Mostrar mensagens com a etiqueta festas da cidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta festas da cidade. Mostrar todas as mensagens

28/06/2016

Festas de Lisboa ou Festas da Cerveja? EGEAC...?

 Rua das Janelas Verdes/Lg Dr. Jose de Figueiredo
 Rua das Janelas Verdes/Lg Dr. Jose de Figueiredo
  Santos-o-Velho
  Santos-o-Velho
  Santos-o-Velho
 Santos-o-Velho
Cais do Sodre

09/06/2016

Festa da Cerveja (antiga Festa de Santo António) vai começar: Praça do Comércio














E a DGPC aprovou este placo e toda esta publicidade descarada num Monumento Nacional? A avaliar pelos exemplos do passado, raramente estas estruturas foram aprovadas pela tutela da Cultura. Mas vamos perguntar.

09/11/2015

Um Problema de Saúde Pública

















Só os mais distraídos é que podem ficar admirados com esta notícia do Jornal Público (30-10-2015). É deixar a publicidade às bebidas alcoólicas à solta como vemos diariamente, com todo o tipo de patrocínios que até envolvem municípios e o Estado - basta ver o casamento de conveniência entre uma marca de cerveja e a empresa municipal EGEAC para financiar as Festas de Lisboa e que em poucos anos a desvirtuaram numa "Festa de Consumo de Cerveja". Nas próximas décadas o Ministério da Saúde irá gastar milhões com cidadãos que vão sofrer de doenças com origem no consumo excessivo e irresponsável de alcool. E vamos ser todos nós a pagar essa pesada conta através de mais impostos.

14/06/2015

A outra face das Festas de Lisboa...




































Colina do Castelo, Largo dos Loios, hoje domingo, dia 14 de Junho de 2015. O nível civilizacional dos lisboetas ainda tem muito que evoluir. Já para não falar das marcas de cerveja que promovem este tipo de ocupações do espaço público em Bairros Históricos, mas que nada fazem depois para que as Festas de Lisboa sejam um evento responsável a todos os níveis. Tudo o que lhes interessa é que as pessoas bebam, bebam, bebam e que depois vomitem, urinem e etc. no meio das ruas, largos e jardins da nossa cidade. Quanto à pegada ecológica destas marcas de cerveja com os milhões de copos de plástico que produzem e colocam no ambiente urbano... é um verdadeiro desastre. Este pequeno exemplo, no Largo dos Loios, serve apenas para ilustrar um problema ainda crónico das Festas de Lisboa. Um problema que parece ser quase tabu falar. Mas o aproveitamento descarado e agressivo das Festas de Lisboa por parte das marcas de cerveja - com a benção da EGEAC/CML - é mais uma vez muito criticável.

13/06/2015

PUBLI-CIdade: Largo da Sé



Enquanto no resto da Europa se debate e se altera a relação que as cidades têm com a publicidade, reduzindo o impacto e a presença dos dispositivos de publicidade (com cidades a terem a coragem de retirarem toda a publicidade do espaço público em zonas historicas) em Lisboa continuamos a deixar a Publicidade à solta conforme se vê neste paradigmatico caso em pleno Largo da Sé.

13/06/2014

FESTAS DE LISBOA: FESTAS DO LIXO?









Nos últimos anos os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação das Festas de Lisboa numa “Festa da Cerveja”. As regras insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de cerveja. O incentivo ao consumo de alcool é livre e descarado um pouco por toda a cidade histórica, e não só - e a CML/EGEAC tem responsabilidade directa pelas parcerias que tem assinado com uma marca de cerveja.
Concordamos que cada cidadão é livre de consumir alcool – mas quando os impactos negativos ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir. E não estamos a falar apenas das ruas e largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina; estamos a falar do custo, a longo prazo, para a sociedade.
As mortes devidas ao consumo de alcool triplicaram desde 1990. O consumo de alcool passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a conta. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de alcool roubam cerca de 1,5% do orçamento do Estado na Europa. Este problema está a piorar de ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de alcool ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo irresponsável pelos jovens.
Na nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública. Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos edifícios e monumentos históricos da nossa cidade. 

Há outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e prostituir a cidade histórica nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do país. Há outras formas de celebrar as Festas de Lisboa sem ser de garrafa de cerveja na mão.
Fotos: Festas de Lisboa, manhã de 13 de Junho de 2013

30/05/2014

13/05/2014

Festas de Lisboa 2014, A/C da CML, AML e EGEAC


Exmo. Sr. Presidente da CML
Exma. Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Exmo. Presidente da EGEAC


Nos últimos anos, os lisboetas têm assistido à degradação da identidade das Festas de Lisboa, em particular nos espaços públicos dos bairros históricos. De ano para ano é notória a transformação das Festas de Lisboa numa “Festa da Cerveja”. As regras, a nosso ver, insuficientes por parte da CML levaram, em parte, ao actual cenário de publicidade agressiva e omnipresente por parte das marcas de cerveja. O incentivo ao consumo de álcool é livre e abusivo um pouco por toda a cidade histórica, e não só.

Concordamos que cada cidadão, desde que maior de idade, seja livre de consumir álcool – mas quando os impactos negativos ultrapassam a esfera do individual, então há que intervir, cremos. E não nos referimos às ruas e aos largos cobertos de copos, garrafas, vómito e urina; referimo-nos custos, a longo prazo, para a sociedade.

As mortes devidas ao consumo de álcool triplicaram desde 1990. O consumo de álcool passou de 6ª a 3ª causa de morte e de acidente em todo o mundo. Este impacto pesa sobre toda a sociedade – e são todos os contribuintes que acabam por pagar a factura. De facto, os problemas causados pelo consumo excessivo de álcool roubam cerca de 1,5% dos orçamentos de estado na Europa. Este problema está a piorar de ano para ano e em países como Portugal, onde por tradição o consumo de álcool ocorria essencialmente às refeições, assistimos ao aumento do consumo irresponsável pelos jovens.

Na nossa opinião, o actual modelo de gestão/organização das FESTAS DE LISBOA está a contribuir activamente para o agravamento deste problema de saúde pública. Está também a contribuir para a desqualificação do espaço público e dos edifícios e monumentos históricos da nossa cidade. O quase monopólio da(s) marca(s) de cerveja que patrocinam/participam no evento produz impactos inaceitáveis:

1- DESRESPEITO CRESCENTE PELO AMBIENTE URBANO HISTÓRICO.
2- QUIOSQUES COM PUBLICIDADE LIVRE E DESCONTROLADA.
3- UTILIZAÇÃO CRESCENTE E EXCESSIVA DE PLÁSTICOS.

Falta estabelecer, de facto, regras iguais para todos os participantes, e com padrões em linha com o que se faz no resto da Europa (alguns exemplos em anexo).

Falta também criar uma campanha de sensibilização para o consumo responsável de álcool.

Há outras formas de organizar e desenvolver as FESTAS DE LISBOA sem conspurcar e arrendar a cidade histórica desta forma, nem agravar os problemas de saúde pública da capital e do país.

Com os melhores cumprimentos,


Fernando Jorge, Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Júlio Amorim, Nuno Caiado, Jorge Lima, Inês Barreiros, Jorge Pinto, Miguel Jorge, Rossella Ballabio, Maria do Rosário Reiche, Paulo Lopes, Guilherme Pereira, Artur Lourenço