Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
28/11/2013
E os passeios no Areeiro ERAM assim:
Pois este piso já era, já foi. Agora há uma coisa chamada Plano de Acessibilidade Pedonal (nada contra tal ideia, designação e objectivos finais) e a calçada portuguesa não faz parte dele salvo em zonas turísticas. O Areeiro tem autoria de nomes como Cristino da Silva, e deve parecer mal tratar o Areeiro com dignidade, devem pensar alguns.
Foto: Estúdio Horácio Novais (fonte: Malomil)
27/11/2013
Petição foi hoje entregue na A.R.:
Conforme anunciado, foi hoje entregue na AR, ao Sr.Vice-Presidente, Dr. Ferro Rodrigues, a petição «Lisboa e o País Precisam do Cinema Odéon», já com mais de 10.000 assinaturas. A mesma baixará à Comissão Permanente respectiva e dali será oportunamente discutida em plenário. Paralelamente, iremos solicitar audiência também à SEC e à CML para entrega da mesma. Obrigado a todos e continuem a assinar e a promover esta petição. O Odéon ainda não está perdido.
(foto actual, por Jp Joaquim)
26/11/2013
Antiga Perfumaria CAMY na Rua da Prata 119: mais uma loja destruída
Exmo. Sr. Vereador Manuel Salgado
Cc. PCML
Como já vem sendo hábito, reportamos mais uma perda patrimonial na Baixa, desta vez a destruição parcial da antiga «Perfumaria CAMY» na Rua da Prata 119.
Esta não era uma loja qualquer: teve um projecto qualificado de 1944 do Arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, um dos mais importantes autores da Arquitectura Moderna nacional. Mas do espaço interior ao lettering em ferro forjado, do alto-relevo escultórico (atribuído ao Escultor Leopoldo de Almeida) a outras guarnições em metal da frente da loja, já quase nada resta.
Perguntamos: O pelouro do Urbanismo aprovou esta alteração de uma frente de loja registada na Carta Municipal do Património anexa ao PDM? Ou estamos perante outra vítima da cada vez mais evidente ausência de fiscalização por parte da CML?
De facto, e apesar do aprovado um Plano de Pormenor de Salvaguarda, a capital continua a assistir à destruição dos diferentes elementos patrimoniais da Baixa Pombalina: destruições selvagens de frentes e interiores de lojas, substituição sem critério de caixilharias de vãos e alterações desqualificadas das coberturas com trapeiras pombalinas transfiguradas à "pato-bravo".
A falta de um Urbanismo Comercial, associada a um certo oportunismo comercial "turístico" que reina por toda a Baixa, propicia este tipo de desastres. Lisboa ficou mais pobre com perda da Perfumaria «Camy».
Voltamos a repetir: a Baixa merece padrões bem mais elevados de gestão urbanística!
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge
25/11/2013
Série Avenidas - 2- Avenida Duque de Loulé (2)
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| Pormenor do trabalho de cantaria que adorna a parte lateral da entrada deste magnífico prédio da duque de Loulé. 17/11/2013 |
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| A escadaria já está neste estado. O comum retrato de uma capital em falência. 17/11/2013 |
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| Um aviso que nada avisa, o humor da CML é enigmático e insultuoso. Quarteirão Déco na Avenida Dq. de Loulé, 17/11/2013 |
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| Série do estado em que se encontram as três entradas do "gigante" déco. 17/11/2013 |
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| Adicionar legenda |
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| Adicionar legenda |
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| Mesmo enfaixada, a dignidade não desaparece. Exige-se à CML que actue. E depressa, a ruína não sobreviverá eternamente. Avenida Duque de Loulé, 17/11/2013 |
Publi-Cidade: O mistério da "Progresso" na R. D. Pedro V...
Placa que dá que contar
Chegado por e-mail:
«Boa tarde,
Junto, envio, em anexo foto de placa sinalizadora que demonstra como se fazem as coisas nesta cidade.
Junto às Amoreiras.
Cumprimentos,
Mário Vilar»
14/11/2013
Um Jardim? Um campo de batalha? É Lisboa!
Destruição de edifício na Av. Berna
Chegado por e-mail:
«Foi com imenso desgosto que passei hoje pela Avenida de Berna e me deparei com a ausência deste edifício. Foi deitado abaixo!
Durante anos e anos, passei diante dele e sempre me fascinou a sua simplicidade e o seu revestimento de azulejos. Com o tempo fui reparando no roubo constante dos mesmos, permanecendo apenas o painel no topo que representava a 'sagrada família'. Muitas vezes pensava que realmente era uma alegoria à vida, 'tudo pode desabar excepto a família'!
Ver o património urbano ser destruído faz-me imensa confusão. De que servem os departamentos de urbanismo e reabilitação urbana da cidade de Lisboa? Em que se baseiam? Quem toma estas decisões drásticas ou como permitem que estes casos aconteçam? Tudo perguntas cujas respostas já eu sei, mas que não as entranho tal é fundamentalismo. 'Projectar e pensar o futuro', é sempre esta a resposta. De que me interessa o futuro se deixarei de presenciar o passado na minha cidade?!
Enfim, de certo que nascerá mais um edifício como o seu vizinho do lado. Um edifício duvidoso, com umas luzes na fachada durante a noite, preços exorbitantes, e praticamente vazio!
Obrigado por continuarem a denunciar casos do quotidiano da cidade e a defenderem-na de gestões intoleráveis!
Atentamente,
João Rocha»
13/11/2013
12/11/2013
11/11/2013
POSTAL DA BAIXA: Rua Nova de São Domingos
Calçada Portuguesa e Largo Frei Heitor Pinto
Chegado por e-mail:
«No Cidadania LX referem a destruição da Calçada Portuguesa e o Largo Frei Heitor Pinto.
Aqui vão fotos "dois em um", que mostram, até,uma das 2 rampas que permitem o acesso a esta zona do mesmo largo, no espaço em frente à Igreja de S. João de Brito...
Abraço
CMR»

















