Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
14/03/2016
Há uma nova fábrica de mentiras em Lisboa
13/03/2016
RUA AUGUSTA: «Is this enough Mr. Mayor?»
10/03/2016
Colónia da Sineta (Caxias) / 150 Anos Arq. Ventura Terra / Reunião Presidente CM Oeiras / Nota de Imprensa
No seguimento do nosso alerta de 2 de Fevereiro (vide http://cidadanialx.blogspot.pt/2016/02/sos-colonia-da-sineta-caxias-150-anos.html ), chamando a atenção do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oeiras para o estado de abandono e vandalismo da casa da Colónia da Sineta, em Caxias, foram o Fórum Cidadania Lx e a Associação Ventura Terra recebidos esta manhã pelo Senhor Presidente.
Nesta reunião, que consideramos ter sido particularmente útil para a causa e que desejamos seja o princípio de um processo que culminará na implementação de uma solução digna para aquela casa - a qual, recordamos, foi desenhada por Ventura Terra para o seu amigo Taborda de Magalhães poder dar corpo ao seu sonho de ali construir uma colónia para crianças carenciadas -, tivemos a oportunidade não só de solicitar ao Senhor Presidente novos esforços para que se encontre uma solução para a casa, como apresentámos ideias concretas que julgamos poderem corporizar de facto esse desiderato.
O Senhor Presidente mostrou-se particularmente sensível ao tema, atento à situação, e dou-nos conta das acções que a Câmara Municipal de Oeiras desenvolveu em 2007 para desbloquear a situação da casa da Colónia, sem sucesso, e disponibilizou-se para reiniciar contactos com o proprietário com vista a que, desta vez, seja possível encontrar forma de resolver o problema, assim se consiga definir uma estratégia e corporizar um projecto susceptível de garantir financiamento e recuperar o legado de Ventura Terra e de Taborda de Magalhães e, tão importante, garantir sustentabilidade duradoura ao mesmo.
O Fórum Cidadania Lx, na medida das suas possibilidades, compromete-se a tudo fazer para que tal seja possível, e que para a Colónia da Sineta seja um caso de sucesso nos 150 Anos de Ventura Terra.
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09/03/2016
Teatro Nacional de São Carlos / Desaparecimento das cadeiras dos camarotes / Pedido de esclarecimentos ao OPART:
Exmos. Senhores
C.C. MC, DGPC e media
O Teatro Nacional de São Carlos é a principal casa de ópera de Lisboa e de Portugal.
Foi inaugurado em 30 de Junho de 1793 pelo Príncipe Regente D. João para substituir o Teatro Ópera do Tejo, que tinha destruído no Terramoto de 1755, segundo projecto do arquitecto José da Costa e Silva. Trata-se de um exemplar de arquitectura civil, de cariz Neoclássica de influência italiana, único no nosso país. A decoração de época com influências de inspiração italiana, designadamente do teatro di San Carlo em Nápoles, e do teatro della Scalla em Milão, recebeu a participação de vários artistas nacionais e estrangeiros, na decoração dos seus interiores, como Cirilo Volkmark Machado, Appianni e Manuel da Costa.
Por isso é Monumento Nacional desde 1996 (D.R. I Série-B, nº 56, de 6 de Março).
Como será do conhecimento de V. Exas, no ano de 1940, o Teatro Nacional sofreu durante oito meses importantes obras de melhoramentos, restauro, consolidação e conservação exterior e interior, realizadas sob a égide do engº Duarte Pacheco Pereira, ministro das obras públicas, que teve o cuidado de manter as suas características decorativas centenárias, reabrindo em 1 de Dezembro de 1940.
