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20/12/2018

Demolição de moradia modernista de Cristino da Silva - Pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. PCML, AML, JFAN, MP e media

Constatada a demolição, rápida e eficaz, da moradia cuja autoria era atribuída do insigne arq. Luís Cristino da Silva, na Av. João Crisóstomo, nº 27.

E considerando que a mesma se encontrava em bom estado de conservação;

Solicitamos a V. Exa. que dê conhecimento público:

* Das razões objectivas para que a CML tenha permitido o abate da moradia referida, sem o discutir e aprovar previamente em sede de Reunião de CML;
* Do relatório de engenharia de estruturas que suportou esse abate;
* Do projecto de arquitectura previsto para este lote.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Carlos Moura-Carvalho, Luís Mascarenhas Gaivão, Pedro Cassiano Neves, Henrique Chaves, Inês Beleza Barreiros, Ana Homem de Almeida, Miguel Atanásio Carvalho, Filipe Teixeira, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Fátima Castanheira, Maria do Rosário Reiche, Paulo Lopes, Rui Pedro Martins, Jorge Pinto,Jozhe Fonseca

Av. Conde Valbom, nº 25 e 27 - Pedido de esclarecimentos à CML


Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. PCML, AML, JFAN, MP e media

Como é do conhecimento de V. Exa, os dois edifícios Lisboa “Entre-Séculos”, característicos das Avenidas Novas e sitos nos nºs 25 e 27 da Avenida Conde Valbom, eram dois edifícios praticamente gémeos (conforme foto in Google/street view) e encontravam-se até há poucos anos perfeitamente habitáveis, sendo que o edifício do nº 25 foi objecto de obras de reabilitação há poucos anos.

Considerando que há cerca de 1 ano, depois de formalmente devoluto, foi demolido o edifício do nº 27, para construção de um hotel, cuja imagem virtual disponível ao tempo é a que anexamos.
Considerando que há dias foi noticiado que o último inquilino do nº 25, o alfaiate Noronha Pinto, tem ordem de despejo.
Considerando que se a operação urbanística em causa para os dois edifícios configura um emparcelamento e, como tal, deve ser objecto de procedimento administrativo adequado;

Solicitamos a V. Exa. que dê conhecimento público:

* Das razões objectivas para que a CML tenha permitido o abate do edifício do nº 27, sem o discutir e aprovar previamente em sede de Reunião de CML;
* Do relatório de engenharia de estruturas que suportou o abate do edifício do nº 27;
* Do projecto de arquitectura previsto para o nº 25.
* Da sustentação técnica para uma eventual demolição do nº 25.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Filipe Teixeira, Virgílio Marques, Miguel Atanásio Carvalho, Pedro Cassiano Neves, Júlio Amorim, Henrique Chaves, Inês Beleza Barreiros, Jorge D. Lopes, Luís Mascarenhas Gaivão, Ana Homem de Almeida, Pedro Fonseca, Fátima Castanheira, Jozé Maria Amador, Paulo Lopes, Maria do Rosário Reiche, Rui Pedro Martins, Helena Espvall, Gonçalo Cornélio da Silva, Helena Espvall, Jorge Pinto

06/11/2017

Demolição do edifício da Av. João Crisóstomo, 44, Lisboa – Queixas à Provedoria de Justiça e ao MP


Exma. Senhora Provedora de Justiça
Prof. Doutora Maria Lúcia Amaral


C.c. PCML, DGPC

Somos a apresentar queixa à Provedoria de Justiça relativamente a​o processo urbanístico Proc. Nº 1286/EDI/2016, que culminou na demolição total do edifício sito na Avenida João Crisóstomo, nº 44, em Lisboa.

Com efeito, decorre neste preciso momento a demolição da fachada principal do edifício (ver fotos em anexo), que seria, supostamente, para manter, nos termos do projecto acima referido, aprovado por despacho do vereador Manuel Salgado, correspondente a alterações com ampliação e manutenção de fachada.

Acresce que este mesmo edifício, onde funcionou até há pouco tempo uma residencial, se encontrava em bom estado de conservação, pelo menos até à demolição das moradias contíguas, pelo que não colhe o argumento da instabilidade estrutural do edifício, da firma LMSA, como justificativo para se ultrapassarem as normas vigentes no actual Plano Director Municipal e ser assim aprovado o projecto de alterações com demolição dos interiores.

