29/11/2018
Obrigado, CML!
26/12/2013
Greve faz lixo acumular-se nas ruas de Lisboa
In Público Online (25.12.2013)
Por JOÃO PEDRO PEREIRA
24/08/2013
Alerta para o Jardim Alfredo Keil - Praça da Alegria
«Exmo Sr. Vereador José Sá Fernandes
Exmo. Sr. Arq. Artur Madeira
Assunto: Jardim Alfredo Keil
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem alertar para alguns sinais preocupantes de degradação e falta de manutenção no Jardim Alfredo Keil / Praça da Alegria.
O pavimento dos caminhos está obsoleto e com muitos buracos que constituem um perigo para a segurança dos peões; o bebedouro em pedra de lioz maciça não funciona; a belíssima fonte e lago apresentam deficiências no funcionamento; várias peças de mobiliário estão vandalizadas com grafiti; aos fins de semana registamos a preocupante presença de muito lixo.
Gostaríamos de ser informados se está planeada uma intervenção de restauro deste jardim histórico.
Como contributo para uma reabilitação mais sustentável e eficaz do local, era conveniente pensar talvez na implantação de um quiosque.
Anexamos imagens de alguns exemplos dos problemas enunciados.
Muito obrigado.
Com os melhores cumprimentos,
Manuela Correia»
09/07/2013
Ainda sobre Machado de Castro:
«Machado de Castro teve direito a uma exposição MNAA, mas a casa onde morou, com inequívoca importância patrimonial e histórica, e com uma bela fachada de azulejo cheia de lacunas, está neste estado na Rua dos Caminhos de Ferro nº 18...»
Texto e foto de Miguel Jorge, no Grupo Facebook do Fórum Cidadania Lx
10/04/2013
Cenário dantesco em Alcântara-Mar




Chegado por e-mail:
«Caros condidadãos do Fórum Cidadania Lx
Quando atravessei as galerias da estação de Alcântara-Mar, nem quis acreditar ao estado a que chegou a estação, que é o principal ponto de transferência, entre a linha de cintura e a linha de Cascais, sendo atravessada diariamente por centenas de pessoas.
Isto revela, que os administradores da CP e/ou da Refer, por certo, não andam nos comboios suburbanos da cidade, andando sim, em opíparas viaturas automóveis pagas pela administração destas empresas públicas.
Bem, relato o que vi:
- grafitos em todo o lado, não havendo a mais pequena área sem que tenha sido vandalizada
- escadas rolantes todas desativadas (não sei como fazem as pessoas com mobilidade reduzida)
- bilheteiras eletrónicas avariadas
- bilheteiras "físicas" desativadas e vandalizadas
- esteiras de cabos elétricos completamente enferrujadas
- cabos elétricos embebidos em água
- paredes (além de vandalizadas) com o reboco e tinta a cair de podre
- enormes poças de água na base das escadas rolantes
- estabelecimentos comerciais vandalizados (o café tem um anúncio a referir aos clientes que fechou por questões óbvias de segurança e higiene)
- casas de banho (obviamente) fechadas
- espaço para contadores de água, a fazer de caixotes do lixo
- poças de água no chão monumentais, devido a graves infiltrações e humidade
- lâmpadas partidas a desativadas
- bilheteiras do primeiro piso fechadas para "almoço"
As pessoas, com quem falei, dizem-me que a situação perdura há alguns anos, e que têm havido acidentes graves, com pessoas de terceira idade.
Bem sei que a culpa não pode ser unicamente imputada à CP ou Refer, pois isto é obra da mais nojenta estirpe de vândalos urbanos, mas poderia também haver mais zelo por parte da CP/Refer na segurança destes locais, até porque, veja-se bem, encontrei sistemas de vídeo vigilância.
De referir ainda, que poderá haver também responsabilidades por parte da autarquia de Lisboa, pois esta galeria serve também de acesso pedonal, para quem quer atravessar a linha de Cascais, da zona de Alcântara para a doca de Santos.
Sendo eu assíduo defensor dos transportes públicos, deixo a pergunta: com uma estação destas só os heróis e os pobres, é que se atrevem a ter vontade de andar de transportes públicos!
Atentamente
João Pimentel Ferreira»
10/12/2012
Travessa do Fala-Só
Chegado por e-mail:
«Boa noite.
Quero desde já deixar uma palavra de apreço a todos os Cidadãos que divulgam e reportam neste Blog, imagino que só com o amor que vocês têm pela cidade de Lisboa é que esta divulgação persistente de todos os problemas da cidade de Lisboa é feita.
Vou ser breve, quero partilhar algumas fotos que comprovam o estado lamentável em que se encontra a Travessa do Fala-Só, (uma zona um pouco escondida) mesmo ao lado da Calçada da Glória por onde passam muitos Turistas.
Gostava de permanecer Anónimo.