Tendo tomado conhecimento do desaparecimento gradual das cadeiras de cariz clássico que se encontravam nos camarotes (cadeiras de assento em veludo e costas em palhinha, pernas torneadas, madeiras entalhada e dourada a casca de ovo – ver imagens), sendo as mesmas substituídas por cadeiras novas de cor castanha, o que desvirtua a ideia de conjunto que é o edifício e os seus elementos decorativos, desde logo o mobiliário de época;
Solicitamos a V. Exas. que nos esclareçam sobre se as cadeiras retiradas foram para restauro, sendo posteriormente repostas nos respectivos camarotes (como sucedeu aquando da reparação de 1973), ou se a sua remoção se destina, simplesmente, à sua substituição definitiva, facto que a acontecer nos parece grave, pelo já exposto.
Salientamos, ainda, que, a nosso ver, a classificação do Teatro compreende toda a decoração do mesmo e respectivo mobiliário, pelo que qualquer retirada das cadeiras referidas deverá ser devidamente autorizada pela tutela.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Jorge, Irina Gomes, Maria Ramalho, Pedro Henrique Aparício, Virgílio Marques, Maria de Morais, Inês Beleza Barreiros, Jorge Santos Silva, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, Maria do Rosário Reiche, Beatriz Empis, Pedro Formozinho Sanchez, Miguel de Sepúlveda Velloso e Nuno Caiado
Fotos: Miguel Jorge
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Esclarecimento do TNSC/OPART (10.3.2016):
«Esclarecimento do OPART/TNSC: «Exmos. Senhores
Na sequência da receção do email infra, encarrega-me o Conselho de Administração do OPART, E.P.E. de esclarecer que a substituição de algumas cadeiras de cariz clássico é temporária e deve-se exclusivamente ao normal processo de inventariação e restauro a que regularmente são sujeitas, de modo a garantir a respetiva preservação.
Mais se informa que, logo que a intervenção esteja concluída, as cadeiras serão repostas nos devidos camarotes, conforme previsto desde o primeiro momento da sua remoção.
Cordialmente,
Raquel Maló Almeida
Direção de Promoção e Media»
Largo do Intendente
A Câmara Municipal de Lisboa agradece o seu contacto e informa que a Ocorrência OCO/22560/2016 foi resolvida.
A junta de Freguesia informa que as esplanadas estão licenciadas e que cumprem com as normas regulamentares. Agradecemos a vossa informação.
Obrigado pelo seu contacto.
Com os nossos melhores cumprimentos. "
08/03/2016
Calçada do Desterro 11-13: Imóvel de Interesse Público em risco
C.C. Gab MC, Gab. PCML, Gab. Vereador MS, AMl
Lisboa, 12.1.2016
Exmos. Senhores
Somos a solicitar a esses Serviços esclarecimento sobre se terá sido submetido à DGPC para sua apreciação, algum projecto de alterações/demolição do imóvel sito na Calçada do Desterro, nº 11-13, IIP.
O edifício encontra-se com os vãos fechados com tijolo, o que vai contra as boas regras de conservação tanto da estrutura do edifício como dos acabamentos dos seus interiores. Lembramos que este edifício é um raro e interessante exemplar da Arquitectura pombalina fora da área da Baixa e que os seus níveis de autenticidade são elevados (vide as caixilharias dos vãos, as coberturas e os interiores) e que, por isso mesmo, devia ser objecto de obra exemplar de restauro e reabilitação, assim o queiram e saibam promover a CML e a tutela da Cultura.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Bernardo Ferreira de Carvalho
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Resposta do Sr. Vereador Manuel Salgado, em 8.3.2016:
07/03/2016
Hotéis de charme
«Boa tarde
No vosso site têm vindo a lume notícias sobre novos hoteís de charme no edifício do Diário de Notícias e da Rádio Renascença. O que eu acho é que os promotores dessas iniciativas deviam deixar em paz esses edifícios e, em vez disso, recuperassem o Hotel Braganza, situado perto do Teatro de São Carlos, e que está abandonado há muitos anos. Todos ganhariam com isso: recuperava-se um edifício histórico e passaria a existir um belo hotel com uma vista extraordinária para o rio e a Baixa.
Outro edifício onde está projectado há vários anos um hotel de charme é o Palácio das Águias, na Rua da Junqueira; mas há já vários anos que o projecto está parado e o edifício a degradar-se.
