Chegado por e-mail:
«Por ocasião de uma prova de atletismo desloquei-me à zona de Belém no domingo passado.
Posteriormente aproveitei e passeei por lá. Vi muita coisa bonita, mas, helás, também vi, o que me parecem ser uns cabos telefónicos, suspensos, e que ligam à torre de Belém.
O que será aquilo?
Muito atenciosamente.
António Pedro»
07/07/2015
Torre de Belém
A CML devia dar o 1º passo, avançar e negociar com a Estamo o complexo do Miguel Bombarda, para TODO o arquivo municipal
In Público Online (7.7.2015)
Por Marisa Soares
...
Ou permutar terrenos com os donos privados do antigo Hospital de Arroios, por ex. Seja como for, ter-se abandonado a ideia mirabolante do Complexo da Lapa, é uma bela notícia :_)
Quem autorizou? A DGPC?
Fotos/VF
Sugestão
«Boa noite.
Venho por este meio fazer uma sugestão para os terrenos da antiga Feira Popular: nos anos 1960 estava projectado fazer lá um terminal rodoviário. Podia recuperar-se esse projecto, actualizando-o; e transferia-se para lá os terminais da Praça de Espanha e do Marquês de Pombal, cujas condições são absolutamente nulas e inaceitáveis para uma capital moderna. E podia também colocar-se lá algumas carreiras cujo terminal é no Campo Grande, junto do Estádio de Alvalade.
Com os meus melhores cumprimentos
Álvaro Pereira»
06/07/2015
Gincana nos passeios de Lisboa!
Fotografias de hoje na Rua Rodrigues Sampaio (foto 1 ao fim da manhã e foto 2 pelas 14h20). Passeios esburacados, pedras soltas, caixa de electricidade, paletes abandonadas, motos estacionadas,...
Há grande movimento de invisuais nesta zona!
A Cidade ao Deus dará!
Ana Alves de Sousa
Em Lisboa as árvores não morrem de pé
| É assim que se pretende ajudar a recuperar o comércio local? E quem pagou esta insensatez? Onde antes havia sombra, há agora uma calçada calcinada pelo sol. Guerra Junqueiro. |
| Na placa central ajardinada, onde antes existia uma frondosa magnólia, arrancada, sem se saber porquê, foi plantada esta. Até dar sombra, passarão muitos anos. |
| Grande e magnífico exemplar de choupo-branco na Avenida Estados Unidos. Até quando? |
03/07/2015
ATENÇÃO: FALSO ALARME - AS NOSSAS DESCULPAS!
DO MAL O MENOS :-)
...
«Reunião de CML - dia 8 Julho Proposta n.º 403/2015 (Subscrita pelo Sr. Vereador Manuel Salgado)
Aprovar o projeto de construção nova para o prédio sito na Av. da República n.º 55, tornejando para a Av. Elias Garcia n.º 71 a 75, freguesia das Avenidas Novas, que constitui o processo n.º 121/EDI/2014, nos termos da proposta».
Bah, CML, bah!
02/07/2015
Por favor, dignifiquem este ascensor:
Quinta das Águias (Junqueira), pedido de esclarecimentos à CML e DGPC
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Doutor Nuno Vassallo e Silva
Considerando que existem cerca de 30 palácios e quintas de recreio em Lisboa que se encontram num estado de incúria e degradação incompatível com o seu grau de classificação e/ou importância histórica;
E que a Direcção-Geral do Património Cultural e a Câmara Municipal de Lisboa têm demonstrado muita dificuldade em mobilizar vontades, encontrar apoios, sensibilizar ou sancionar os proprietários, quando necessário, confessando-se a segunda impotente no que toca aos palácios de sua propriedade, eximindo-se até da imposição de cadernos de encargos claros quando procede a hastas públicas de modo a garantir-se que futuras alterações não sejam intrusivas em termos do património em presença;
Considerando que o Palácio da Quinta das Águias, à Junqueira, é o espelho do que acima se refere, i.e., uma notável quinta de recreio setecentista, ex-residência de patriarcas de Lisboa, com projecto atribuído a Lodi e a Carlos Mardel, Imóvel de Interesse Público (https://dre.pt/application/dir/pdf1sdip/1996/03/056B00/04480457.pdf) desde 1996 e abrangido por nada menos do que seis Zonas Especiais de Protecção (!), e que se encontra em estado de pré-ruína galopante, fruto do abandono a que foi votado desde que entrou em processo de especulação imobiliária;
E no seguimento do que apelámos à então Directora-Geral (http://cidadanialx.blogspot.pt/2013/10/apelamos-dgpc-para-agir-sobre-quinta.html) , em 2013, de que nunca obtivemos qualquer resposta, solicitamos a V. Exas. que nos esclareçam sobre:
1) Qual é o ponto da situação em relação ao projecto que pretendia transformar este palácio histórico num hotel?
