13/10/2012

Nem tudo é dificuldades e falta de verbas....



(clique para ampliar)

..porque esta paisagem dentro do Jardim Botânico é puro DESLEIXO !

11/10/2012

As 4 pragas de Benfica.....


Os passeios esburacadas pelo "trabalho" de alguns….e o parqueamento selvagem de outros é um postal de Benfica. Idosos, deficientes, pessoas com carrinhos de bebé....que se desenrasquem !

 A publicidade vai muitas vezes direitinha da caixa do prédio….para a rua. Saquinhos de lixo são civicamente encostados a rodas de automóvel, postes de iluminação, ecopontos, etc. Um verdadeiro paraíso….para porcos!


....
Os pombos em outros tempos paravam perto da Igreja e, do Chafariz de Benfica. Hoje, poisam descontraidamente por tudo o que é prédios de habitação, esperando pacientemente que benévolos amiguinhos dos animais conspurquem ruas e logradouros com restos de comida para os alimentar. Esta espécie de ratos-voadores nestas condições, só serve para baixar a qualidade de vida de todos. Os custos acrescidos para manutenção de monumentos e edifícios....era bem necessitados noutros lados.


muitos levam um saquinho....outros.... 
Já não há pachorra para certas coisas. As ruas de Benfica nunca estiveram tão conspurcadas de dejectos caninos. Num passado já longínquo existiam muitos cães vadios, só que, não tinham preferência de passeios e relvados para fazer as suas necessidades. Agora, andam todos de trela, não estando bem definido….de que lado é que se está a agarrar a mesma. O que esta gentinha necessitava era fazer umas centenas de metros de olhos vendados e bengala....a ver se gostavam do que vão pisando.


Temos o que merecemos e, o direito de viver civicamente em Lisboa simplesmente não existe....e já vamos em 2012 !

10/10/2012

O Castelo da Porcaria?

Exmo. Senhor Presidente da CML,
Exmo. Sr. Vereador do Espaço Público,

O Fórum Cidadania Lx, em solidariedade com os moradores da colina do Castelo, em particular os das freguesias do Castelo e de Santiago, vem protestar junto de V. Exas. pelos problemas de higiene urbana que estão a afectar toda aquela zona histórica da nossa cidade.

Segundo fomos informados - e após confirmação in loco durante este fim de semana - as freguesias da colina do Castelo não têm recebido a atenção que habitualmente tinham por parte do departamento de higiene urbana da CML.

Os arruamentos não são lavados há quase um mês, os passeios estão imundos com dejectos caninos, as papeleiras transbordam de lixo, ratazanas, os edifícios estão vandalizados com graffiti e por todo o lado se vêem lixeiras selvagens.

Devido à recolha insuficiente de resíduos, falta de funcionários e fiscalização insuficiente, toda aquela zona está transformada num cenário que não é digno do coração da cidade histórica - como se constata pelas imagens em anexo.

Tal como já referimos em outras comunicações e alertas, somos da opinião que a CML não está a ser capaz de dar resposta ao aumento de resíduos na cidade, fruto, em parte, do aumento do número de turistas que nos visitam. Não basta atrair turistas a Lisboa, é preciso ser capaz de prevenir e gerir todos os novos problemas associados a esta nova realidade.

No caso concreto das freguesias do Castelo e de Santiago, não podemos esquecer que apesar da população residente não passar de algumas centenas, a área destas duas freguesias está sujeita ao stress de mais de 1 milhão de visitantes anuais.

Solicitamos a V. Exas., portanto, o desenvolvimento rápido de uma resolução deste problema que afecta aquela que é a colina mais histórica de Lisboa.

Melhores cumprimentos

Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Bernardo Ferreira de Carvalho, Júlio Amorim e Nuno Caiado

08/10/2012

O Marquês já respira melhor, mas a Avenida ainda precisa de mais terapia.



Desde o início apoiei esta iniciativa como absolutamente necessária, e reconheci nela uma das poucas medidas de Costa e sua equipe que demonstraram visão e coragem na sua arriscada mas necessária implementação ... Também a atitude primária e manipulativa no seu populismo do ACP, além da tentativa precipitada e desonrientada do PSD de aproveitamento político ficaram então, registadas...
António Sérgio Rosa de Carvalho.

