E os passeios no Areeiro ERAM assim:


Pois este piso já era, já foi. Agora há uma coisa chamada Plano de Acessibilidade Pedonal (nada contra tal ideia, designação e objectivos finais) e a calçada portuguesa não faz parte dele salvo em zonas turísticas. O Areeiro tem autoria de nomes como Cristino da Silva, e deve parecer mal tratar o Areeiro com dignidade, devem pensar alguns.


Foto: Estúdio Horácio Novais (fonte: Malomil)

27/11/2013

A «RAINHA» DO ESTACIONAMENTO de LISBOA



Imagens chegadas por email do Paço da Rainha... e que dispensam comentários!

Petição foi hoje entregue na A.R.:

Conforme anunciado, foi hoje entregue na AR, ao Sr.Vice-Presidente, Dr. Ferro Rodrigues, a petição «Lisboa e o País Precisam do Cinema Odéon», já com mais de 10.000 assinaturas. A mesma baixará à Comissão Permanente respectiva e dali será oportunamente discutida em plenário. Paralelamente, iremos solicitar audiência também à SEC e à CML para entrega da mesma. Obrigado a todos e continuem a assinar e a promover esta petição. O Odéon ainda não está perdido.


(foto actual, por Jp Joaquim)

26/11/2013

Antiga Perfumaria CAMY na Rua da Prata 119: mais uma loja destruída


Exmo. Sr. Vereador Manuel Salgado


Cc. PCML

Como já vem sendo hábito, reportamos mais uma perda patrimonial na Baixa, desta vez a destruição parcial da antiga «Perfumaria CAMY» na Rua da Prata 119.

Esta não era uma loja qualquer: teve um projecto qualificado de 1944 do Arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, um dos mais importantes autores da Arquitectura Moderna nacional. Mas do espaço interior ao lettering em ferro forjado, do alto-relevo escultórico (atribuído ao Escultor Leopoldo de Almeida) a outras guarnições em metal da frente da loja, já quase nada resta.

Perguntamos: O pelouro do Urbanismo aprovou esta alteração de uma frente de loja registada na Carta Municipal do Património anexa ao PDM? Ou estamos perante outra vítima da cada vez mais evidente ausência de fiscalização por parte da CML?

De facto, e apesar do aprovado um Plano de Pormenor de Salvaguarda, a capital continua a assistir à destruição dos diferentes elementos patrimoniais da Baixa Pombalina: destruições selvagens de frentes e interiores de lojas, substituição sem critério de caixilharias de vãos e alterações desqualificadas das coberturas com trapeiras pombalinas transfiguradas à "pato-bravo".

A falta de um Urbanismo Comercial, associada a um certo oportunismo comercial "turístico" que reina por toda a Baixa, propicia este tipo de desastres. Lisboa ficou mais pobre com perda da Perfumaria «Camy».

Voltamos a repetir: a Baixa merece padrões bem mais elevados de gestão urbanística!

Melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge

25/11/2013

Série Avenidas - 2- Avenida Duque de Loulé (2)

Este é um dos "Grandes" da Avenida Duque de loulé. Está à venda e já tem janelas abertas para que possam alegremente destruír-se todos os interiores. Conheci-os bem e eram belíssimos. Mais uma vítima da negligência. 17/11/2013
Pormenor do trabalho de cantaria que adorna a parte lateral da entrada deste magnífico prédio da duque de Loulé. 17/11/2013
A escadaria já está neste estado. O comum retrato de uma capital em falência. 17/11/2013
E chega-se ao caso mais paradigmático da Avenida Duque de Loulé. o quarteirão Déco com elementos Arte-Nova nas ferragens das portas e das janelas dos pisos térreos. De imóvel classificado, exteriores e interiores, num invulgar cuidado com o património, a ruína irrecuperável com a conivência de todos os agentes activos na cidade de Lisboa, autarquia, promotores, proprietários (grupo BES e outros) e todo o público em geral. Este é um exemplar único. Cairá para gáudio de uns quantos e sobre o imenso desleixo com que vivemos Lisboa. Avenida Duque de Loulé. 17/11/2013
Os andaimes ocupam a via pública há mais de dois anos. As gruas e os seus braços preenchem o céu da Avenida ao mesmo tempo. Quem paga tudo isto? E se o faz, por que razão não recupera este prédio que tanto  enobreceu uma das mais belas avenidas de Lisboa? Avenida Duque de Loulé, 17/11/2013
Chegamos à parte tardoz do prédio. Telas despedaçadas ao vento, reboco retirado, o promotor arrasou a cobertura, destelhando-a para, depois, poder alegar que as infiltrações eram tantas que os interiores, déco, já estariam irrecuperáveis. A fiscalização camarária ficou a dormir, os agentes culturais acharam por bem defender outras cuusas, os lisboetas alhearam-se e não defenderam um ícone da cidade. Lisboa é mal-amada. Avenida Duque de Loulé, 17/11/2013
No outro lado da rua, caíu uma bomba. Mais restos de mais abnadono. Casas Arte-Nova esventradas. Sobram os toscos agarrados ao nada pelo ferro das armações, tão presente quanto inútil. Avenida Duque de Loulé. 17/11/2013
Este é um dos vários portões do mutilado prédio Déco da Avenida Duque de Loulé, Lisboa dá-se ao luxo de os perder, como se sobrassem muitos para testemunhar a riqueza e diversidade da arquitectura da capital nos períodos Arte-Nova e Déco. 17/11/2013
Um aviso que nada avisa, o humor da CML é enigmático e insultuoso. Quarteirão Déco na Avenida Dq. de Loulé, 17/11/2013
Série do estado em que se encontram as três entradas do "gigante" déco. 17/11/2013