2) Em caso de afastamento do promotor por razões de falência e/ou desinteresse, o que pensam a DGPC e a CML fazer para pôr cobro à situação de pré-ruína a que está votada esta singularíssima casa de Lisboa?
3) Podem a DGPC e a CML dizer o que foi feito dos painéis de azulejos setecentistas do jardim, da entrada, da varanda que têm sido roubados ao longo destes longos anos de conivência no abandono?
4) Por que razão nem a DGPC nem a CML parecem não tomar medidas de facto para se evitar um incêndio de consequências previsivelmente desastrosas? A permanência de inúmeros vãos abertos, apesar dos nossos alertas, ano após ano, convida ao vandalismo e ao roubo do que ainda resta.
5) Como medidas se propõem tomar a DGPC e a CML para impedir doravante a intrusão no palácio?
6) Como justificam a DGPC e a CML (via Unidade Territorial de Lisboa Ocidental) ainda não terem que os proprietários procedam ao entaipamento dos vãos, única forma de impedir que o mesmo seja vítima de vandalismo e furto constantes?
7) Em relação ao jardim, pode a DGPC dizer qual o plano que certamente terá elaborado para a sua renaturalização? Convém relembrar que se trata de um dos poucos exemplos de jardins setecentistas de carácter privado existentes em Lisboa.
O Fórum Cidadania Lx, consciente do valor patrimonial deste palácio único de Lisboa, não pode deixar de manifestar indignação por verificar a incapacidade de quem de direito em salvaguardar os bens culturais classificados de interesse Nacional, Público e Municipal.
Com os melhores cumprimentos,
Miguel de Sepúlveda Velloso, Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Serpa, João Oliveira Leonardo, Cristiana Rodrigues, Ricardo Mendes Ferreira, Ana Celeste Glória, António Araújo, Pedro Henrique Aparício, Inês Beleza Barreiros, Gonçalo Cornélio da Silva, António Branco Almeida, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Maria do Rosário Reiche, João Pinto Soares, Jorge Pinto e Beatriz Empis
Fotos (2015)
Pavilhão Carlos Lopes poderá acolher espaço museológico dedicado ao atleta
In Público (1.7.2015)
Por Inês Boaventura
01/07/2015
Câmara de Lisboa demarca-se de fecho de loja com 99 anos no Chiado
In Público Online (30.6.2015)
Por Inês Boaventua
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A CML pode demarcar-se do despejo, claro que sim, mas não do facto de ter aprovado em reunião de CML, sem saber, imagino, um projecto de alterações que implicava o despejo de uma loja centenária que ao mesmo tempo quer proteger recentemente por via de um programa válido chamado "lojas com história". Ou seja, deve fazer tudo quanto estiver ao seu alcance para convencer o promotor (Visabeira/Atlantis/Vista Alegre) a encontrar o bom senso que parece não ter, e manter a loja da Sant'Anna no seu futuro hotel. Todos têm/temos a ganhar com isso :-)





























