Ana Alves de Sousa
19/03/2017
Demolições na Rua de Santa Marta
17/03/2017
Por vezes a tal "linguagem arquitectónica actual" não necessita de ser vaquinha sagrada dos srs. arquitectos....
15/03/2017
«Mapa de árvores de Lisboa», ajudem a concretizar esta ideia!
ideia
São necessários apenas 100 votos para que seja analisada pela CML. São 5 minutos do vosso tempo e é seguir o link, fazer login (com os dados da conta do facebook, por ex.) e votar nesta boa ideia que contribuirá para que todos possamos conhecer e entender melhor as árvores de Lisboa, e até participar na sua gestão sempre que for necessário.
A ideia tem como base um site dedicado ao arvoredo de Lisboa e a disponibilização de informação o mais completa e actualizada possível sobre o mesmo, apoiada num mapa. A partir do mapa seria possível obter informação sobre cada árvore, para além dos parâmetros básicos, como a altura, perímetro, etc, a espécie, um enfoque sobre parâmetros como quantidade de CO2 sequestrado, energia conservada, água interceptada, poluentes removidos do ar, e o total do valor dos benefícios (por ano), cada um destes valores expressos em euros. Transpondo para todo o arvoredo mapeado, seria possível ter uma noção, em termos monetários do valor do arvoredo da cidade (dos serviços ambientais prestados).
(via Plataforma em Defesa das Árvores)
A propósito do renascido Capitólio, cuja reabertura se saúda ...
É preciso não nos esquecermos dos dias em que teve os dias contados..., só é pena ter o renovado Capitólio aquela imensidão de vidros pretos e aquela parte traseira (credo!). Ficam, abaixo, as fotos (arquivos CML e FCG) do antigamente, para se ver das diferenças in loco:
Jardim do Caracol - envio de sugestões
C.c. PCML, JF Penha de França e JF Arroios
Exmos. Senhores, caros Amigos,
Como já vos demos conta oportunamente, e referimos publicamente, foi com grande satisfação que soubemos da vitória do "Jardim do Caracol da Penha" no Orçamento Participativo.
Aliás, foi com muito entusiasmo e empenho que publicitámos a vossa ideia e que pedimos a todos entre nós que a votassem.
Regozijamo-nos, portanto, com a abertura desta fase de recolha de sugestões e comentários sobre o que este Jardim deve ser, pode vir a ser e ...não seja de modo algum.
Assim, pela nossa parte apenas podemos sugerir ou reclamar o seguinte sobre o futuro desse espaço, de modo a que não se desvirtue ou belisque minimamente o entendimento de quem votou genuinamente nessa ideia ou seja, que o futuro Jardim do Caracol:
* Não seja local de experimentações paisagísticas, replicando formatos de jardins de recreio, tipo "biscoito" ou "cerca da Graça";
* Seja um espaço verde, tão próximo do intocável e "selvagem", longe do inventivo, quanto possível;
* Não consubstancie de forma alguma qualquer tipo de permeabilização em alcatrão, cimento ou sintético/tartan;
* Seja um espaço onde convivam apenas pessoas e árvores (com árvores de fruto), arbustos, relva, ervas, vegetação ruderal, pássaros e demais biodiversidade;
* Não seja facilitador de eventos, venda de comes e bebes ou gerador de ruído e lixo;
* Seja um espaço que não exija nem manutenção acima da média nem vigilância para lá dos requisitos óbvios, assegurando-se a abertura e saída do mesmo pela colocação de portões;
* Não implique a construção de edifícios ou equipamentos de raiz, desportivos ou não;
* Seja um espaço onde se permita a livre circulação de pessoas a qualquer hora do dia, entre as entradas Norte e Sul;
* E que, dada a configuração do local e a fim de se evitar eventuais deslizamentos de terras, seja um jardim em que os muros de sustentação se apresentem em socalcos e,
* Se equacione muito bem qual o tipo de rega que irá ser aplicado no jardim.
Viva o Jardim do Caracol da Penha!
Melhores cumprimentos e abraços
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Atanázio Carvalho, Rui Martins, Júlio Amorim, João Leitão, Irene Santos, Maria de Lurdes Santos
14/03/2017
10/03/2017
Petição "Salvar os pavilhões do Mercado do Bolhão"
A Câmara invoca duas razões principais: uma, a de que a demolição é necessária uma vez que se construirá um subterrâneo, e a sua reconstrução seria um pastiche. A outra, de que as barracas são "anacrónicas" e não cumprem os actuais requisitos legais e funcionais.
