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06/07/2022

Quartel (Convento) da Graça continua em degradação e abandono - pedido de esclarecimentos ao grupo SANA

À Aziriver, Lda., Património Crescente, SA, Azilis, SA e Sesimbrotel, SA (Grupo SANA)

CC. DGTF, Revive, CML, AML e DGPC, e media

Exmos. Senhores


Decorridos que estão 31 meses sobre a data de assinatura do contrato de concessão do Quartel da Graça (Convento da Graça), concessão feita ao abrigo do Programa Revive, e uma vez que a data prevista para o início da exploração daquele conjunto monumental (Monumento Nacional, Decreto n.º 29 604, DG, 1.ª série, n.º 112 de 16 maio 1939) como unidade hoteleira termina no final do presente ano, não se vislumbrando quaisquer obras em curso, apesar da publicidade em contrário;

E considerando que esta Associação tem como objecto a defesa do património edificado do distrito de Lisboa (artigo 2º dos nossos estatutos), desenvolvendo para tal as actividades que se considerem necessárias e convenientes para assegurar a sua prossecução (artigo 3º);

Solicitamos a V. Exas. que nos informem sobre quais as razões para que os pressupostos da concessão referida não tenham sido ainda materializados em obra.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Nuno Caiado, Pedro Formozinho Sanchez, Jorge Pinto, Eurico de Barros, Rui Martins, Beatriz Empis, Carlos Boavida, Filipe de Portugal, Helena Espvall, Maria Teresa Goulão, Maria do Rosário Reiche, Miguel Atanásio Carvalho, Irene Santos

Foto: Programa Revive

Obras no Chafariz do Rato (MN) - pedido de esclarecimentos à Signinum

À Signinum, Gestão de Património Cultural


CC. EPAL, DGPC, CML, AML e media

Exmos. Senhores Constatámos a colocação de andaimes no Chafariz do Largo do Rato, ao abrigo, imaginamos, de uma empreitada de conservação e restauro daquele Monumento Nacional (Decreto nº 5, 1ª Série-B, nº 42 de 19 de Fevereiro 2002), promovida pela EPAL e entregue à V/empresa.

Regozijando-nos por, finalmente e após inúmeros pedidos e reclamações de toda a Lisboa, vermos este importante património a ser restaurado, e uma vez que não existe no local nenhum descritivo da obra nem esta foi anunciada publicamente;

E considerando que esta Associação tem como objecto a defesa do património edificado do distrito de Lisboa (artigo 2º dos nossos estatutos), desenvolvendo para tal as actividades que se considerem necessárias e convenientes para assegurar a sua prossecução (artigo 3º),

Não podemos deixar de vos solicitar que nos esclareçam sobre o seguinte:

-Qual é o prazo para a execução desta obra?
-Está assegurada a reposição dos elementos danificados e roubados (torneiras e placas de chumbo)?
-O chafariz voltará a jorrar água, ao contrário da vossa obra no Chafariz do Desterro?

Aproveitamos para solicitar que, por favor, não pintem de azul o fundo do tanque, como em tempos já ocorreu.

Antecipadamente gratos, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, Pedro Formozinho Sanchez, Helena Espvall, Jorge Pinto, Ana Celeste Glória, Beatriz Empis, Luis Mascarenhas Gaivão, Maria Teresa Goulão, Carlos Boavida, Rui Martins, Fernando Jorge, Filipe Teixeira, Irene Santos, Gonçalo Cornélio da Silva, Fátima Castanheira

...

Resposta da EPAL (12.07.2022):

Exmos. Senhores,

Agradecemos o interesse demonstrado pelo Património da Água edificado na cidade de Lisboa, matéria sobre a qual a EPAL, através do Museu da Água e outras direções desta empresa, tem vindo a dedicar a maior atenção e cuidado.

Relativamente às questões enunciadas somos a informar o seguinte:

No âmbito da salvaguarda do património histórico, a EPAL está a desenvolver um programa de intervenção que visa a conservação e restauro do conjunto de chafarizes monumentais que pertencem ao sistema Aqueduto das Águas Livres;

O referido programa de intervenção já está em curso e as respetivas ações de conservação estão calendarizadas de forma faseada;

No caso concreto do chafariz do Rato a intervenção de conservação e restauro será desenvolvida no prazo de três meses, prevendo-se o final da obra para setembro deste ano;

Está naturalmente assegurada a total reposição da estrutura original;

O abastecimento de água ao chafariz será reposto no estrito cumprimento das regras existentes para esse efeito, bem como numa lógica de zero desperdício de água.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos,

Mariana Castro Henriques
Diretora
Direção do Museu da Água e do Património Histórico
EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A.

21/09/2021

Desapareceu Monumento a Gomes Freire de Andrade /São Julião da Barra - Pedido de esclarecimentos ao MDN

Exmo. Senhor Ministro da Defesa Nacional
Doutor João Gomes Cravinho


Como é do conhecimento de V. Exa., o monumento erigido a Gomes Freire de Andrade no local onde este foi executado, em São Julião da Barra, estava num terreno (o Recinto Gomes Freire) à guarda da Marinha, sendo a responsabilidade pela sua conservação da esfera do Exército.

Constatado no local o desaparecimento do referido monumento e a existência apenas do plinto do cruzeiro, sobre a Praia da Torre, sem que haja até ao momento qualquer esclarecimento sobre o seu paradeiro, solicitamos a V. Exa., Senhor Ministro da Defesa Nacional, que nos esclareça sobre o paradeiro deste monumento, quais as razões que levaram ao seu desaparecimento, quem tal autorizou, e se está prevista e quando a sua recolocação.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Nuno Caiado, Pedro Jordão, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Eurico de Barros, Luis Mascarenhas Gaivão, Maria Teresa Goulão, Beatriz Empis, Carlos Moura, Jorge Pinto, Gustavo da Cunha, Carlos Boavida

CC. PM, CEMMarinha, CEMExército, Media