Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
16/12/2013
Lisboa, Capital do Azulejo? Rua da Ilha do Pico
No rescaldo das comemorações dos 500 Anos do Bairro Alto
Ajudámos (Fórum Cidadania Lx) no que soubemos e pudemos, mas, desde já, três notas pessoais:
1. As comemorações dos 500 Anos seriam outra coisa, mesmo, se tivessem sido feitas só por CML e instituições oficiais, sem a intervenção entusiasta e obsessiva de 3 nomes fundamentais e individuais: Helena Pinto (Irmandade de São Roque) e Luis Filipe Paisana e João Filipe Guerreiro (AMBA).
2. Gostei particularmente das visitas à Igreja dos Paulistas, à Academia das Ciências, ao Museu Geológico, ao Tribunal Constitucional, ao Supremo Tribunal Administrativo, ao Liceu Passos Manuel e ao GOL, e dos recitais havidos nos Paulistas, de violoncelo, por Marco Pereira, e pelo Coro do Tejo.
3. Obrigado, António Branco Almeida, Virgílio Marques e Nuno Franco Caiado, pela ajuda (grande) na organização dos vários concertos e visitas! E a todos os cicerones que as valorizaram, sempre de forma gratuita!
...
Escusado será dizer que a CML não foi minimamente correcta ao nem sequer responder aos nossos pedidos de visita ao Palácio Marim Olhão (talvez mais importante palácio do Bairro Alto, e que é propriedade da CML). Muita pena não ter sido possível abrir às comemorações o Convento de São Pedro de Alcântara.
URGENTE:Azulejos Arte Nova do Edifício Ventura Terra / R. Alexandre Herculano (IIP e Prémio Valmor) continuam a cair/COMO É POSSÍVEL, PISAL?!!
Dr. António Costa,
Exma. Sra. Vereadora da Cultura
Dra. Catarina Vaz Pinto
C.c. DGPC, UTL, Media
Vimos pelo presente apelar à intervenção URGENTE da CML no edifício da Rua Alexandre Herculano, nº 57, ao abrigo do Programa PISAL, no sentido de ser removido para depósito da CML o friso de azulejos Arte Nova que se encontra em sério risco de desaparecer por completo, uma vez que já se soltaram mais alguns azulejos nos últimos dias.
Independentemente do nosso apêlo de Outubro passado à DGPC, CML e Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (http://cidadanialx.blogspot.pt/2013/10/apelamos-dgpc-para-agir-pelo-edif.html) não ter tido até ao presente nenhuma reacção de nenhum dos destinatários; somos a renovar esse apêlo no que toca ao friso de azulejos referidos, não só porque os mesmos ameaçam desaparecer na sua totalidade, empobrecendo este magnífico edifício classificado Imóvel de Interesse Público(Portaria 303/2006, DR de 27 Janeiro) e Prémio Valmor de 1903, e colocando em risco, obviamente, os transeuntes, mas porque consideramos que é tempo de se medirem os resultados práticos do Programa de Investigação e Salvaguarda do Azulejo de Lisboa (PISAL), até porque ainda não foi dado dado ao Fórum Cidadania Lx nenhum provimento aos nossos sucessivos pedidos de esclarecimentos (http://cidadanialx.blogspot.pt/2012/07/pedido-de-esclarecimentos-cml-sobre.html) sobre essa matéria.
Na expectativa, somos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Irene Santos, Carlos Leite Sousa, José Arnaud, Luís Marques da Silva, Virgílio Marques, António Branco Almeida, Nuno Caiado, Júlio Amorim, Beatriz Empis, João Oliveira Leonardo
Pedido de esclarecimentos à CML sobre PISAL (Prog. Investig. Salvaguarda Azulejo de Lx)
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Chegados aqui, já com todos os 'prazos' ultrapassados, há alguma resposta a alguma das perguntas abaixo apresentadas e enviadas à CML em Julho passado?
Obrigado. (Agosto 2012)
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Lisboa, 3 de Julho de 2012
Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa,
Exma. Senhora Vereadora da Cultura
Dra. Catarina Vaz Pinto
C.C. AML, Media, MNAzulejo, SOS Lisboa, Rede Santos Simões, Universidade Aberta, artistas e especialistas
Passados que estão cerca de nove meses sobre a aprovação do PISAL - Programa de Investigação e Salvaguarda do Azulejo de Lisboa (Deliberação n.º 623/CM/2011, de 9 de Novembro), da Comissão Municipal do Azulejo e do Conselho Consultivo do PISAL, somos a solicitar por esta via a V. Exas. um ponto de situação sobre o mesmo, isto é:
Tendo em conta o “cronograma” estabelecido no Relatório Final produzido oportunamente pelo respectivo Grupo de Trabalho (em anexo), e socorrendo-nos da própria documentação da CML, solicitamos um esclarecimento sobre o seguinte:
1. “Criação de procedimentos para o combate ao furto e delapidação do azulejo” – Esta acção estava prevista para o 1º semestre de 2012. Pergunta: Quais os procedimentos em concreto já criados pela CML? Que legislação/regulamentação foi feita?
