10/12/2019
Enquanto isso, RIP Vila Raul:
26/02/2019
Deve estar para breve, o adeus ao Pátio Estefânia ...
10/12/2018
Entretanto, a Vila Rosário
Fotos actuais de Paulo Torres, e antigas de Rui Pedro Martins
22/03/2017
Quais vilas operárias, qual quê. Qual PDM qual quê. Viva a construção civil, que continua DDT!
14/12/2016
S.O.S. Salvaguarda e recuperação do conhecido "Prédio do Tijolo" (Estrela)
C.c. PCML, JF Estrela, AML, DGPC e media
No seguimento das notícias de última hora dando conta da evacuação pela Protecção Civil dos moradores do edifício sito na Rua Possidónio da Silva, 19-31, mais conhecido por "Prédio do Tijolo", no seguimento de uma inspecção feita ao local, somos a solicitar a V. Exa. que desenvolva urgentemente todos os esforços considerados necessários para a salvaguarda e recuperação integral deste edifício emblemático da cidade.
De facto, o "Prédio do Tijolo", que foi mandado erigir por José Joaquim de Almeida Junça, em 1891-1892, para habitação de operários da Cerâmica Junça (Fábrica Progresso Artístico), que existia defronte na mesma rua, ex-libris de toda uma era industrial na cidade de Lisboa, é um edifício notável do ponto de vista plástico, mormente pela sua fachada de grande riqueza cromática e beleza nas formas geométricas, bem como pelo uso do ferro (galerias a tardoz).
É assim um exemplar único na cidade, inexplicavelmente ainda por classificar, que importa preservar, tanto mais que a CML anunciou recentemente a excelente iniciativa de recuperar algumas das vilas e dos pátios operários de que é proprietária. Não sendo este o caso presente, porque se trata de propriedade particular, é porém este um caso de oportunidade para que, também aqui, no campo da habitação social de cariz operário, a CML adopte as boas práticas, optando pela posse administrativa deste edifício e pela execução de obras coercivas.
Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim, Miguel Atanásio Carvalho, José João Leiria, Miguel de Sepúlveda Velloso, Inês Beleza Barreiros, Maria Ramalho, Rui Martins, Jorge Pinto, Gonçalo Cornélio da Silva, Pedro Henrique Aparício, Fernando Silva Grade e Pedro de Souza
Fotos: Apontamentos de Lisboa
http://ocorvo.pt/2016/12/13/junta-de-freguesia-da-estrela-acusa-camara-municipal-de-lisboa-de-ignorar-desalojados/
http://ocorvo.pt/2016/12/13/junta-de-freguesia-da-estrela-acusa-camara-municipal-de-lisboa-de-ignorar-desalojados/
11/11/2016
A Vila Martel está salva - parabéns à CML e à DGPC mas é preciso mais
Dr. Fernando Medina,
Exma. Senhora Directora-Geral do Património Cultural
Arq. Paula Silva,
Serve o presente para manifestarmos a V. Exas. o nosso regozijo pela reprovação do projecto urbanístico que ameaçava sobremaneira a histórica Vila Martel, facto que terá já levado o seu promotor a desistir do mesmo.
A Vila Martel está salvaguardada!
Trata-se de uma vitória do património e da memória da cidade e dos pátios e vilas operárias de Lisboa, em particular, tão bem defendidos pelo saudoso Arq. Nuno Teotónio Pereira; uma vitória de um património esquecido, bastas vezes abandonado e destruído, como todos sabemos, seja propriedade privada ou municipal, estando ele parcialmente habitado ou simplesmente devoluto. É um património riquíssimo e inexplicavelmente subaproveitado e, pior, desvalorizado, e esta decisão da CML é um dado importante, uma boa prática que esperamos sirva de exemplo.
Cumpre-nos ainda elogiar a CML pelo anúncio feito recentemente de que irá colocar em prática um programa de 8,5 milhões de euros para a requalificação de 9 dos 34 pátios e vilas ainda de pé e de que é proprietária, o que sendo curto não é despiciendo, de modo nenhum. Esperamos que essa requalificação não signifique a descaracterização irreversível de nenhum dos 9 pátios e vilas e que o programa seja posteriormente alargado aos restantes 25.
Incentivamos a CML e a DGPC a que, em conjunto, desenvolvam um programa alargado a todos os pátios e vilas com valor histórico em Lisboa, assente em fiel inventário e respectiva carta de risco, de modo a que dele resulte um conjunto claro de regras, encargos e boas práticas, que sirva de apoio nos processos de reabilitação e conservação desses pátios e vilas, sejam estes de propriedade municipal ou privada (aqui reside, inclusive, o grosso dos pátios e vilas com maior valor patrimonial, histórico e de memória, muitos deles singulares e já raros na cidade - ex. Vila Raul); um programa que releve o contributo destes pátios e vilas para o evoluir e a compreensão da cidade, o potencial que estes conjuntos têm para a fixação de população e manutenção da diversidade social, etc. À CML deveria igualmente caber a garantia de que as intimações para a realização de obras, nos casos mais urgentes, são acatadas, bem como a lançar um sistema de incentivos direccionado à reabilitação deste edificado tão especial para a cidade.
E que a Vila-atelier Martel seja a 1ª das reabilitações bem conseguidas.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, Júlio Amorim, Inês Beleza Barreiros, António Araújo, João Filipe Guerreiro, Rui Martins, Albina Martinho, João Oliveira Leonardo, Fernando Jorge, Carlos Moura-Carvalho, Jorge Pinto, Irene Santos, Fátima Castanheira, Fernando Silva Grade e Miguel de Sepúlveda Velloso
09/11/2016
E a Vila Martel está salva, agora toca a recuperá-la e a usufrui-la como ela merece
Após uma vistoria a 19 de outubro, continuou Manuel Salgado, "não há sinais de insegurança ou de insalubridade".
Para este local esteve projetado um parque de estacionamento robotizado e a ampliação de um hotel situado nas proximidades, que poderiam originar demolições.
Na AML, o responsável apontou que o Pedido de Informação Prévia referente a esta obra, que deu entrada na Câmara em 2015, "foi objeto de parecer negativo por parte da DGPC [Direção Geral do Património Cultural] e dos serviços de urbanismos da Câmara Municipal (in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=849648).
Obrigado aos moradores!!!
Foto: Público
20/04/2016
Serviços de tráfego da câmara arrasam projecto para a Vila Martel
In Público (20.4.2016)
Por José António Cerejo