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Mesmo enfaixada, a dignidade não desaparece. Exige-se à CML que actue. E depressa, a ruína não sobreviverá eternamente. Avenida Duque de Loulé, 17/11/2013

Publi-Cidade: O mistério da "Progresso" na R. D. Pedro V...


...enquanto isso, a outra "Progresso", na Rua D. Pedro V, continua ostensivamente com os seus dispositivos de publicidade de ilegalidade já por várias vezes confirmada pela própria Câmara! Esta situação dura anos! Palavras para quê?

Placa que dá que contar


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,

Junto, envio, em anexo foto de placa sinalizadora que demonstra como se fazem as coisas nesta cidade.

Junto às Amoreiras.

Cumprimentos,

Mário Vilar»

Um Jardim? Um campo de batalha? É Lisboa!




Imagens chegadas por email (LAJB-Liga dos Amigos do Jardim Botânico) do estado de degradação e abandono do jardim na Alameda de Santo António dos Capuchos, ao Campo dos Márires da Pátria. Mais palavras para quê? É um típico espaço público português... Apenas uma pergunta dirigida à CML: Para quando uma intervenção de restauro e limpeza deste espaço verde?

Destruição de edifício na Av. Berna


Chegado por e-mail:

«Foi com imenso desgosto que passei hoje pela Avenida de Berna e me deparei com a ausência deste edifício. Foi deitado abaixo!

Durante anos e anos, passei diante dele e sempre me fascinou a sua simplicidade e o seu revestimento de azulejos. Com o tempo fui reparando no roubo constante dos mesmos, permanecendo apenas o painel no topo que representava a 'sagrada família'. Muitas vezes pensava que realmente era uma alegoria à vida, 'tudo pode desabar excepto a família'!

Ver o património urbano ser destruído faz-me imensa confusão. De que servem os departamentos de urbanismo e reabilitação urbana da cidade de Lisboa? Em que se baseiam? Quem toma estas decisões drásticas ou como permitem que estes casos aconteçam? Tudo perguntas cujas respostas já eu sei, mas que não as entranho tal é fundamentalismo. 'Projectar e pensar o futuro', é sempre esta a resposta. De que me interessa o futuro se deixarei de presenciar o passado na minha cidade?!

Enfim, de certo que nascerá mais um edifício como o seu vizinho do lado. Um edifício duvidoso, com umas luzes na fachada durante a noite, preços exorbitantes, e praticamente vazio!

Obrigado por continuarem a denunciar casos do quotidiano da cidade e a defenderem-na de gestões intoleráveis!

Atentamente,

João Rocha»

12/11/2013

PASSEIOS DE LISBOA: R. António Maria Cardoso

Esperemos que nenhum peão tenha ficado ferido...

11/11/2013

POSTAL DA BAIXA: Rua Nova de São Domingos


Solicitamos que nos informem se este arruamento é pedonal ou se pelo contrário é permitida a circulação rodioviária, e o estacionamento, conforme observamos diariamente e do qual enviamos 2 imagens. Obrigado.

Calçada Portuguesa e Largo Frei Heitor Pinto


Chegado por e-mail:

«No Cidadania LX referem a destruição da Calçada Portuguesa e o Largo Frei Heitor Pinto.
Aqui vão fotos "dois em um", que mostram, até,uma das 2 rampas que permitem o acesso a esta zona do mesmo largo, no espaço em frente à Igreja de S. João de Brito...

Abraço
CMR»