O Marquês já respira melhor, mas a Avenida ainda precisa de mais terapia
Por Carlos Filipe in Público
Alguns sinais positivos para o ambiente após 15 dias do novo esquema de circulação no principal eixo viário de Lisboa não disfarçam queixas e grandes faltas de adaptação e informação dos condutores

Ao completarem-se, hoje, 15 dias após o início da fase experimental do novo esquema de circulação e mobilidade no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade, principal eixo viário de Lisboa, há indícios positivos de melhoria da situação global, mesmo que alguns dos sinais sejam mais claros que outros. Acima de tudo, respirar-se-á melhor em toda a zona - o objectivo nuclear do pacote de medidas de melhoria da qualidade do ar. Todavia, uma radical alteração de hábitos dos automobilistas e as deficientes informação e sinalização podem condicionar o sucesso do plano ou criar vícios de difícil resolução.
O grande problema sempre foi a Avenida da Liberdade, onde a concentração de poluentes há anos que vai disparando alarmes, em especial no que respeita às partículas, em parte geradas pelo tráfego automóvel e que concorrem em prejuízo do sistema respiratório. As ultrapassagens aos valores-limite (e mesmo às margens de tolerância) são sancionáveis pela legislação europeia (já transposta para o edifício jurídico português), razão pela qual Portugal foi alertado para o seu incumprimento em sede da Justiça comunitária.
Um plano de medidas foi adoptado internamente, juntando organismos estatais e do poder local para um compromisso comum na aplicação de medidas de mitigação da poluição. No caso da Avenida da Liberdade, para onde foi criada uma Zona de Emissões Reduzidas - uma daquelas medidas -, já se verificou, desde Janeiro deste ano, 59 dias em que a concentração de partículas ultrapassou o máximo de 35 excedências autorizadas em todo o ano. Todavia, aqueles valores carecem ainda de ponderação, ou não estão validados, uma vez que terão que ser considerados factores exógenos ao local das medições, que podem ir desde a ocorrência de ventos que transportem os poluentes aos efeitos de incêndios.
Porém, os dados mais recentes registados pela estação da Avenida da Liberdade, e disponibilizados diariamente na base de dados da Agência Portuguesa do Ambiente (www.qualar.org), revelam uma ligeira progressão positiva desde 16 de Setembro, dia do início do período experimental (que vigorará até Dezembro). Ainda sem ponderação ou validação científica.

Onde pára o trânsito?

"Isto para nós está melhor, mas se houvesse mais uma faixa de rodagem na rotunda exterior seria óptimo", conta André Figueira, taxista, com 30 anos de experiência na praça de Lisboa. O motorista profissional explicou então o seu ponto de vista: "Quando sigo pela rotunda interior, noto que há muito menos trânsito, roda-se melhor e não há tantos problemas na altura de sair, o que também acontecia devido à azelhice de muitos e pela presença dos autocarros. E a verdade é que se sai bem para a Avenida da Liberdade. O problema é rotunda exterior, pois há muita gente que pára para a entrada ou saída de passageiros e logo aí isto pára tudo."
André Figueira admite que os demais automobilistas não têm a vida muito facilitada, mas que ainda haverá falta de informação. "Foi mau nos primeiros dias, pelas filas criadas na descida da Joaquim António de Aguiar, e ainda poderia estar melhor o cruzamento com a Barata Salgueiro, onde já se pode virar à esquerda", sublinha o taxista.
Também o Automóvel Clube de Portugal, desde o início muito crítico relativamente ao modelo de alterações - no período de consulta pública apresentou mesmo sugestões alternativas -, classicando-o de "experimentalismo", acabou por aplaudir a alteração pontual que minimizou os efeitos dos engarrafamentos. Porém, o modelo de distribuição do trânsito através do final do acesso vindo das Amoreiras está longe de corresponder às expectativas. Apesar de existirem painéis de informação espalhados pelo Marquês e Avenida, mas de difícil leitura, e de haver agentes da Polícia Municipal (PM) no local, as dúvidas estão longe de estar suprimidas. São muito poucos os que, oriundos da A5, sabem como melhor aceder à Duque de Loulé.
A agente da PM colocada perto da saída da boca do túnel explica ao PÚBLICO: "Desce-se o primeiro troço da Avenida e sobe-se pela lateral que dá acesso à rotunda exterior."
Há automobilistas que hesitam. Percorrido todo o túnel das Amoreiras, e sem informação prévia, uma vez chegados ao Marquês tentam meter pela rotunda exterior, o que não é permitido. "Há outra forma, simples, de se aceder à Duque de Loulé, que é utilizar a saída do túnel pela Fontes Pereira de Melo e virar na primeira à direita, a Martens Ferrão, novamente à direita, para a Sousa Martins e depois para a Luciano Cordeiro, que cruza a meio da Duque de Loulé", descreve o vereador para a mobilidade, Fernando Nunes da Silva.

