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05/07/2022

Paço Real de Caxias continua em degradação e predação - pedido de esclarecimentos ao grupo Turim

À Imobimacus - Sociedade Administradora de Imóveis, S. A. (Turim Hotéis)

CC. DGTF, CML, AML, DGPC, e media

Exmos. Senhores


Decorridos que estão 26 meses sobre a data de assinatura do contrato de concessão do Paço Real de Caxias, concessão feita ao abrigo do Programa Revive, e uma vez que a data prevista para o início da exploração daquele conjunto monumental (IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 39 175, DG, 1.ª série, n.º 77 de 17 abril 1953) como unidade hoteleira foi já ultrapassada (1º trimestre de 2022), não se vislumbrando quaisquer obras em curso, apesar da V/campanha publicitária (https://turim-hotels.com/turim-paco-real-de-caxias-hotel-pt/);

E considerando que esta Associação tem como objecto a defesa do património edificado do distrito de Lisboa (artigo 2º dos nossos estatutos), desenvolvendo para tal as actividades que se considerem necessárias e convenientes para assegurar a sua prossecução (artigo 3º);

Solicitamos a V. Exas. que nos informem sobre quais as razões para que os pressupostos da concessão referida ainda não se tenham materializado, pelo menos, em obra.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, Rui Pedro Barbosa, Beatriz Empis, Helena Espvall, Luis Mascarenhas Gaivão, Carlos Boavida, Ana Celeste Glória, Eurico de Barros, Madalena Martins, Miguel Atanásio Carvalho, Irene Santos, Fernando Jorge, Jorge Pinto, Maria do Rosário Reiche, Martim Galamba

Foto: Ricardo Campos, in Público (22.12.2015)

Letreiro da loja Zilian /(antiga) Retrozaria Irmãos David)/ Apêlo

Exmos. Senhores

CC. Vereadora Urbanismo CML, AML, ACL/CCIP

Como será do v/ conhecimento, a fachada da vossa loja na Rua Garrett, nº 112, em Lisboa, encontra-se classificada na Carta Municipal do Património do Plano Director Municipal em vigor, item 27.26A “(Antiga) Retrozaria Irmãos David”.

Nesse âmbito, chamamos a V/atenção para a necessidade de se proceder ao restauro dos letreiros existentes sobre as montras dessa loja, e à recolocação das letras em falta neste momento (conforme imagem em anexo).

Tendo esta Associação como objecto a defesa do património de Lisboa (artigo 2º dos nossos estatutos) e desenvolvendo para tal as actividades que se considerem necessárias e convenientes para assegurar a sua prossecução (artigo 3º), solicitamo-vos que diligenciem para a salvaguarda e boa manutenção do magnífico letreiro que embeleza a v/loja.

Colocando-nos à v/disposição para ajudar no que for possível, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, Gustavo da Cunha, Beatriz Empis, Jorge Pinto, Rui Martins, Carlos Boavida, Fernando Jorge, Irene Santos, Maria do Rosário Reiche

...

Resposta do GVJA, em 18/7/2022:

Exmos. Senhores,

Relativamente ao assunto em epígrafe, encarrega-me o Coordenador de Gabinete, Dr. Henrique Galado, de informar que, em 15 de julho de 2022, após visita técnica ao local, o proprietário do estabelecimento foi notificado para proceder à recolocação dos elementos em falta no letreiro instalado na fachada do edifício.

Com os melhores cumprimentos,

Nelson Coutinho Alves

Assessor

Câmara Municipal de Lisboa
Gabinete da Vereadora Joana Almeida

06/06/2022

Jardim Lopes de Mendonça (Pç. José Fontana) - pedido de intervenção urgente

Exmo. Sr. Presidente da CML
Eng. Carlos Moedas
Exma. Sra. Presidente da JF Arroios
Dra. Madalena Natividade


CC. AML e media

Chamamos a atenção de V. Exas. para o estado deplorável em que se encontram os canteiros e os bancos do Jardim Henrique Lopes de Mendonça, transformados, os primeiros, em matagal, e maltratados, os segundos.