Apelamos a Vossa Excelência e aos serviços da Provedoria de Justiça para que averiguem da justiça e legalidade dos procedimentos administrativos que conduziram ao desaparecimento do edifício em apreço.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, André Santos, Inês Beleza Barreiros, Fátima Castanheira, Rui Martins, Rui Pedro Barbosa, Alexandra de Carvalho Antunes, Maria de Morais, Miguel Atanásio Carvalho, Júlio Amorim, Maria do Rosário Reiche, Jorge Pinto, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Fernando Jorge, Filipe Lopes, Pedro Ribeiro e Martim Galamba

...

Exma. Senhora Procuradora Geral da República
Juiz​a Joana Marques Vidal​


C.c. PCML, AML

Somos a apresentar queixa junto Ministério Público relativamente a​o processo urbanístico Proc. Nº 1286/EDI/2016, que culminou na demolição total do edifício sito na Avenida João Crisóstomo, nº 44, em Lisboa.

Com efeito, decorre neste preciso momento a demolição da fachada principal do edifício (ver fotos em anexo), que seria, supostamente, para manter, nos termos do projecto acima referido, aprovado por despacho do vereador Manuel Salgado, correspondente a alterações com ampliação e manutenção de fachada.

Acresce que este mesmo edifício, onde funcionou até há pouco tempo uma residencial, se encontrava em bom estado de conservação, pelo menos até à demolição das moradias contíguas, pelo que não colhe o argumento da instabilidade estrutural do edifício, da firma LMSA, como justificativo para se ultrapassarem as normas vigentes no actual Plano Director Municipal e ser assim aprovado o projecto de alterações com demolição dos interiores.

A presente queixa visa o apuramento de responsabilidades a nível administrativo (eventual violação de normas de direito do urbanismo/administrativo), bem como, eventualmente, criminais.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, André Santos, Inês Beleza Barreiros, Fátima Castanheira, Rui Martins, Rui Pedro Barbosa, Alexandra de Carvalho Antunes, Maria de Morais, Miguel Atanásio Carvalho, Júlio Amorim, Maria do Rosário Reiche, Jorge Pinto, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, Fernando Jorge, Filipe Lopes, Pedro Ribeiro e Martim Galamba

24/05/2017

Mas que grandes ANIMAIS!


«Isto é um crime da responsabilidade da Junta de freguesia das Av. Novas. Poda de jacarandás em plena floração», por Rosa Casimiro in ‎Plataforma em Defesa das Árvores (facebook), e fotos de Lavínia Maria Uva

05/04/2017

Av. Visconde de Valmor, 71 - protesto pela "reabilitação urbana" já aprovada

Exmo. Senhor
Vereador Manuel Salgado


C.c. PCML, AML, GVCVP, JFAN, DGPC e media

Vimos pelo presente apresentar o nosso protesto pela aprovação da obra de demolição total (com manutenção de fachada) do prédio de "Lisboa Entre-Séculos", sito na Avenida Visconde de Valmor, nº 71 e de que anexamos imagem.

Com efeito, trata-se de mais um exemplo da política de "reabilitação urbana" prosseguida pela CML com que não podemos concordar, desde logo porque não cumpre com o disposto pela própria CML no seu site («Reabilitação urbana é a forma de intervenção integrada sobre o tecido urbano existente, em que o património urbanístico e imobiliário é mantido, no todo ou em parte substancial …») e porque esta prática tem servido de destruição maciça do património de transição da nossa cidade, sobretudo nas martirizadas Avenidas Novas, pelo que a muito breve trecho apenas nos restará em toda a cidade um punhado de edifícios dessa época, quiçá os escassos exemplares classificados de Interesse Municipal ou Público.

No caso presente, aliás, é confrangedora a solução arquitectónica e urbanística encontrada sob forma de "reabilitação", com a união deste edifício ao edifício do hotel da Av. Conde Valbom (42-54), portanto outro arruamento, cuja leitura exterior é aliás perfeitamente dispensável numa Lisboa que se pretende culturalmente exigente. O corolário desta "reabilitação" é uma piscina na cobertura do nº 71 da Visconde de Valmor!