Redução e acalmia

"Ainda temos afinações a fazer, mas há sinais claramente positivos, e, sem errarmos muito, correspondem ao que desejávamos, pois a rotunda funciona com melhor escoamento do trânsito e deixou de haver conflitos no cruzamento da Alexandre Herculano. Dali para norte percorre-se toda a Avenida e Marquês e só se pára no primeiro semáforo a chegar a Picoas. Também temos notado que a circulação de peões na zona do Marquês está muito mais facilitada, com trânsito muito mais sossegado nas laterais, também virtude da introdução das zonas 30 [velocidade máxima permitida]. Com tudo isto, temos já a certeza que há diminuição de tráfego na Baixa", diz o autarca.
O responsável pela mobilidade anunciou igualmente que vão ser criadas minipraças de táxis em várias secções dos corredores laterais. Diz não ter ainda uma reacção dos comerciantes locais às alterações introduzidas, mas da parte da transportadora Carris afirmou ter recebido uma resposta positiva, pois o tempo de passagem do Marquês (agora unicamente pela rotunda exterior) aumentou apenas em um minuto. "Para tal deverão também contribuir alguns conflitos resultantes de paragens de autocarros para tomada e largada de passageiros na zona dos hotéis, algo que teremos de resolver", esclareceu.
Há outros problemas de difícil resolução, caso do cruzamento com a Rua das Pretas e a Praça da Alegria, via muito procurada pela manhã, com acesso, na parte superior, ao Príncipe Real, através da Calçada da Patriarcal, criando ali alguns constrangimentos. O mesmo se passa na Castilho e Braancamp, que passou a ter dois sentidos para todo o tipo de veículos. "Há uma grande procura e alguma acumulação de tráfego na confluência da Rua das Pretas, pelo que estamos a estudar alternativas. Poderemos mesmo, em horas mais difíceis, criar uma zona de intermitência no corredor Bus, permitindo que a ele acedam as viaturas particulares, mas também nos regozijamos que um dos eixos que apontámos como alternativa aos condutores - a circular das colinas - esteja a ser mais utilizado, através da Infante Santo, Alexandre Herculano e Conde Redondo. Com um túnel sob a Estrela ainda seria melhor", defende o vereador. Aquela circular, uma ideia com décadas, teve um novo impulso com a aprovação do Plano de Urbanização do Vale de Santo António, que contempla um túnel sob a Penha de França, para a ligação entre a Mouzinho de Albuquerque e os Anjos.



Luta contra a suspensão de partículas no ar
Soprar folhas anula objectivos da lavagem das ruas
Uma das medidas contempladas no Plano de Melhoria da Qualidade do Ar, talvez a de mais simples aplicação, pressupõe a frequente lavagem das ruas de maior circulação automóvel, que no caso de Lisboa é a Avenida da Liberdade. A Câmara de Lisboa há muito que o faz, e com regularidade.
Aquele expediente mais não serve que para fixar as partículas inaláveis geradas pelos gases de combustão automóvel e que após suspensão ficam depositadas no solo. A varredura de água e o escoamento para o sistema de drenagem eliminá-las-á, evitando que voltem a ficar em suspensão por acção do vento ou da simples deslocação de ar.
Se assim é feito, e o PÚBLICO comprovou-o quarta-feira, a meio da manhã, na Avenida da Liberdade, também é verdade que outros factores de limpeza poderão estar a comprometer a bondade de tal medida. Paralelamente à passagem da viatura de lavagem de rua, equipas de limpeza dos jardins da Avenida, munidos com maquinaria sopradora de folhas, levantam nuvens à sua passagem, e naquelas, inevitavelmente, as tais partículas, leves como cabelos, voltam a ficar em suspensão, novamente inaláveis, e como tal prejudiciais à população.
O PÚBLICO questionou o gabinete do vereador responsável pelo espaço público e limpeza urbana, José Sá Fernandes, para saber o propósito de tais medidas e a regularidade com que são aplicadas. No entanto, não obteve qualquer resposta. C.F.

