29/04/2013

Jardim de Santos, Jardim de Lixo




Exmo. Senhor Presidente
Dr. António Costa,
Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes


Serve o presente para alertarmos V. Exas. para o problema de higiene de que o Jardim de Santos padece, fruto da excessiva concentração de bares e outros estabelecimentos ligados à vida nocturna, de que juntamos algumas fotos bem elucidativas do que acabámos de expor.

Trata-se a nosso ver de mais um mau exemplo - a juntar aos do Bairro Alto, Santa Catarina, Jardim do Príncipe Real e Miradouro de São Pedro de Alcântara - de como a cidade e a CML não estão a saber responder aos efeitos secundários da proliferação deste tipo de estabelecimentos um pouco por toda a cidade.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Fernando Jorge e Virgílio Marques

28/04/2013

LISBOA LIXO: à porta do Museu Nacional de Arte Antiga




Papeleiras a transbordar de lixo, um cenário cada vez mais corrente na nossa cidade... Os serviços de recolha do lixo não estão a conseguir acompanhar as transformações da cidade, nomeadamente os locais onde há grande concentração de bares e etc. assim como as zonas que recebem fluxos intensos de turistas (Baixa, Chiado, Castelo)

10/04/2013

Cenário dantesco em Alcântara-Mar






Chegado por e-mail:

«Caros condidadãos do Fórum Cidadania Lx

Quando atravessei as galerias da estação de Alcântara-Mar, nem quis acreditar ao estado a que chegou a estação, que é o principal ponto de transferência, entre a linha de cintura e a linha de Cascais, sendo atravessada diariamente por centenas de pessoas.

Isto revela, que os administradores da CP e/ou da Refer, por certo, não andam nos comboios suburbanos da cidade, andando sim, em opíparas viaturas automóveis pagas pela administração destas empresas públicas.

Bem, relato o que vi:

- grafitos em todo o lado, não havendo a mais pequena área sem que tenha sido vandalizada
- escadas rolantes todas desativadas (não sei como fazem as pessoas com mobilidade reduzida)
- bilheteiras eletrónicas avariadas
- bilheteiras "físicas" desativadas e vandalizadas
- esteiras de cabos elétricos completamente enferrujadas
- cabos elétricos embebidos em água
- paredes (além de vandalizadas) com o reboco e tinta a cair de podre
- enormes poças de água na base das escadas rolantes
- estabelecimentos comerciais vandalizados (o café tem um anúncio a referir aos clientes que fechou por questões óbvias de segurança e higiene)
- casas de banho (obviamente) fechadas
- espaço para contadores de água, a fazer de caixotes do lixo
- poças de água no chão monumentais, devido a graves infiltrações e humidade
- lâmpadas partidas a desativadas
- bilheteiras do primeiro piso fechadas para "almoço"

As pessoas, com quem falei, dizem-me que a situação perdura há alguns anos, e que têm havido acidentes graves, com pessoas de terceira idade.

Bem sei que a culpa não pode ser unicamente imputada à CP ou Refer, pois isto é obra da mais nojenta estirpe de vândalos urbanos, mas poderia também haver mais zelo por parte da CP/Refer na segurança destes locais, até porque, veja-se bem, encontrei sistemas de vídeo vigilância.

De referir ainda, que poderá haver também responsabilidades por parte da autarquia de Lisboa, pois esta galeria serve também de acesso pedonal, para quem quer atravessar a linha de Cascais, da zona de Alcântara para a doca de Santos.

Sendo eu assíduo defensor dos transportes públicos, deixo a pergunta: com uma estação destas só os heróis e os pobres, é que se atrevem a ter vontade de andar de transportes públicos!

Atentamente

João Pimentel Ferreira»

09/04/2013

Freguesia das Mercês: caos de grafitti e lixo fora do horário






Exmo. Sr. Presidente da CML,
Dr. António Costa
Exmo. Sr. Vereador da Higiene Urbana,
Dr. José Sá Fernandes


Cc. JFMercês e AML

Serve o presente para darmos conta da nossa indignação pelo estado em que estão os arruamentos da freguesia das Mercês, desde logo:

- O cada vez mais frequente fenómeno da deposição de sacos de lixo fora do horário regulamentar (só permitido por falta de fiscalização da CML);
- O vandalismo de muros e fachadas com graffiti (onde nem sequer escapa a fachada principal da Igreja das Mercês, IIP);
- Na Rua do Vale, onde a CML acabou de inaugurar o novo Atelier-Museu Júlio Pomar, o cenário é de lixo e graffiti.

Imagens em anexo.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e Luís Marques da Silva