Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
23/08/2015
WMF: Unmanaged tourism can damage cultural sites
Unmanaged tourism can damage cultural sites. Visitors can make a difference. Travel responsibly with these ten simple guidelines.
Know the History
Before you travel, read up on the history and culture of your destination. Use the internet to get leads on local specialties and off-the-beaten-path sites from locals and other travelers. Learn a few basic phrases in your destination’s local language.Reduce Your (Carbon) Footprint
Walking, biking, and trekking or exploring one place in-depth is a good way to reduce your carbon footprint. At urban destinations, walk or take public transit whenever possible. You’ll see more and avoid getting stuck in rush-hour traffic!Be Eco-Friendly
Conservation should always be on a traveler’s mind: whatever helps the environment, such as recycling or staying in an eco-friendly hotel, also protects heritage.Respect the Local Culture
Show respect for and interest in the local culture. At sacred sites, dress modestly, speak softly, and be mindful of people who are there to worship. Seek out local celebrations and festivals – they can provide a unique glimpse into local culture and are a fun way to meet locals, sample traditional foods, and learn about your destination’s heritage.Go Off the Beaten Path
Visit lesser-known places—they may be far more rewarding (not to mention less crowded) than tourist hotspots. The Taj Mahal may be a must-see, but India has more than 25 other spectacular World Heritage Sites.Be Gentle in Your Travel
Be mindful of visitor wear and tear. Visiting crowded sites at off-peak hours or popular destinations in the off-season will reduce your impact. Stick to marked paths. Wear comfortable footwear such as sneakers; heels can damage fragile sites. Don’t climb on monuments or touch rock carvings, as it can damage them.Don’t Be Flashy with Photos
Take only photographs, and make sure that a flash is permitted because a flash can damage centuries-old artwork. Be aware of local traditions when photographing people and when in doubt, ask permission before snapping a picture. Never remove anything from a site: you may think one stone won’t be missed, but if every one of Pompeii’s two million annual visitors took something home, soon there’d be nothing left.Buy Local
Support the local economy by buying crafts from local artisans as souvenirs. Be wary of “antiquities” as these could be looted or forgeries. Patronize smaller hotels and local restaurants—that way the money you spend boosts the local economy and helps preserve heritage.Join the Cause
Help threatened sites, either through donations to organizations like World Monuments Fund or by volunteering—either in your community or on a “voluntourism” trip. There are many opportunities to combine travel and volunteerism, and ways to help range from building houses to participating in archeological digs.Educate
Tell friends and family about responsible heritage tourism. Raise awareness by sharing your experiences on social media sites like Facebook and Flickr, or your own travel blog. Start a global conservation conversation!
Download these guidelines and take them along on your next trip!
http://www.wmf.org/content/sign-our-pledge
Foto: Rua de São João da Praça / Alfama
22/08/2015
21/08/2015
Publi-Cidade: Igreja de N. Sra. da Saúde/Martim Moniz
Publi-Cidade: Igreja de N. Sra. da Saúde/Martim Moniz - estranha colaboração entre uma marca de gelados e a EGEAC-Festas de Lisboa (!?!)
20/08/2015
3 faixas de rodagem, 0 passeios, viola Lei da Acessibilidade
Vimos alertar V. Exas e os serviços que tutela para mais uma situação inadmissível de violação da Lei da Acessibilidade, desta vez no Bairro do Castelo: a Rua do Recolhimento apresenta 3 faixas de rodagem mas ZERO passeios.
Ou seja, a CML tem tolerado ao longo dos anos um arruamento totalmente entregue à circulação automóvel em prejuízo dos direitos e segurança elementar dos peões. Como aceitar o estacionamento de viaturas encostadas a vãos de janelas e portas? Não têm as pessoas o direito de terem as suas janelas desimpedidas? Haverá outro arruamento em Lisboa assim?
Se esta rua tem largura suficiente para 3 faixas de rodagem (um excesso numa zona urbana como esta) , é porque poderia ter pelo menos 1 canal pedonal.
Porque razão ainda não se executou uma simples intervenção (ex: pilaretes num dos lados formalizando um passeio) para os muitos peões (muitos deles idosos e turistas) que ali circulam diariamente?
Toda esta zona histórica mostra verdadeiras anomalias e irregularidades como esta (arruamentos de raiz medieval, com 1 faixa de rodagem apenas mas com 2 sentidos!) prova de que a CML se tem esquecido dos cidadãos que vivem e trabalham no Bairro do Castelo. Para quando um Plano de Mobilidade do Bairro Histórico do Castelo?
