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15/03/2021

Aplauso à SCML por projecto de recuperação do edifício Arte Nova da Av. Almirante Reis, 74

Exmo. Sr. Provedor da SCML
Dr. Edmundo Martinho


CC. PCML, AML, JFAN, DGPC e media

Serve o presente para manifestarmos a V. Exa. o nosso regozijo pelo vosso projecto de alterações que permitirá ao edifício Arte Nova do nº 74 da Avenida Almirante Reis, V/propriedade e Imóvel de Interesse Público desde 1978, voltar ao seu esplendor!

Só podemos aplaudir esta V/iniciativa, bem como a sua imediata aprovação pela CML (Processo CML nº 161/EDI/2020), que não só corresponde da melhor maneira ao nosso apelo feito em 2014, como a sua concretização servirá de exemplo de boas-práticas, uma vez que por via de um projecto de alterações, e ao contrário do que é habitual na cidade de Lisboa, se garante desta vez a recuperação de um imóvel e a eliminação de todos os elementos espúrios e atropelos acrescentados ao longo de décadas, quer a nível das fachadas como dos interiores e logradouro, desde logo recuperando os magníficos azulejos da fachada principal, repondo as caixilharias em ferro, retirando a pála, etc.

Sendo este edifício Imóvel de Interesse Público, a sua recuperação à imagem do que já foi e que o fez digno daquela classificação, só pode merecer o elogio e o aplauso da cidade.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Helena Espvall, Júlio Amorim, Rui Pedro Barbosa, Carlos Moura-Carvalho, Luís Carvalho e Rêgo, Virgílio Marques, Miguel Jorge, Gustavo da Cunha, Pedro Jordão, Beatriz Empis, António Araújo, Pedro Fonseca, Maria João Pinto, Jorge Pinto, Paulo Pedro, Miguel de Sepúlveda Velloso, Pedro Ribeiro, Nuno Caiado, Maria do Rosário Reiche, Mariana Carvalho, Fernando Jorge, João Oliveira Leonardo

25/02/2021

Vitral partido na fachada Arte Nova da antiga Padaria Inglesa - alerta à CML

Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina


CC. AML

Chamamos a atenção de V. Exa., e da Câmara Municipal de Lisboa, para o facto de se encontrar partido, desde há dias, um dos vitrais da fachada em ferro da antiga Padaria Inglesa, localizada no edifício do Largo de São Julião, nº 8-9, conforme foto que remetemos (autor: Sousa Pereira).

Trata-se, recordamos, de uma loja que é propriedade da CML desde 1915, está inscrita na Carta Municipal do Património anexa ao PDM (item nº 20.24) e a sua fachada Arte Nova é o que resta das obras de remodelação ocorridas em 1993 e que modificaram por completo o interior da loja. Os lindíssimos vitrais (ver foto de Helena Aguiar, de 2020) são o elemento central da fachada e urge consertá-los.

Na expectativa, e colocando-nos ao dispor da CML para a identificação de especialistas que assegurem um restauro fidedigno do vitral partido, apresentamos os melhores cumprimentos.


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Beatriz Empis, Alexandra de Carvalho Antunes, Ana Alves de Sousa, Rui Pedro Barbosa, Virgílio Marques, Carlos Boavida, Júlio Amorim, António Araújo, Helena Espvall, Teresa Silva Carvalho, Maria do Rosário Reiche, Maria João Pinto, Ana Celeste Glória, Pedro Cassiano Neves, Jorge Pinto, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Oliveira Leonardo, Irene Santos, Rui Pedro Martins, Gustavo da Cunha, Bruno Palma

23/09/2020

Rua Camilo Castelo Branco: A mão pesada da "reabilitação" em Lisboa

Em 2011 o FCLX chamou atenção para esta moradia Arte Nova da «Lisboa Entre Séculos»:
 
 
Hoje, em 2020, está como se vê nestas imagens. Em Portugal isto significa que está a ser "reabilitada":
Em 2011 estava assim
 
 

18/12/2018

Palacete Visconde de Sacavém (MIP) - Pedido de intimação de obras

Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.c. Vereadora Catarina Vaz Pinto, AML, JF Estrela e media

Considerando que o Palacete do Visconde de Sacavém, sito na Rua Sacramento à Lapa, nº 24 é um edifício absolutamente único na cidade de Lisboa e por isso está classificado como Monumento de Interesse Municipal;

Considerando que este edifício se encontra ao abandono e já apresenta vidros partidos (ver foto em anexo),

Solicitamos a V. Exas. para darem instruções aos Serviços no sentido de a Câmara Municipal de Lisboa intimar o proprietário às necessárias medidas de conservação e reparação, de modo a que o edifício não entre em processo acentuado de degradação.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Pedro Cassiano Neves, Júlio Amorim, Fernando Jorge, Jorge Pinto, Rui Pedro Martins, Paulo Torres, Irina Gomes, Helena Espvall, Virgílio Marques, Rui Pedro Barbosa, Fátima Castanheira, João Oliveira Leonardo, Miguel Atanásio Carvalho, Henrique Chaves, Miguel de Sepúlveda Velloso, Maria do Rosário Reiche, Luís Mascarenhas Gaivão e Filipe e Bárbara Lopes

12/10/2018

Que bela porcaria!