Se houvesse bom senso da parte dos promotores, deviam fazer isso.
Álvaro Pereira»
05/03/2016
Hotel na Rua 1º de Dezembro com reclamo ilegal desde 5 de Março de 2015
NOTA: sim, afinal sempre foi preciso A. Cerejo iniciar o seu trabalho de jornalista para que o reclamo deste hotel fosse retirado nas vesperas de fazer 1 ano de ilegalidade! Mas outros reclamos de legalidade duvidosa ainda habitam a Baixa/Chiado...
04/03/2016
Arte Antiga expõe o tesouro da Rainha Santa Isabel
Por Maria João Costa
Parole, parole, parole... já cantavam Mina e Celentano...
03/03/2016
Chegado por e-mail (2.3.2016). Quem souber aconselhar...
Boa tarde!
Tenho uma reclamação a decorrer na Câmara Municipal de Lisboa relacionada com danos no vidro para-brisas do meu carro provocado por pedra levantadas pelo camião varredor que efectuava limpeza na Av Lusíada.
Ouvidos os coordenadores, fez-se constar que era impossível a máquina provocar os danos causados.
Tenho seguro com cláusula de quebra de vidros sem qualquer caução, nunca usei. Podia usar... Mas se a responsabilidade é da máquina ao serviço da Câmara pq razão pediria a seguradora que assumisse o custo?
Impossível diz o Coordenador da CML e contudo eu ia a conduzir e fui testemunha dos impactos das pedras no carro!
Preciso de saber se existe alguma outra situação semelhante que possa combater a impossibilidade argumentada pelos técnicos da Câmara... Ou terei de descobrir uma máquina em actividade e filmar.
Agradeço a vossa ajuda.
Obrigada
Mónica Lemos»
A Figueira a gente até já nem passa por lá para não ver ... pelo que podemos esperar mais uns anos... mas o Rato é diferente (e mais complicado, sim). Ao menos que lhe ponham de volta do E-24, e a gente já fica satisfeita :-)
Lembram-se do prédio de gaveto, no largo Dona Estefânia, onde morou Pessoa e que agora, é mais um igual a tantos outros, a que deram o nome "Pessoa"?
Sabem quem foi o promotor? Uma empresa denominada " Cáfe"
http://www.cafe-construcoes.pt/portfolio_cafe.aspx…
Esta empresa, pelos vistos, sabe fazer grandes negócios:
Na av Defensores de Chaves, adquiriu, aos herdeiros do antigo proprietário, por milhão e picos, o edifício que a seguir mostro.
Nada de espantar, até agora, nem mesmo o valor de seis, digo bem, seis milhões que agora pede pela sua venda.
Projecto metido á câmara, chumbado, ao que parece porque a autarquia, exige a manutenção da fachada, aumentos lateral e do número de pisos, em vidro e recuo do tardoz o que, para o promotor, inviabiliza o projecto... É pouca coisa!!!
Tirando esta história, normal nesta cidade destruída pela especulação e pelos políticos que tal permitem, há um senão; neste prédio ainda vivem pessoas... Pois é, vivem pessoas. Algumas, já noutras casas, por falta de condições mas, no último andar, uma família resite; o arrendatário tem 70 anos...
Os andares, têm sido vandalizados, roubados, os bronzes da escada, puxadores, canos, tudo roubado. Até o enorme lustre do vestíbulo de entrada, desapareceu; ah, as oito figuras em mármore branco, posicionadas em patamares laterais e que ladeavam as escadas da entrada, desapareceram também.
Com as últimas chuvas, caiu parte do telhado; no lado direito, chove na escada. A luz eléctrica das zonas comuns, foi desligada, por precaução.
Avizinha-se uma tragédia... Entretanto, um, ou mais processos em tribunal, entre a promotora, câmara e inquilinos, arrasta-se há anos.
Só pergunto ás entidades competentes, porque é que, nestes casos, não se avança para obras coercivas?
A vida humana não valerá o preço dos custos?
Parece que não...























