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29/11/2018

Obrigado, CML!


Ficou lindo! Visão estratégica da CML, só pode. DGPC de olhos vendados, claro, estrábica militante. Bom, com sorte podemos ter um roof top, que acham? :-)

24/08/2013

Alerta para o Jardim Alfredo Keil - Praça da Alegria


Chegado por e-mail, da Liga dos Amigos do Jardim Botânico:


«Exmo Sr. Vereador José Sá Fernandes
Exmo. Sr. Arq. Artur Madeira

Assunto: Jardim Alfredo Keil


A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem alertar para alguns sinais preocupantes de degradação e falta de manutenção no Jardim Alfredo Keil / Praça da Alegria.

O pavimento dos caminhos está obsoleto e com muitos buracos que constituem um perigo para a segurança dos peões; o bebedouro em pedra de lioz maciça não funciona; a belíssima fonte e lago apresentam deficiências no funcionamento; várias peças de mobiliário estão vandalizadas com grafiti; aos fins de semana registamos a preocupante presença de muito lixo.

Gostaríamos de ser informados se está planeada uma intervenção de restauro deste jardim histórico.

Como contributo para uma reabilitação mais sustentável e eficaz do local, era conveniente pensar talvez na implantação de um quiosque.

Anexamos imagens de alguns exemplos dos problemas enunciados.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos,

Manuela Correia»

09/07/2013

Ainda sobre Machado de Castro:


«Machado de Castro teve direito a uma exposição MNAA, mas a casa onde morou, com inequívoca importância patrimonial e histórica, e com uma bela fachada de azulejo cheia de lacunas, está neste estado na Rua dos Caminhos de Ferro nº 18...»

Texto e foto de Miguel Jorge, no Grupo Facebook do Fórum Cidadania Lx

10/04/2013

Cenário dantesco em Alcântara-Mar






Chegado por e-mail:

«Caros condidadãos do Fórum Cidadania Lx

Quando atravessei as galerias da estação de Alcântara-Mar, nem quis acreditar ao estado a que chegou a estação, que é o principal ponto de transferência, entre a linha de cintura e a linha de Cascais, sendo atravessada diariamente por centenas de pessoas.

Isto revela, que os administradores da CP e/ou da Refer, por certo, não andam nos comboios suburbanos da cidade, andando sim, em opíparas viaturas automóveis pagas pela administração destas empresas públicas.

Bem, relato o que vi:

- grafitos em todo o lado, não havendo a mais pequena área sem que tenha sido vandalizada
- escadas rolantes todas desativadas (não sei como fazem as pessoas com mobilidade reduzida)
- bilheteiras eletrónicas avariadas
- bilheteiras "físicas" desativadas e vandalizadas
- esteiras de cabos elétricos completamente enferrujadas
- cabos elétricos embebidos em água
- paredes (além de vandalizadas) com o reboco e tinta a cair de podre
- enormes poças de água na base das escadas rolantes
- estabelecimentos comerciais vandalizados (o café tem um anúncio a referir aos clientes que fechou por questões óbvias de segurança e higiene)
- casas de banho (obviamente) fechadas
- espaço para contadores de água, a fazer de caixotes do lixo
- poças de água no chão monumentais, devido a graves infiltrações e humidade
- lâmpadas partidas a desativadas
- bilheteiras do primeiro piso fechadas para "almoço"

As pessoas, com quem falei, dizem-me que a situação perdura há alguns anos, e que têm havido acidentes graves, com pessoas de terceira idade.

Bem sei que a culpa não pode ser unicamente imputada à CP ou Refer, pois isto é obra da mais nojenta estirpe de vândalos urbanos, mas poderia também haver mais zelo por parte da CP/Refer na segurança destes locais, até porque, veja-se bem, encontrei sistemas de vídeo vigilância.

De referir ainda, que poderá haver também responsabilidades por parte da autarquia de Lisboa, pois esta galeria serve também de acesso pedonal, para quem quer atravessar a linha de Cascais, da zona de Alcântara para a doca de Santos.

Sendo eu assíduo defensor dos transportes públicos, deixo a pergunta: com uma estação destas só os heróis e os pobres, é que se atrevem a ter vontade de andar de transportes públicos!

Atentamente

João Pimentel Ferreira»

10/12/2012

Travessa do Fala-Só


Chegado por e-mail:

«Boa noite.