O arvoredo, por seu turno, está abandonado à sua sorte, os caminhos são um foco de pó mal haja uma ponta de vento. O jardim infantil não é o melhor exemplo em termos de saúde pública, basta ver a “solução” dada para cobrir as fezes dos ratos: pedras por cima.

Já a estátua em honra do autor da letra d’A Portuguesa (1890) está quase totalmente tapada por uma espécie arbórea plantada no sítio errado, servindo de urinol a céu aberto.

Solicitamos a melhor intervenção da CML e da Junta de Freguesia no sentido de devolver a este jardim a dignidade perdida, permitindo que a população, que gosta dele, possa voltar a usufruí-lo como deve ser.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Ana Alves de Sousa, Beatriz Empis, Rui Pedro Martins, Fátima Castanheira, Miguel de Sepúlveda Velloso, Eurico de Barros, Paulo Guilherme Figueiredo, Filipe Teixeira, Pedro Cassiano Neves, Helena Espvall, António Araújo, Pedro Formozinho Sanchez, Carlos Boavida, Jorge Pinto, Maria do Rosário Reiche, Ana Alves de Sousa, Maria Ramalho

Fotos de Susana Lopes

24/05/2022

Chalet Faial (MIP), em Cascais, continua ao abandono - Pedido de esclarecimentos à Estamo

Exmo. Senhor
Presidente Executivo do C.A.
Dr. Alexandre Jaime Boa-Nova e Moreira Santos


CC. DGTF, CMC, AMC, DGPC e Agência Lusa

Considerando o anúncio público feito pela Estamo – Participações Imobiliárias, S.A., em 2016, dando conta da venda em hasta pública do Chalet Faial, sito na Alameda da Duquesa, em Cascais, à firma “Renowed Champion, S.A.”, com data de escritura de 10 de Maio de 2016;

Considerando que passados 6 anos sobre o referido anúncio, aquele chalet histórico, com projecto de da autoria do arq. José Luís Monteiro e classificado Monumento de Interesse Público desde 2012 (Portaria n.º 740-S/2012, DR, 2.ª Série, nº 248, de 24.12.2012), permanece abandonado e a deteriorar-se por força das intempéries e falta de obras de conservação e restauro;

E tendo a Fórum Cidadania Lx – Associação como objecto a defesa do património edificado na área geográfica correspondente ao Distrito de Lisboa (in artigo 2º dos nossos estatutos);

Solicitamos a V. Exa. que nos esclareça sobre a situação de facto do Chalet Faial, i.e., se a venda acima referida foi realmente consumada, ou se o edifício permanece propriedade da Estamo.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Gustavo da Cunha, Helena Espvall, Beatriz Empis, Ana Celeste Glória, Madalena Martins, Carlos Boavida, Fernando Jorge, Fátima Castanheira, Pedro Jordão, Isabel Goulão, Pedro Formozinho Sanchez, Jorge Pinto, Filipe Teixeira

Foto: Blog "Hoje Conhecemos"

...

Resposta (24.05.2022) da ESTAMO:

«Ao Fórum Cidadania Lx

Exmos. Senhores,

Acusamos a receção da V/ comunicação eletrónica, que nos mereceu a melhor atenção.

Relativamente ao pedido de esclarecimento que nela formulam, informamos que a transmissão do imóvel em apreço foi efetivamente concretizada em favor da “Renowed Champion, S.A.”, por escritura pública outorgada em 10 de maio de 2016, não tendo, assim, esta Sociedade e no presente, qualquer direito ou conexão com o mesmo.

Ficamos naturalmente ao dispor

Com os melhores cumprimentos,

A Administração

Rua de Santa Marta, n.º 55 – 6.º
1150 – 294 Lisboa
»

...

