Um blogue do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, que se destina a aplaudir, apupar, acusar, propor e dissertar sobre tudo quanto se passe de bom e de mau na nossa capital, tendo como única preocupação uma Lisboa pelos lisboetas e para os lisboetas. Prometemos não gastar um cêntimo do erário público em campanhas, nem dizer mal por dizer. Lisboa tem mais uma voz. Junte-se a nós!
09/05/2017
08/05/2017
A/C ESTAMO - URGENTE - Pedido de reparação da cobertura em perigo no edifício principal do Hospital Miguel Bombarda
C.C. PCML, PAML, DGPC, 12ª Comissão da AR, JF Arroios, DGTF e media
Como poderão V. Exas. constatar pelas fotografias em anexo, tiradas no local há escassos dias, o estado de conservação da notável cobertura do Salão Nobre do edifício principal do Hospital Miguel Bombarda, em madeira e estuque, que data de 1948 e é da autoria do arquitecto modernista Carlos Ramos, deteriorou-se bastante nos últimos meses e está a abrir fendas na parte central (ver 1ª foto), devido a infiltrações pelo telhado, que resultam da não efectuação de quaisquer obras, contrariando assim o prometido pela própria ESTAMO em 2014, em resposta enviada à comissão da Assembleia Municipal (ver documento em anexo).
Apelamos à ESTAMO para que proceda, quanto antes, à colocação de uma cobertura provisória e inicie de imediato as necessárias e prometidas obras de reparação da cobertura, a fim de se evitar o colapso do tecto do Salão Nobre, um tecto modernista Art Déco, com lâmpadas fluorescentes laterais, cujo desenho engrandece e não contraria essa Sala de azulejaria barroca, em painel historiado e raros 14 metros de comprimento sem interrupção, e que, recorde-se, é uma das razões que justificaram a classificação de todo o edifício central do hospital, em 2014.
Existem ainda graves infiltrações numa clarabóia e no telhado que cobre a sala do apartamento dos directores e do Prof. Bombarda, que estão a danificar o Gabinete do Director e o tecto da Sala com lareira do último piso.
Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Rêgo, Maria de Morais, Fátima Castanheira, Fernando Jorge, Jorge Pinto, Maria Ramalho, José Maria Amador, Miguel de Sepúlveda Velloso, Júlio Amorim, Alexandra de Carvalho Antunes, João Mineiro, Bárbara e Filipe Lopes
Então isto agora é para demolir???
Aprovar o pedido de licenciamento para a obra de construção, a realizar no prédio sito na Rua dos Lusíadas n.ºs 15 a 17, Freguesia de Alcântara, que constitui o processo n.º 1548/EDI/2016, nos termos da proposta;»
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Diz quem a visitou que se trata de um dos edifícios mais elegantes de Alcântara. Em matéria de reabilitação urbana e da estatística do faz-de-conta, isto vai de mal a pior, e o ódio ao edificado de transição (séc. XIX-XX) quando é que acaba, mesmo? Ah, pois.
05/05/2017
04/05/2017
Att. Sr. Vereador Manuel Salgado #2
(fotos de Fernando Jorge)
Att. Sr. Vereador Manuel Salgado #1
(fotos de Fernando Jorge)
03/05/2017
Finalmente, a notícia MAGNÍFICA!
(fotos: blogs Lisboa do Antigamente e Social Laranjinha)
02/05/2017
Óptima notícia, mas aquele acrescento espúrio no telhado é para quê?
Textor Samuel Alemão
01/05/2017
Pode ser que este excelente artigo faça a CML puxar pelos galões e resgatar do limbo os magníficos armazéns do Beato... pode ser...
Por Alexandra Prado Coelho
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29/04/2017
"Não deviam cobrar nada pela entrada"
Na nova bilhética do Museu Berardo, as crianças entram gratuitamente até aos seis anos, os visitantes entre os 7 e os 18 anos têm um desconto de 50%, tal como os maiores de 65 anos e as pessoas com mobilidade reduzida."