07/10/2012

LISBOA PORCA: paragens na Rua da Misericórdia



No Chiado: VÓMITO, URINA, CERVEJA, E ETC.! (fotos enviadas por um cidadão identificado)

30/09/2012

POSTAL DA BAIXA: Rua dos Sapateiros


Resíduos depositados nos passeios da Rua dos Sapateiros neste fim de semana (sábado). Um cenário cada vez mais corrente nas artérias da Baixa. 

27/09/2012

E isto vai ficar assim quantos anos...?



(clique para ampliar)

Dezenas de moradias clandestinas foram demolidas há talvez 10 anos aqui junto ao Cemitério de Benfica....o entulho e a lixeira ficaram.


Se o que lá estava antes era ilegal....o que lá ficou é o quê ?

19/09/2012

LIXO na cidade de LISBOA

Chegado por e-mail:

«Exmo. Senhor Dr. António Costa,

É a segunda queixa que apresento na expectativa de eco por parte de V. Ex. ou dos serviços municipais; uma vez mais, como Munícipe e Contribuinte, muito agradeço que me seja facultado o nome do responsável pelo sistema de recolha de lixo da cidade de Lisboa.

Irei continuar a lutar contra o desleixo a que a CML nos obriga a viver diariamente, e isto apesar dos impostos municipais a que todos somos obrigados.

O lamentável espectáculo da mais pura imundice continua sem qualquer controlo ou melhoria (ver fotografias); a cidade permanece com um sistema de recolha de lixo manifestamente insuficiente para as necessidades quotidianas, fedorenta pela ausência de lavagens e com diversas pragas (ratos e baratas) consequentes deste absoluto desleixo e abandono das questões essenciais.

Além do óbvio de que as imagens são expressivas (valem mil palavras), também as lavagens das ruas são profundamente deficitárias e o odor a urina e cocó de cão imperam em cada rua, esquina e miradouro. Solicito, também, e uma vez mais, o calendário das lavagens (com ÁGUA) nas zonas do Príncipe Real e de Santos-o-Velho para o mês de Outubro.

Resumindo, ao abrigo dos meus direitos de Contribuinte, pretendo por parte da CML as seguintes respostas objectivas:

- Nome do responsável pelo sistema de recolha de lixo de Lisboa;

- Nome do responsável pelo sistema de lavagem das ruas desta cidade, presentemente imunda;

- Calendário para o mês de Outubro das lavagens da rua (repito, com ÁGUA) nas zonas do Príncipe Real e Santos-o-Velho e a respectiva periodicidade, de forma a conseguir extrapolar aos meses seguintes.

O nojo, os níveis de porcaria e insalubridade atingidos são, no mínimo, intoleráveis, dignos duma cidade do terceiro mundo... Será que não têm vergonha do serviço que estão a prestar? Será que não possuem uma réstia de brio profissional?

Aguardo uma resposta célere, com os meus melhores cumprimentos,

Mónica Albuquerque

Fotografias do Príncipe Real»

12/09/2012

LISBON IS AFRICA. IS THIS OK, yes or no?

Ora aqui temos uma curiosa prova de como Lisboa é vista como cidade mais africana do que europeia: uma campanha do serviço das Alfândegas da Holanda em que Lisboa (Campo de Santa Clara) foi usada como cenário de cidade em Africa. Pode ser apenas uma pequena curiosidade mas que não deixa de ser reveladora da nossa condição enquanto cidade suja, desarrumada, desleixada, desmazelada, desorganizada, ilegal, etc. (Holland Herald, revista de bordo da KLM, Maio 2012)

21/08/2012

Sim ... existem alternativas, mais confortáveis, menos ruidosas e menos poluentes ... para os improvisados "teco-tecos" aparentados de "scooters" incomodativas e poluentes ...