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Miguel Atanásio Carvalho
19/08/2015
Revisionismo artístico no antigo Governo Civil?
Fotos do "revisionismo artístico" via Mariana Ferreira de Carvalho, via Facebook (aqui):
18/08/2015
Vai reabrir ou não vai restar nem um átomo da obra de Keil do Amaral?
In Público (17.8.2015)
Por Inês Boaventura
Vai ter "bué" de nível. McDrive e tudo, imaginamos a "cena"
In Público (17.8.2015)
Por Inês Boaventura
17/08/2015
15/08/2015
O «Licenciamento Zero» no Bairro das Colónias
Travessa do Cotovelo
«Muito boa tarde
Continuam as obras de fachadismo ou disneylandização de Lisboa...
Trago aqui uma questão: haverá algum acompanhamento arqueológico no esvaziamento do miolo do quarteirão situado entre o Corpo Santo/Travessa do Cotovelo/Rua do Arsenal?
Se for seguida a prática da intervenção na frente ribeirinha, só podemos esperar o pior...
Muito obrigado
Alexandra Cartaxo»
13/08/2015
F-I-N-A-L-M-E-N-T-E mas já com uma falha incompreensível e inaceitável
O anúncio sai com 11 dias de atraso mas o prazo limite para participação pública mantém-se a 30 de Setembro. Porquê?
Aqui fica o link para a documentação: http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/consulta-publica-regulamento-do-arvoredo
E assim se continua a brincar com o património
E assim se continua a brincar com o património da cidade de Lisboa. Aprovado pelo Sr. Vereador Manuel Salgado, que continua a aprovar obras dignas de construtor pato-bravo em edifícios de elevado valor patrimonial.
12/08/2015
Promotores de hotel na Av. 24 de Julho contestam "bloqueio" da Câmara de Lisboa
In Público Online (10.8.2015)
Por Inês Boaventura
...
Tão curioso quanto o adiamento, ou mais, é o facto de haver tantos erros de português nos documentos oficiais citados :-)
Jardim no Largo do Corpo Santo
Há algum tempo que espero, eu e os meu vizinhos, em vão, que uma equipa de Limpeza e Manutenção de Espaços Verdes, venha de uma vez assumir a responsabilidade da Limpeza e Manutenção, continuadas, do Jardim no Largo do Corpo Santo a escassos 200m da sede do Município de Lisboa.
É inaceitável e intolerável o estado de degradação a que este espaço chegou, sobretudo porque põe causa qstões de salubridade e de saúde pública, numa zona percorrida por milhares de pessoas todos os dias, muitos deles Turistas e Visitantes que se deparam no centro da cidade com tamanha porcaria, e, passo expressão, "javardeira".
O que podia ser um jardim agradável e simpático numa zona da cidade que continua, desde 2009, à espera de uma intervção e de obras sérias, é de facto e simultaneamente:
- o lar de um sem abrigo, que até nem causa problemas;
- WC para dejectos liquidos
- WC para dejectos sólidos, do tipo fecal
- local de abandono de todo o tipo de lixos
- acolhimento para ratazanas de dimensões consideráveis, etc
No fundo um péssimo exemplo, que em última análise poderá dar lugar a COIMAS de valor considerável, aos serviços pelos quais algum dos visados neste email é o responsável directo,se esta queixa vier a ser formalizada junta das entidades competentes.
Aparentemente a Câmara Municipal de Lisboa declina a responsabilidade nas Juntas de Freguesia.
A Junta de Freguesia da Misericórdia declina a responsabilidade na junta de Freguesia de Santa Maria Maior, e esta naquela. Mas o mais grave: O problema arrasta-se e sem resolução à vista.
Aparentemente o maior problema é a linha de fronteira onde acaba a jurisdição de uma Freguesia e começa da seguinte.
Anexo um mapa que encontrei na Junta de Freguesia da Misericordia, que espero Vos possa ajudar, desde já, a esclaterecer este assunto. De acordo com os funcionários que vão aparecendo, sem que nenhuma equipa resolva o problema... o que fazia mesmo falta era este email, a iniciativa de um Freguês. Pois aqui está ele.
Na expectativa que os Ex.mos Senhores Presidentes das Juntas de Freguesia juntamente com o Munícipio de Lisboa, se necessário, possam chegar a acordo, e sobretudo resolver este problema tão breve quanto possível.
Aguardamos com ansiedade a rápida e eficaz resolução desta situação, apresento os meus cumprimentos, Jorge D Lopes»


















