31/12/2014

Erro urbanístico dos anos 70/80


Chegado por e-mail:

«Boa tarde
Envio-vos em anexo mais um dos crimes urbanísticos cometidos em Lisboa (Rua dos Anjos), este, dos anos setenta ou oitenta do século passado.
P.S. Aqui está a fonte: http://lisboahojeeontem.blogspot.pt/2012/09/rua-dos-anjos.html
Cumprimentos
Samuel Graça Rodrigues»

...Texto editado

30/12/2014

Quinta das Águias, Rua da Junqueira, Lisboa 30/01/201





Que, pelo menos em 2015, as janelas e as portas deste palácio lisboeta possam ser fechadas.
Que 2015 traga um maior respeito pelo património da cidade, mais público interessado em conhecê-lo e em protegê-lo, mais projectos que, verdadeiramente, o valorizem. 

Voto para Lisboa


29/12/2014

Lisboa, capital europeia da marquise



O interminável amor de Lisboa pelos tags e outros rabiscos

Chafariz do largo de S. Paulo. Recém-limpo, já foi grafitado pelos bandos que delimitam assim o seu imaginário território. Pueril a atitude da CML que acha que limpar repetidas vezes o que é vandalizado com infinta frequência, é a melhor política. Nada de penalizar a coisa. Somos todos muito democráticos e livres. Quem sofre é a cidade, cuja imagem está cada vez mais degradada. Exasperantes a indolência e indiferença deste esxecutivo camarário. 



Vários exemplos deste amor incondicional que liga Lisboa à pior das expressões urbanas. É assim por todo o lado. Rua do Ferragial.

Nova galeria de Arte Urbana, rua do Ferragial



Será esta uma nova Galeria de Arte Urbana promovida ou permitida pela CML?
Conjunto de notáveis aparelhos de ar-condicionado na Rua do Ferragial. Em Lisboa tudo se pode fazer. 

Prédio em perigoso estado na Rua Nova do Carvalho

Rua Nova do Carvalho. Como todos sabemos esta rua tornou-se por iniciativa do Zé que faz falta num dos epicentros da vida nocturna de Lisboa. Aqui juntam-se milhares de pessoas.



As duas imagens mostram o mesmo prédio em estado de pré-derrocada na rua promovida pelo tal Zé que nos faz falta.. A estrutura de metal não defenderá nada nem ninguém em caso de desastre (esperamos todos que nunca aconteça). As autoridades acham que colocá-la ali resolverá o problema por milagre. Só que os milagres são raros, muitas vezes não acontecem quando se espera e o desastre pelo disparatado atraso em proceder-se a um sério escoramento desta ruína, poderá sair muito caro. A negligência é, aqui, perigosa e lamentável.

Ainda sobre os palácios históricos de Lisboa

Este palácio deveria ser considerado um ex-libris da capital. É hoje uma pré-ruína. Abandonado, aviltado e esquecido. Fachadas destas não são frequentes em Lisboa, aliás, esta é única. A desfaçatez das autoridades é insultuosa. Nada fizeram para travar a incúria. Lisboa perderá, se nada se fizer urgentemente em contrário, um dos seus palácios mais emblemáticos. Palácio do Patriarcado, Campo Santana, Lisboa 29/12/2014.

O ridículo edital a dar conta da intimação ao proprietário para que este realize obras de conservação. Desde Março de 2014 até agora, nada foi feito. Não só este papelinho foi ignorado pelo proprietário, como as autoridades ao procederem à sua afixação passaram a achar que a sua obrigação estava cumprida. É caso para se dizer que em Lisboa, palavras leva-as o vento, estejam elas escritas ou não.

A confrangedora imagem do não menos confrangedor edital da CML. Uma folha A4 colada na porta com fita cola que se usa para as caixas das mudanças. Convenhamos que não será muito convincente para quem acha que este palácio deve ser salvo e valorizado.

Esta é uma das várias janelas partidas. Outras há que estão abertas. Afinal na modorra do clima adormecem-se consciências. A gestão de Lisboa está em falência absoluta. 

Haverá na Europa Ocidental imagens como esta, em pleno centro histórico?

Prédio em derrocada no largo do Mastro. Metros mais à frente encontram-se a embaixada de Itália, da Alemanha. Foi zona de vários palácios entre os quais o Paço da Bemposta. Zona histórica por execelência. Infelizmente, imagens como esta têm feito o quotidiano dos lisboetas. de tão habituados, achamos que tudo isto é normal. Mas não, não é. A política apática, alheada, oportunista deste executivo e de todos os outros, tem mergulhado a cidade num estado de ruína sem paralelo na história da capital. 

