Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
27/06/2018
Já se comemora o troféu!
09/02/2018
Boas notícias desde os logradouros do Bairro das Estacas:
08/09/2017
Boa, JF Alvalade!
14/12/2016
Ainda sobre os logradouros da Av. E.U.A.
Exmos. Senhores,
Agradecemos mais uma vez a vossa comunicação relativa à intervenção na Avenida Estados Unidos da América entre o n.º 10 e n.º 48.
Conforme reunião do passado dia 6, reiteramos que:
1) Todos os aspetos mencionados como os hexágonos, as lajes e os muretes de pedra, são para preservar realizando apenas algumas operações de manutenção e reparação Em relação ao percurso existente em pavimento de lajes de calcário é de referir que o mesmo já sofreu algumas alterações, verificando-se a introdução de lajes de betão nomeadamente no logradouro entre os nº 36 e 42 e em algumas situações pontuais. Neste momento este percurso não apresenta a continuidade desejada entre os logradouros nem uma homogeneidade de materiais. Fatores que contribuem para a dificuldade nas acessibilidades pedonais e acessos entre logradouros, resultando no abandono do espaço público pela população com dificuldades de mobilidade.
Julgamos ser fundamental atualizar os nossos espaços com pavimentos confortáveis e que se enquadrem com os espaços existentes e que acima de tudo permitam uma mobilidade segura e confortável para todos. Esta visão está em implementação pela Cidade e tem sido uma clara opção na gestão do espaço público que a Câmara Municipal tem seguido e que também a Junta de Freguesia de Alvalade tem procurado em todas as suas intervenções, seja adaptando à mobilidade condicionada e suave todos os seus equipamentos, seja nas intervenções no espaço público, pois queremos espaços que sejam utilizados em segurança por todos os Fregueses,
2) Em relação às colunas de iluminação de marmorite, iremos reportar a situação para a CML uma vez que se trata da responsabilidade desta entidade a requalificação da iluminação pública destes logradouros.
3) Em relação aos parques infantis a JFA tem uma abordagem completamente distinta dos típicos parques que existem pela cidade, o objetivo é que estes espaços estejam integrados nos espaços envolventes que contenham áreas verdes e que sejam compostos por materiais naturais, que incentive à criatividade das crianças e sobretudo que seja um espaço multifuncional, vivido por todos.
Finalmente voltamos a referir que esta intervenção foi discutida publicamente com a população em 2 ocasiões, em 01 de Abril e 27 de Novembro, de 2015.
Com os melhores cumprimentos,
Junta de Freguesia de Alvalade
Rua Conde de Arnoso, n.º 5-B | 1700-112 Lisboa
Tel.: (00351) 218 428 370 | Fax: 215 998 395
www.jf-alvalade.pt | geral@jf-alvalade.pt
...
E a nossa réplica:
Exmos. Senhores
Folgamos em saber que pretendem garantir a boa execução dos pontos 1), 2) e 3) da vossa mais recente comunicação, conforme tinha sido afirmado por V. Exas. na reunião referida. Obrigado.
No entanto, voltamos a salientar que a remoção das pedras rústicas a que dizem respeito as 2 fotografias em apreço, contraria o que referem no v/ponto 1) uma vez que aquele troço de pedras estava em perfeitíssimas condições, o que nos revolta sobremaneira.
Fazemos votos para que as obras no terreno respeitem efectivamente o projecto anunciado de reabilitação dos logradouros da Av. E.U.A. e aquilo que tão bem nos referem agora e ficou esclarecido presencialmente.
Continuaremos a acompanhar diariamente as obras.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e José João Leiria
13/12/2016
Requalificação dos logradouros da Av. EUA/Reclamação à JF Alvalade
Dr. André Caldas
Cc. PCML, AML, EMEL e media
No seguimento da nossa insistência de há dias (ver texto abaixo), relativamente a alguns detalhes da intervenção em curso nos logradouros da Av. E.U.A. para os quais reclamávamos a melhor atenção de V. Exa. e dessa Junta de Freguesia, sem qualquer resposta até ao momento; somos a protestar pela destruição dos caminhos de pedra rústica (ver imagens), que se encontravam em perfeitas condições e, portanto, sem necessidade de serem recuperados, muito menos substituídos por betão contínuo.
Mais surpreendidos nos encontramos por nada o fazer prever, dadas as expectativas criadas aquando da nossa reunião havida com V. Exa. no dia 5, na V/sede.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Leiria, Miguel de Sepúlveda Velloso, Rui Martins, Júlio Amorim, Inês Beleza Barreiros, Fernando Silva Grade, João Filipe Guerreiro, Pedro Malheiros Fonseca, Ana Alves de Sousa, Pedro Henrique Aparício
...