2. “Intervenções de Conservação”, compreendendo “campanhas preventiva e curativa em azulejo do espaço público”. Prazo: até Jun. 2012. Pergunta: Quais as campanhas já feitas? Onde? Quando?
3. “Criação de um secretariado de atendimento público, sedeado no Departamento de Património Cultural, com telefone/e-mail”. Prazo: até Jun. 2012. Pergunta: Foi feito? Há registo de afluência do público? Qual o seguimento dado aos alertas/queixas apresentados?
4. “Elaboração de propostas de regulamentação Municipal de salvaguarda do património azulejar”. Prazo: 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: O que é que foi feito? Está em vigor?
5. “Elaboração de relatórios de diagnóstico para as áreas da Madragoa, Conde Barão; Bica, Bairro Alto, São Paulo, Baixa, Mouraria, Castelo e Alfama”. Prazo: 1º e 2º semestre de 2012. Pergunta: Exceptuando a Madragoa, já foi feito mais algum relatório? Está disponível ao público? Quais as suas conclusões?
6. “Elaboração da Carta Municipal de Intervenção Preventiva, …, com elaboração de programas de Conservação Preventiva e/ou Curativa…”, prevista 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: Já foi feita alguma coisa nesse sentido? Há alguma documentação disponível para consulta?
7. “…Preparar para publicação a Carta Municipal do Azulejo, a Carta de Risco e o Guia da Azulejaria da Madragoa. Preparar o Maunual de Boas Práticas e o Caderno da Azulejaria...”. Acções previstas para 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: Já foi feita alguma coisa nesse sentido? Há alguma documentação disponível para consulta? E para os outros bairros?
8. “…Acções de formação para técnicos PISAL … formação de técnicos municipais como fiscais, polícia municipal e bombeiros, …”, previstas para 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: Quando e quantas já foram feitas? Quantos quadros foram formados?
9. “Elaboração da Carta Municipal do Azulejo em Espaço Público … Madragoa, Conde Barão, Bica, Bairro Alto, São Paulo, Baixa, Mouraria, Castelo e Alfama”, prevista para 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: Já foi feita? Está disponível para consulta?
10. “Elaboração da Carta de Risco para Madragoa, Conde Barão, Bica, Bairro Alto, São Paulo, Baixa, Mouraria, Castelo e Alfama”, prevista para 1º e 2º semestres de 2012. Pergunta: Já foi feita? Está disponível para consulta?
11. “Promoção de parcerias nacionais e internacionais…”, previstas para 1º e 2º semestre de 2012. Pergunta: Para além das parcerias já a decorrerem com a Polícia Judiciária (Projecto S.O.S. Azulejo) e com a Rede Santos Simões/ Universidade Aberta, que outras parcerias foram já estabelecidas?
Independentemente das questões já levantadas, solicitamos também um esclarecimento sobre:
12. Considerando que não se pode cingir o património azulejar de Lisboa aos bairros mencionados, muito menos à Madragoa – basta lembrarmo-nos do vasto património azulejar de finais do séc. XIX e já do séc. XX, que ainda existe em bairros como Campo de Ourique, Lapa, Bairro dos Açores, Bairro Camões ou nas Avenidas Novas, quando é que a CML pensa integrar estas zonas no PISAL?
13. Considerando que a CML, previsivelmente, não terá quadros suficientes para levar por diante, em tempo útil, semelhante levantamento, porque não recorre a CML à contratação de estudantes e/ou jovens e/ou reformados, que pelo seu grau de interesse pelo tema e/ou formação mínima comprovada, possam levar por diante essa tarefa?
14. Considerando que tão grave quanto o património azulejar de fachada e/ou de espaço público são o vandalismo e o saque da azulejaria de interiores, quando é que a CML decide fazer alguma coisa por este património, designadamente inventariando desde já os interiores dos organismos públicos e, por via de um protocolo com a associação de proprietários, por exemplo, aceder livremente aos edifícios propriedade privada?