Continuamos a pensar que em vez de continuar a incentivar estas intervenções abusivamente ditas de reabilitação urbana, mormente em casos de projectos de índole turística que já de si se permitem ignorar a regulamentação urbanística para os edifícios das demais utilizações, a CML e os serviços que V. Exa. tutela deviam intimar os proprietários dos edifícios desta época, abandonados e estropiados como no presente caso do nº 71 da Av. Visconde de Valmor, a fazer obras de conservação e reabilitação, no estrito cumprimento do que a CML defende no preâmbulo do seu site, i.e., em que a reabilitação é considera, e bem, como "forma de intervenção integrada sobre o tecido urbano existente, em que o património urbanístico e imobiliário é mantido, no todo ou em parte substancial".

Este é mais um exemplo em que ao proprietário compensou esvaziar o edifício dos seus inquilinos, permitindo o vandalismo e roubo do mesmo, etc., etc.

Não entendemos como a CML prossegue com esta prática.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Miguel Atanásio Carvalho, Fernando Silva Grade, Beatriz Empis, José Filipe Soares, Pedro Malheiros Fonseca, Júlio Amorim, João Oliveira Leonardo, Luís Serpa, Fátima Castanheira, Martim Galamba, Maria do Rosário Reich, Irene Santos, Nuno Castelo-Branco e Bárbara Lopes e Filipe Lopes

15/02/2017

Valha-nos que há quem "ame" o legado de Pardal Monteiro!


E como o amor não tem barreiras, eis o que a Prologica (c/proj do arq. Pedro Carrilho) acaba de submeter à CML para aprovação! Lindo, o amor de ambos pelo legado de Porfírio Pardal Monteiro! Que a CML chumbe este aborto, com rapidez e dureza, por favor.

10/10/2016

Acabadinha de vender e já com projecto turístico. FORÇA, CML, chumbem toda e semelhante veleidade!

«Reunião de CML de dia 13 de Outubro

Proposta n.º 517/2016 (Subscrita pelo Sr. Vereador Manuel Salgado)
Aprovar a homologação de parecer desfavorável, referente ao Pedido de Informação Prévia para a obra de ampliação, para o projeto de instalação de um empreendimento turístico no imóvel e jardim, Prémio Valmor de Arquitetura e Classificado Imóvel de Interesse Público - “Casa de Ventura Terra, incluindo os elementos decorativos que a integram e o respetivo parque”, Freguesia das Avenidas Novas, que constitui o processo n.º 1206/EDI/2015, nos termos da proposta;»

25/11/2015

Pedido de inclusão do Largo de São Sebastião da Pedreira no Programa "Uma Praça em Cada Bairro"


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. AML, JF e media

No âmbito do Programa "Uma Praça em Cada Bairro" (http://www.cm-lisboa.pt/participar/uma-praca-em-cada-bairro), programa que consideramos ser uma enorme mais-valia para a Lisboa do amanhã, ao permitir a devolução de mais e melhor espaço público ao peão e, assim, uma melhor qualidade de vida ao cidadão, somos a solicitar a inclusão no mesmo do Largo de São Sebastião!

Com efeito, não apenas o dito largo continua a não ser um largo mas antes um estacionamento anárquico de automóveis, como não tem qualquer placa central digna desse nome; não tem outras árvores que não os 6 choupos de alinhamento do passeio nascente; não tem nenhum tipo de mobiliário urbano e muito menos trata convenientemente a mobilidade dos peões, sobretudo os que transitam entre o dito largo e a Rua Doutor António Cândido, vencendo o desnível de cota ali existente. E se os passeios se mantêm há anos em péssimo estado e a precisarem de reperfilamento, o asfalto ainda estará em piores condições, com buracos, remendos mal feitos, etc. Também precisa de ser revista a localização das passadeiras de peões e, obviamente, precisa ser objecto de sérias medidas de redução de tráfego automóvel por via do seu reordenamento. Também a Igreja de São Sebastião da Pedreira e o Palácio Vilalva precisam de um outro tratamento paisagístico e histórico-cultural, que os dignifique.