Quero desde já deixar uma palavra de apreço a todos os Cidadãos que divulgam e reportam neste Blog, imagino que só com o amor que vocês têm pela cidade de Lisboa é que esta divulgação persistente de todos os problemas da cidade de Lisboa é feita.

Vou ser breve, quero partilhar algumas fotos que comprovam o estado lamentável em que se encontra a Travessa do Fala-Só, (uma zona um pouco escondida) mesmo ao lado da Calçada da Glória por onde passam muitos Turistas.

Gostava de permanecer Anónimo.

Muito Obrigado.»

07/12/2012

Rua do Jasmim, 21

«Bom dia,

Na sequência do e-mail enviado ontem, junto mais duas fotografias que comprovam a caída de pedras do edifício no tejadilho de um carro estacionado.

Espero a actuação da CML, ou da Protecção Civil, organismo ao qual farei chegar esta comunicação mais objectiva.

Cumprimentos,

Mónica A»



Chegado por e-mail:

«Boa noite,

No R/C deste prédio com o interior a desabar sobre a rua (ver fotografias), vive uma senhora bastante idosa.

Além do perigo óbvio que constitui a "rampa de lançamento" de destroços vindos das profundezas do último andar, detritos vários a desaguarem na via pública (embora as fotos fiquem muito aquém da realidade, consegue-se perceber), em dias de chuva faz doer a alma observar casualmente o despejo de grandes baldes cheios de água escura... directamente para a rua. A idosa senhora deve ter improvisado um "esquema" de baldes no 1º andar, para não lhe chover directamente em cima da enxerga.

Este imóvel - já não digo por incrível que pareça, pois nada, já nada parece incrível - está localizado na Rua do Jasmim, nº 21, em pleno Príncipe Real e, se lá passarem, lembrem-se de proteger a cabeça ou atravessar a rua para o passeio oposto.

Imagino que esta possa ser uma das consequências da brilhante lei dos arrendamentos a que todos fomos sujeitos durante as gerações passadas e, muito provavelmente, seremos ainda nas gerações futuras, uma vez que a tão badalada nova lei não passa de um fogacho confuso só revestida da roupagem da mudança e da coisa importante. Como quase sempre no nosso país, é a montanha a parir o rato.

A "colossal" perda foi e vai continuar a ser para a própria cidade, que no passado não conseguiu renovar e infelizmente é previsível que vá agonizar ainda por muito mais tempo.

Resumindo:

A cidade está podre e apodrecida, os seus habitantes velhos, pobres, decadentes e conformados, os proprietários empobrecidos.

O Estado está de parabéns pelos grotescos resultados obtidos a vários níveis; pessoalmente, tenho critérios diametralmente opostos de justiça social e resolução de problemas.

Ficam as imagens e a esperança de que a CML tenha seguro para transeuntes menos afortunados e/ou mais distraídos.

Cumprimentos,
Mónica A

(ao fundo vê-se a Embaixada dos Emirates Árabes e, à direita, o Palacete da Fundação Bragança que também precisa de manutenção e da limpeza do jardim)»

12/04/2011

PORTUGAL BRAND = TERCEIRO MUNDO ?


Estela Barbot: Portugal está a ser “visto como país do Terceiro Mundo”

A economista Estela Barbot, que é conselheira do Fundo Monetário Internacional (FMI), está preocupada com a imagem externa do país, que diz estar a ser associado ao “terceiro mundo”. “O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”, diz Estela Barbot, citada pelo site da Agência Financeira.Estela Barbot, a única portuguesa conselheira do FMI, responsabiliza José Sócrates pela situação do país, pois “gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”. Considera também que o pedido de resgate era a única “solução”, o que terá como consequência que o país ficará estagnado ou em recessão por “muito tempo”. in PÚBLICO

Fotos: Lisboa degradada, desqualificada, desorganizada - Picheleira, Freguesia do Beato. Já tinhamos uma capital repleta de cenários de Terceiro Mundo, agora o país todo está ser certificado como de Terceiro Mundo - graças, em boa medida, à classe política incompetente que tem ocupado o poder nas últimas décadas.

10/06/2008

Farmacia Universal

É quando vejo este tipo de coisa que encaro o facto de que este é um país de terceiro mundo.


Como é que é possível que em pleno centro de Lisboa esteja uma farmácia a trabalhar dentro de dois contentores?

08/07/2007

Alternativa? A sério?