 Foi com imenso prazer que li as reacções e comentários ao "post"original ... Repare-se que o editor ao publicar algo, pretende divulgar e estimular precisamente este tipo de reacções ... publicação não é sinónimo de apoio ou concordância ... mas vontade de informar, divulgar, debater ...
Bem, deixo-vos ... agora sim ... com uma alternativa a estes ruidosos e poluentes "besouros" amarelos ... um veículo 100% eléctrico ...
António Sérgio Rosa de Carvalho ( Yours ... Jeeves )






03/08/2012

Contributo para o blog:

Chegado por e-mail:

«Exmºs Srºs,

Venho por este meio enviar 2 fotografias (em anexo) referentes ao estado a que chegou a zona Largo do Carmo/Elevador de Sta Justa.

A fotografia da calçada esventrada é da pequena rua que dá acesso desde o Largo do Carmo ao Elevador de Sta. Justa. (apesar de Lisboeta e habituado a este tipo de pisos esburacados consegui torcer o pé…)

A fotografia do LIXO é já na plataforma (?) que dá mesmo acesso ao dito elevador, imediatamente antes ro restaurante/pizzaria (claro que pelos vistos nunca pensaram em eles próprios limparem o LIXO).

Sou seguidor deste blog há uns tempos, apaixonado pela minha/nossa cidade e eterno SOFREDOR por ve-la sempre tão mal tratada.

Se acharem que precisam de mais matéria para publicar é só reponder afirmativamente ao e-mail.

Sou da zona Alcântara/Alto Stº Amaro e acreditem que há por aqui (infelizmente) muito material publicável.

Obrigado e continuação do brilhante trabalho.

Saudações Alfacinhas,

Lourenço A.A.Gomes»

24/07/2012

A propósito de esplanadas

Aqui fica a lindeza de esplanada de um café do Areeiro. As fotos são de ontem e são de C. Medina Ribeiro.

10/07/2012

Neste bairro vive o Presidente da nossa Câmara Municipal


Passeios na Praça de Londres e coluna de iluminação, papeleira na Av. de Roma/Av. João XXI. Exemplos de Lisboa Medieval no bairro onde vive o nosso Presidente António Costa. Exemplos daquele «desleixo e desmazelo» que o nosso Presidente prometeu combater. E aqui neste bairro também se localiza a Assembleia Municipal de Lisboa...

09/07/2012

LISBOA MEDIEVAL: Baixa & Chiado


O cenário comum na Baixa e Chiado na época alta do Turismo: Rua Garrett e Rua dos Sapateiros. A CML não está a ser capaz de dar resposta ao problema do aumento de resíduos que acompanha o aumento do número de turistas na cidade. Já nos anos anteriores a CML foi por nós alertada para este problema de recolha insuficiente do lixo principalmente nos locais mais frequentados pelos turistas (Castelo, Baixa, Chiado, Belém).

08/07/2012

LISBOA MEDIEVAL: Avenida D. Carlos I

Equipamentos públicos grafitados/vandalizados, lixo depositado ilegalmente, quiosques de uma marca de cerveja já bem nossa conhecida pela sua falta de respeito pelo espaço público e marketing agressivo... Enfim, tudo isto se passa na avenida do nosso parlamento... um verdadeiro cenário "medieval". Até quando é que a CML vai tolerar este tipo de abusos no espaço público?

03/07/2012

Regresso a casa

Hoje, dia 3 de Julho de 2012 pelas 20h 46m, na Travessa Terreiro do Trigo junto ao Beco dos Cortumes.



Aparentemente este ano as festas "populares" estão para durar...



01/07/2012

Classificação de Elvas reflete respeito que Portugal tem pela defesa do património....



"Restauros" na Sé de Lisboa, foto: Jeeves

O presidente da Comissão Nacional da UNESCO, António Almeida Ribeiro, afirmou hoje que a classificação das fortificações de Elvas como Património Mundial é um sucesso para Portugal e reflete o respeito nacional pelos monumentos.

"É um sucesso para Portugal, é um sucesso para Elvas e é um reflexo do respeito que Portugal tem, em termos internacionais, em matéria de defesa do seu património", disse à Lusa o presidente da estrutura nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, em inglês).
(....)

in DN 2012-07-01

........................................................................

Uma boa notícia....mas o "respeito nacional pelos monumentos" é que não me parece !?

25/06/2012

Festas populares...

Em Espanha, o S. João festeja-se (alegadamente) na praia!

E assim foi em San José, Almeria..

23h 25m
 

06h 40m



11h 05m


Claro que é mais fácil limpar uma praia que um bairro histórico mas afinal para que devem servir os patrocinios?

