Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
31/05/2014
30/05/2014
LISBOA PUBLI-Cidade: Rua Alexandre Herculano
29/05/2014
PASSEIOS DE LISBOA: Rua D. João V nº 22-C-D
13/05/2014
Festas de Lisboa 2014, A/C da CML, AML e EGEAC
Exma. Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Exmo. Presidente da EGEAC
Nos últimos anos, os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação das Festas de Lisboa numa “Festa da Cerveja”. As regras, a nosso ver, insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de cerveja. O incentivo ao consumo de álcool é livre e abusivo um pouco por toda a cidade histórica, e não só.
Concordamos que cada cidadão, desde que maior de idade, seja livre de consumir álcool – mas quando os impactos negativos ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir, cremos. E não nos referimos às ruas e aos largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina; referimo-nos custos, a longo prazo, para a sociedade.
As mortes devidas ao consumo de álcool triplicaram desde 1990. O consumo de álcool passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a factura. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de álcool roubam cerca de 1,5% dos orçamentos de estado na Europa. Este problema está a piorar de ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de álcool ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo irresponsável pelos jovens.
Na nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública. Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos edifícios e monumentos históricos da nossa cidade. O quase monopólio da(s) marca(s) de cerveja que patrocinam/participam no evento produz impactos inaceitáveis:
1- DESRESPEITO CRESCENTE PELO AMBIENTE URBANO HISTÓRICO.
2- QUIOSQUES COM PUBLICIDADE LIVRE E DESCONTROLADA.
3- UTILIZAÇÃO CRESCENTE E EXCESSIVA DE PLÁSTICOS.
Falta estabelecer, de facto, regras iguais para todos os participantes, e com padrões em linha com o que se faz no resto da Europa (alguns exemplos em anexo).
Falta também criar uma campanha de sensibilização para o consumo responsável de álcool.
Há outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e arrendar a cidade histórica desta forma, nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do país.
Com os melhores cumprimentos,
Fernando Jorge, Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Júlio Amorim, Nuno Caiado, Jorge Lima, Inês Barreiros, Jorge Pinto, Miguel Jorge, Rossella Ballabio, Maria do Rosário Reiche, Paulo Lopes, Guilherme Pereira, Artur Lourenço
12/05/2014
No rescaldo da I Conferência «Lisboa Entre Séculos»:
https://sites.google.com/site/cidadanialxdocs/urbanismo-finais-sec-xix-xx
11/05/2014
Em Nápoles é assim que se preserva o património da viragem do século. XIX-XX
10/05/2014
07/05/2014
Arte Pública? É a nova rotunda na Rua Alves Redol!
Lisboa'94 foi há 20 anos #1
No que toca ao projecto cultural e de reabilitação designado por Sétima Colina (que ia do Chiado ao Rato), há que dizer que valeram mais por ela 3 privados (Hotel do Chiado, Decadente e Embaixada) nos últimos anos e o que deles se multiplicou em recuperação de toda a zona, do que o fachadismo em paleta de cores da L'94. Pelo meio houve um PP Parque Mayer, JB e Zona Envolvente, ficámos sem a Ramiro Leão, a Souza, a Sabóia, a Picadilly, a DN do Chiado, o Palácio dos Lumiares, A Capital... e os Inglesinhos, mas ganhámos quiosques, esplanadas, moda e mundo. A Igreja de São Roque ficou desfigurada no exterior e o miradouro de São Pedro de Alcântara foi arranjado mas deixou de ser jardim. Vinte anos depois continuamos à espera que o protocolo pela reabertura do E-24 seja cumprido e, já agora, ... que o prédio da Campos seja recuperado ;-)
Foto: Copyright © 1968-2014 Mário Cabrita Gil
05/05/2014
Palácios de Lisboa - 8 - Palácio Almada ou da Independência, ao Rossio
| Neste canto há um parque de motos informal. Costumam ser bastantes mais. Às vezes carros. |
| Idem para as cópias da loiça de Alcobaça, pratos alentejanos e outros artigos. |
| Os pombos sentem-se em casa em todo o lado. A falta de limpeza também. |
| Traseiras do Palácio da Independência. |
| Em segundo plano as admiráveis chaminés quinhentistas |
| Fachada interior a dar para o pátio. |