A nova ponte sobre o Tejo, no Carregado, é apresentada na SIC Notícias como uma "alternativa à ponte 25 de Abril".
Sou só eu, ou isto parece-me completamente imbecil?

30/04/2007

A «Requalificação do espaço público da envolvente do Marquês de Pombal» da CML. Att. Vereador António Prôa

«A intervenção do túnel do Marquês foi uma oportunidade ganha no âmbito da requalificação do espaço público da envolvente do Marquês de Pombal. (...) os arranjos à superfície, que estão em fase de acabamento, vão contribuir para uma maior e melhor apropriação do espaço público pelos lisboetas, nomeadamente, pelo redesenho dos passeios e seu calcetamento, requalificação dos canteiros do Parque Eduardo VII, plantação de arvoredo no Parque Eduardo VII e na Avenida Fontes Pereira de Melo e remodelação dos equipamentos de iluminação pública. (...) As obras de requalificação constituíram um excelente exemplo de respeito pela envolvente e o pré-existente. (...) Exemplo disso foi a intervenção efectuada ao nível da iluminação pública – através da colocação de mais de 70 novos candeeiros, 40 dos quais são novos e os restantes 30 recuperados, num investimento de 105 mil euros –, e calcetamento dos passeios. Na Avenida Fontes Pereira de Melo, a CML recuperou um desenho de calçada registado como patrimonial no livro das Calçadas, existente ao longo de parte do passeio da Av. Fontes Pereira de Melo, na Baixa Pombalina e na Av. Da República. (...) Ao nível do arvoredo, a requalificação da zona envolvente do Marquês de Pombal incluiu a plantação de 250 arbustos e o transplante de 130 árvores (lódãos, palmeiras e plátanos), no âmbito da construção do túnel do Marquês. Estes exemplares estão, actualmente colocados no Parque Eduardo VII, Marvila e Eixo Norte-Sul. A taxa de sucesso destes transplantes foi de mais de 90 por cento. (...) Durante a visita às obras de requalificação da zona, António Prôa, anunciou ainda a instalação de 50 jacarandás na Avenida Fontes Pereira de Melo e no Parque Eduardo VII, doados pela empresa RBensimon, Publicidade e Marketing, ao abrigo da Lei do Mecenato, no valor de 12.500 euros. (...) Em fase de projecto, adiantou António Prôa, no final da visita, está a colocação de peças de arte pública, ao longo da Avenida Joaquim António Augusto de Aguiar, artéria que ficou impossibilitada de ser arborizada devido à construção do túnel do Marquês.», pode ler-se no blogue do Sr.Vereador.

Acontece que,

1. A Av.Joaquim António de Aguiar deixou de ser uma avenida e entrada nobre de Lisboa, para ser mais um bocado de capital entregue à periferia. O «arranjo» à superfície é uma perfeita montra de mau gosto. Vista do Marquês é uma aberração, e vista de norte é um precipício. Não há uma única árvore. As placas centrais estão colocadas aleatoriamente, como se fosse uma gincana, o solo foi betumado e passado a rolo compressor para parecer que ali passou o "pugresso". Vai ter obras de arte? Ora...

2. A Av.António Augusto de Aguiar, outrora uma das avenidas mais selectas e bonitas de Lisboa, tem agora no seu extremo sul uma boca de túnel digna de auto-estrada, com placa gigantesca, a que só faltam luzes fluorescentes (virão ainda?), está sem uma única árvore, enfim, é para ali uma coisa. Compreendo o desinteresse ... já quase ninguém vive ali, e quem ali trabalha chega com os olhos no chão e parte com os olhos no chão.

3. O extremo sul da Avenida Fontes Pereira de Melo parece uma brincadeira com corrimão, aqui, placa ali, semáforo acolá, num emaranhado de metal, sinalética e não sei mais o quê. Ah, já me esquecia dos jacarandás. Sim, uma bela árvore, cujos exemplares mirrados e já tolhidos pelo vento e pela poeira, terão uma copa frondosa possivelmente daqui a 20 anos.

Parabéns pela «requalificação»!

Enquanto isso, na esquina da Av.António de Aguiar com a Fontes Pereira de Melo, jaz um edifício antigo em gaveto, à espera do camartelo e a cidade à espera de mais um pseudo-arranha-céus. Na Joaquim António de Aguiar, do lado esquerdo da subida, ali estão 2-3-4 edifícios de bela traça, à espera da mesma «sorte».

Uma vergonha, esta cidade, tipicamente terceiro-mundista.