15. Considerando que continuam em bom ritmo as operações de “reabilitação urbana” por via da demolição integral de interiores, quando não também de fachadas, não raramente enriquecidos por azulejaria rica, sobretudo alusiva à Arte Nova (vide demolições recentes em Campo de Ourique, Lapa e nas Avenidas Novas), qual o impacto de facto do PISAL em termos de alteração de procedimentos a nível da Gestão Urbanística? Ou seja, quando determinado projecto é aprovado, e se se levar por diante a demolição, os azulejos são inventariados? Por quem? São recolhidos exemplares? De que forma? Há acompanhamento de técnicos especializados (LNEC, etc.)? São armazenados onde? Serão repostos se a nova construção o permitir? Em termos de RMUEL e regulamentação afim, onde está vertida a preocupação da CML em termos de inventariação, salvaguarda e reposição de azulejaria?
16. Quando decorre um roubo de azulejos, e o mesmo é denunciado por munícipes junto da CML/Polícia Municipal, quais os procedimentos a desencadear pela CML? Há algum ponto de situação que nos permita avaliar a parceria CML/S.O.S. Azulejo?
17. Quais as iniciativas desencadeadas pela CML junto da Assembleia da República para que, finalmente, seja aprovada legislação nacional sobre o mercado de antiguidades, a fim de se evitar a purga que o país atravessa em termos de roubo e tráfico do portuguese tiles (e o mesmo se aplicar à Arte Sacra)?
18. Em relação ao “Banco de Azulejos”, para quando a inventariação completa do acervo existente nos depósitos da CML? E para quando a existência de um verdadeiro banco de azulejos, capaz de municiar a reposição de azulejos em falta e/ou susceptíveis de serem fabricados?
19. Em termos de classificação de azulejaria, quais os processos de classificação já encetados pela CML? Estão disponíveis ao público? Onde? Quais as zonas e/ou épocas abrangidas? Foram considerados os azulejos de interiores? E os azulejos publicitários? Os de espaço público?
20. Em termos de apoio às actividades artísticas e económicas, quais as medidas já levadas a cabo pela CML no sentido de apoiar a criação de fábricas/ateliers/artistas de azulejaria? (Por exemplo, seria oportuna e decisiva uma empreitada de reprodução dos lambris de azulejos em falta e da faiança vandalizada no "canal" monumental dos jardins do Palácio Nacional de Queluz...)
Em conclusão, em que medida é que o PISAL está a cumprir, passados que estão 9 meses desde a sua aprovação formal, o seu objectivo, i.e.,estudar e salvaguardar o azulejo, “investigando”, “registando”, “prevenindo”, “regulamentando”, “sensibilizando”, “formando” e “divulgando”?
Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Bernardo Ferreira de Carvalho, António Branco Almeida, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Carlos Moura, João Oliveira Leonardo, António Sérgio Rosa de Carvalho e José Morais Arnaud
12/12/2013
Campanha para fazer réplica do lustre de néons do Odéon:
11/12/2013
Ainda os loteamentos para 3 ex-HCL (3) :
Sobre os Capuchos, e reconhecendo que há que demolir bastante, a verdade é que património ali não é só o que está classificado, i.e., igreja e antigo convento, palácio Melo (C: azulejos e escadaria…), pelo que não se pode aceitar demolições de, por ex., os edifícios da escola de enfermagem Artur Ravara (A) e a actual farmácia (B)? (fotos aqui). Por outro lado, parece-me construção a mais em volta do corpo conventual, reduzindo não só este a uma ‘ilha’, mas elevando as cérceas do lado da Luciano Cordeiro desnecessariamente. Para quê tanta construção, ainda por cima monótona?
28/11/2013
E os passeios no Areeiro ERAM assim:
Pois este piso já era, já foi. Agora há uma coisa chamada Plano de Acessibilidade Pedonal (nada contra tal ideia, designação e objectivos finais) e a calçada portuguesa não faz parte dele salvo em zonas turísticas. O Areeiro tem autoria de nomes como Cristino da Silva, e deve parecer mal tratar o Areeiro com dignidade, devem pensar alguns.
Foto: Estúdio Horácio Novais (fonte: Malomil)
27/11/2013
Petição foi hoje entregue na A.R.:
Conforme anunciado, foi hoje entregue na AR, ao Sr.Vice-Presidente, Dr. Ferro Rodrigues, a petição «Lisboa e o País Precisam do Cinema Odéon», já com mais de 10.000 assinaturas. A mesma baixará à Comissão Permanente respectiva e dali será oportunamente discutida em plenário. Paralelamente, iremos solicitar audiência também à SEC e à CML para entrega da mesma. Obrigado a todos e continuem a assinar e a promover esta petição. O Odéon ainda não está perdido.
(foto actual, por Jp Joaquim)
26/11/2013
Antiga Perfumaria CAMY na Rua da Prata 119: mais uma loja destruída
Exmo. Sr. Vereador Manuel Salgado
Cc. PCML
Como já vem sendo hábito, reportamos mais uma perda patrimonial na Baixa, desta vez a destruição parcial da antiga «Perfumaria CAMY» na Rua da Prata 119.