Em pelo menos um dos festivais de Verão a recolha de copos de plástico era premiada com uma imperial de borla. Fica a sugestão para 2013.


28/05/2012

Another dirty monday in Alfama


Este é o panorama com que me deparo não poucas vezes de manhã pela fresca.

Ao fim de semana é  um clássico mas à segunda-feira tenho ainda o "privilégio" de encontrar no regresso a mesma "instalação" normalmente aumentada.

Se por um lado a falta de civismo não ajuda


por outro é evidente que tanto CML como Polícia Municipal têm outras prioridades.


Pergunta: Quem ficou com os meus impostos?

27/05/2012

Lisboa Medieval: Beco do Belo

Beco do Belo. Alfama. Domingo, dia 26 de Maio de 2012. É quase um retrato perfeito da Lisboa dos nossos dias. Está lá quase tudo que caracteriza o ambiente urbano em que vivemos: "monstros" e lixo fora de horas, estacionamento em cima do passeio, sinalética meio derrubada, enfim, degradação geral. E embora não seja visível na imagem, do lado esquerdo lá estava um imóvel abandonado, com a sua fachada de azulejo já parcialmente pilhada. E como é fácill de adivinhar, também lá estavam mais carros estacionados em locais proibidos, mais lixo, mais imóveis degradados... Beco do Belo, em Lisboa.

14/05/2012

Lisboa Medieval: Calçada do Garcia

Lisboa Medieval. Cada vez mais vemos lixo colocado na rua fora do horário. Lixo, degradação, desleixo, desmazelo. Lisboa feia, porca e má.  Meio dia na Calçada do Garcia.

17/03/2012

Madam Speaker

A importância Real e Simbólica deste episódio, num Grave momento de Crise Económica,  de Crise de Representatividade Institucional e de Prestígio da Representatividade Política da República … e do seu significado para uma Verdadeira Cidadania … justifica a publicação deste artigo neste “blog”…
Esta iniciativa, como aliás todos os “posts”publicados em meu nome ou sobre a assinatura-internet – blogger -“Jeeves” nesta plataforma, é individual … e da minha inteira responsabilidade. 
Desde a sua entrevista no Público onde Assunção Esteves declarava abertamente e conscientemente :  "Fui convidada pela Maçonaria e pela Opus Dei, mas não fui para nenhuma"… e também : “um novo paradigma para o capitalismo passa” pelo “regresso da política” como protagonista da gestão da sociedade” … num nítido apelo a uma reforma ética e a uma responsabilização coerente e verdadeira do exercício político e da vida pública, que Assunção Esteves chamou a  atenção de alguns …
A partir de agora, seguirei com mais atenção o desenrolar do seu percurso  

António Sérgio Rosa de Carvalho





Assunção Esteves ameaçou bater com a porta perante "conflito brutal"

Inquérito parlamentar ao BPN resultou de cedências da maioria e da esquerda. Presidente da AR nega ter ameaçado com abandono de funções, mas afirmou que nunca permitirá qualquer atropelo regimental


Por Enric Vives-RubioMaria José Oliveira, Nuno Sá Lourenço e Sofia Rodrigues in Público


