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23/05/2017

A estação do Rossio está imunda

Chegado por e-mail:

«ESTAÇÃO DO ROSSIO
Bom dia.
A imundície continua.
Será que a limpeza dos cais de embarque é assim tão difícil? Será preciso concurso público?.
À atenção dos responsáveis.
Cumprimentos
Rogério Marques»

29/04/2013

Jardim de Santos, Jardim de Lixo




Exmo. Senhor Presidente
Dr. António Costa,
Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes


Serve o presente para alertarmos V. Exas. para o problema de higiene de que o Jardim de Santos padece, fruto da excessiva concentração de bares e outros estabelecimentos ligados à vida nocturna, de que juntamos algumas fotos bem elucidativas do que acabámos de expor.

Trata-se a nosso ver de mais um mau exemplo - a juntar aos do Bairro Alto, Santa Catarina, Jardim do Príncipe Real e Miradouro de São Pedro de Alcântara - de como a cidade e a CML não estão a saber responder aos efeitos secundários da proliferação deste tipo de estabelecimentos um pouco por toda a cidade.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Fernando Jorge e Virgílio Marques

10/04/2013

Cenário dantesco em Alcântara-Mar






Chegado por e-mail:

«Caros condidadãos do Fórum Cidadania Lx

Quando atravessei as galerias da estação de Alcântara-Mar, nem quis acreditar ao estado a que chegou a estação, que é o principal ponto de transferência, entre a linha de cintura e a linha de Cascais, sendo atravessada diariamente por centenas de pessoas.

Isto revela, que os administradores da CP e/ou da Refer, por certo, não andam nos comboios suburbanos da cidade, andando sim, em opíparas viaturas automóveis pagas pela administração destas empresas públicas.

Bem, relato o que vi:

- grafitos em todo o lado, não havendo a mais pequena área sem que tenha sido vandalizada
- escadas rolantes todas desativadas (não sei como fazem as pessoas com mobilidade reduzida)
- bilheteiras eletrónicas avariadas
- bilheteiras "físicas" desativadas e vandalizadas
- esteiras de cabos elétricos completamente enferrujadas
- cabos elétricos embebidos em água
- paredes (além de vandalizadas) com o reboco e tinta a cair de podre
- enormes poças de água na base das escadas rolantes
- estabelecimentos comerciais vandalizados (o café tem um anúncio a referir aos clientes que fechou por questões óbvias de segurança e higiene)
- casas de banho (obviamente) fechadas
- espaço para contadores de água, a fazer de caixotes do lixo
- poças de água no chão monumentais, devido a graves infiltrações e humidade
- lâmpadas partidas a desativadas
- bilheteiras do primeiro piso fechadas para "almoço"

As pessoas, com quem falei, dizem-me que a situação perdura há alguns anos, e que têm havido acidentes graves, com pessoas de terceira idade.

Bem sei que a culpa não pode ser unicamente imputada à CP ou Refer, pois isto é obra da mais nojenta estirpe de vândalos urbanos, mas poderia também haver mais zelo por parte da CP/Refer na segurança destes locais, até porque, veja-se bem, encontrei sistemas de vídeo vigilância.

De referir ainda, que poderá haver também responsabilidades por parte da autarquia de Lisboa, pois esta galeria serve também de acesso pedonal, para quem quer atravessar a linha de Cascais, da zona de Alcântara para a doca de Santos.

Sendo eu assíduo defensor dos transportes públicos, deixo a pergunta: com uma estação destas só os heróis e os pobres, é que se atrevem a ter vontade de andar de transportes públicos!

Atentamente

João Pimentel Ferreira»

09/04/2013

Freguesia das Mercês: caos de grafitti e lixo fora do horário






Exmo. Sr. Presidente da CML,
Dr. António Costa
Exmo. Sr. Vereador da Higiene Urbana,
Dr. José Sá Fernandes


Cc. JFMercês e AML

Serve o presente para darmos conta da nossa indignação pelo estado em que estão os arruamentos da freguesia das Mercês, desde logo:

- O cada vez mais frequente fenómeno da deposição de sacos de lixo fora do horário regulamentar (só permitido por falta de fiscalização da CML);
- O vandalismo de muros e fachadas com graffiti (onde nem sequer escapa a fachada principal da Igreja das Mercês, IIP);
- Na Rua do Vale, onde a CML acabou de inaugurar o novo Atelier-Museu Júlio Pomar, o cenário é de lixo e graffiti.