Muito Obrigado.»
07/12/2012
Rua do Jasmim, 21
Na sequência do e-mail enviado ontem, junto mais duas fotografias que comprovam a caída de pedras do edifício no tejadilho de um carro estacionado.
Espero a actuação da CML, ou da Protecção Civil, organismo ao qual farei chegar esta comunicação mais objectiva.
Cumprimentos,
Mónica A»
Chegado por e-mail:
«Boa noite,
No R/C deste prédio com o interior a desabar sobre a rua (ver fotografias), vive uma senhora bastante idosa.
Além do perigo óbvio que constitui a "rampa de lançamento" de destroços vindos das profundezas do último andar, detritos vários a desaguarem na via pública (embora as fotos fiquem muito aquém da realidade, consegue-se perceber), em dias de chuva faz doer a alma observar casualmente o despejo de grandes baldes cheios de água escura... directamente para a rua. A idosa senhora deve ter improvisado um "esquema" de baldes no 1º andar, para não lhe chover directamente em cima da enxerga.
Este imóvel - já não digo por incrível que pareça, pois nada, já nada parece incrível - está localizado na Rua do Jasmim, nº 21, em pleno Príncipe Real e, se lá passarem, lembrem-se de proteger a cabeça ou atravessar a rua para o passeio oposto.
Imagino que esta possa ser uma das consequências da brilhante lei dos arrendamentos a que todos fomos sujeitos durante as gerações passadas e, muito provavelmente, seremos ainda nas gerações futuras, uma vez que a tão badalada nova lei não passa de um fogacho confuso só revestida da roupagem da mudança e da coisa importante. Como quase sempre no nosso país, é a montanha a parir o rato.
A "colossal" perda foi e vai continuar a ser para a própria cidade, que no passado não conseguiu renovar e infelizmente é previsível que vá agonizar ainda por muito mais tempo.
Resumindo:
A cidade está podre e apodrecida, os seus habitantes velhos, pobres, decadentes e conformados, os proprietários empobrecidos.
O Estado está de parabéns pelos grotescos resultados obtidos a vários níveis; pessoalmente, tenho critérios diametralmente opostos de justiça social e resolução de problemas.
Ficam as imagens e a esperança de que a CML tenha seguro para transeuntes menos afortunados e/ou mais distraídos.
Cumprimentos,
Mónica A
(ao fundo vê-se a Embaixada dos Emirates Árabes e, à direita, o Palacete da Fundação Bragança que também precisa de manutenção e da limpeza do jardim)»
12/04/2011
PORTUGAL BRAND = TERCEIRO MUNDO ?
10/06/2008
Farmacia Universal
Como é que é possível que em pleno centro de Lisboa esteja uma farmácia a trabalhar dentro de dois contentores?
08/07/2007
Alternativa? A sério?
30/04/2007
A «Requalificação do espaço público da envolvente do Marquês de Pombal» da CML. Att. Vereador António Prôa
Acontece que,
1. A Av.Joaquim António de Aguiar deixou de ser uma avenida e entrada nobre de Lisboa, para ser mais um bocado de capital entregue à periferia. O «arranjo» à superfície é uma perfeita montra de mau gosto. Vista do Marquês é uma aberração, e vista de norte é um precipício. Não há uma única árvore. As placas centrais estão colocadas aleatoriamente, como se fosse uma gincana, o solo foi betumado e passado a rolo compressor para parecer que ali passou o "pugresso". Vai ter obras de arte? Ora...
2. A Av.António Augusto de Aguiar, outrora uma das avenidas mais selectas e bonitas de Lisboa, tem agora no seu extremo sul uma boca de túnel digna de auto-estrada, com placa gigantesca, a que só faltam luzes fluorescentes (virão ainda?), está sem uma única árvore, enfim, é para ali uma coisa. Compreendo o desinteresse ... já quase ninguém vive ali, e quem ali trabalha chega com os olhos no chão e parte com os olhos no chão.
3. O extremo sul da Avenida Fontes Pereira de Melo parece uma brincadeira com corrimão, aqui, placa ali, semáforo acolá, num emaranhado de metal, sinalética e não sei mais o quê. Ah, já me esquecia dos jacarandás. Sim, uma bela árvore, cujos exemplares mirrados e já tolhidos pelo vento e pela poeira, terão uma copa frondosa possivelmente daqui a 20 anos.
Parabéns pela «requalificação»!
Enquanto isso, na esquina da Av.António de Aguiar com a Fontes Pereira de Melo, jaz um edifício antigo em gaveto, à espera do camartelo e a cidade à espera de mais um pseudo-arranha-céus. Na Joaquim António de Aguiar, do lado esquerdo da subida, ali estão 2-3-4 edifícios de bela traça, à espera da mesma «sorte».
Uma vergonha, esta cidade, tipicamente terceiro-mundista.