Ambos estes motivos são facilmente desmontáveis, e quanto a nós é importante haver um debate público em torno desta questão. Ela resume o que é neste momento a reabilitação urbana em Portugal: a vontade de construir e mostrar obra rapidamente versus a preservação do património arquitectónico. Para isso criámos uma petição que explica em detalhe o que está em causa:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT77853
...
09/03/2017
Uma boa notícia, que acaba com as mentiras postas a circular nos últimos tempos e a evidente má fé de alguns:
07/03/2017
Petição "Museu Judaico - Em Alfama? Sim! - No Largo de São Miguel? Não!" - assine e divulgue s.f.f
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84827
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Nós, abaixo-assinados, residentes e amigos de Alfama vimos manifestar à Câmara Municipal de Lisboa que não estamos de acordo que se construa o Museu Judaico no Largo de São Miguel.
Do pouco que foi divulgado sobre o projecto, é evidente que a sua instalação neste local não está em harmonia com o espaço e vai perturbar a sua utilização pela população, nos moldes que são tradicionais. Desta forma, será mais um factor importante no caminho da descaracterização do nosso bairro.
A localização deve ser repensada e todo o projecto deve envolver mais os moradores de Alfama e as associações populares.
Lisboa, 6 de Março 2017
Associação do Património e População de Alfama (APPA)
N.B. Decorre neste momento um abaixo-assinado presencial, em papel, pelo que se apela à não duplicação de assinaturas. Obrigado.
06/03/2017
Cidade sem lei - Elevador de Santa Justa
«Exmºs. Senhores
Venho mostrar a minha indignação para o que se está a passar com o Elevador de Santa Justa, "bandalheira total" lixo e alterações da estética do elevador que é monumento nacional, será que ninguém da câmara vê isto?
Fotos em anexo tiradas ontem domingo, para mostrar a realidade de uma cidade onde vale tudo.
atenciosamente
Paulo Bastos»
CONVITE: 9 Março, 15:00, plantação de 8 árvores no Cemitério do Alto de S. João
05/03/2017
Ainda a Travessa Morais Sarmento (Benfica)
03/03/2017
Autoridades devem reverter construção do Museu Judaico de Lisboa
02/03/2017
Na Igreja do Loreto, que virá aí?
Museu Judaico sim, mas não no Largo de S. Miguel”, diz associação de moradores de Alfama
Por Margarida David Cardoso
01/03/2017
Demolindo Lisboa: Rua Marques da Silva
Acessibilidades na Baixa Pombalina – Lisboa, 2017
«Caros Amigos,
Venho partilhar mais esta maravilha do desrespeito pela pessoa deficiente. Na Rua da Prata, em pleno coração da cidade de Lisboa, que se quer moderna e integradora, na esquina com a Rua de S. Julião, estão a ocorrer, em cada um dos passeios, obras em imóveis, levadas a cabo, penso eu, por privados. O cuidado foi tanto ou tão pouco que eu, que me desloco exclusivamente por cadeira de rodas motorizada, não consigo transitar naquela rua.
Nas primeiras vezes, procurei atravessar a rua para o outro passeio, sem êxito, e, com sorte, as obras até são em frente a uma esquadra de polícia e um dos seus elementos dessa força foi suficientemente simpático para afastar o trânsito enquanto circulava pelo meio da rua. Mais tarde, como bom Português, resignei-me à inelutabilidade destas situações e à impossibilidade de alterar este estado de coisas e acabei por encontrar circuitos paralelos por outras ruas, mesmo quando o meu destino é a própria rua da Prata!
Mas, desculpem o desabafo, porque tem de ser assim? Porque não nos resta senão a inamovibilidade destes egoísmos de privados e a ausência de Poder Público, cuja preocupação primeira deveria a de regular estes abusos?
Também os Poderes Públicos dão, nesta matéria e nesta mesma zona, péssima imagem e falta de sensibilidade às especificidades e necessidades de todos. Com as obras da Câmara, assisto impávido à colocação (temporária?) de paragens de autocarros da Carris em locais sem passeios que me obrigam descer em rampas a pique, devido à ausência de lancil de apoio, e ir procurar paragens em locais que já não sejam objeto de obras, para poder subir para dentro dos autocarros.
Sem cuidados mínimos nestas áreas, não há política de promoção de mobilidade que valha, por muito que constem de preâmbulos de leis e decretos-lei ou em programas de ação!
O Munícipe de Lisboa,
João Miguel Simões»








