Até as palmeiras centenárias da Avenida sucumbem.


O Sr. Sá Fernandes e a tropa de serviço na autarquia dizem que não se pode controlar a praga do escaravelho-vermelho-do-egipto, que se as autarquias limítrofes não agirem os escaravelhos passarão dumas zonas para outras. O que se sabe, contudo, é que a situação das palmeiras centenárias de Lisboa é a imagem do desinvestimento global na cidade. Hoje temos sempre menos Lisboa. Só nos Paços do Concelho é que se convencem que não. A cada um sua verdade, dirão alguns. Sim, até podia ser, não fossem os factos darem razão aos que responsabilizam a CML pelo estado de incúria total em que a cidade está votada. Graças a este executivo que tudo faz para agravar a já de si grave situação de Lisboa. Nem as palmeiras da mais "bela" avenida de Lisboa estão a salvo. Não o Zé, não nos faz falta.

26/12/2014

NATAL em Lisboa: Praça de Luís de Camões


















Como nós os portugueses tão facilmente transformamos o espaço público histórico em chão de feira do mais reles e intrusivo - até mesmo numa "festa de natal" organizada por uma junta de freguesia como a que aqui se mostra. A estas imagens devemos acrescentar "música" em volume muito acima do normal. Pr. Luís de Camões, 14 de Dezembro de 2014

25/12/2014

Natal em Lisboa: ROSSIO
















Pela primeira vez em muitos anos (décadas?) o Rossio, e de uma maneira geral toda a Baixa, não sofreu muito com as decorações & luzes de natal. Este ano o Rossio tem o monumento a D. Pedro IV livre de qualquer estrutura tonta de "natal" tendo recebido apenas 2 cubos iluminados. Independentemente de gostos pessoais, pelo menos este ano não há casos gritantes de decorações intrusivas e em conflito com os bens culturais classificados (cuja ilegalidade viemos a confirmar com a tutela da Cultura!). O mesmo não poderemos dizer do que se passa na Praça do Comércio, Monumento Nacional... Será que a DGPC deu parecer de aprovação daqueles equipamentos de feira de diversões?

21/12/2014

O interior do Jardim de Santos serve já como parque de esatcionamento nocturno


Enquanto as autoridades no seu eterna sonolência fingem que decidem, enquanto a opinião pública finge que é muito cidadã, enquanto as hordas invadirem o centro histórcio no seu gáudio selvagem e inconsequente, enquanto as polícias tratarem a calamidade da noite de Lisboa como se fosse um epifenómeno, enquanto a CML promover, aplaudir, vender de forma leviana e lesiva dos interesses da cidade e dos residentes, esta noite degradante, enquanto a esmagadora maioria dos sues frequentadores actuarem impunemente, vandalizando o património, destruindo propriedade privada, perturbarem de forma continuada a ordem pública, este tipo de atitudes que a imagem mostra será cada vez mais frequentes.

Jardim de Santos, carros estacionados nos caminhos de acesso ao jardim, nos canteiros, por todo o lado. Os grupos arredaram monolitos quadrados para poderem ter mais espaço de estacionamento, para poderem fazer dos seus carros bares ambulantes. À noite tudo vale, menos o bom-senso e o respeito. Lisboa vai de mal a pior, dizer o contrário é querer enganar o próximo.

19/12/2014

Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana da Madragoa / Contributo para discussão pública


Exmos. Senhores


Serve o presente para enviarmos, para os devidos efeitos e em documento em anexo, o contributo do Fórum Cidadania Lx para a discussão pública do Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana da Madragoa.

Melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Inês Beleza Barreiros

Cc. PCML, AML, media

Se não sabem não mexam

Os atentados à Calçada Artística Portuguesa, continuam. Em apenas "meia dúzia" de metros, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av. da República, entre os números 20 a 28.

Desde buracos e remendos a mobiliário urbano em cima de desenhos, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av da República, de que este quarteirão é infelizmente um triste exemplo.

Se não sabem tapar buracos em calçada portuguesa, então não mexam.

Numa artéria considerada estruturante pela CML, central da cidade, por onde passam diariamente milhares de pessoas, nomeadamente turistas, este é o exemplo que a Câmara oferece, daquilo que é mais representativo e único da nossa cidade e que deveria estar no topo das prioridades da manutenção e preservação do património de Lisboa.

É urgente que a Câmara olhe para o estado a que está a deixar chegar a Calçada Portuguesa na Av. da República e intervenha urgentemente, de modo a que seja possível travar a degradação a que assistimos diariamente.