19/12/2015
Fazia sombra ao ACP?
18/12/2015
Museu do Teatro Romano de Lisboa
17/12/2015
Publi-Cidade: Rua Garrett
Quando é que a CML começa a classificar as árvores de Lisboa?
16/12/2015
Publi-Cidade: Praça Luís de Camões
15/12/2015
Estrada Viva
A Estrada Viva – Liga contra o Trauma foi de 2004 a 2015, uma rede informal de organizações e personalidades que se reuniram com o objectivo de promover iniciativas conjuntas e coordenadas:
* De combate ao trauma rodoviário;
* De sensibilização para a necessidade da sua prevenção, da sua gestão e do seu aplacamento;
* De alerta das autoridades públicas para a premência de agir de forma articulada e eficaz aos vários níveis dos processos traumáticos;
* De promoção de investigação e de formação académica de profissionais na área do tratamento do trauma, numa perspectiva transdisciplinar;
* De promoção da mobilidade sustentável e dos direitos dos utentes mais vulneráveis do ambiente rodoviário.
É melhor do que nada, e não incluíram nem uma das sugestões/críticas da Plataforma, BAH!
Por Samuel Alemâo
«Regulamento para árvores de Lisboa vai ser aprovado, mas com fortes críticas[...] Depois de um ano cheio de polémicas, surge a esperança de que, a partir de agora, as coisas serão diferentes. O corte, a poda e os tratamentos das árvores da capital portuguesa, que recentemente ficaram sob a alçada das juntas de freguesia, estarão sujeitos a novas regras. Mas há quem ache que elas não serão ainda suficientes e, em alguns aspectos, pecam por falta de clareza. O que se poderá revelar contraproducente relativamente à tentativa de estabelecer uma actuação uniforme na forma de lidar com as árvores da cidade. [...]
Às juntas de freguesia – cuja actuação tem sido, ao longo de 2015, muito contestada pelos frequentes abates e podas substanciais realizadas um pouco por toda a cidade – fica vetada, porém, a capacidade de decidirem sozinhas sobre o corte de exemplares para os substituir. Num dos pontos do artigo relativo ao “plano para substituição do arvoredo” (19º), é mesmo referido que “o plano de substituição de arvoredo é aprovado pelo presidente da CML ou pelo responsável com competência delegada”. Depois de apresentado à câmara, esta tem um prazo de 15 dias para se pronunciar sobre o mesmo. Mas todas as outras intervenções estarão sujeitas ao arbítrio dos serviços das juntas.
E isso está a deixar preocupados os membros da Plataforma em Defesa das Árvores, que agrega diversos indivíduos e associações em torno de um mesmo propósito. “Algumas das nossas sugestões, que consideramos importantes, não foram consideradas, sobretudo no que se refere à falta da apresentação de um plano de intervenções a realizar pelas juntas”, critica Rosa Casimiro, porta-voz da plataforma, lamentando a inexistência de “regras claras” sobre que tipo de tratamentos e podas as juntas podem ou não fazer sem informar os serviços técnicos da CML. “Isso era essencial”, considera.
Em todo o caso, diz este elemento do colectivo de cidadania, o aparecimento do regulamento – sobre o qual a câmara terá recebido uma dúzia de sugestões durante a consulta pública – é algo a celebrar. Mas isso não garante nada, se não se fizer um acompanhamento e fiscalização sérios da aplicação do mesmo. Rosa Casimiro diz-se apreensiva. “Em reuniões que tivemos na Assembleia Municipal de Lisboa, alguns presidentes de juntas disseram-nos que não estavam dispostos a cumprir com todas as regras do regulamento”, revela a activista, mostrando cepticismo sobre a capacidade de fiscalização da câmara face à actuação das juntas.
Apesar das dúvidas, Rosa Casimiro saúda o aparecimento do regulamento, que ainda terá de ser apreciado pela assembleia municipal. E dá como um bom exemplo do que vai mudar o facto de, a partir de agora, ser obrigatório para a CML indicar um local para a recolha da madeira resultante dos cortes e podas nas árvores. “Isso é muito positivo. Tenho visto coisas inacreditáveis, com pessoas a levarem a lenha para casa”, diz a responsável da Plataforma em Defesa das Árvores, para quem “é imprescindível que o regulamento seja respeitado, caso contrário não haverá uniformidade na abordagem à macha arbórea da cidade”.»
Mais um atentado ao património na Av. Almirante Reis
«Bom dia,
Quando pensava que não podíamos bater ainda mais no fundo, eis que nos presenteiam com esta bela trampa. Isto não tem limites?