Consideramos, pois, ser uma grave lacuna a ausência do Largo de São Sebastião do Programa “Uma Praça em Cada Bairro”, pelo que solicitamos à CML que corrija essa lacuna e faça justiça a este esquecido largo da cidade.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Odete Pinto, Carlos Leite de Sousa, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Maria do Rosário Reiche, Inês Beleza Barreiros, Pedro Cruz Gomes, Fernando Jorge, Nuno Caiado, João Leitão (7.10.2015)

...

Resposta do Sr. Vereador Manuel Salgado (24.11.2015):

Exmos Senhores
Fórum Cidadania Lx


Não tendo sido integrado originalmente na listagem organizada em colaboração com as Juntas de Freguesia, informo que incluímos o projecto em causa no Programa Pavimentar Lisboa 2015-2020. Os objectivos da intervenção são em tudo idênticos ao previsto num Programa “Uma Praça em Cada Bairro”, prevendo melhoria ao nível do espaço público no Largo de São Sebastião da Pedreira e ruas adjacentes:

a) reorganização e relocalização da rede viária, de circulação e atravessamento com domínio e imagem de largo;
b) desenvolver o compromisso entre uma solução viária funcionalmente estruturada e um espaço público pedonal marcante, que retome a leitura do largo como um todo, através do destaque da frente edificada desde a Igreja de São Sebastião da Pedreira até ao Palácios Sá da Bandeira e Vilalva;
c) reforço da visibilidade e relação arquitectónica e paisagística do largo com alçados norte e nascente face à qualidade do edificado;
d) reforço da continuidade pedonal na envolvente nascente com qualidade patrimonial (Igreja, conjunto de casario e palácio Sá da Bandeira) ;
e) disponibilidade de maior área de espaço público e esplanadas comercias, na envolvente do largo e na rua Augusto dos Santos;
f) Integração de percurso ciclável em zona de coexistência no largo de São Sebastião e na Rua Augusto Santos, em continuidade da ligação ao Parque Eduardo VII;
g) Integração de um posto de sistema bicicletas partilhadas no Largo de São Sebastião;
h) Garantia de acessos a garagens e moradores.
Oportunamente será realizada a discussão pública do projecto.

Na expectativa de que estas informações sejam úteis, apresento os meus melhores cumprimentos,

O Vereador
Manuel Salgado

29/07/2015

É uma vergonha, senhores!


O que a JF Avenidas Novas está a permitir que se faça às tipuanas fabulosas da Conde Valbom, uma V-E-R-G-O-N-H-A!


Foto: Joana Madeira Silva in Facebook

01/06/2015

O DIFÍCIL RELACIONAMENTO ENTRE AS JUNTAS DE FREGUESIA, OS CIDADÃOS E AS ÁRVORES NA CIDADE DE LISBOA.


Na Rua Tomás Ribeiro, Freguesia das Avenidas Novas, todas as árvores adultas foram abatidas (12 Choupos-Brancos).

PARA QUE LISBOA NÃO ESQUEÇA O ASPECTO DE ALGUMAS DAS SUAS RUAS NO FATÍDICO ANO DE 2015 !!!!


João Pinto Soares

05/05/2015

Felicitações à DGPC pela abertura de novo processo de classificação ao edifício da Pç.Saldanha 28-30/ Av. República, 1


Exmo. Senhor
Director-Geral do Património Cultural
Doutor Nuno Vassalo e Silva


Vimos pelo presente enviar as nossas felicitações pela «Abertura de novo procedimento de classificação do imóvel sito na Praça do Duque de Saldanha, 28 a 30, e na Avenida da República, 1 e 1-A, Lisboa, freguesia das Avenidas Novas, concelho e distrito de Lisboa», hoje publicada em Diário da República - DR nº 85/2015 (https://dre.pt/application/file/67124191).

Trata-se de uma excelente notícia, e um acto de justiça para com este edifício. Fazemos votos para que desta vez o processo seja finalizado e o edifício seja classificado.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Jorge Santos Silva, Júlio Amorim, Carlos Moura-Carvalho, Gonçalo Cornélio da Silva, Rui Martins, Paulo Lopes, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, Maria Ramalho, José Filipe Soares, Fernando Jorge, Miguel Lopes Oliveira, Miguel de Sepúlveda Velloso, André Santos, Fátima Castanheira, João Oliveira Leonardo, Pedro Formozinho Sanchez, José Morais Arnaud, Cristiana Rodrigues, Maria Maia, Miguel Atanázio Carvalho

04/04/2015

Caos no Bairro Azul

Na sequência de um post que publiquei (aqui), e também na Rua Marquês da Fronteira, a poucos metros da zona a que na altura me referi, o caos continua.