Esta não era uma loja qualquer: teve um projecto qualificado de 1944 do Arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, um dos mais importantes autores da Arquitectura Moderna nacional. Mas do espaço interior ao lettering em ferro forjado, do alto-relevo escultórico (atribuído ao Escultor Leopoldo de Almeida) a outras guarnições em metal da frente da loja, já quase nada resta.
Perguntamos: O pelouro do Urbanismo aprovou esta alteração de uma frente de loja registada na Carta Municipal do Património anexa ao PDM? Ou estamos perante outra vítima da cada vez mais evidente ausência de fiscalização por parte da CML?
De facto, e apesar do aprovado um Plano de Pormenor de Salvaguarda, a capital continua a assistir à destruição dos diferentes elementos patrimoniais da Baixa Pombalina: destruições selvagens de frentes e interiores de lojas, substituição sem critério de caixilharias de vãos e alterações desqualificadas das coberturas com trapeiras pombalinas transfiguradas à "pato-bravo".
A falta de um Urbanismo Comercial, associada a um certo oportunismo comercial "turístico" que reina por toda a Baixa, propicia este tipo de desastres. Lisboa ficou mais pobre com perda da Perfumaria «Camy».
Voltamos a repetir: a Baixa merece padrões bem mais elevados de gestão urbanística!
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge
25/11/2013
Série Avenidas - 2- Avenida Duque de Loulé (2)
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| Pormenor do trabalho de cantaria que adorna a parte lateral da entrada deste magnífico prédio da duque de Loulé. 17/11/2013 |
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| A escadaria já está neste estado. O comum retrato de uma capital em falência. 17/11/2013 |
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| Um aviso que nada avisa, o humor da CML é enigmático e insultuoso. Quarteirão Déco na Avenida Dq. de Loulé, 17/11/2013 |
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| Série do estado em que se encontram as três entradas do "gigante" déco. 17/11/2013 |
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| Adicionar legenda |
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| Adicionar legenda |
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| Mesmo enfaixada, a dignidade não desaparece. Exige-se à CML que actue. E depressa, a ruína não sobreviverá eternamente. Avenida Duque de Loulé, 17/11/2013 |
Publi-Cidade: O mistério da "Progresso" na R. D. Pedro V...
Placa que dá que contar
Chegado por e-mail:
«Boa tarde,
Junto, envio, em anexo foto de placa sinalizadora que demonstra como se fazem as coisas nesta cidade.
Junto às Amoreiras.
Cumprimentos,
Mário Vilar»
14/11/2013
Um Jardim? Um campo de batalha? É Lisboa!
Destruição de edifício na Av. Berna
Chegado por e-mail:
«Foi com imenso desgosto que passei hoje pela Avenida de Berna e me deparei com a ausência deste edifício. Foi deitado abaixo!
Durante anos e anos, passei diante dele e sempre me fascinou a sua simplicidade e o seu revestimento de azulejos. Com o tempo fui reparando no roubo constante dos mesmos, permanecendo apenas o painel no topo que representava a 'sagrada família'. Muitas vezes pensava que realmente era uma alegoria à vida, 'tudo pode desabar excepto a família'!
Ver o património urbano ser destruído faz-me imensa confusão. De que servem os departamentos de urbanismo e reabilitação urbana da cidade de Lisboa? Em que se baseiam? Quem toma estas decisões drásticas ou como permitem que estes casos aconteçam? Tudo perguntas cujas respostas já eu sei, mas que não as entranho tal é fundamentalismo. 'Projectar e pensar o futuro', é sempre esta a resposta. De que me interessa o futuro se deixarei de presenciar o passado na minha cidade?!
Enfim, de certo que nascerá mais um edifício como o seu vizinho do lado. Um edifício duvidoso, com umas luzes na fachada durante a noite, preços exorbitantes, e praticamente vazio!
Obrigado por continuarem a denunciar casos do quotidiano da cidade e a defenderem-na de gestões intoleráveis!
Atentamente,
João Rocha»
13/11/2013
12/11/2013
11/11/2013
POSTAL DA BAIXA: Rua Nova de São Domingos
Calçada Portuguesa e Largo Frei Heitor Pinto
Chegado por e-mail:
«No Cidadania LX referem a destruição da Calçada Portuguesa e o Largo Frei Heitor Pinto.
Aqui vão fotos "dois em um", que mostram, até,uma das 2 rampas que permitem o acesso a esta zona do mesmo largo, no espaço em frente à Igreja de S. João de Brito...
Abraço
CMR»



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