Será possível colocarem no blog para que todos vejam o tipo de projectos que a CML anda a aprovar?
mais info aqui: https://www.afixaqui.pt/anuncio/predio-habitacional-para-recuperar-para-venda-lisboa-arroios_6162755?utm_source=mitula&utm_medium=aggregators&utm_campaign=pt-homes-premium
Com os melhores cumprimentos,
Filipe Teixeira»
14/12/2015
12/12/2015
Como deixámos isto acontecer
«A mediocridade dos arquitectos só é suplantada pela passividade de um gabinete que continua a destruir Lisboa, ainda para mais numa zona "CIP":
Ora vejam o que se projecta para o local do mal fadado edifício:
Martim Galamba»
VAMOS TODOS PLANTAR ÁRVORES EM LISBOA
Pinto Soares
10/12/2015
Muro de Betão na Frente Ribeirinha
«Caríssimos,
Perante as aceleradas obras (aparentemente não licenciadas? deste 'mamarracho' em claríssima violação do PDM, e em Zona Especial de Protecção, não se descortinando sequer se o ex-IGESPAR terá emitido parecer, gostariamos de auscultar a vossa valorizada opinião sobre o assunto.
Remeto infra o link da notícia.
Cumprimentos,
Paulo Fernando Silva
http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de-lisboa-quer-aprovar-duplicacao-da-area-de-dois-restaurantes-a-beira-rio-1699207»
Abate de árvores na Rua Eugénio de Castro/Alvalade?
«Boa tarde
Passei hoje por Alvalade, na Rua Eugénio de Castro, e no jardim envolvente da Escola Primária S. António que está em obras, verifiquei que 2 imponentes árvores estão marcadas como se vê nas fotos em anexo. Serão mais 2 a abater?
Cumprimentos
José Estorninho»
Projecto da EMEL com destruição das palmeiras do Campo das Cebolas
Boa tarde,
Escrevo este email pois vi hoje no jornal Correio da Manhã o projecto de reabilitação da zona do Campo das Cebolas que penso que será feito pela EMEL uma vez que irão construir um novo parque de estacionamento.
Gostaria de dizer que é com agrado que vejo que irão reabilitar esta zona que tanto precisa, mas que é com tristeza que vejo que o projecto irá destruir um dos elementos que eu acho mais caraterísticos nesta praça (Campo das Cebolas), que são as palmeiras. A meu ver, estas palmeiras já lá estão há tantos anos que deveriam fazer parte do património da cidade e deveriam ser protegidas.
Acho que estas palmeiras dão um certo exotismo a esta praça e diferenciam-na dos outros espaços urbanos lisboetas e tenho muita pena que os arquitectos responsáveis pelo projecto não tenham sabido manter essa caraterística.
Será possível ainda alterar o projecto de forma a manter estas palmeiras? Obrigado
Cumprimentos,
Rui Patrocínio»pal
06/12/2015
Quanto mais velho....mais caro !!
Pois é a realidade no centro de Estocolmo onde se paga uma média por metro quadrado de 97 862 coroas por um apartamento construído antes de 1899 e....72 275 coroas por metro quadrado num apartamento moderno construído na primeira década do século corrente. Um factor decisivo nestes preços é a existência de um grau elevado de autenticidade nos edifícios, onde normalmente escadarias, ascensores, pinturas decorativas, estuques, portas, janelas e etc., ou são de origem, ou foram restaurados / substituídos por iguais. O factor de autenticidade é também importante nos interiores dos apartamentos, onde o moderno (cozinhas e casas de banho), normalmente convive com os restantes detalhes de origem.
Pode aceder ao resto do gráfico aqui
E o artigo aqui
1,08 Euros = 10 Coroas
05/12/2015
O azul está a desaparecer do Bairro Azul
04/12/2015
02/12/2015
Excelente artigo, como 2 ressalvas: dinheiro, há sempre, para anedotas; o Dispensário não é classificado, foi um equívoco!
Texto: Isabel Braga
À antiga livraria do DN, desenhada por Cristino da Silva, de pouco serviu a catalogação
Daí que a situação de abandono a que já estavam votados vários edifícios notáveis da cidade de Lisboa se tenha acentuado. É o caso do cinema Odéon, situado na Rua dos Condes, inaugurado em 1927 e construído segundo um projecto que marca o aparecimento de uma linguagem modernista na arquitectura. Este edifício faz parte do conjunto classificado da Avenida da Liberdade, pelo que não beneficia da isenção do IMI. A CML limita-se a assistir ao processo de degradação deste imóvel. O Cinema Odéon é bem um exemplo disso.
