionamento que existem no interior do Quartel.

A colocação de pilaretes ou blocos de cimento ou vasos de plantas nas quatro esquinas do cruzamento das ruas Marquês de Fronteira e Dr.Nicolau de Bettencourt seria aplaudida.

Aqui o estacionamento de automóveis em cima dos passeios não é uma excepção. É a regra que todos os dias nos impede de andar nos passeios e aceder às passadeiras.

Sugiro que zonas de acesso aos stands de automóveis ou para cargas e descargas só sejam válidas dentro de um horário restrito e muito limitado.

Estas zonas, que estão fora da alçada da E.M.E.L., são invariavelmente transformadas em estacionamentos privados, garantidos e gratuitos para os automóveis de gerentes e outros funcionários (não residentes) de supermercados, stands, etc..

Sugiro que essas zonas sejam revistas e que só venham a ser de novo atribuídas se tiverem horários limitados e afixados. Solicito que fora desses horários sejam lugares, como os outros, tarifados pela E.M.E.L..

Morador de São Sebastião da Pedreira»

14/11/2010

POSTAL DA BAIXA: Rua do Comércio

Para além do absurdo que é manter esta coluna com sinalética obsoleta, devemos ainda tomar nota do facto do dispositivo estar a tapar uma placa toponímica pombalina original - um elemento patrimonial bastante raro e portanto precioso na Baixa. Esperemos que em breve o bom senso leve a CML a desmontar/refazer esta estrutura.

15/04/2010

Arqueologia da Sinalização de Trânsito


No passeio da Calçada da Estrela, entre a Assembleia da República e o recentemente reabilitado Jardim das Francesinhas.

16/09/2009

SINAIS DA MADRAGOA

Se estes equipamentos obsoletos estivessem nas faixas de rodagem já teriam sido removidos para não prejudicar os automóveis. Mas como no passeio circula esse cidadão de segunda classe chamado «peão», teremos de ter paciência. A CML já foi alertada, aguardamos intervenção.

29/03/2009

LISBOA É...


...uma cidade sem direcção?

Estas 4 placas devem simbolizar as seguintes falta de sentidos: Uma rua sem árvores de alinhamento (salvo a grande araucária, mas provavelmente ameaçada de abate para dar lugar a mais uma «construção nova»?); uma rua com passeios desproporcionalmente pequenos face à largura das faixas de rodagem; uma rua repleta de património arquitectónico degradado. Uma rua que se sente mais como 'via rodoviária' do que 'via urbana'. É, sem dúvida alguma, uma típica rua da Lisboa do início do séc. XXI.

Foto: Cruzamento da Rua Diogo do Couto com a Rua do Mirante, Freguesia de Santa Engrácia.

20/02/2009

LISBOA É...

...um sinal vertical cravado no meio do passeio a dificultar a mobilidade aos seus munícipes. Este problema, muito comum em Lisboa como sabemos, é uma consequência das sapatas de betão dos sinais verticais não serem adequadas aos passeios estreitos dos bairros de génese mais antiga. Transferiram-se directamente os modelos pensados para as novas zona urbanas para a cidade histórica. E o resultado é o que se vê no exemplo desta fotografia, na Rua Herois de Quionga, 67 (Penha de França).

Esta munícipe vinha a descer a rua, pelo passeio, mas teve de, com muita dificuldade, contornar o sinal que se encontra cravado a meio do passeio (com a agravante de estar inclinado). Todo o bairro da Penha de França apresenta uma população muito envelhecida que sofre diariamente de problemas de mobilidade num espaço público excessivamente pensado na perspectiva da mobilidade rodoviária.

Será que a CML já está a estudar uma nova solução para instalar sinais verticais nos passeios sem recurso à convencional sapata de betão? Quantos mais anos e munícipes terão de passar por este martírio para que as coisas mudem? É urgente pensar num modo de intalar sinalização vertical menos intrusiva para os peões e para a cidade. Já existem soluções, noutras cidades da UE, que podem ser copiadas para a nossa realidade.

13/02/2009

LISBOA É...

...uma cidade com uma obsessão por sinais verticais de trânsito?

- há demasiados, a sua presença é frequentemente excessiva no ambiente urbano;
- muitas vezes estão mal instalados pois não têm consideração nem pela mobilidade pedonal nem pelo património arquitectónico;
- são grandes de mais quando comparados com os de outras capitais da UE;
- etc., etc. (aceitam-se mais evidências)

E muitas vezes são completamente inúteis, particularmente os sinais de estacionamento proibido! Talvez que esta obsessão esconda, afinal, uma crónica incapacidade de ordenamento e comportamento cívico dos portugueses.