A CML é extraordinária. E investidores como estes, é do que mais se precisa neste país que ainda é Europa. Parabéns, Vereador MS o seu gosto é de fino recorte! P.S. Para quem não saiba, esta moradia (e não é palacete) é das poucas coisas que restam com resquícios Arte Nova. Dava uma excelente sede de empresa de prestígio, dava um excelente clube, mas qual quê, assim é mais lindo. Triste país, credo. A foto desta trampa está aqui: https://www.dinheirovivo.pt/economia/grupo-brasileiro-aposta-em-lisboa-palacete-devoluto-sera-predio-de-seis-andares/ (alerta de Helena Espvall)

23/08/2016

Viva! Um Museu Arte Nova e Art Déco em Lisboa!


Na Rua 1º de Maio, vai nascer o Museu Berardo de Arte Nova e Art Déco... no edifício do mirante, mesmo por baixo da ponte. Boa notícia. Muita curiosidade em ver o que sai dali... (dica e foto da Inês Beleza Barreiros)

02/03/2015

Já agora, a moradia da Av. Berna, 8:


Agora que o Finibanco/Montepio retirou o telão, não pode a CML intimar os ditos cujos a reabilitarem esta moradia "Lisboa Entre-Séculos" com resquícios Arte Nova?

(fotos: Rui Martins)

01/12/2014

Prédio com fachada de azulejos Arte Nova na Av. Almirante Reis, N.º 74


Exmos. Senhor
Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Dr. Pedro Santana Lopes


Vimos alertar V. Exas pelo péssimo estado de conservação do edifício propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, sito na Avenida Almirante Reis, nº 74, em Lisboa, um prédio datado de , com decoração Arte Nova, e que é Imóvel de Interesse Público desde 1978 (Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978): http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3036.

. Não compreendemos como é possível este edifício estar nesta situação, ano após ano, sem que nenhuma Provedoria da Santa Casa da Misericórdia consiga alterar este estado e coisas.

Melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Bernardo Ferreira de Carvalho

C.C. CML, DGPC, JF Arroios, PISAL, SOS Azulejo

Pedido de ponto de situação à DGPC sobre Atelier-Oficina Ricardo Leone


Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Dr. Nuno Vassallo e Silva


C.C. GAB SEC, CML/VCVP

No rescaldo da nossa conferência “Lisboa Entre Séculos – A Arquitectura Ameaçada dos Séculos XIX e XX”, que se realizou em Abril passado, e no seguimento das várias iniciativas desenvolvidas até ao momento em memória do legado do Arq. Manuel Joaquim Norte Júnior na cidade de Lisboa e dos 135 anos decorridos do seu nascimento, designadamente:

· “Colóquio Norte Júnior ou o Triunfo do Ecletismo”, organizado pela Universidade Autónoma de Lisboa e pelo Instituto História de Arte da Universidade Nova em 20 e 21 do corrente;
· Quatro passeios guiados, organizados pelo Fórum Cidadania Lx durante 2014, sob os lemas “A Graça Operária e o Arq. Norte Júnior” (21.6.2014), “Os Palacetes Premiados de Norte Júnior” (28.11.2014), “A Arquitectura Ameaçada dos Séculos XIX-XX, a Avenida da Liberdade, o Bº Barata Salgueiro e o Arq. Norte Júnior“ (27.9.2014) e “A Avenida da República & Arq. Norte Júnior” (22.11.2014);
· Mapa-Roteiro Norte Júnior, da autoria do Fórum Cidadania Lx e à disposição de todos os interessados, em https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=zxByhOdTWw2Q.kcEcoE5PYu94, com todo o legado do Arq. Norte Júnior ainda existente em Lisboa;

E do que nos foi dado a conhecer localmente no decurso destas iniciativas, somos a solicitar a melhor atenção de V. Exa. para a necessidade de dignificar e dar a conhecer ao grande público a obra e a “Oficina de Vitrais e Mosaicos de Arte” de Ricardo Leone (1891-1971), principal responsável pela revitalização da arte do vitral em Portugal, no início do século XX.

Um vez que esse atelier-oficina, sito na Rua da Escola Politécnica, nºs 227-229, está sob a responsabilidade da Direcção-Geral do Património Cultural, e por esse motivo solicitamos ainda a V. Exa.:

1. Ponto de situação sobre a oficina, designadamente quanto ao seu estado de conservação, inventariação in situ, segurança anti-roubo.
2. A organização de uma visita guiada ao espaço.
3. A análise e ponderação, dada a exiguidade do espaço e a necessidade de preservação do mesmo, da sua eventual abertura permanente ao público, quiçá pela criação de uma equipa de projecto na DGPC, que ficasse encarregue de, entre outras coisas, a segurança e a manutenção do local, a reformulação espacial com eventual utilização do jardim, e a disponibilização de conteúdos
on line, no site da DGPC, abrangendo a obra produzida por Ricardo Leone nos edifícios e conjuntos classificados.