Depois de quase quatro horas de conferência de líderes, anteontem à noite, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, destacou o "consenso feliz" e o "resultado racional" alcançado entre os partidos para a criação de uma comissão de inquérito ao BPN. Contudo, a reunião foi bem mais atribulada do que Assunção Esteves e os líderes parlamentares deixaram transparecer após o encontro. Para atingir um acordo e um "texto definitivo", a presidente ameaçou com a sua demissão, tentando assim dirimir um confronto provocado pela existência de duas propostas: uma subscrita pelo PSD e CDS; e outra pelos partidos da esquerda (PS, BE, PCP e PEV), de carácter potestativo.
A conferência de líderes extraordinária tinha sido convocada para dirimir o conflito: antecipando-se à esquerda, PSD e CDS entregaram um projecto de resolução para uma comissão eventual de inquérito. A jogada deixou a esquerda surpreendida, obrigando o PS a acelerar a entrega do seu requerimento potestativo.
A manobra política da maioria e a reacção indignada da esquerda indiciavam uma reunião tensa. Ao entrar para o encontro, PSD/CDS e PS estavam decididos a não abdicar das suas posições. E foi essa intransigência que gerou um "conflito brutal" - nas palavras de um dos presentes -, para o qual a presidente foi arrastada. Logo que Assunção Esteves revelou a sua posição, atribuindo primazia ao potestativo da esquerda, deu-se início a dois jogos de força: um entre Assunção e os líderes parlamentares do PSD e CDS, Luís Montenegro e Nuno Magalhães, respectivamente; e outro entre estes e a direcção da bancada do PS, representada por Carlos Zorrinho e António Braga.
Ontem de manhã, no Parlamento, o caso permitia duas versões. Do lado da maioria, o enfoque centrava-se na insistência do PS em recusar alterações à sua proposta. À esquerda, assinalava-se o braço-de-ferro entre PSD/CDS e Assunção Esteves sobre a supremacia do potestativo. Foi então que a presidente terá admitido bater com a porta.
A gota de água terá sido a ameaça das bancadas da maioria de levar, no dia seguinte (ontem), o seu projecto a plenário, exigindo uma votação urgente. A maioria esticou ainda mais a corda e ameaçou passar a chumbar os futuros agendamentos da oposição. Face a estes ultimatos, Assunção terá questionado o seu papel enquanto presidente. E fê-lo por duas vezes. Para PSD e CDS, a atitude foi interpretada como um mero desabafo. A esquerda entendeu-a como ameaça real.
Ontem, Assunção Esteves negou ter admitido abandonar funções. "Isso não se passou", afirmou à Renascença e Antena 1. Mas lembrou que é sua competência "chamar a atenção dos deputados para a memória do contrato social e eleitoral". "É um apelo de racionalidade que me cabe fazer a todo o momento e em toda a linha. É uma espécie de competência não escrita. Não está no Regimento, na Constituição, mas está no sentido do Parlamento e do papel do seu presidente", sustentou, acrescentando que na AR "há sempre pressões emocionais, outras não há". E que não permitirá qualquer "atropelo regimental grave".
A sua posição na conferência de líderes foi determinante para desbloquear o impasse. Foi só então que os partidos convergiram na solução de redigir um texto novo, coligindo os objectos de investigação que abarcam os processos de nacionalização, gestão e alienação do BPN. Serão também analisadas as hipóteses alternativas à decisão de reprivatização do banco. E ficou acordado que será avaliada a venda do BPN ao BIC na fase final dos trabalhos.
A comissão, que deverá arrancar na próxima semana, será presidida por um deputado socialista - é um dos direitos do proponente do inquérito potestativo - e terá 17 elementos efectivos e oito suplentes. Ontem, as bancadas estavam ainda a decidir sobre os deputados a indicar. Sabe-se já, no entanto, a distribuição: sete do PSD, cinco do PS, dois do CDS, e um para cada um dos três restantes partidos (BE, PCP e PEV).
Anteontem à noite, Carlos Zorrinho não escondeu o seu regozijo pela "vitória do agendamento potestativo". Isto mesmo caiu mal na maioria, uma vez todos se congratularam com o consenso alcançado.

16/03/2012

Utentes da linha verde queixam-se de viajar como sardinhas em lata

Por Inês Boaventura in Público

A redução do número de carruagens e o aumento do intervalo entre os veículos introduzidos em Fevereiro estão a gerar uma onda de contestação. O Metropolitano de Lisboa diz que está a monitorizar a procura e admite fazer alterações