Imagens em anexo.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e Luís Marques da Silva

18/03/2013

Palácio da CML no Campo de Santa Clara: abandonado, em perigo de incêndio!

Resposta da Direcção da Trienal de Arquitectura:

«Exmos. Senhores,

Agradecemos terem colocado a Trienal de Arquitectura de Lisboa com conhecimento neste email que dirigem à Presidência da CML.

Cumpre-nos informar que o regime de cedência do Palácio Sinel de Cordes à Trienal de Arquitectura de Lisboa não incluia até à data a fracção da antiga Padaria conforme mencionam. O espaço em questão cujos inquilinos votaram ao abandono era objecto de um contrato de arrendamento com a CML que apenas na semana que passou conseguiu chegar a acordo, de forma a que se proceda rapidamente às obras necessárias.

A Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é investigar, dinamizar e promover o pensamento e a prática em arquitetura, realizando a cada três anos um grande fórum de debate, reflexão e divulgação que cruza fronteiras disciplinares e geográficas.
 A Trienal depende inteiramente de mecenas, patrocínios, doações e apoios. A generosidade e compromisso da rede de parceiros da Trienal de Arquitectura de Lisboa são essenciais não só para a concretização dos seus objetivos, pautados por valores de excelência, como para o sucesso da sua atividade.


O regime de cedência por parte da CML inclui uma dinamização que temos vindo a consolidar e que em breve poderá finalmente mostrar de forma mais permanente os seus frutos. Temos estado a trabalhar com uma enorme equipa de profissionais de percurso reconhecido que em regime pro bono aceitou este desafio. Entre estes encontram-se os arquitectos Margarida Grácio Nunes e Fernando Sanchez Salvador, o Engenheiro João Appleton ou o Arquitecto Paisagista João Gomes da Silva. Assim como um grupo de voluntários estudantes de arquitectura que tem colaborado activamente nas nossas actividades.

Aproveitamos ainda para informar que estamos disponíveis no próprio palácio, por email ou por telefone para esclarecimentos como aqueles que procuram no email enviado. Teremos todo o gosto em poder clarificar dúvidas que tenham sobre a nossa actividade.

No nosso site ou página do facebook poderão consultar mais informação.

O site da próxima edição, desenhado pelo conhecido Zak Group está também online: http://www.close-closer.com/
Aproveitamos para apresentar o nosso programa de amigos ao qual desde já convidamos a aderir: http://www.close-closer.com/#/support

Com os melhores cumprimentos,

José Mateus
Presidente da Direção»




Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa


Cc. Trienal, AML, Media

Este é o estado actual do Palácio Sinel de Cordes, no Campo de Santa Clara, propriedade da CML e cedido à Trienal de Arquitectura de Lisboa, conforme foi largamente anunciado na imprensa durante 2012.

Mesmo que as fotografias valham mais do que mil palavras, fica a indicação urgente de que a antiga padaria tem a montra partida, lá dentro é só lixo e imundície, e o RISCO DE INCÊNDIO É MUITO ALTO!

Fica o alerta.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Bernardo Ferreira de Carvalho

23/10/2012

Apêlo ao Presidente da CML para combater o estado de imundície da cidade de Lx

Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. António Costa

CC. Vereação, AML, JF. Media

O estado de imundície generalizada em que a cidade caiu, e donde não parece ter capacidade para sair, leva-nos a enviar a V. Exa. este apêlo!

Envergonha-nos a nossa cidade pelo estado de sujidade permanente a que chegámos. Consideramos deplorável o panorama da higiene da cidade; insustentável, intolerável e incompatível com o cosmopolitismo que se pretende para Lisboa. Precisamos devolver a todos o orgulho pela cidade, envolvendo todos os movimentos cívicos, serviços, organizações de comerciantes, jornais... daí termos elaborado este quadro diagnóstico-acção que colocamos à consideração da Câmara Municipal de Lisboa.

Vimos solicitar, por isso, uma entrevista ao Sr. Presidente da CML para discutirmos o problema das más práticas generalizadas em matéria de publicidade e de higiene urbana, que são, as nosso ver, a razão maior para o estado de sujidade em que a cidade se encontra e que nos deve envergonhar a todos.

Aguardando uma resposta, apresentamos os melhores cumprimentos

Nuno Caiado, Rita Matias, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Carlos Leite de Sousa, João Leitão, Ana Alves de Sousa, Fernando Jorge, Mónica Albuquerque, Pedro Malheiros Fonseca, João Filipe Guerreiro, José Toga Soares, Álvaro Ferreira de Passos, Andreia Prado e Paulo Lopes