(25.05.2022)

Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Cascais
Dr. Carlos Carreiras


CC. AMC, DGPC e Agência Lusa

Considerando a resposta que acabamos de receber do C.A. da Estamo-Participações Imobiliárias, S.A., confirmando-nos que a escritura de venda do Chalet Faial foi de facto outorgada em 10 de Maio de 2016;

E tendo a Fórum Cidadania Lx – Associação como objecto a defesa do património edificado na área geográfica correspondente ao Distrito de Lisboa (in artigo 2º dos nossos estatutos);

Solicitamos a V. Exa. que nos informe se os serviços da CMC possuem para apreciação algum pedido de informação prévia, projecto ou pedido de licenciamento de obras relativamente ao Chalet Faial, e o respectivo ponto de situação.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos

13/05/2022

Protesto pelo estado de abandono do lago (Rio Tejo) do talhão nascente da Av. Liberdade

Exmo. Sr. Vereador Ângelo Pereira
Exmo. Sr. Presidente da JF Santo António, Sr. Vasco Morgado


CC. PCML, AML e Agência Lusa

Solicitamos à Câmara Municipal de Lisboa e à Junta de Freguesia de Santo António, na pessoa, respectivamente, do Vereador dos Espaços Verdes e Espaço Público, e do seu Presidente, que nos esclareçam quanto à razão de ser do estado lastimoso em que se encontra há alguns anos o lago do talhão nascente da Avenida da Liberdade, em que existe um conjunto escultórico alegórico ao Rio Tejo, com cascata, lago esse que não bastava estar seco e sujo há tempo demasiado como agora se tornou local para pernoitar (ver foto de tenda).

Não conseguimos compreender como os dois lagos do lado poente da Avenida se encontram com água, embora estagnada, e este está nesta situação, que a todos devia envergonhar.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Nuno Caiado, Miguel de Sepúlveda Velloso, Rui Martins, Sofia de Vasconcelos Casimiro, Gustavo da Cunha, Virgílio Marques, Filipe Teixeira, Jorge Pinto, Eurico de Barros, Pedro Cassiano Neves, Martim Galamba, Miguel Jorge, Carlos Boavida, Pedro Jordão, João Leonardo, António Araújo, Michael Hagedorn, Ana Alves de Sousa, Fátima Castanheira, Gonçalo Cornélio da Silva

Fotos de Rui Martins (12.5.2022)

11/03/2021

Casa de Cesário Verde - Paço do Lumiar - Pedido de expropriação à CML

Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. Fernando Medina
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Dr. José Leitão


CC. AML, JF, DGPC, Vereadores do Urbanismo e da Cultura, media

Como é do conhecimento de V. Exas., a casa onde Cesário Verde viveu e morreu em 1886, sita no Largo de São Sebastião, nº 12-14, no Paço do Lumiar, encontra-se desde há mais de duas décadas num estado de conservação absolutamente deplorável e indigno.

Essa situação é motivo de vergonha para a cidade, sobretudo porque respeita à morada de um dos seus maiores poetas, conforme se assinala na placa que a própria CML mandou colocar em 1986 (foto), logo ali, no Paço do Lumiar onde, tal como tão bem descreveria o autor, a cidade coexiste com o campo. Por sinal, ainda, num belo Largo onde o único edifício em mau estado é exactamente este, e numa estrada em que a CML interveio recentemente a nível do espaço público e reorientação do trânsito.

Julgamos ser da mais elementar justiça que a CML, finalmente, fazendo uso das receitas extraordinárias, arrecadadas e por arrecadar, das taxas turísticas e das contrapartidas do casino de Lisboa, assuma a responsabilidade pelo legado da vida e obra de Cesário, tome posse administrativa do imóvel, expropriando-o, se necessário, e promova as necessárias obras de recuperação, exteriores, interiores e no logradouro, devolvendo-lhe o ambiente ao tempo do poeta.

O edifício, de características vernaculares e que é composto de 4/5 fracções, encontra-se em péssimo estado por dentro, mas um trabalho bem feito será de enorme valor pedagógico face à importância histórica do imóvel. O logradouro, que é enorme, poderá ser limpo do anexo de génese ilegal que mantém, provavelmente, desde os anos 70, de modo a que o jardim de buxo que ali chegou a existir volte a ser uma realidade.

