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29/09/2017

Finalmente, o Almada-Carvalhais está no bom caminho...

Finalmente, parece que é desta que o Palácio Almada-Carvalhais (MN) - fotos de José Aguiar e Pedro Pacheco, em 2014 (Facebook) - está entregue a alguém com bom gosto e bem intencionado. Pelo menos, gostei do que ouvi do Arq. Pedro Reis, durante a visita da Open House, sobre o que (se) pretende fazer no palácio (ou o que dele resta). Oxalá dê tudo certo e o PAC não mude de mãos novamente...

24/08/2017

Ui, ui, ui


Refere o autor da foto (Alexandre Pomar, in Facebook), que o painel foi para restauro e é para repor. Bom, mas não podiam restaurá-lo ali? O prédio vai para obras, é? Isto vai ser para repor como repuseram aqueles do hall do edifício da Biblioteca Camõe, no Loreto? Temo que isto tudo dê asneira da grossa. Este painel publicitário, tal como outros (poucos) ainda existentes em Lisboa (o estropiado da loja de ferragens mais atrás, o do bar americano, o do prédio da seguradora, no Corpo Santo, e mais uns 2-3), há muito que devia ser classificado de Interesse Público e tratado como tal. O giro giro da coisa é estar isto a ser feito um dia depois da publicação de mais uma portaria em defesa do património azulejar. Vamos ver no que isto dá ...

...

E até ver a coisa está bem assegurada, porque é a "Conservação ao Quadrado" que está a tratar da sua saúde. Oxalá tudo corra pelo melhor e possamos todos ver com agrado a reposição exemplar daqueles que são talvez os azulejos publicitários mais bonitos de Lisboa, dos poucos que ainda restam, aliás.

«A conservação ao Quadrado tem a enorme satisfação de estar intervir num dos mais conhecidos exemplos de publicidade em azulejo! Alguém conhece? :) — a sentir-se orgulhoso/a» (in Facebook)

27/12/2016

Cabaz de Natal I - A Baronesa (LOL)


Fotos: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1105323&page=358

28/04/2015

ESPLANADAS DE LISBOA: Lg Conde Barão




Em plena ZEP de um Monumento Nacional - Palácio ALmada Carvalhais - continuamos a assistir à total impunidade e desrespeito pela Lei do Património. Estas esplanadas estão há vários anos cronicamente ocupadas com este tipo de mobiliário de plástico e cores fortes - as cadeiras e chapéus de sol que se vê nas imagens acabaram de ser "oferecidas" e instaladas no passeio público! Esta marca de cerveja já não se livra de ficar na história como uma das que mais contribui para o caos e feladade em que se encontra grande parte do espaço público dos bairros históricos de Lisboa. E é esta mesma marca que surge todos os anos como "Patrocinador Principal" das Festas de Lisboa (EGEAC).

18/09/2013

Estado lastimável do Palácio Almada-Carvalhais (Monumento Nacional)


Exma. Senhora
Directora-Geral do Património Cultural,
Dra. Isabel Cordeiro


C.C. SEC, PCML, AML, Media

Vimos pelo presente indagar junto de V. Exa. sobre quais os procedimentos que essa Direcção tem previsto dar início no sentido de dar cabal cumprimento à sua missão primeira, a de «assegurar a gestão, salvaguarda, valorização, conservação e restauro dos bens que integrem o património cultural imóvel, móvel e imaterial do País, bem como desenvolver e executar …assegurar o cumprimento das obrigações do Estado no domínio do inventário, classificação, estudo, conservação, restauro, protecção, valorização e divulgação do património cultural móvel e imóvel…», corrigindo assim a passividade recente desse organismo e dos que lhe deram origem, mais propriamente no que se refere ao Palácio Almada-Carvalhais, sito no Largo do Conde Barão, em Lisboa, que está classificado Monumento Nacional desde 1920 (DG, II Série, n.º 158, de 8-07-1920) e de cujo estado lastimável damos conta nas fotos em anexo.

Independentemente do notório desinteresse e apatia da Câmara Municipal de Lisboa para com o destino deste Palácio de riquíssima história e não menos património, certamente do conhecimento de V. Exa., facto que se tem traduzido ao longo das últimas décadas na sua destruição progressiva e no vandalismo descarado do edifício e da sua decoração; cremos que essa Direcção tem igualmente sido pouco mais do que inexistente neste processo, face às suas próprias competências e responsabilidades.

É chegado o momento de mudar!

Este edifício, pré-terramoto e residência dos antigos provedores da Casa da Índia, é um dos mais importantes de Lisboa, que mantém, apesar de tudo, a sua imponência e pormenores de rara beleza e importância histórica e arquitectónica (torre, abóbodas da entrada, pátio setecentista, e salões, tectos, janelas e varandas do piso nobre) e de que a informação disponibilizada online pelo ex-Igespar faz prova em http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70251 .

Cremos, portanto, que importa a essa Direcção tomar uma atitude desde já e a dois níveis:


1. Intimar o proprietário, seja ele privado ou uma entidade pública, a executar desde já as medidas de protecção e salvaguarda necessárias a que o edifício (Artigo 21º, ponto 2, alínea b) da Lei nº 107/2001):

1.1 Resista às intempéries.
1.2.Deixe de ser alvo de roubo e vandalismo.

2. Indicar ao proprietário e à CML, sob a forma de ‘caderno de encargos’, quais os elementos arquitectónicos e decorativos a preservar prévia e obrigatoriamente em sede de projecto de alterações/ ampliação/demolição/construção nova a apresentar à CML pelo proprietário.

Estamos convictos que assim, Senhora Directora-Geral, por via de uma tomada de posição nestes termos, essa Direcção fará toda a diferença, dando bom uso das suas competências e permitindo-se, doravante, boas práticas e prosseguir eficazmente na sua missão.

Também importante, tal permitirá aos cidadãos recuperarem a confiança no Estado e a consideração por essa Instituição. Com os melhores cumprimentos


Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, Fernando Jorge, Virgílio Marques, Júlio Amorim, Miguel Velloso, José Filipe Toga Soares, João Leitão, Miguel Lopes, Paulo Dias Figueiredo, João Oliveira Leonardo, Nuno Caiado, João Mineiro e Miguel Jorge

Fotos: Miguel Velloso

04/02/2013

POSTAIS DO CONDE BARÃO



Cenário típico de uma Zona Especial de Protecção de Monumento Nacional em Lisboa. Largo do Conde Barão, na zona urbana do Parlamento da República Portuguesa.