(in http://cidadanialx.blogspot.pt/2016/12/logradouros-da-av-eua-insistencia-junto.html)
Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade
Dr. André Caldas
Cc. PCML, AML, EMEL e media
No seguimento da reunião de ontem, que muito agradecemos, e das informações bastante úteis que nela nos foram prestadas, designadamente quanto às nossas preocupações relativas ao coberto vegetal e ao estacionamento automóvel, voltamos ao contacto convosco para insistirmos em alguns pontos que nos parecem fundamentais para que se preserve de facto a identidade dos logradouros em apreço, ou seja:
É para nós fundamental que todo e qualquer projecto de requalificação dos logradouros idealizados por Ribeiro Telles preserve/recupere o máximo possível dos elementos caracterizadores (“marca de água”) do projecto original para os 7 logradouros, e que, portanto, a Junta de Freguesia e a CML devem pugnar pela manutenção/recuperação/reconstrução, nos mesmos materiais e desenhos:
1. Os hexágonos, as lajes e os muretes de pedra que pontilham/pontilhavam os 7 logradouros, sem excepção, sendo que não vemos, por exemplo, qual a necessidade de remover as «lajes em calcário» do jardim do lado Sul (entre os nºs 36 e 12) uma vez que as mesmas se encontram em bom estado, para as substituírem por «pavimento betão contínuo in situ», quando poderia bastar a alteração do pavimento no corredor Norte.
2. As colunas de iluminação de marmorite, devidamente recuperadas e normalizadas (ISO), imagem de marca de todo o Plano de Alvalade e que têm vindo a ser abatidas sem qualquer critério ou justificação plausível ao longo das últimas décadas.
3. E os parques infantis de modo a que recuperem a imagética do projecto de origem, ainda que em novos materiais e mais seguros, desde logo os famosos foguetões, as “pedras da macaca”, de modo a que os mesmos não caiam na vulgarização, que é apanágio dos novéis parques infantis um pouco por toda a cidade. A propósito do foguetão (tão na memória de quem ali brincou nos anos 60 e 70) recorde-se que este conjunto arquitectónico (Prémio Municipal de Arquitectura) é de 1957, ano de lançamento do Sputnik e do início da corrida espacial entre a então URSS e os Estados Unidos da América.
Finalmente, notamos com agrado a remoção do estacionamento nos impasses ajardinados, não só por questões de segurança mas para se garantir a visibilidade entre os pilotis que separam os logradouros, seguindo a opinião da maioria dos moradores que estiveram presentes nas reuniões de discussão pública, como nos foi dito por V. Exa. Não deixamos porém de temer o aumento da pressão do estacionamento ilegal (passeios, passadeiras, canteiros, faixas de rodagem) nas imediações, se a EMEL não vier rapidamente a alargar o estacionamento pago/reservado a moradores no bairro das vivendas limítrofe, intensificando a fiscalização diurna e (sobretudo) nocturna.
Na expectativa, apresentamos os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Leiria, Carlos Moura-Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, João Filipe Guerreiro, Júlio Amorim, Jorge Santos Silva, Miguel de Sepúlveda Velloso, Ricardo Mendes Ferreira, José Amador, Fernando Silva Grade e Miguel Jorge
Tanta jura a Ribeiro Teles para isto, JF Alvalade? Bah!
Fotos de José-João Leiria
06/12/2016
Logradouros da Av. E.U.A. - Insistência junto da JF Alvalade
Dr. André Caldas
Cc. PCML, AML, EMEL e media
No seguimento da reunião de ontem, que muito agradecemos, e das informações bastante úteis que nela nos foram prestadas, designadamente quanto às nossas preocupações relativas ao coberto vegetal e ao estacionamento automóvel, voltamos ao contacto convosco para insistirmos em alguns pontos que nos parecem fundamentais para que se preserve de facto a identidade dos logradouros em apreço, ou seja:
É para nós fundamental que todo e qualquer projecto de requalificação dos logradouros idealizados por Ribeiro Telles preserve/recupere o máximo possível dos elementos caracterizadores (“marca de água”) do projecto original para os 7 logradouros, e que, portanto, a Junta de Freguesia e a CML devem pugnar pela manutenção/recuperação/reconstrução, nos mesmos materiais e desenhos:
1. Os hexágonos, as lajes e os muretes de pedra que pontilham/pontilhavam os 7 logradouros, sem excepção, sendo que não vemos, por exemplo, qual a necessidade de remover as «lajes em calcário» do jardim do lado Sul (entre os nºs 36 e 12) uma vez que as mesmas se encontram em bom estado, para as substituírem por «pavimento betão contínuo in situ», quando poderia bastar a alteração do pavimento no corredor Norte.