Seria uma grande notícia para Lisboa se a CML assim o fizesse, abrindo naquele local uma casa-museu e/ou um espaço de poesia e literatura, valorizando ainda mais o antigo Paço do Lumiar num itinerário cultural alargado à Capela de São Sebastião e à Igreja de São João Baptista, aos museus do Traje e do Teatro, e ao património azulejar e romântico de todo o conjunto, mas cujas quintas senhoriais e azinhagas têm vindo a ser amputadas e tão alteradas, um pouco por todo o lado, porque tradicionalmente esquecidas pelos instrumentos de planeamento urbanístico da CML, desde logo por um Plano de Pormenor de Salvaguarda que o evitasse.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Jorge, Júlio Amorim, Paulo Lopes, Teresa Silva Carvalho, Pedro Jordão, Luís Serpa, Gustavo da Cunha, Inês Beleza Barreiros, Pedro Paulo, Virgílio Marques, Marta Saraiva, Pedro de Souza, Miguel Atanásio Carvalho, Paulo Trancoso, Miguel de Sepúlveda Velloso, Fernando Jorge, Maria João Pinto, Pedro Ribeiro, Beatriz Empis, Mafalda Magalhães de Barros, João Pinto Soares, Jorge Pinto, Helena Espvall, Guilherme Pereira, Irene Santos, Pedro Cassiano Neves, Maria do Rosário Reiche, Alexandra de Carvalho Antunes, Fátima Castanheira

24/02/2020

Palácio Burnay - pedido de esclarecimentos à DGTF


(24 de Fevrereiro de 2020)

Exmo. Senhor
Director-Geral do Tesouro e Finanças


CC. PM, AR, CML, AML, DGPC

Constatámos recentemente que o Palácio Burnay (http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535), sito na Rua da Junqueira, Imóvel de Interesse Público (incluindo o seu jardim) desde 1982 (Decreto n.º 28/82, DR, I Série, n.º 47, de 26-02-1982), continua a deteriorar-se a olhos vistos, fruto do total abandono a que foi votado pelo Estado, quer no exterior (fachadas, coberturas, estufas, janelas, portas, jardim) quer nos interiores (infiltrações, buracos em tectos, pinturas e estuques em mau estado), e com janelas “abertas à destruição”.

Estando este imóvel à guarda da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, solicitamos informação quanto ao futuro do mesmo, designadamente, se:

* É intenção dessa Direcção-Geral cedê-lo à Estamo para futura venda, ou está a ser ponderada a abertura de concurso público para a sua exploração e recuperação, mantendo-se na posse do Estado?
* Sendo para venda, sê-lo-á com a finalidade de vir ser adaptado a hotel?
* Relativamente ao “caderno de encargos”, está prevista a regularização do edifício à luz do Plano Director Municipal, procedendo-se à demolição das estruturas espúrias entretanto construídas no jardim e nos pátios interiores, e a re-permeabilização do respectivo solo?
* Está prevista a protecção das espécies botânicas de valor que o jardim ainda tem, pese embora o estado lastimável em que se encontra, e que deram fama ao palácio aquando da sua conclusão?

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores esclarecimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, Inês Beleza Barreiros, Júlio Amorim, Alexandre Marques da Cruz, José Maria Amador, Ana Celeste Glória, Irina Gomes, Rui Pedro Martins, Pedro Malheiros Fonseca, Beatriz Empis, Jorge Pinto, Pedro Jordão, Helena Espvall, António Araújo, Maria do Rosário Reiche, Miguel de Sepúlveda Velloso, Miguel Jorge, Fátima Castanheira, Guilherme Pereira

Foto de Henrique Cayolla (1971), in Arquivo Municipal de Lisboa

....

Resposta do Sr. Subdirector-Geral TF (26.2.2020):

«Exmos. Srs.

O imóvel em referência esteve afeto à Secretaria-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros até meados de 2018, sendo então devolvido à DGTF.

Foi devolvido já em deficiente estado de conservação sendo que a maior parte das construções inseridas no perímetro do parque, executadas pelo então ISCSP, não se encontravam regularizadas.

Com vista à valorização do ativo, estamos a proceder á citada regularização para posteriormente submeter à Câmara Municipal de Lisboa um Pedido de Informação Prévia (PIP).

Não está ainda decidida a forma de rentabilização.

