Mostrar mensagens com a etiqueta Avenida Almirante Reis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Avenida Almirante Reis. Mostrar todas as mensagens

12/12/2016

Publi-Cidade: eixo da Av. Almirante Reis

 
Travessa Cidadão João Gonçalves 18

Avenida Almirante Reis 19
 
Os dispositivos publicitários não podem ocultar elementos decorativos dos edifícios, conforme disposto no Artigo 13º da Deliberação n.º 146/AML/95.
Estes dois edifícios estão abrangidos por zonas de protecção de imóveis classificados.

04/11/2016

Severamente comprometida a autenticidade do edifício IIP da Avenida Almirante Reis, 2


Exma. Senhora Directora-Geral
Arq. Paula Silva

CC. PCML, JF Arroios e AML


Vimos pelo presente solicitar a V. Exa. esclarecimento se as novas caixilharias colocadas no nº 2 da Avenida Almirante Reis, edifício da autoria do arquitecto Adães Bermudes e classificado Imóvel de Interesse Público e Prémio Valmor, foram ou não autorizadas pela DGPC.

De facto, conforme V. Exa. poderá constatar pelas fotos que anexamos, nos vãos do gaveto curvo não houve o cuidado de fazer as caixilharias em curva e o resultado está à vista. As caixilharias foram aplicadas de forma descuidada, sem respeito pelo original. Deste modo, o nível de autenticidade deste imóvel classificado fica severamente comprometido.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Bernardo Ferreira de Carvalho

30/09/2016

Esplanada da pastelaria Delta - avenida Almirante Reis, 27


Chegado por e-mail:

«De: Mário Lamby
Data: 30 de setembro de 2016 às 00:35
Assunto: Esplanada da pastelaria Delta - avenida Almirante Reis, 27
Para: "ver.duarte.cordeiro@cm-lisboa.pt" , "margaridamartins.presidente@jfarroios.pt"
Cc: "forumcidadanialx@gmail.com"


Ex.ma Sr.a Presidente

Ex.mo Sr. Vice Presidente da Câmara Municipal de Lisboa


Venho solicitar com o maior empenho a V. Ex.as que se dignem mandar informar-me sobre os critérios/normas regulamentares que estribam a ocupação do espaço público com a esplanada destacada de apoio à pastelaria Delta.

Caso os técnicos que trabalham para V. Ex.as não o consigam, como eu não o consegui, rogo a remoção imediata desta monstruosidade.

Antecipadamente grato pela Vossa atenção, subscrevo-me com a maior consideração,

MLamby»

21/09/2016

Avenida Almirante Reis no cruzamento com a Rua Maria Andrade: ano de 1938

















A placa central arborizada na Avenida Almirante Reis no cruzamento com a Rua Maria Andrade. Fotografia de 1938, Eduardo Portugal. Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa.

18/01/2016

100% DEMOLIDO: Avenida Almirante Reis 35 / Regueirão dos Anjos 2 a 18

 Deste edifício também já não resta pedra sobre pedra.
 Os slogans vazios e absurdos das construtoras portuguesas...



 E assim se cristalizam os equivocos da "reabilitação" em Lisboa...
Porquê Sr. Vereador Manuel Salgado? Porque aprovou a demolição deste edifíco apesar dos pareceres contra dos técnicos da CML? Porquê destruir um imóvel que é perfeitamente recuperável? Reabilitar um edifício é sinónimo de demolir o edifício? Que planeamento urbanístico é este que subtrai à cidade as suas memórias? Que sustentabilidade é esta? 

16/03/2015

Rua Antero de Quental 43-53: Demolido, Abandonado & Ocupado como lixeira








Este imóvel sito na Rua Antero de Quental 43 a 53 é um verdadeiro estudo de caso: 1º ficou devoluto; 2º  foi posto à venda com um preço especulativo, irrealista; 3º após anos sem comprador, e de muitos mais ao abandono, começou a pôr em perigo a segurança do arruamento; 4º o proprietário acabou por iniciar obras - de demolição integral dos interiores com reconstrução em betão armado, projecto aprovado pela CML como é cada vez mais habitual; 5º tudo faliu e a obra está abandonada há mais de 2 anos; 5º  sem vedação ou protecção efectiva dos vãos de entrada, o interior inacabado foi ocupado por pessoas que levam para o seu interior todo o tipo de lixo.

Esta obra, abandonada de forma irresponsável pelo proprietário, e graças à aparente apatia da CML (não é por falta de reclamações de munícipes) constitui um perigo crescente para todo o quarteirão/bairro devido não só ao risco de incêndio (lixos & fogueiras no interior), como também pela queda e destacamento de elementos das fachadas. É uma história da nossa capital Lisboa.