Pode ler o resto aqui no DN de hoje
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Respeito a opinião do dono desta fabulosa colecção de arte. Contudo, 5 euros de entrada para os milhares de turistas que a visitam anualmente....é simbólico atendendo à qualidade do que vão ver. Deveria sim continuar gratuito até aos 18 anos e a partir dos 65.
27/04/2017
As novas mansardas de Lisboa
«Boa tarde,
Venho partilhar com o Fórum Cidadania LX o novo número do J-A Jornal Arquitectos, que foi lançado esta semana e que é dedicado às intervenções nos centros urbanos da cidade de Lisboa e Porto: http://www.jornalarquitectos.pt/pt/jornal/centros-nevralgicos.
Chamo também a atenção para o meu artigo «À grande e à francesa - das coberturas em mansarda às fachadas amansardadas da cidade contemporânea» que formula uma análise crítica à moda das mansardas: http://www.jornalarquitectos.pt/pt/jornal/centros-nevralgicos/-a-grande-e-a-francesa.
Como vários dos exemplos que utilizo para ilustrar o artigo foram já por diversas vezes objecto de atenção no blog, e como creio que o tema terá seguramente interesse, não queria deixar de fazer a partilha.
Os meus cumprimentos,
Carlos Machado e Moura
26/04/2017
O alambor vai à vida e ninguém impede que tal aconteça? MC? PCML? PM?
Por João Pedro Pincha
24/04/2017
Jardim do Palácio Baldaia abre ao público no 25 de Abril
Por Lina Santos
23/04/2017
"Voo de regresso do Arcanjo marcado para 20 de maio"....
Falta menos de um mês para o público voltar a ver a escultura barroca do Arcanjo São Miguel que em novembro foi derrubada por um visitante do Museu de Arte Antiga.
Pode ler o resto aqui no DN de hoje
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Olhando para a altura da escultura, as dimensões da sua base, a "segurança" ridícula entre base e plinto e, a sua colocação no meio de uma sala com bastantes visitantes....creio que isto não acontecia no armazém do IKEA.
ESTADO VENDE A RETALHO O PATRIMÓNIO PORTUGUÊS
O conjunto é uma construção tardo-oitocentista mandado erigir por ordem régia, com o objetivo de prevenção primária da Tuberculose pulmonar em crianças e adolescentes; internamento e apoio ambulatório. Flagelo, na altura, com consequências gravíssimas para a Humanidade.
Tendo em conta que o período negro da tuberculose decorre do final do Século XVIII até 1838, teve para a história de Portugal importância transcendente a construção do Dispensário de Alcântara, fundado em 1893 por Dona Amélia, última Rainha de Portugal, como o primeiro Dispensário de concepção moderna baseado em princípios científicos de prevenção da doença e no combate directo ao flagelo.
O Dispensário forneceu cuidados médicos, leite e alimentos, assistência médica e medicamentosa à infância e adolescentes, sendo que os cuidados de enfermagem eram prestados pelas irmãs religiosas que habitavam, e ainda habitam, o edifício contíguo e encarregando-se a Rainha e o seu séquito das visitas domiciliárias.
O edifício é um exemplo monumental de um estilo hoje raro, apenas com semelhanças à Creche VITOR MANUEL, sita na Calçada da Tapada, construída em 1887 a expensas da Rainha Dona Maria Pia, mulher do Rei D. Luís I para abrigo da infância desvalida e em memória de seu Pai, o primeiro Rei de Itália.
O edificado consta do Anexo III – Inventário Municipal do Património, na Proposta de Regulamento do Plano Director Municipal de 17 de Janeiro de 2007 sob a epigrafe FREGUESIA 26 – PRAZERES 26.72 Dispensário de Alcântara/ Av. Infante Santo, 3; Rua Tenente Valadim.
Trata-se ainda de um Monumento situado na área de protecção do Museu Nacional de Arte Antiga.