2. As colunas de iluminação de marmorite, devidamente recuperadas e normalizadas (ISO), imagem de marca de todo o Plano de Alvalade e que têm vindo a ser abatidas sem qualquer critério ou justificação plausível ao longo das últimas décadas.
3. E os parques infantis de modo a que recuperem a imagética do projecto de origem, ainda que em novos materiais e mais seguros, desde logo os famosos foguetões, as “pedras da macaca”, de modo a que os mesmos não caiam na vulgarização, que é apanágio dos novéis parques infantis um pouco por toda a cidade. A propósito do foguetão (tão na memória de quem ali brincou nos anos 60 e 70) recorde-se que este conjunto arquitectónico (Prémio Municipal de Arquitectura) é de 1957, ano de lançamento do Sputnik e do início da corrida espacial entre a então URSS e os Estados Unidos da América.
Finalmente, notamos com agrado a remoção do estacionamento nos impasses ajardinados, não só por questões de segurança mas para se garantir a visibilidade entre os pilotis que separam os logradouros, seguindo a opinião da maioria dos moradores que estiveram presentes nas reuniões de discussão pública, como nos foi dito por V. Exa. Não deixamos porém de temer o aumento da pressão do estacionamento ilegal (passeios, passadeiras, canteiros, faixas de rodagem) nas imediações, se a EMEL não vier rapidamente a alargar o estacionamento pago/reservado a moradores no bairro das vivendas limítrofe, intensificando a fiscalização diurna e (sobretudo) nocturna.
Na expectativa, apresentamos os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Leiria, Carlos Moura-Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Rui Martins, João Filipe Guerreiro, Júlio Amorim, Jorge Santos Silva, Miguel de Sepúlveda Velloso, Ricardo Mendes Ferreira, José Amador, Fernando Silva Grade e Miguel Jorge
02/12/2016
Empreitada de requalificação dos logradouros da Av. EUA (Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa) / Aplauso e SOS à JF Alvalade
Dr. André Caldas
C.c. PCML, AML, APAP, EMEL e media
No seguimento da recente colocação de estaleiro e afixação do cartaz em anexo nas portas de vários edifícios da Avenida dos Estados Unidos da América, anunciando o início iminente de obras de requalificação nos logradouros comuns aos edifícios daquela avenida, do nº 10 ao 48; que resultam do projecto original dos arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles e Miguel Jacobetty Rosa e executado pela CML (http://arquivomunicipal2.cm-lisboa.pt/xarqdigitalizacaocontent/Documento.aspx?DocumentoID=1113608&AplicacaoID=1) no desbravar dos quarteirões do Plano de Alvalade, projecto aliás inserido no conjunto merecedor do Prémio Municipal de Arquitectura (1956);
Somos a felicitar essa Junta de Freguesia por, finalmente, dar início à recuperação daqueles baldios - causa que se revela urgente desde há pelo menos 10 anos a esta parte e que é comum ao conjunto de logradouros do mesmo lado da avenida, acima da Av. Rio de Janeiro, e que tem levado este Fórum a emitir sucessivos alertas e a enviar vários pedidos de esclarecimento, até hoje sem resposta.
Face à informação agora divulgada pela Junta de Freguesia de Alvalade, relevam alguns pontos que se nos afiguram poder vir a desvirtuar o projecto original de Ribeiro Telles e Jacobetty Rosa, o que certamente não será intenção de V. Exa., numa altura em que todos temos por seguro o reconhecimento público da obra de ambos no panorama do nosso urbanismo-paisagismo.
Assim, apelamos à Junta de Freguesia de Alvalade para que, na sua qualidade de dono da obra, assegure desde já, a manutenção naqueles logradouros (e nos logradouros acima da Av. Rio de Janeiro) do que lá existe e existia do projecto original, a saber:
· A manutenção dos 2 parques infantis existentes (na realidade eram 1 parque infantil e 1 juvenil), com o desenho e os equipamentos então concebidos (o foguetão, o escorrega, etc.) e os que ainda existem (pedras da macaca, etc.) e a sua manutenção nos mesmos locais, e não a sua deslocação como é agora proposto;
· Os hexágonos de betão desenhados pelo Ribeiro Telles para garantirem a infiltração das águas;
· As várias centenas de arbustos (foram arrasados na última intervenção da CML, vai para 6 anos);
· A manutenção dos muretes em pedra e dos caminhos do projecto original;
· A existência de várias árvores monumentais (choupos, tipuana, bela-sombra, etc.), essencialmente nos logradouros entre a Av. Rio de Janeiro e a Av. Roma, que importa preservar a todo o custo;
· Finalmente, a necessidade de preservar, recuperando-as, obviamente, as colunas de iluminação de marmorite, da Cavan, que resistem desde o projecto original.