Com os melhores cumprimentos

Miguel Marques dos Santos
Subdiretor-Geral»

31/01/2020

Estado deplorável Observatório Astronómico de Lisboa - protesto junto da UL


Magnífico Senhor Reitor
Eng. António Manuel da Cruz Serra


CC. Senhor Primeiro-Ministro, AR, PCML, AML, Ministro e media

Constatamos o estado deplorável do Observatório Astronómico de Lisboa e chamamos a atenção de V. Exa. para as fotos que anexamos e que documentam esta situação, que envergonha a cidade e todos nós.

Constatamos também que o estado de conservação deste edifício notável, histórico e de referência internacional se agravou bastante desde a mudança de tutela, ou seja, desde que se encontra à “guarda” da Universidade de Lisboa.

Não conseguimos compreender como é possível ter a Universidade de Lisboa as receitas que tem, ultimamente até por via da cedência de espaços e terrenos para restaurantes de “fast food” e a venda de imóveis valiosos (ex. o Palácio Centeno), e manter o Observatório Astronómico de Lisboa na situação que documentamos.

Também não compreendemos como é possível que, passados 8 anos sobre a entrada em vigor do Plano de Pormenor do Parque Mayer, a situação do Observatório D. Luís, no Jardim Botânico, esteja até em pior situação.

Solicitamos os melhores esclarecimentos de V. Exa. quanto às acções de prevenção e conservação urgentes que essa Universidade tenciona implementar no imediato por forma a estancar a degradação do edifício, e evitar que se desenvolva acção legal junto de quem de direito.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Rui Pedro Martins, Fátima Castanheira, Pedro Jordão, Ana Alves de Sousa, Vítor Vieira, José Morais Arnaud, Pedro de Souza, Helena Espvall, Irina Gomes, Alexandre Marques da Cruz, Jorge Pinto, Pedro Machado, Pedro Fonseca, Beatriz Empis, Maria do Rosário Reiche, Jorge Lima, Gustado da Cunha, Pedro Henrique Aparício, Fátima Castanheira

06/09/2019

Quiosque histórico de Santa Apolónia - À atenção da CML


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina


C.c. AML, JF, Vereadora da Cultura, ATL e media

Serve o presente para chamar a atenção de V. Exa. e dos serviços da CML respectivos para a situação de abandono a que está votado o magnífico e raríssimo quiosque de Santa Apolónia, sito na Avenida Infante D. Henrique (lado rio), e para a necessidade da sua recuperação e dignificação.

Com efeito, trata-se de um quiosque com cerca de 100 anos, único em Lisboa, que saibamos, por ter janelas ogivais e motivos neo-góticos na decoração da base, e que, por certo, será uma mais-valia para a cidade se devidamente restaurado e recolocado em zona onde seja menos afectado pela poluição e mais bem tratado por quem o explore e frequente.

É urgente o resgate deste quiosque, para que se evite que se repita a triste sorte do quiosque antigo do Cais do Sodré, que desapareceu no pós-obras do largo, para posterior desmantelamento...

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos.

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge, Luís Mascarenhas Gaivão, Júlio Amorim, Maria do Rosário Reiche, Rui Pedro Martins, Vítor Vieira, Helena Espvall, João Oliveira Leonardo, Carlos Moura-Carvalho, José Maria Amador, Maria Maia, Alexandra Maia Mendonça, Miguel de Sepúlveda Velloso, Filipe Teixeira, Pedro Henrique Aparício, Virgílio Marques, Odete Pinto, Luís Serpa, João Pinto Soares, Sofia de Vasconcelos Casimiro, Pedro de Souza, Fátima Castanheira, Ana Alves de Sousa, Jorge D. Lopes, Maria Ramalho, Pedro Jordão e Catarina Portas

​Foto2: Lastscan3​

(6 de Setembro de 2019)

...

Resposta da Associação de Turismo de Lisboa (19.9.2019)

«Bom dia.


Exmos senhores Fórum Cidadania.

Venho por este meio informar que, na sequência da questão que colocaram tentámos obter a cedência do Quiosque pela APL, para o recuperar, mas fomos informados de que, por enquanto, tal não é possível porque existe um processo em Tribunal que o impede.