Colocando-nos à disposição da DGPC para a ajuda que for necessária, dentro das nossas limitações, iremos em breve incluir o atelier-oficina de mestre Ricardo Leone no roteiro acima já elaborado para o legado de Norte Júnior em Lisboa, e nas demais ferramentas de inventariação e divulgação da arquitectura e do património de transição da cidade de Lisboa, que iremos desenvolver durante o próximo ano.

Com os melhores cumprimentos.


Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, Jorge Pinto, António Araújo, Inês Beleza Barreiros, Miguel de Sepúlveda Velloso, João Oliveira Leonardo, Júlio Amorim, Virgílio Marques e Jorge Santos Silva

15/10/2013

Apelamos à DGPC para agir sobre o nº 89 da Avenida da República!

Resposta da Unidade de Intervenção Territorial do Centro (CML/Urbanismo):


Ex.mos Srs.

Encarrega-me a Sra. Diretora da Unidade de Intervenção Territorial Centro, Engª Leonor Pinto, de acusar a receção do vosso e-mail de 09 de outubro de 2013 e informar que na sequência do mesmo, foi visitado o edifício em 11 de Outubro de 2013, tendo sido verificado o mau estado de conservação do mesmo.

Nesta sequência, através do despacho da Sra. Diretora, de 14 de Outubro de 2013, foi determinada vistoria nos termos do Art.º 90 do RJUE e agendada para dia 22 de Novembro de 2013, estando a ser produzidos os ofícios a serem enviados ao proprietário e ocupantes.

Irá ainda promover-se reunião com o proprietário nos serviços, a fim de se aferir as suas pretensões e concertarem-se os esforços para que a reabilitação se concretize com a brevidade possível.

Atentamente

Unidade de Intervenção Territorial Centro

...


Exma. Senhora
Directora-Geral do Património Cultural,
Dra. Isabel Cordeiro

C.C. SEC, PCML, AML, Media


No seguimento de outras mensagens por nós enviadas ao antigo IPPAR/IGESPAR, e já a essa Direcção-Geral, somos a solicitar a intervenção dos serviços que V. Exa. dirige no sentido de instarem o proprietário do edifício sito na Avenida da República, nº 89, em Lisboa (com base no disposto no Artigo 21º, ponto 2, alínea b) da Lei nº 107/2001), Imóvel de Interesse Público (Decreto n.º 129/77), a executar:

1. As medidas de protecção e salvaguarda necessárias a que este valioso edifício possa resistir às intempéries e a eventuais roubos e/ou actos de vandalismo.

2. As obras indispensáveis que garantam a salvaguarda dos elementos importantes deste edifício, como sejam os estuques dos tectos e a escadaria, uma vez que a clarabóia se encontra quebrada e o telhado não se encontra em bom estado de conservação.

Recordamos que este belo edifício ecléctico foi construído em 1909 por J. Rodrigues Prieto em clara inspiração no celebérrimo trabalho de Antoni Gaudí e Victor Horta, encontrando-se na actualidade praticamente genuíno no que toca à sua construção e decoração.

Face ao manifesto desinteresse e à apatia da Câmara Municipal de Lisboa para com o destino deste edifício desde 1989 (altura em que patrocinou algumas obras de restauro), que aliás se estende à generalidade do património edificado em finais do Século XIX, princípios do XX, mormente ao que diz respeito às Avenidas Novas, cremos caber à Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) a oportunidade de marcar a diferença e de agir, dando assim corpo às competências que a Lei lhe atribui:

«Assegurar a gestão, salvaguarda, valorização, conservação e restauro dos bens que integrem o património cultural imóvel, móvel e imaterial do País, bem como desenvolver e executar …assegurar o cumprimento das obrigações do Estado no domínio do inventário, classificação, estudo, conservação, restauro, protecção, valorização e divulgação do património cultural móvel e imóvel…»

Reafirmamos a nossa convicção de que deste modo, Senhora Directora-Geral, a DGPC possibilitará a que, pelas boas-práticas, os cidadãos de Lisboa recuperem a confiança e a estima por essa Instituição.

Com os melhores cumprimentos

Bernardo Ferreira de Carvalho, Nuno Caiado, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Fernando Jorge, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Alexandre Marques da Cruz, José Morais Arnaud, Rita Filipe Silva, João Oliveira Leonardo, Jorge Pinto, Paulo Lopes, Carlos Matos, José Filipe Toga Soares, António Araújo e Beatriz Empis