Solicitamos ainda a melhor atenção de V. Exa. para o seguinte:
· O plátano transplantado do Areeiro já morreu, por falta de rega;
· As nogueiras transplantadas da Av. Rio de Janeiro Estão em vias de morrer, também por falta de rega;
· O “recinto de mesas” agora proposto é perfeitamente possível no lote calcetado vago imediatamente ao lado do local agora proposto, o que resultaria numa muito mais adequada estética de conjunto;
· O péssimo estado da generalidade dos “relvados”, pelo que se aconselha que lavrem a terra e corrijam a acidez e a argila;
· A necessidade de se ponderar a remoção abrupta do estacionamento automóvel existente nos impasses, uma vez que isso poderá acarretar sérios problemas junto aos prédios vizinhos, e não se vislumbra como será possível fazer desaparecer todos os automóveis ali estacionados, muitos deles pertencendo a moradores que se vêem sem alternativas para estacionar. Assim, sugere-se a criação de algumas bolsas de estacionamento reservadas aos moradores nesses impasses (eventualmente dedicados aos moradores com filhos ou dificuldades de locomoção), com solução paisagística adequada. Repare-se que as ruas limítrofes (Raul Brandão, Epifânio Dias, Francisco Lourenço da Fonseca), por não disporem de estacionamento pago e fiscalização da EMEL, que deveria ser alargado, já têm durante o dia (mas também à noite) dezenas de automóveis estacionados ilegalmente em cima de passeios, esquinas ou em segunda fila, situação que só se poderá agravar se o presente projecto for avante sem correcções. .
Contem V. Exa. e essa Junta sempre connosco para o bem do Bairro e da qualidade de vida dos seus moradores, no respeito integral da obra urbanística e paisagística que Alvalade tão bem ainda representa no nosso quotidiano.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, José João Ralha, Fernando Jorge, Inês Beleza Barreiros, Martim Galamba, Jorge Pinto, Rui Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Filipe Guerreiro, João Leonardo, José Amador, Nuno Caiado, Fátima Castanheira e Maria Ramalho
07/10/2016
Antigo Retiro do Quebra Bilhas para o Roteiro Municipal do Fado
Vereadora Catarina Vaz Pinto
Exma. Senhora Directora do Museu do Fado
Dra. Sara Pereira
C.C. PCML, AML, JF Alvalade e media
Como será do conhecimento de V. Exas. o edifício do antigo Retiro Quebra Bilhas, no Campo de Grande nº 346-342, encerrado desde 2006 e pertença da adjacente instituição de cariz religioso Centro Cultural do Campo Grande, vai entrar em obras de conservação das fachadas, que não serão alteradas, ao que indica uma breve visita que fizemos ao local, mas também de alteração dos interiores e, previsivelmente, do seu vasto pátio rodeado por frondosa zona verde, parcialmente coberto, e onde se serviam as refeições e se cantava, com o seu antigo forno e salinhas recatadas num dos lados. Também restam mais de 40 cadeiras e 10 mesas em bom estado, talvez de cerca de 1930 ou anteriores.
Atendendo a que o amplo Retiro Quebra Bilhas é um dos últimos testemunhos materiais da História do Fado no século XIX que ainda subsiste, Fado que não se restringia aos bairros de Alfama ou Mouraria, mas se cantava nos arredores, de dia ou de noite, nas hortas e retiros dos arredores, neste caso bem próximo do Palácio do Conde de Vimioso, também ao Campo Grande, e onde está documentado ter cantado a famosa Severa - o Quebra Bilhas é mencionado na obra de referência (e fonte) "História do Fado" de Pinto de Carvalho, de 1903, p. 46.
E sendo hoje o Fado reconhecido, e bem, Património Imaterial da Humanidade, serve o presente para propormos a V. Exas. que, por via de protocolo a estabelecer com o proprietário, a CML assegure a preservação física deste espaço único, na medida do que for possível preservar de característico, restaurar respeitando a identidade, e ainda, tão importante, se divulgue o Retiro Quebra Bilhas como peça integrante do roteiro municipal do Fado, eventualmente associado ao Museu, incluindo espectáculos, contribuindo para a desconcentração dos locais turísticos da cidade.
Sugerimos, ainda, que se utilizem materiais tradicionais compatíveis com a alvenaria originária na obra em curso.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Pinto Soares, Pedro Henrique Aparício, Rui Martins, Carlos Moura, Fernando Silva Grade e Júlio Amorim
30/03/2016
09/06/2015
15/12/2014
Mais um atentado à calçada artística portuguesa
![]() |
| Foto de 13-12-2014 |
![]() |
| Foto de 13-12-2014 |





































