13/10/2016

MAIS UMA MEMÓRIA DE ALCÂNTARA VAI DESAPARECER


Alcântara foi em tempos não muito distantes um local onde se concentravam muitas fábricas que produziam os mais diversos produtos, desde bolachas a azulejos ou lâmpadas. Tais fábricas chamaram população que ali se estabeleceu e deu colorido e vida à Alcântara fabril. Hoje, já nada disso existe. As fábricas foram desaparecendo.

Assistimos agora ao fim da Fábrica de azulejos Ideal, há muito desactivada, e assim Alcântara e Lisboa ficam mais pobres.

Pinto Soares

7 comentários:

  1. Anónimo11:52 a.m.

    Devia ser mantido para casa de banho. Aposto que se fosse seu estava de acordo com a demolição para fazer mais dinheiro. Barraca

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  2. Anónimo4:08 p.m.

    Alcântara foi em tempos não muito distantes um pardieiro nojento onde se concentrava lixo, armazéns fétidos e drogados. Tais locais afugentaram a população que se foi estabelecer noutros locais porque para além da ETAR e dos assaltos, nem a proximidade do rio era minimamente apelativa. Hoje, isso vai deixando de existir. A trampa vai desaparecendo.

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  3. Anónimo12:19 p.m.

    Como é que se quer protejer este barracão? Não é que viesse mal algum deixar ficar aquilo mas então teríamos que qualificar tudo.

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  4. Anónimo2:20 p.m.

    Boa notícia. É uma triste memória. Alcântara deve mais mais Campo de Ourique do que a Alcântara que tem sido.

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  5. Anónimo8:48 p.m.

    Parece-me quase que um barracão ou armazém sem interesse.

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  6. Anónimo7:46 p.m.

    LOl daqui a 50 anos está gente a defender marquises porque são antigas.

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  7. Já se sabe o que vai ser construído aqui?

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