A redução da oferta na linha verde do Metropolitano de Lisboa, que entrou em vigor a 22 de Fevereiro, já motivou a criação de um abaixo-assinado na Internet, o envio de quatro queixas ao Provedor de Justiça e a publicação de dezenas de reclamações na página da empresa no Facebook. Os utentes queixam-se de longas esperas nas estações e de viajarem como sardinhas em lata, ou de nem sequer conseguirem entrar nas carruagens de tão cheias que estas andam.
Na origem deste descontentamento estão duas alterações introduzidas há quase um mês: ao mesmo tempo que diminuiu de quatro para três o número de carruagens que circulam entre o Cais do Sodré e Telheiras, a transportadora aumentou o intervalo médio entre os veículos. A primeira modificação foi comunicada aos utentes no interior dos comboios e na página do metro na Internet, tendo sido justificada com "motivos de adequação da oferta à procura", mas a segunda não.
Em respostas escritas através da sua agência de comunicação, o Metropolitano de Lisboa informou que neste momento o intervalo entre comboios na linha verde varia entre os três minutos e 50 segundos (das 7h30 às 9h30) e os 11 minutos e 50 segundos (das 22h30 à meia-noite e das 0h30 à 1h). Dessas respostas não constavam informações que permitissem uma comparação com a realidade anterior a Fevereiro.
Ainda assim, olhando para documentos do grupo de trabalho que no fim de 2011 estudou a reformulação da rede de transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa verifica-se que o intervalo médio entre os comboios aumentou em todos os períodos horários, aos dias úteis. Entre as 7h30 e as 9h30 era de 3,83 minutos há um ano atrás e agora é de quatro; entre as 9h30 e as 17h era de 4,65 e agora é de 5,81; entre as 17h e as 20h era de 3,83 e agora é de 4,2; entre as 20h e as 22h30 era de 5,75 e agora é de 6,84, e entre as 22h30 e a 1h era de 9,25 e agora é de 11,48 minutos.
Em simultâneo o metro entre o Cais do Sodré e Telheiras passou a circular, em permanência, com apenas três carruagens. Esta modificação também foi introduzida nas restantes linhas do metro, mas aí apenas aos fins-de-semana e feriados. Durante a noite essa já era a realidade existente na totalidade da rede.
Na linha verde, onde existem várias correspondências com os comboios da CP e com os barcos que fazem a ligação a Cacilhas, ao Seixal e ao Montijo, viajam diariamente mais de 129 mil pessoas. Já na linha vermelha, onde o metro decidiu manter a circulação com seis carruagens durante o dia, o número de passageiros é menos de metade. O PÚBLICO confrontou o metropolitano com esta disparidade mas sem sucesso.
Sem resposta ficaram igualmente as perguntas sobre o investimento feito nos últimos anos no alargamento dos cais de embarque de pelo menos duas estações da linha verde - Roma e Alvalade - para permitir que os comboios que antes tinham quatro carruagens passassem a ter seis. Sobre isto o metro limitou-se a informar que estão em curso obras nesse mesmo sentido na estação Areeiro, que deverão custar 16 milhões de euros e ficar concluídas em Agosto de 2013. E defendeu que estes trabalhos continuam a justificar-se "numa lógica de futuro aumento da oferta e de resolução de problemas de acessibilidade à estação".
A empresa acrescentou que a diminuição do número de carruagens concretizada em Fevereiro "teve como motivo um ajuste da oferta à procura, numa lógica de otimização dos seus recursos, independentemente de questões relacionadas com a hora do dia e sempre respeitando princípios de qualidade da oferta internacionalmente aceites".
Ainda assim, a transportadora fez saber através da agência de comunicação que, "tendo constatado a existência de algumas reclamações dos clientes que utilizam essa linha diariamente, iniciou um programa de monitorização da procura, tendo em vista identificar eventuais alterações de comportamento desta, os quais justifiquem um aumento da oferta actual". Se os resultados obtidos o justificarem, o metro assegura que promoverá "a necessária alteração da oferta".

Petição na Internet

Enquanto isso não acontece, avolumam-se no Facebook da empresa as reclamações sobre a falta de informação transmitida aos seus clientes e sobre a "degradação do serviço" na linha verde. "Reponham as quatro carruagens. Eu não sou atum nem sardinha para andar enlatado", diz Paulo Pinhão. Já Bruno Gomes lamenta aquilo que diz ser "uma verdadeira enchente de pessoas a toda a hora, obrigando as pessoas a andarem umas em cima das outras". "Vergonha" é uma palavra várias vezes utilizada a propósito da redução da oferta sentida desde 22 de Fevereiro.
Pedro Alves garante que se tornou "impossível pura e simplesmente" entrar com a sua filha bebé no metro de manhã, acrescentando que tem "muita dificuldade" em fazê-lo com o filho de dez anos, que "fica com a cabeça apertada no meio de gente que não conhece". A estas e outras queixas no Facebook, o metro não deu resposta.
Até à tarde de ontem o Provedor de Justiça tinha recebido, segundo a sua assessora de imprensa, quatro reclamações sobre as modificações no troço do metro entre o Cais do Sodré e Telheiras. Na Internet foi criada uma petição, que à hora de fecho desta edição somava 77 assinaturas, criticando o "retrocesso na qualidade do serviço prestado, (...) tornando desproporcional a relação entre o preço praticado e a qualidade do serviço prestado".