O DISPENSÁRIO DE ALCÂNTARA é assim não só um monumento de elevada representatividade arquitectónica como a sua construção e vivência são de grande relevo na História de Portugal e da Cidade de Lisboa, acompanhado pelo INSTITUTO RAINHA DONA AMÉLIA, depois instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos, e hoje Inspecção-geral das actividades em saúde, sito na Av. 24 de Julho, junto ao Cais do Sodré e mandado construir pela mesma Rainha.
E esse período da história foi considerado de tanta importância, que a própria Rainha aquando da sua vinda a Portugal em 1945 a percorrer os caminhos da memória, quis a par da visita aos túmulos de S. Vicente de Fora, estar mais uma vez no Dispensário com as crianças. São abundantes os testemunhos fotográficos do acontecimento, também na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Lisboa, um grande painel de azulejos evocativo das visitas da fundadora ao Dispensário marca as suas paredes e Escadaria Nobre.
Por esta soma de razões é necessário e urgente dar continuidade ao processo de classificação do Dispensário de Alcântara como monumento de Interesse Municipal, de forma a salvaguardá-lo na sua integridade, bem como se torna necessário e urgente proceder-se à sua reabilitação.
PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO
Quanto ao processo de classificação, em 3 de Abril de 2007, a então Junta de Freguesia dos Prazeres, enviou ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, um requerimento solicitando a classificação do Dispensário de Alcântara como Imóvel de Interesse Municipal, e em 10 de Abril de 2007, enviou à Divisão do Património Cultural da mesma Câmara Municipal de Lisboa, por protocolo, o respetivo processo de candidatura.
Em resultado do referido pedido de classificação, o Município de Lisboa emitiu e Edital n.º 42/2007, assinado pelo Exmo. Director Municipal de Cultura, Dr. Rui M. Pereira, que diz:
Nos termos e para efeitos do artigo 25º, nº 5 da Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro, faço público que, por meu despacho de 2007/05/08, foi determinada a abertura do procedimento administrativo relativo à eventual Classificação de Interesse Municipal do imóvel - “Dispensário de Alcântara”- como de Interesse Municipal, sito na Avenida Infante Santo, 3 e Rua Tenente Valadim, na Freguesia dos Prazeres, em Lisboa.
Face ao exposto, a partir deste momento, o referido imóvel encontra-se em vias de classificação.
Os Serviços Camarários ficam obrigados a prestar informação ao Departamento de Património Cultural, de qualquer intervenção no bem em questão.
PROCESSO DE RECUPERAÇÃO
Presentemente o edifício principal encontra-se devoluto e é propriedade do Estado Português, inscrito na 3ª Conservatória do Registo Predial com o n.º 259/190788 e o edifício anexo está ocupado pela Congregação Internacional das Irmãs Missionárias do Espírito Santo, que trabalham em ação social em conjugação com o Banco Alimentar contra a Fome e outros.
Sendo a Pampulha um lugar de Lisboa com muitas necessidades a nível social, cultural e de saúde da população, nomeadamente no que se refere ao apoio à juventude e à terceira idade, como é reconhecido pela Câmara Municipal de Lisboa, e sendo o Dispensário de Alcântara um monumento histórico, criado de raiz para o apoio médico e medicamentoso às camadas mais desfavorecidas da população, não faz, quanto a nós sentido, estar o Estado Português a negociar com particulares um bem de valor histórico incalculável e uma mais valia para a assistência social , numa zona da cidade com tão grandes carências.
Esperemos que o atual governo retire dos bens à venda o Dispensário de Alcântara, e ao contrário lhe dê o destino para que foi criado, dignificando a memória da cidade de Lisboa e contribuindo para o bem-estar da sua população.
João Pinto Soares
21/04/2017
Igreja do Menino Deus - DIVINO SOSPIRO - concerto 6ª feira dia 21 de Abril às 21H
Divino Sospiro
Siete Palabras de Cristo en La Cruz
José Joaquim dos Santos (1747-1801)
Stabat Mater














