Com os melhores cumprimentos,

Carla Frade

Coordenadora do Gabinete do Associativismo»

13/12/2018

E a antiga Escola Froebel (Jardim da Estrela), pá?


Afinal, quem é que manda no destino da antiga Escola Froebel/Creche do Jardim da Estrela/Lactário-Creche n.º 3, que para ali está no meio do Jardim da Estrela desde 1882, concebido por José Luís Monteiro (e posteriormente "quitado"), e que permanece num estado lastimável? CML? JF? SCML? O rilhas?

Façam qualquer coisa de útil daquilo, caramba! Pérolas a porcos!

(fotos de 2001, 1ª, 2002, 2ª, 1999, 3ª)

21/12/2017

Estação QUE?


Esta estação de Metro devia ser classificada de Interesse Público, no entanto nem o dito lhe reconhece interesse pois nem as lâmpadas do letreiro substitui. Pérolas a porcos.

05/09/2017

Jardim das Amoreiras nas mãos de irresponsáveis


Jardim das Amoreiras entregue aos bichos, cimento por todo o lado, bancos com pés acimentados, árvores sem protecção das máquinas que por lá andam, obrinha (do que se trata???) no muro classificado, junto à capela, tílias plantadas recentemente e já mortas... ah mas temos jardinzeco infantil (onde é que já vi isto?)
Fotos e título de Rosa Casimiro, in facebook

18/11/2016

Tapada das Necessidades - vergonha - para quando a sua reabilitação de facto?


Exmo. Senhor Vereador José Fernandes


C.C. PCML, AML e media

​Somos a enviar o nosso protesto a V. Exa. pela continuação do estado vergonhoso em que se encontra o património não arbóreo da Tapada das Necessidades, oito anos passados sobre a assinatura do protocolo entre a CML e o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Com efeito, e pese embora o restauro da Estufa promovido pela CML e que aplaudimos oportunamente, tudo o resto são promessas de reabilitação por cumprir, sem que o mesmo deixe de estar partido ou abandonado, não servindo de desculpa à inacção da CML o facto dos concursos públicos relativos aos espaços a Norte (zona do antigo zoo) terem ficado desertos. A​ssim:

​1. A​s e​struturas de apoio do jardim​​ ​(​algumas centenárias​)​ est​ão​ em ruínas, ​ou ​abandonadas, ​ou ​com vidros partidos, telhas quebradas, janelas e portas fechadas a tijolo e cimento. Estas antigas casas de apoio aos caseiros poderiam servir hoje para apoiarem instituições da sociedade civil​, por exemplo.​
2. Apesar da proibição é frequente ver bicicletas e cães circulando livremente no jardim.
3. A ronda do segurança privado é realizada a carro, pelos caminhos e acessos internos no jardim, com desperdício de combustível, despesa desnecessária e patrulhamento ineficiente (porque ficam sempre excluídas as zonas inacessíveis ao veiculo)​.​
4. Vários monumentos (lago, fonte do leão, etc) estão vandalizados com tag​s​ e graffiti​, faltando muitos elementos escultóricos​.
5. Existem estátuas decapitadas - há vários anos - no jardim​.​
6. O lago circular est​á​ cercado de uma fita improvisada que visa ​impedir ​o acesso ao mesmo devido a "perigo de queda e afogamento". Certamente que existem formas mais eficazes e esteticamente mais adequadas de fazer este aviso...

​Fazemos votos para que com a aproximação das eleições de 2017, finalmente, a CML se decida a fazer obra a sério na Tapada das Necessidades.​

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Rui Martins, António Araújo, Maria do Rosário Reiche, Nuno Vasco Franco, Inês Beleza Barreiros, Gustavo da Cunha, Luís Marques da Silva, Carlos Moura-Carvalho, Júlio Amorim, Miguel Sepúlveda Velloso, Beatriz Empis, José Amador, Jorge Santos Silva, Irina Gomes

Lisboa, 17 de Agosto de 2016


Fotos: Rui Martins

...

Resposta do Vereador Sá Fernandes ao nosso alerta/protesto: