08/01/2016
07/01/2016
06/01/2016
Obras condicionam trânsito no Cais do Sodré por ano e meio
Por Inês Boaventura
... Desde que mantenham TODAS as árvores e plantem mais, mantenham todos os quiosques, a calçada portuguesa e todos os candeeiros antigos, bem como o eléctrico e ampliem as zonas pedonais, e tem a CML carta branca, pois Roque Gameiro e o Dq da Terceira iriam gostar. Mto.gostava de saber era o que fizeram aos repuxos de água do projecto de requalificação original...
Concurso de empreendedorismo do Acredita Portugal
A Acredita Portugal organiza anualmente o maior concurso de empreendedorismo do país.
O nosso concurso é diferente dos restantes porque ensina qualquer pessoa a transformar a sua ideia num negócio viável, mesmo que não tenha qualquer formação em empreendedorismo ou gestão. Ao organizar este concurso ajudamos milhares de pessoas a seguir o seu sonho e/ou a sair do desemprego através da abertura da sua própria empresa.
Gostaríamos de contar com a vossa ajuda na divulgação desta oportunidade!
Seria possível fazerem um artigo sobre o nosso concurso no blog CIDADANIA LX e/ou noutros blogs a que tenham acesso? [...]
O link para a inscrição no concurso é o: http://goo.gl/fi2vJj.
Desde já obrigado
Com os melhores cumprimentos
Fernando Miguel Fraga»
Transportes públicos
«Caros amigos de Lisboa,
Sou nascida e criada nesta bela cidade. Agora que mais do que nunca se debate a poluição, se apela ao uso dos transportes públicos, como entender a má qualidade dos mesmos, o não cumprimento dos horários...
Despeço me com amizade,
Anabela Rodrigues»
05/01/2016
Demolindo Lisboa: Rua Maria Andrade 62
Edifício de Adães Bermudes - Av. Almirante Reis, 2 - IIP e Prémio Valmor - Queixa à Provedoria de Justiça
Professor Doutor José de Faria Costa
Considerando que o imóvel sito no gaveto formado pela Avenida Almirante Reis, nº 2 a 2K, e o Largo do Intendente Pina Manique, nº 1 a 6, da autoria do Arq. Adães Bermudes, em 1908, é Prémio Valmor e Imóvel de Interesse Público (Decreto n.º 28/82, DR, 1.ª série, n.º 47 de 26 Fevereiro 1982);
Considerando que a CML e a Direcção-Geral do Património Cultural, por via da Comissão Técnica de Apreciação, criada ao abrigo do protocolo de cooperação entre o então IGESPAR, a então DRC-LVT e a CML para implementação da estratégia “Reabilitar Lisboa”, aprovou e licenciou um projecto de recuperação da cobertura daquele imóvel e obras genéricas de conservação (Proc. nº 1091/EDI/2014);
Considerando que deu entrada na CML um outro pedido, Proc. nº 123/EDI/2015, contemplando projecto de ampliação, e que o mesmo se encontra em apreciação na CML;
Considerando que verificámos no local que a obra em curso se traduziu já na destruição dos estuques que decoravam os tectos dos andares do edifício;
Somos a apresentar queixa junto de Vossa Excelência, apelando a que a Provedoria de Justiça:
1.Inste a CML a fazer cumprir a legalidade, i.e., intimando o proprietário, na circunstância a firma “Vila Santa Ana”, com sede na Rua Morais Soares, nº 19 - R/C Esq., a repor os estuques que destruiu e a cumprir escrupulosamente o que foi licenciado pela CML e pela DGPC: a recuperação da cobertura e obra de conservação do edifício.
2. Questione a CML no sentido de apurar como é possível decorrerem obras de demolição de interiores estando o processo de ampliação em apreciação?(Proc. nº 123/EDI/2015).
3.Recomende à Direcção-Geral do Património Cultural e à CML que procedam à revogação do protocolo de cooperação assinado com o IGESPAR e a DRC-LVT, entretanto extintos, com a consequente extinção da Comissão Técnica de Apreciação, dado o resultado negativo da mesma, isto é, que a salvaguarda do interesse público, a nosso ver, não está a ser cumprida.
4.E nesse sentido, faça retornar a emissão de pareceres vinculativos por parte da actual DGPC, e a consequente aprovação ou reprovação de projectos de conservação, alterações, ampliação e demolições em edifícios classificados ou em zonas especiais de protecção, ao procedimento em vigor antes do dito protocolo, i.e., fazendo essa apreciação voltar a ser feita pelos serviços normais da DGPC, em sede própria.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Irene Santos, António Araújo, Nuno Caiado, Fernando Jorge, Miguel de Sepúlveda Velloso, Alexandre Marques da Cruz, Jorge Santos Silva, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Virgílio Marques, João Oliveira Leonardo, Vítor Vieira, Maria do Rosário Reiche
Lisboa, 23 de Fevereiro de 2015
...
Resposta do Sr. Provedor-Adjunto, a 5.1.2016:
04/01/2016
03/01/2016
Sofia Oliveira Dias, a presidente da junta a rodas
E porque razão não podem as reabilitações ser todas assim?
A Rua Augusta é cada vez mais o reino das marcas mais agressivas. Iguais em todo o lado e por todo o lado igualmente banais e repetitivas.
E enquanto a digna 4a Comissão do Ambiente da AML estuda, enquanto o programa uma Praça em cada Bairro marca passo, no Largo de Santos é o vale tudo.
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| e mais uns tantos copos nas noites de fim-de-semana que nas alturas de férias são todas as noites, embora o pseudo-regulamento não o autorize em pleno. |
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| Pago? Sim, em muitos lados.... |






