Em meados de Fevereiro o meu amigo Paulo Ferrero, publicava no Facebook a foto abaixo com a seguinte legenda - "Tanta miséria junta no espaço de 20 metros, Junta 2 caldeiras sem árvores, 1 árvore tombada, o vidrão terceiro-mundista e pilaretes partidos! Até qdo?"

Foto Paulo Ferrero 19-2-2015

Se quanto ao vidrão discordo da opinião do Paulo Ferrero, apenas se podendo questionar a sua localização, a verdade é que este troço da Rua Marquês da Fronteira, que liga a Rua Fialho de Almeida à Av. Ressano Garcia, tem sido desde a sua reformulação há uns anos, constantemente massacrado, muito por fruto do piso escorregadio que incompreensivelmente foi escolhido, (tipo calçada mas para os automóveis), e que desde logo se mostrou ser inapropriado para aquela curva, com um declive relativamente acentuado e que inúmeros acidentes tem provocado ao longo dos anos.

Estes permanentes acidentes, provocados por vezes por pequeníssimas derrapagens, deitam constantemente abaixo os pilaretes que delimitam a faixa de rodagem, sendo infrutíferas as suas substituições, pois rapidamente voltam a ser derrubados.

Entretanto, iniciaram-se umas obras junto das 2 saídas do metropolitano (1 na R. Marquês da Fronteira e a outra no início da Av. Ressano Garcia), relativamente às quais não se percebe a finalidade e que se encontram paradas já há mais de meio ano, agravando ainda mais o estado em que esta zona se encontra.

Até quando se irão manter estes estaleiros, cuja propriedade e responsabilidade não está afixada?

Quanto às árvores de que o Paulo Ferrero se queixa e bem, parece-me ser a questão de mais fácil resolução. Espero que a Junta de Freguesia de Aveninas Novas, no seu plano para as árvores em caldeira, as reponha o mais rápido possível (como aliás tem vindo a fazer em vários pontos da freguesia) e intervenha sobre a que se encontra inclinada no sentido de tomar medidas que corrijam a já forte inclinação que apresenta.

Já relativamente ao piso da faixa de rodagem, não se percebe por que é que desde o início não foi adoptada, por exemplo, uma solução idêntica à escolhida para o passeio mesmo ali ao lado (e mais recentemente na entrada do El Corte Inglés), que utiliza dois tipos de pedra, diminuindo em muito o risco de derrapagem, mas que ao mesmo tempo permite manter a luminosidade que a nossa calçada portuguesa tão bem sabe transmitir à cidade e tão característica é. Mas uma coisa é certa, se nada se fizer, os acidentes irão continuar, os pilaretes continuarão a ser derrubados (nem sei se valerá a pena investir na sua substituição) e os buracos provocados pelo derrube dos mesmos continuarão a "nascer" e a aumentar. É urgente, pois uma intervenção, que substituindo o piso existente, termine de vez com este caos.


07/03/2015

Entre a fortuna e o azar vão apenas 50 metros:


A este do Arco do Cego, em frente ao mausoléu CGD, saiu-lhe a sorte grande, mau grado a praga dos perfis em pvc (não há bela sem senão).


Já este outro, coitado, também Déco, na rua antes, na Av. Barbosa du Bocage, virado para o muro das Galveias, não há meio de deixar a mala pata (mas não há mal que sem dure).

16/02/2015

PSP faz da via pública armazém

Entre manifestações, à porta do Ministério da Saúde, a PSP já não se dá ao trabalho de retirar as baias que utiliza para manter os manifestantes do outro lado da rua. Pura e simplesmente deixa-as no meio do passeio, há já vários meses.

Vão utilizando-as sempre que há manif e depois voltam a amontoá-las no passeio. O peão que se lixe.

Porque não utilizar um dos lugares de estacionamento ou a garagem do Ministério? Seria mais sensato. Ou não?