Uma vez que não há mesmo dinheiro para obras coercivas, o proprietário está muito limitado relativamente ao que pode fazer ali, para o rentabilizar, por força da classificação. Valerá a pena investir 500 mil euros naquele edifício e deixá-lo fechado, uma vez que não irá ser usado como cinema? Muito possivelmente, em meia dúzia de anos, o imóvel voltar-se-á a degradar, tendo sido o dinheiro da reabilitação deitado à rua.
Outro caso digno de registo é o do edifício situado na esquina do Rossio com a Rua do Ouro, um projecto do arquitecto modernista Cristino da Silva, onde funcionou, desde 1938, a livraria do “Diário de Noticias” – desde 2013, funciona ali uma loja de retalho têxtil.
O imóvel encontra-se catalogado no Inventário Municipal de Património e faz parte do conjunto classificado da Baixa Pombalina: em 2006, a livraria passou a chamar-se Oficina do Livro, depois de vendida à editora do mesmo nome, e teve o seu interior modificado. A seguir, os livros foram-se embora e, na loja, passou a funcionar “A Feira dos Tecidos”. O edifício, uma vez que não está classificado individualmente como sendo de interesse municipal, à semelhança do que sucede com o Cinema Odéon, paga IMI.
Apesar das restrições impostas por lei a obras num imóvel que faz parte de um conjunto classificado como de interesse público, como é o caso da Baixa Pombalina, obrigando a autorizações duplas – do município e do Estado -, o edifício da antiga livraria do “Diário de Notícias” está hoje irreconhecível por dentro e por fora, em resultado das várias intervenções nele realizadas.
* Nota: texto rectificado pela autora às 16h25 de 2 de Dezembro. O texto voltou a ser editado às 17h20
01/12/2015
Grupo de cidadania lança petição para alterar a lei das rendas de modo a proteger as lojas históricas
A Confeitaria Nacional é uma das lojas que integra uma iniciativa do Fórum Cidadania Lx para a proteção de comércios antigos
Gerardo Santos / Global Imagens
In Observador (1.12.2015)
Por João Pedro Pincha
O grupo de ativismo urbano Fórum Cidadania Lx lançou esta segunda-feira uma petição online para que a lei das rendas seja novamente alterada, desta vez “introduzindo na lei uma cláusula de salvaguarda específica para as lojas históricas”. O fórum justifica a petição com “o encerramento em avalanche de lojas antigas, muitas delas históricas, um pouco por todo o país, com especial destaque para a cidade de Lisboa” e considera que o fim destes espaços se deve “em grande medida, senão na sua quase totalidade, às alterações profundas” introduzidas na lei das rendas em janeiro passado.
Entre outras coisas, a petição diz que houve “aumentos exorbitantes” no preço das rendas, que a lei não considerou “a especificidade dos estabelecimentos comerciais” que estão sujeitos a um “vastíssimo conjunto de taxas municipais” e a “vicissitudes ligadas à lei do trabalho” e que se facilitaram os despejos “por força da aprovação de projetos de remodelação/restauro profundos dos edifícios”.
A petição propõe, assim, uma cláusula de salvaguarda que permita “uma atualização progressiva das rendas” para as lojas históricas ou “que a diferença entre o valor de mercado e um valor controlado seja suportada pelas câmaras municipais”. Além disso, os subscritores pedem “que os projetos de remodelação/restauro, aprovados em sede própria, contemplem a obrigação de reconstrução fidedigna dos espaços comerciais intervencionados, e, no caso de mudança de uso do edifício para fins turísticos, observem a permanência da loja considerada histórica no novo projecto”.
Nos últimos meses, particularmente em Lisboa, várias lojas tradicionais receberam ordem de despejo. Um dos casos mais mediáticos foi o da Fábrica de Sant’Anna, especializada no fabrico e venda de cerâmica, que tem uma loja no Chiado há quase 100 anos (a produção começou em 1714). O Grupo Visabeira, proprietário do edifício, quer ali construir um hotel. Na semana passada, o Observador noticiou que uma outra loja típica da Sé, a Casa Alves, também está em risco de fechar.
Mas a lista de comércios tradicionais que já fecharam e podem vir a fechar é extensa, defende o Fórum Cidadania Lx, cujos membros são igualmente responsáveis pelo Círculo das Lojas de Caráter e Tradição de Lisboa, uma iniciativa que pretende proteger um conjunto de espaços como a Casa Achilles, o British Bar, a Confeitaria Nacional, a Conserveira de Lisboa e outros.»
