Foto: interessante «par» de sinais de trânsito junto à FIL na Junqueira. Qual será a mensagem deste «par»? «Não tenha medo, siga e estacione em cima dos passeios»? A avaliar pelo número de viaturas estacionadas nos passeios, parece ser essa a interpretação mais popular da parte dos automobilistas que procuram o local. Tudo isto se passa, literalmente, em cima de um parque de estacionamento subterrâneo... Lisboa não parece ter emenda.

02/02/2009

Jardim Botânico...Em que direcção?



Para quem conhece esta mui nobre zona de Lisboa, aposto já detectou no erro desta foto.

Ora, a placa que indica o Jardim Botânico (que se encontra mesmo à frente do referido Jardim) indica que o mesmo fica na direcção oposta, apontando para a descida da Rua da Imprensa Nacional.

Há, aproximadamente, 3 semanas que a placa encontra-se invertida, enganando turistas e os mais desprevenidos.

Resta a boa vontade dos lisboetas, que todos os dias indicam aos "perdidos" que o Jardim Botânico é "já aqui" e que não precisam de descer a Rua da Imprensa Nacional.

A quem não conhece o Jardim aproveitem..é uma autêntico Oásis no coração de Lisboa.

Ah..já agora...a junta de freguesia de São Mamede fica ao variar da esquina..só por curiosidade.

14/01/2009

LISBOA É...

...uma sinalização pública reduzida à patética função de poste de publicidade privada - no gaveto da Travessa do Almada com a Rua de Santo António da Sé

Que muitos automobilistas não respeitem os sinais de proibição de estacionamento não constitui novidade nenhuma. Mas ver sinalização vertical a ser ilegalmente apropriada para publicitar venda de imóveis isso sim, já é um fenómeno relativamente novo. Como é possível que isto aconteça em pleno centro histórico? Uma triste ironia é o facto desta esquina corresponder a um prédio construído pelo próprio Marquês de Pombal (as armas da família podem ser vistas no cunhal mais acima).

Não existe um regulamento que estabelece regras para a publicitação da venda de imóveis no concelho de Lisboa?

Como se pode observar na fotografia, estamos perante um abuso inaceitável - da parte de uma das maiores empresas do ramo. Se a CML não intervir junto das empresas responsáveis iremos ver estas más práticas proliferarem no espaço público da nossa cidade.

08/09/2008

Chegado por email:


Boas,

Como motorista da Carris, ando todos os dias pelas ruas desta cidade e vejo de tudo um pouco e até coisas imagináveis que por vezes chegam a estes blogs. Mas esta semana, durante a primeira folga, decidi fazer uma caminhada até ao Chiado, zona eleita pelos turistas que visitam a capital.

A zona da Rua Garret onde o trânsito é proíbido acabamos por ver lá carros o que não é de admirar já que a sinalização vertical foi transformada em moldura de autocolantes, por alguém que achou ser uma moldura diferente para deixar a sua marca de passagem.

E assim fica o sinal tipo emplastro nas muitas fotos que por ali se tiram e mostram por esse mundo fora...

Abraços,
Rafael Santos

18/03/2008

Abriu a 'caça' a estes sinais:


Por proposta de amiga, aqui vai uma campanha que me parece interessante: saber quantos sinais destes, assim mesmo, emparelhados, existem por essa Lisboa. Mande-nos fotografias e registos. A gerência agradece.

Foto AAS

13/03/2008

Lisboa: a entrar na década de 80.


Este é apenas um dos exemplos dos vários mupis de informação aos habitantes e aos turistas e que se encontram profusamente espalhados por Lisboa.

Mas, com uma particularidade: os mapas da cidade e as informações têm mais de 20 anos (!). Existem outros que têm cerca de 30 anos (!).

Uma cidade com o pendor turístico de Lisboa não se pode dar ao luxo de ter este tipo de sinalética bafienta, onde aparece, praticamente, apenas metade da cidade, deixando de fora zonas como o Parque das Nações (a terceira zona mais visitada, depois do Castelo e Belém), Belém, Parque das Conchas, Paço do Lumiar ou Museu do Azulejo ou zonas como Almada ou Oeiras e contendo informações desactualizadíssimas.

Nesse aspecto, a Carris e o Metro estão 30 anos à frente da Câmara Municipal de Lisboa.

E aqui não se trata de falta de verbas. É mesmo descuido e falta de brio.